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História The mafia boss — Park Seonghwa — ATEEZ - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Então, se você não gosta do meu imagine ou da maneira que o escrevo por favor não denuncie, apenas não leia. Tem muitas pessoas que gostam dos meus imagines 💕obrigada pela atenção, desculpe qualquer erro! ⚠️ não faça, nem repita nada nisso na vida real, isso aqui é apenas uma fanfic⚠️

Essa fic e bem pesadinha, então se você não gosta não leia. Vou dar uma leve resumida:
O pai da s/n e polícia e tá atrás do seonghwa a um bom tempo, mas o seonghwa e esperto e nunca deixou nenhum tipo de rastro a polícia não sabe nem mesmo o nome dele, pra muitos ele e o mafioso fantasma, no seu tempo livre ele e dona de uma boate e leva sua vida normal. S/n faz faculdade de gráfico e não faz ideia de quem seja o seonghwa, o mesmo tinha intenção de matá-la já que sabia que seu pai era polícia, mas o tiro saiu pela cacunda porque seonghwa acabe se apegando a s/n. Nisso seus amigos não aceitaram muito porque isso iria o afetar nos negócios mais o seonghwa estava disposta a tudo por s/n.
S/n via seonghwa o como dono da boate e não fazia ideia do seu verdade trabalho.
Espero que gostem dessa fic, se ela flopar eu apago.
Mas se vocês estiverem gostando comentem, gosto der comentários🥺

Boa leitura ❤️

Capítulo 1 - Piloto


Fanfic / Fanfiction The mafia boss — Park Seonghwa — ATEEZ - Capítulo 1 - Piloto

Ultimamente meu pai ando muito preocupado e ocupado com o novo caso que surgiu na polícia. Recentemente tinha um mafioso a solta, ninguém sabia ao certo que ele fazia e como fazia, única coisa que se sabia era que ele era procurado pelo o mundo inteiro. A uns anos atrás ele desapareceu e agora apareceu deixando um caos as ruas de Seul. 

Ninguém nunca tinha visto seu rosto, nem mesmo de algum membro da sua gangue. Meu pai estava com medo porque dizendo o mesmo que sentiu que algo iria acontecer comigo, coisa que eu achava impossível. Certo que ser filha única aumentava os surtos do meu pai eu relação a isso. 


 — você tá proibida de sair ___, isso é pro seu próprio bem — era assim toda vez que eu dizia que queria sair com minhas amigas. 

— pai, eu já falei! Não vai acontecer nada comigo, você tá ficando completamente paranóico. — o mesmo me olhava totalmente sério e com cara de que não teria nenhuma justificativa minha que iria o fazer mudar de ideia em relação a isso. — você sabe que eu sei me cuidar. Esse tal mafioso não vai fazer nada comigo, além do mais porque eu? —  disse aumentando a voz porque tudo aquilo era uma baboseira. 

 — você tem razão, eu vou deixar você ir, porém quero você aqui antes de ser meia noite. Escutou senhora ___? —  o mesmo disse quase mudando de ideia e logo o abracei. 

 — obrigada, prometo estar aqui antes de meia noite. —  


 Me arrumei para sair e logo recebo uma mensagem das minhas amigas. Me despedi do meu pai e encontrei com minhas amigas. 

 

— achei que não viria. — a mesma me abraçou e me puxou pra dentro do carro. 

— Emma, meu pai tem seu motivos apesar que acho ridículo ele ser desse jeito. — disse tranquila, mas realmente me incomodava de certa maneira. — mas hoje vamos nos divertir, quero aproveitar bastante antes do meu pai me prender. — suspirei e segui o restante do caminho inteiro calada. Assim que chegamos na festa estava lotado quase não dava pra ver nada, tinha muitos rostos desconhecidos e outros conhecidos. 

 — ____, a ivy e as meninas estão ali, vem. — Eu novamente me puxou em direção as meninas e logo me enturmei com o pessoal. 

— Emma, eu vou comprar alguma coisa beber. — a mesma concordou e em questão de segundos fui engolida pela multidão. Encostei na bancada e esperei o barmen vim até mim. 

 — o que uma mulher bonita estava fazendo aqui sozinha? — Avisto um homem alto e atraente na minha visão, ele se sentou ao meu lado e vi melhor seu rosto. 

— quem disse que estou sozinha? — perguntei curiosa mais interessada no que ele iria dizer. Sua aparência estava realmente chamando minha atenção, ele aparentava ser bem novo, mas sério. 

 — ninguém me disse, mas como aparenta você está só. Será que eu poderia saber seu nome? — O mesmo disse tomando um gole de alguma bebida. 

 — ____, e o seu? — perguntei ja nem mesmo me importando com a bebida. 

 — Seonghwa. Park Seonghwa. Antes de te oferecer uma bebida devo perguntar quantos anos você tem. — 

 — 19, se eu fosse menor de idade não estaria aqui já que está festa aqui só entra de maiores. — falei com um tom de ironia e logo em seguida ele sorri e concorda. Diferente de mim ele foi atendido assim que deu uma olha para o barmen, começamos a beber e a conversar. 

 — o que te traz aqui? Venho aqui diversas vezes e essa é a primeira vez que te vejo aqui. — seonghwa perguntou curioso e eu ri mais logo o respondi. 

 — essa não é uma das baladas que eu gosto, tenho muito que reclamar daqui. Tem outras melhores. — falei me referindo ao acontecido com o barmen. Ele me olhou com uma cara de dúvida e logo disse: 

— o que por exemplo? Direi ao dono daqui para mudarem. — fiquei me questionando se ele seria alguém com estados para ser amigo do dona da festa.

 — o atendimento aqui e horrível, sempre que eu chego aqui nunca sou atendida. Diferente de você, nem precisou dizer nada para o barmen vim até aqui. — o falei e logo vi ele olhando novamente o barmen. 

 Não entendi bem mais todos ali pareciam ter medo dele. 

 — vou resolver isso, mas mudando de assunto eu gostei de conversar com você, será que poderíamos nos conhecer melhor algum dia desses? — 

Sua proposta foi realmente muito intrigante pra mim, queria muito ter ficado com ele ali. Algo nele me atraía e eu não sabia o que era. 

 — por que não? Seria ótimo a gente poder se ver novamente. — passei meu número para o seonghwa e ele se aproximou ficando bem próximo a mim. 

— será que posso te beijar, ou isso seria uma péssima impressão? —  sorri com seu comentário e me aproximei o mesmo entendeu o recado e juntos nossos lábios, senti umas mãos passarem pela minha cintura e me puxar logo em seguida. Ele beijava bem e sua língua fazia um bom trabalho com a minha. 

 

Estávamos aproveitando bastante que acabei nem percebendo o horário. 

— meu Deus, eu tenho que ir! —  o mesmo segurou no meu braço e disse: 

— eu levo você, esta tarde. —  no começo pensei em rejeitar, mas eu já tinha beijado ele então não seria um risco, então acabei concordando. Me despedi das meninas e justifique rapidamente minha saída sem citar o seonghwa. 

 Acompanhei o seonghwa até seu carro e me espantei com o carro. O carro era um Bugatti La Voiture Noire, era totalmente preto mais não deixava de ser impecável. Ele abriu a porta do carro e eu entrei logo em seguida fechando a porta, assim que ele entrou quis muito perguntar como ele teria um carro tão caro como aquele mais seria desrespeitoso da minha parte. 

 — o que você está pensando? O que você quiser me perguntar fique a vontade, sei que estava cheia de perguntas. Antes me passe seu endereço, posso responder até eu te deixar em casa. — 

 Passei meu endereço é ele começou a dirigir e pensei em perguntar o óbvio. 

 — você trabalha de que? — perguntei meio sem graça. 

— bom... eu sou dono da festa em que você está e trabalho por fora também, por isso te pedi para me dizer o que te incomodava na minha festa. —  assim que ele falou fiquei paralisada, não tinha chance alguma de ter ficado com o dono daquela festa. 

 — quantos anos vc tem? Você me perguntou minha idade e esqueci de perguntar a sua. — ele riu. 

— tenho 22, vou fazer 23 dia 3 de 

abril. — 

 Resolvi não perguntar mas nada sobre ele e seguimos em silêncio. Assim que chegamos na minha casa ele desligou o carro e me olhou. 

 — está entregue, espero que tenha gostado desse pouco tempo em que a gente se conheceu, também do nosso beijo. — 

— eu gostei sim seonghwa, obrigada por ter me trazido até minha casa. O que posso te fazer pra te 

recompensar? — disse e em resposta o seonghwa me beija e acabo cedendo de maneira rápida. 

Era incrível como eu fiquei não sedenta por ele em questão de segundos, era estranho se fosse pensar que o conheci a poucas horas, mas ia dar na mesma. Na manhã seguinte ele não iria se lembrar de mim e iríamos viver nossas vidas. A falta de ar cortou nosso beijo e ele se afastou. 

— pronto, estamos quites. Quer que eu te leva até a porta? — disse descendo do carro junto a mim. 

— não precisa, você me fez muito só de ter me trazido a tempo. —  ficamos frente a frente e eu me despeço dele. 

— tchau seonghwa, de novo obrigada! Espero nos vermos de novo. — 

— com certeza vamos, durma bem. — 

Entrei em casa e pela janela vi o seu carro se afastando, suspirei ao lembrar dos seus beijos e me assusto com a voz repentina do meu pai. 

— quem era aquele? — me assustei e me virei em sua direção.

— um amigo da faculdade, e olha só sua filha chegou 30 minutos adiantada, bingo! — disse olhando para o relógio. 

 — Eu conheço todos seus amigos da faculdade e sei que nenhum deles têm condições de comprar um carro daquele. — ele cruzou os braços e eu me mantive na mentira, não queria falar pra ele que o dono da festa me trouxe e que fiquei com ele. 

— aí pai, o carro não é dele. Não se preocupe, sua filha está em casa sem nenhum pedaço faltando. — 

Fui para meu quarto e tomei um bom banho, assim que sai do banheiro meu celular toca. 


 [ — espero que possamos nos beijar novamente, tenha uma boa noite. —] 

[ — digo o mesmo Senhor Seonghwa. Tenha uma boa noite. —] 

Salvei seu contato no meu celular desejando que no dia seguinte tivesse mensagens do mesmo. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!❤️🥺
Não esqueçam de comentar✌🏻

Perfil: @nct_0513


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