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História The Malediction - Capítulo 12


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Notas do Autor


🌸 Boa leitura!! 🌸

Capítulo 12 - Em pânico


POV.Emily Rúbio

Os últimos clientes acabaram de sair do restaurante, estou um pouco cansada de sorrir e andar de um lado para o outro até as mesas reservadas. Os garçons recolheram os talheres das mesas, peguei a minha mochila e segui em direção ao banheiro feminino.

— Tudo que mais quero é chegar em casa e dormir na minha caminha. — murmurei, jogando um pouco de água no rosto.

— Você está maravilhosa. — nem precisei abri os olhos para saber que se tratava do meu chefe. Suas mãos grandes repousaram em minha cintura, fazendo meu coração dar uma leve palpitada. O meu vestido vermelho com um x nas costas essa noite atraíram os olhos do meu chefinho, Dybala me virou de frente e diminuiu o pouco espaço que nos afastava. — Estou te assediando?

— Não, eu gosto das suas investidas e dos seus elogios.... — sorri sedutora e seus lábios se curvaram no sorriso malicioso.

— Seus olhos azuis são duas joias preciosas. — ele sussurrou em meus lábios, fechei meus olhos, aguardando seu beijo.

— Por favor! Beije-me! — praticamente implorei, desejando esse homem desde a primeira vez que o vi. Paulo atendeu ao meu pedido e sem nenhuma relutância pediu passagem com a língua. Eu cedi ao meu desejo, as nossas línguas se entrelaçaram com certa sofreguidão e desejo. Paulo Dybala apertou a minha cintura e eu enlacei as minhas pernas no seu quadril. Puxei o seu cabelo com força, respirando ofegante nos seus lábios e sentindo sua barba arranhando o meu pescoço. Enquanto, a sua boca chupava a minha pele e as suas mãos deslizavam pelas minhas coxas.

— Diga sim ou não? — ele arfou, mordiscando a minha orelha.

— Sim! — a resposta veio de imediato. Paulo me beijou afoito, encostando-me na parede fria e levantando o meu vestido até a cintura. Meu corpo queimava feito brasa deixando a minha pele quente, seu perfume amadeirado me embriagava de prazer. Apertei seus bíceps ao sentir seu pau duro roçar na minha coxa. Eu só preciso de uma noite e assim acabará de vez com essa minha obsessão pelo meu vizinho.

— A sua pele é tão macia e cheirosa. — ele beijava o meu pescoço, enquanto as suas mãos abriam o zíper da sua calça, descendo-a para os joelhos. Gemi com seu pau ereto tocando levemente a minha boceta ainda coberta pela calcinha. Ergui os braços e ele se livrou do meu vestido, seus olhos brilharam fitando os meus seios despido. Dybala abaixou a cabeça e com a ponta da língua fez círculos imaginários no meu seio esquerdo, em seguida, me chupou com tanta ânsia e desejo que quase tive um orgasmo com aquela boca faminta lambendo e chupando os meus mamilos.

— Aí. — agarrei com força o seu cabelo, seus dois dedos afastaram a minha calcinha para o lado e foi me penetrando.

— Do jeito que gosto, molhadinha. — sorriu malicioso, voltando a chupar meu outro seio e a foder minha boceta com seus dedos longos. Fechei os olhos deixando a volúpia do prazer me dominar, mordi meu lábio inferior remexendo meu quadril de encontro ao seu.

As minhas mãos passeavam pelas costas largas do meu chefe, arranhando com força a sua pele clara. Ele me sentou na pia, pegou a camisinha no bolso da calça e vestiu no seu pênis grosso.

— Awnnn..... — mordi o seu ombro, quando seu pau invadiu minha boceta e minhas pernas agarraram na sua cintura.

— Oh, que boceta apertada! — murmurou, estocando forte na minha bocetinha. Apertei os meus seios, encostando minhas costas no espelho.

— Sonhei com esse momento desde a primeira vez que te conheci. — confessei fitando seu rosto, sua respiração estava alterada.

— Você é quente e o seu sangue deve ser uma delícia. — Paulo passou a língua nos lábios, fitando fixamente a veia do meu pescoço.

— O que disse? — indaguei confusa, ele semicerrou os olhos e apertou as minhas coxas. Meu corpo estremecia de desejo, me deixando completamente excitada.

— Nada. — ficou sério, aumentando as estocadas na minha boceta. Suspirei pesadamente, tentando recuperar o meu fôlego, ele mordeu o lábio inferior e me encarou com o seu olhar faminto.

— Deliciosa! — disse lascivo, o seu pau me penetrava ora rápido ora lento; entrando e saindo de minha boceta. — Apertadinha.

Paulo Dybala tomou os meus lábios no beijo feroz, as suas mãos pareciam estar em cada curva do meu corpo.

— Mais forte.... — supliquei.

— Assim. — sorriu de canto, aumentando as estocadas. — Gostosa! — seu pau se movimentava num vaivém rápido, Dybala colocou as minhas pernas nos seus ombros e me penetrou forte.

— Awnn.... — gemi afoita, o meu cabelo ficou bagunçado e a minha pele suada. Apertei o seu pau contraindo a minha musculatura interna. As estocadas estavam mais firmes e logo cheguei ao clímax.

Depois de alguns minutos me fodendo, ele gozou com um grunhido rouco, retirou a camisinha e jogou na lixeira. As minhas pernas ainda estavam abertas e bambas, minha boceta molhada e a respiração irregular.

— Se vista! Vou te dar uma carona. — murmurou, vestindo a sua roupa de volta.

Meia hora depois....

O carro parou em frente a porta de casa, retirei o cinto de segurança e fui surpreendida por um beijo quente. Paulo me puxou para o seu colo, chupei sua língua gostosa adorando a sua atitude. Suas mãos desciam e subiam pelas minhas costas, acariciei seu cabelo liso sentindo a maciez de sua língua na minha boca.

— Eu preciso entrar... — falei atônita, meus seios subindo e descendo e o coração parecia que a qualquer instante sairia pela boca.

— Você precisa ir, né?! — coçou a barba, assenti ainda sentada no seu colo. — Nos vemos amanhã?

— Sim. — concordei, Paulo me roubou outro beijo antes de me deixar sair do carro. As coisa ficaram quente, mas eu precisava sair antes que a Thaís arrancasse o meu couro.

Abri a porta do carro e caminhei em direção a minha casa, sentindo o seu olhar fixo no meu bumbum. Meu chefe era tão safadinho, girei a maçaneta e antes de entrar mandei um beijinho no ar. Entrei na sala com um sorriso nos lábios, Katherine estava largada no sofá, com seu pijama moletom e a perna machucada em cima da almofada, a televisão ligada na Netflix.

— Boa noite, maninha! — beijei a sua testa roubando um pouco de sua pipoca.

— Péssima noite. — resmungou, sem tirar os olhos da TV.

— O que houve? Você não fez as pazes com o seu professor gato? — franzi a testa, sentando-me na poltrona e retirando o meu salto.

— Sim, mas a mamãe me colocou de castigo e eu estou proibida de ficar com ele. E para piorar o meu dia, eu vi o meu professor discutindo com os irmãos defendendo uma tal de prometida. — ela suspirou desgostosa. — Acho que o Bieber tem uma noiva em outra cidade e está me iludindo.

— Você tem certeza que escutou a palavra prometida? — falei impressionada.

— Absoluta. — confirmou.

— Eu também escutei a sonsa da Emma falando com alguém no celular da tal prometida. — contei o que havia escutado. — Essa família é muito estranha.

— De certo que sim, eu vi o Carter de olhos vermelhos e uma moça foi morta no beco aqui perto de casa e nem a polícia foi chamada. — disse intrigada. — Vamos lá comigo, mana?! Nós precisamos descobrir os segredos desse casarão.

— Agora?! Vai que tenha inúmeros cadáveres escondido nesse lugar? — questionei, amedrontada.

— Não tem ninguém na rua e a mamãe está dormindo. Vamos investigar o caso. — ela levantou do sofá, pegando as muletas e ficando de pé.

— Tem que ser rápido. — calcei os chinelos, desliguei a TV e abri à porta.

Nós passamos pelo portãozinho da cerca que separava nossa casa da calçada. A rua estava silenciosa e flocos de neves caíam sobre o telhado das casas. Caminhamos em silêncio pela vizinhança, as luzes dos postes iluminavam a rua. Katherine andava devagarinho e para não escorregar no gelo tive que segurar o seu braço.

— Tem certeza que essa garota morreu? — indaguei, intrigada.

— Tenho. — disse convicta, pegando o celular no bolso da calça moletom e ligando a lanterna. — Foi aqui nesse beco que veio os gritos de socorro, tem que ter alguma pista.

Quando a Kath iluminou o local, vimos marcas de sangue na parede, embora nenhum corpo estivesse aqui presente.

— Meu Deus! — encobri a boca com as mãos, Katherine tirou fotos do chão manchado de sangue, as paredes sujas e um fio de cabelo preto que fora encontrado sobre a leve camada de gelo.

— A chuva apagará o rastro desse assassinato, Carter matou essa mulher.... não há outra explicação. — disse pensativa, com raiva nos olhos. — O que me intriga são os irmãos do Bieber não terem denunciado o crime.

— E o que vamos fazer? Nós não podemos acusar ninguém sem provas. — indaguei apreensiva.

— Não sei, ainda estou confusa. Nós precisamos ficar de olho neles: Paulo foi atencioso lhe dando um emprego, sem você nunca ter tido experiência no cargo, Jeremy também empregou a mamãe na loja de doces....— Kath estava desconfiada, andando para fora do beco. — Você não acha estranho essa generosidade repentina vinda da família Bieber?

— O Carter pode até ser mal caráter, mas daí julgar a família Bieber de seres criminosos é meio pesado. — sussurrei.

— As irmãs prostitutas passeando pela rua de madrugada. Quanto vocês estão cobrando para rodar a bolsinha?.... Espera, Katherine! O Bieber já sabe da sua profissão?— Emma disse debochada, segurando o braço da minha irmã.

— Deixe a minha irmã em paz. — puxei a Kath para o meu lado, o ar frio saía de minha boca.

— Espera, mana! Quero dar um recado a essa puta recalcada. — Kath a fitou com desgosto. — Da próxima vez que você entrar no meu quarto para inventar mentiras a respeito do meu professor. Eu juro que enfio seu cabeção no vaso sanitário.

— Coitada! Tenho até pena de você. — Emma gargalhou, Katherine ficou ainda mais furiosa e acertou a muleta na cabeça da loira.

— Desgraçada! — Emma levou a mão na testa e seus dedos ficaram sujos de sangue. — Eu vou te matar, Katherine Palvin!

A loira ficou com os olhos vermelhos e nos atacou de maneira agressiva. Emma segurou no meu braço e me jogou com facilidade de encontro ao poste de luz, bati a cabeça no ferro, ficando tonta e com um sangramento na testa. Tentei me reerguer para proteger a Kath, mas senti uma dor aguda na perna esquerda. Essa mulher tinha uma força sobrenatural, Katherine tentou acertá-la com a outra muleta, mas Emma conseguiu quebrar as muletas com as mãos.

— Quem é você?! — Kath indagou horrorizada, Emma tinha os dentes pontiagudos na boca, segurou no pescoço de minha irmã, erguendo-a do chão.

— Eu avisei para não se meter no meu caminho. — ela disse fria, apertando com mais força o pescoço da Kath. Minha irmã segurou nos braços da demônia tentando inutilmente se livrar do enforcamento.

— SOCORRO! SOCORRO! — eu gritei apavorada, com os olhos marejados vendo a Emma jogando a Kath com força na parede. Ela caiu de bruços na neve molhada e o sangue saiu de seu nariz. Kath grunhiu de dor, a sua perna machucada não a deixava ficar de pé, arrastei-me no asfalto pegando uma pedra de gelo e lançando nas costas de Emma. A loira virou abruptamente na minha direção e me fitou com os seus dentes pontiagudos.

— A putinha número 2 também quer apanhar? — disse, sarcástica. Emma segurou o meu cabelo com força e bateu a minha cabeça no asfalto. — Thaís adorará saber que te matei.

— SOCORROOOOOOOO....... — eu estava muito fraca. Emma chutou a minha perna e não satisfeita apertou com força, senti um estalo no osso e com certeza havia quebrado-a.

POV.Justin Bieber

Por causa da irresponsabilidade do Carter, nós tivemos que sumir com o corpo da humana. Deixamos o cadáver no cemitério e quando o meu pai regressar de Nevada iremos falar sobre a merda que seu ajudante está fazendo na cidade.

— SOCORROOOOOOOO...

— Você ouviu isso? — fitei o Dybala e seus olhos se escureceram.

— É a voz da Emily. — Paulo saiu em disparada para fora da mata, o segui em alta velocidade. Algumas folhas batiam em nossos corpos, nós pulamos o murro e o que encontramos fora a Katherine desmaiada no chão e a Emily sendo torturada pela Emma.

A loira tinha sangue nos olhos e batia a cabeça da garota no asfalto, Paulo retirou Emma de cima da Emily e se deparou com o sangue da sua amante manchando o chão.

— Puta merda! Dylan aparece aqui! — gritei para que comparecesse aqui fora, Dybala se transformou em vampiro na frente da Emily. A garota arregalou os olhos azuis, tremendo amedrontada, larguei a mochila no chão e saltei em cima do Paulo. Nossos corpos rolaram pela rua, ele ficou transtornado, pois ainda não tinha o controle de seus atos. — VOCÊ VAI MACHUCÁ-LA.

— O QUE DIABOS SÃO VOCÊS? — Emily gritou com a voz fraca, tentou ficar de pé, mas acabou desmaiando devido aos ferimentos. Dylan correu até Emily e levou a garota para o casarão.

— Respira! — fitei os olhos vermelhos do Dybala.

— Eu estou bem. — ele voltou a sua forma humana, sentando na calçada. Eu fui atrás da Kath.

— Katherine. — retirei o blazer, encobrindo o seu corpo frio. Embora estivesse desacordada, ela ainda respirava. Peguei minha prometida no colo levando-a diretamente para o casarão. — Paulo, não deixe a Emma fugiu.

— Certo!

Empurrei a porta da sala com o pé e subi a escada usando minha velocidade, logo estávamos no meu quarto. Deitei a Katherine na cama, levantei a sua calça moletom até o joelho verificando se a botinha estava certa na sua perna.

— Não quebrou. — suspirei aliviado, ergui as mangas do seu casaco e os meus olhos se escureceu de ódio. Emma pagará caro pelo seu descontrole, o braço esquerdo da Kath estava com arranhões e raladuras no cotovelo, o seu nariz sangrava e o ferimento na testa era feio. — Muito sangue.

Corri até o banheiro trazendo a maleta de primeiros socorros, abri a maletinha retirando o algodão e molhando-o com o soro fisiológico. Limpei com cuidado os seus ferimentos, afastando alguns fios soltos de sua testa e aos poucos o seu sangue foi cessando. Depois da pomada antibacteriana encobri o ferimento com o curativo e joguei os algodões sujo dentro da lixeira. Passei o spray-antiflamatório no seu cotovelo, e coloquei o edredom quente para aquecê-la.

— Eu vou ter que apagar as suas memórias, caso você acorde surtada. — sussurrei na sua orelha.

— Bieber! A Emily está muito mal, a sua perna esquerda estar quebrada e o rosto bem inchado, fora o corte profundo na cabeça. — Dylan invadiu o meu quarto sem bater na porta. — Não sei como essa garota ainda está viva.

— Vou cuidar desse caso. — beijei os lábios da Katherine levantando da cama. — Não permita que ninguém entre no meu quarto e se a Kath surtar, use a hipnose.

Ultrapassei a parede encontrando a Emily desacordada com muito sangue na cabeça que chegava a manchar o lençol da cama do meu pai.

— O que você vai fazer para não deixá-la morrer? É muito sangue. — James entrou no quarto fitando a jovem muito pálida.

— Só tem uma solução, darei o meu sangue para a Emily beber. Um pouco dele será o suficiente para cicatrizar os ferimentos. — respondi sério, transformando-me em vampiro. Depois mordi o meu braço deixando meu sangue derramando. James abriu a boca da Emily e o meu sangue pingou na sua boca. — Não deixe nenhum vampiro chegar perto da Emily. O meu sangue levará um dia para sair do organismo da garota e se ela for mordida se tornará vampira.

— Tá funcionando. Os machucados do seu corpo estão cicatrizando. — James suspirou aliviado. As pálpebras se abriram e os olhos azuis da Emily ficaram esbugalhados.

— Eu morri? — ela sentou-se na cama, assustada.

— Você ficará bem. Olhe nos meus olhos. — pedi com calma para mantê-la segura no casarão usei a hipnose fazendo-a esquecê-la de tudo. — Você estava passeando com a sua irmã pela calçada aí a Kath quis vim na minha casa. Você ficou tonta e o James te trouxe para o andar de cima só para você descansar um pouco.

— Sim, eu vim com minha irmã te visitar e passei mal. — ela assentiu.

— Ótimo! — sai do quarto, pronto para resolver outro probleminha chamado Emma.

Esbarrei com o Paulo no corredor, ele estava cabisbaixo, segurei no seu rosto e fitei os seus olhos verdes marejados.

— Ela está curada e não se recordará de nada. — assegurei.

— Emma está presa no porão. — avisou.

— Eu vou falar com ela. — desci a escada seguindo reto para o porão. Abri a porta encontrando a Emma sentada na cadeira. — QUE MERDA VOCÊ TEM NA CABEÇA PARA ATACAR AS IRMÃS PALVIN-RÚBIO?

— Não era a minha intenção machucá-las, eu fiquei descontrolada quando a sua peguete me acertou aquela muleta na minha cabeça. — esbravejou, cruzando os braços.

— Você quase matou a Emily e deixou a Katherine machucada. Meu pai vai adorar saber que a santinha Emma Willians colocou o nosso segredo em risco. — sorri cínico, segurando fortemente no seu queixo e enfiando a faca na sua barriga. — Nós prezamos os nossos segredos e a nossa discrição. Quem não segue as ordens do clã Bieber poderá ser punido rigorosamente com a morte.

— Você só precisa hipnotizar as humanas e elas esquecerão desse mau entendido. — disse, enraivecida.

— Prefiro arrancar a sua cabeça.— sussurrei frio, as minhas mãos coçando para apertar o seu pescoço. Retirei a faca suja com o seu sangue e joguei-a no chão.

— Por que você se importa tanto com a humana? Nós éramos felizes juntos. — murmurou.

— Nós ficamos duas noite juntos, há vinte anos atrás e você ainda não me esqueceu? — falei incrédulo, transformando-me em vampiro. — Você merece o pior castigo para aprender a nunca mais machucar a Katherine.

Mordi o seu pescoço bebendo do seu sangue, Emma começou a fraquejar, as pernas ficaram fracas. Eu estava louco para beber até a última gota do seu sangue, entretanto, estou proibido de matar os capangas do meu pai. Mas isso não significava que não iria castigar essa vadia. Joguei o seu corpo com força de encontro a parede escutando o seu gemido de dor. Tinha pouco sangue circulando na sua veia e isso deixava a Emma sem forças para cicatrizar os seus ferimentos.

— VOCÊ ESTÁ ME MACHUCANDO. — ela gritou, enquanto, arrastava o seu corpo até as ervas plantadas. — Verbena. Não!

— Sim. — joguei a vagabunda no meio das verbenas e a sua pele ficou queimada. Emma se contorcia no meio das ervas, os vampiros não podem chegar perto dessa planta, pois, causa muita queimação na pele e quando bebida por humanos o chá impede que o vampiro morda a pessoa.

— Por favor, me tirem daqui. — ela implorava, a fumaça saiu de sua pele.

— Pensasse nisso antes de agredir as meninas. — avisei cínico, segurando a maçaneta da porta. — Meia hora é o suficiente para você virar pó, reze para alguém te salvar. Por que se depender de mim, não moverei nenhum dedo para ajudá-la.

— JUSTIN......

— Adeus, Emma!


Notas Finais


E ai gostaram?
Beijos da Lari e da Ray


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