História The Man Next Door: Cole Sprouse - Livro 3 - Capítulo 10


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Categorias Cole Sprouse, Dylan Sprouse
Personagens Cole Sprouse, Dylan Sprouse, Personagens Originais
Tags Adulto, Amigos, Amor, Casal, Cole, Drama, Dylan, Fanfic, Mistério, Musica, Novela, Paixão, Revelaçoes, Romance, Sprouse
Visualizações 66
Palavras 2.127
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Literatura Feminina, Romance e Novela, Saga, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - My Smoke Man


Foi sufocante ver todos comendo tudo o que havia naquela mesa, enquanto fiquei sentada de mãos cruzadas no sofá, com medo de sentir algum outro cheiro que me incomodasse novamente. Cole tentou me dar na boca um pouco do meu mousse de limão em uma colher cheia, mas só de olhar para aquela massa verde clara, minha garganta rangeu. Achei que logo passaria, mas o mal-estar perpetuou pela noite, de modo que eu não conseguia terminar uma frase sem fazer careta ou simplesmente torcer o nariz ao sentir o refluxo voltando. Muitos perguntavam se eu estava bem e eu respondia com o mesmo para todos, que minha medicação estava vencida, quando na verdade não estava.

Quando fomos até o jardim ficar com Dylan e Lola, após um bom tempo jogando conversa fora, onde vez ou outra eu levava a mão a barriga ao sentir o enjoo, Lola ficou a me observar atenta e tentando me avisar algo com seus olhos, mas eu não conseguia entender. Então Dylan chamou Cole para abrirem mais um galão de vinho juntos e quando eles mal atravessaram a porta, ela me puxou pelo braço com força.

— Homens talvez não entendam isso de primeira, mas eu entendi esse seu enjoo, ok? — Sussurrou ela ao pé do meu ouvido, logo se afastando, pois parecia estar me ameaçando daquela forma.

— Lola! — Exclamei.

Olhei para os lados preocupada de alguém tê-la ouvido.

— Ok, vai dizer então que você não pensou nisso? — Levou as mãos a cintura e me olhou intrigada.

— Não — retruquei e ao vê-la arregalar os olhos, continuei — sim, eu pensei nisso... — apertei os lábios com remorso por ela estar certa.

— Amanhã vamos fazer o exame de farmácia — disse e apontou o dedo para mim, no que bati nele rapidamente com uma mão.

— Lola, é só minha ansiedade descontrolada, não preciso disso — falei, elevando um pouco a voz.

Ela abriu em boca ao mesmo tempo em que pensara no que ainda ia dizer e agradeci mentalmente a Dylan e Cole aparecerem naquele momento, para nos interromper. Ela cruzou os braços e me encarou por um bom tempo, até Dylan puxá-la para um abraço. Tentei agir da forma mais normal possível com Cole, pois não queria estragar aquele dia. Sabia que se me deixasse pensar muito sobre, logo eu ficaria paranoica.

— Tem certeza que não quer ir embora? — Perguntou ele quando voltamos para a sala da casa e puseram música alta, fazendo nossos ombros saltarem de susto.

— E perder a oportunidade de ver você bêbado dançando?

Ele riu sem jeito.

— Quem te falou sobre isso?

Levei um dedo sobre os meus lábios, formando um bico.

— Nunca lhe direi — sussurrei.

Mais cedo eu soubera que ele costumava beber demais nas festas e dançava de forma estranha quando alguma música era tocada. Obviamente eu estava esperando por aquele momento e quando aconteceu, me dei ao luxo de me divertir e não pensar sobre o que havia ocorrido no banheiro. Eu havia descoberto mais coisas sobre ele e a cada segundo ali, entrava mais e mais em sua vida. Quando fomos embora, tive a certeza de que levaria grandes amizades comigo e que talvez aquele não fosse nosso único encontro.

No uber, Cole me perguntou do que eu havia achado de seus amigos e eu os enfeitei de elogios, pois realmente mereciam. Ele esboçava um sorriso satisfeito ao me ouvir, parecia ter sido como ele esperava e como eu também desejei que fosse.

— Agora rumo aos meus pais! — Gritou ele entusiasmado, com os punhos cerrados, fazendo o motorista nos observar atento pelo retrovisor.

— Vai com calma, ok? Eu preciso de um tempo para respirar... — falei, o fazendo rir.

Fomos até o seu apartamento e quando subimos, joguei a bolsa sobre o sofá na sala e fui até varanda, me encostando no parapeito. Respirei fundo e me senti aliviada dos enjoos não terem retornado. Tinha começado a pensar sobre, então os braços de Cole me envolveram pela cintura atrás de mim. Ele beijou delicadamente o meu ombro e depois descansou seu rosto próximo aos meus cabelos, onde aninhou seus lábios entre os fios, depositando alguns beijos ali. Ficamos por algum tempo em silencio, olhando a paisagem da cidade a nossa frente. Poucos carros passavam pelas pistas e luzes brilhavam distantes de uma praça onde estava ocorrendo um pequeno evento para o dia de ação de graças.

— Ei... — sussurrou ele de repente em meu ouvido, arrepiando minha nuca — obrigada por hoje, foi muito importante para mim.

Um sorriso se abriu em meus lábios.

— Eu que tenho que te agradecer por me apresentar a pessoas tão legais e, claro, me deixar fazer parte de algo tão importante assim para você.

Seus braços apertaram em minha cintura em um abraço confortante. Senti seus lábios pressionarem em minha bochecha e virei mais o meu rosto para que tocasse os meus, o que ele fez, se demorando ali. O cheiro de vinho era forte em seu hálito e suas bochechas estavam levemente avermelhadas, sendo as provas do quanto ele estava bêbado. Após algum tempo, ele saiu para retirar o casaco, pois dissera sentir calor e me virei para olhá-lo. Estava tudo bem até ele tirar as duas outras blusas que haviam em baixo e ficar só de calças, fazendo acender em mim um calor interno. Tirei o cachecol e amarrei o cabelo em um coque assanhado, enquanto admirava cada canto do seu corpo ao vir em minha direção. Ele sentou no estofado encostado na parede e tirou da calça cigarros e um isqueiro. Eu assisti boba enquanto ele acendia o fogo na ponta do cigarro e então levando a boca a outra ponta, dando uma tragada. Definitivamente aquele era o meu ponto fraco nele, vendo-o fumar. Sua mão desceu sobre a calça no que ele tentou guardar o isqueiro de volta em seu bolso, mas desistiu, se inclinando para pôr em cima da mesinha que havia ali ao lado, junto a um cinzeiro. Quando voltou para largar suas costas no estofado, sua mão passou pelo seu membro e mesmo que tenha sido uma ação involuntária, em minha cabeça eu o imaginei segurando-o e o alisando. Apertei os olhos rapidamente, tentando tirar a imagem de minha cabeça e quando os abri, ele me olhava, deixando fugir a fumaça em sua boca.

— O que foi? — Perguntou.

— Nada, só pensando em algumas coisas aqui...

— Tipo o que? — Quis saber.

Ponderei em dizer, mas seus lábios formaram um bico, soltando mais da fumaça.

— No quanto você fica sexy quando fuma.

Ele riu e engasgou de repente, no que fiquei desconcertada sobre lhe confessar aquilo e ele agir de tal forma. Tossiu por alguns segundos e quando se recompôs, piscou para mim com um sorriso sarcástico, deixando o cigarro de lado em seus lábios. Respirei fundo em frustração e me descolei do parapeito para ir sentar ao seu lado no estofado.

— Podíamos abrir um champanhe para comemorar — disse ele.

— E qual seria o motivo de nossa comemoração? — Perguntei, pensando se havia deixado alguma data importante passar despercebido.

— Dylan ir dormir na casa de Lola, deixando a casa toda para nós.

— Cole Sprouse, não pense que vamos violar o quarto do seu irmão, porque não vamos — falei decidida e ele riu.

— É só uma ideia... — não conseguiria distinguir quanta malícia havia em suas palavras agora e quando deu de ombros virando seu corpo para o meu, deixando suas feições normais, deu mais uma tragada no cigarro e antes que pudesse soltar a fumaça, me olhou fixamente e deixou-a sair lentamente entre seus lábios entreabertos.

Droga, eu o amava daquela forma e meus olhos nitidamente estavam famintos por ele.

— O que você quer, Natalie? — Sua voz soou parecendo me acordar de um sonho.

— O quê? — Perguntei confusa, balançando levemente a cabeça.

— Você está me comendo com os olhos. O que você quer? — Ele segurou o cigarro entre os dedos da mão e ficou a me analisar.

Mordi os lábios ao pensar sobre o que iria lhe dizer, mas eu e Cole já estávamos em um patamar grande de nosso relacionamento e mesmo que ele tenha me deixado envergonhada antes quando o confessei minha atração pela sua ação de fumar, me sentia bem em lhe falar sobre os meus fetiches. Afinal ele era o meu namorado.

— Quero que me foda enquanto fuma — falei de uma vez, o deixando paralisado.

Senti minha bochecha queimar levemente e lá estava o nervosismo diante do que eu acabara de lhe dizer. Ele ficou atônito por um tempo, então levantou a mão que segurava o cigarro.

— Eu vou só me livrar deste aqui.

E ele realmente tentou fazer isso enquanto nos olhávamos, até que se virou de uma vez tirando o cigarro de seus lábios e jogando no cinzeiro da mesinha.

 

 

 

Minhas costas bateram com força sobre a porta do quarto e seu corpo me pressionou ali enquanto nos beijávamos famintos. Eu não sentira nada naquele momento, mas quando me jogou na cama e a macies da colcha me tocou, pude sentir pequenas dores em meus ossos, mas não me dei o trabalho de me preocupar, pois Cole estava tirando minhas roupas e era isso o que importava. Suas mãos eram ágeis pelas minhas vestimentas e ele logo fez os mesmo com as deles. Nos posicionamos de modo que ele ficou entre minhas pernas e quando o senti dentro de mim, ele não fez qualquer movimento após isso, pois empunhou o cigarro e o isqueiro que havia levado até ali conosco e começara a realizar o meu desejo.

— Esse fetiche... — acendeu o fogo, iluminando seu lindo rosto, seus olhos estavam sobre mim — é novo para mim e confesso que estou gostando até... — jogou o isqueiro pela cama, acima de minha cabeça e ficou a me admirar por alguns segundos naquela posição. — Na verdade, estou amando.

Quando deu a primeira tragada, segurou firme em minha cintura com a mão livre e fez um movimento lento de encontro aos meus quadris, me fazendo sentir cada centímetro de seu membro e arrancando longos gemidos de minha boca. A forma despreocupada em que fumava, ao mesmo tempo em que deixava fugir sua respiração descontrolada, era a melhor visão que eu estava tendo naquele momento. Ele não estava fumando como costumava, era pior, seus olhos estavam semicerrados e vez ou outra ele os pressionava com as sensações de seus movimentos em mim. Quando os abria de novo, seus lábios entreabertos deixavam a fumaça exalar tímida entre eles. Eu não iria durar muito ali e ele sabia disso, então segurou o cigarro em sua boca, se inclinou sobre mim, apoiando as mãos aos meus lados sobre a colcha da cama e então acelerou seus movimentos, me fazendo gemer repentinamente alto. Durante os segundos que se seguiram, em que senti latejar entre minhas pernas, deixei meus olhos nele, segurando a grande vontade de jogar minha cabeça para trás. Queria que ele sentisse o quanto eu estava amando aquilo, queria que assistisse em meu rosto a sensação maravilhosa que ele estava a me proporcionar naquele momento. Minhas mãos seguravam firmes os lençóis na cama e quando senti meu corpo amolecer, deixando a sensação de ardor me tomar por inteira, Cole intensificou seus movimentos. Meus gemidos ecoaram pelo quarto e logo meus espasmos começaram a acontecer.

Ele estava realmente me fodendo enquanto fumava.

Seus olhos apertaram com força de repente e ele tirou rapidamente o cigarro de seus lábios, deixando sua boca abrir em um grito silencioso, ao eclodir de prazer.

 

 

 

 

Geralmente, quando ia ao apartamento de Cole, eu ficava por um bom tempo, mas nunca dormia lá. Sempre achava ser o certo, já que ele mesmo não me convidava e parecia não querer. Eu não entendia a razão disso, visto que ele dormia em meu apartamento, mas respeitava. Talvez fosse alguma regra que ele tenha feito com Dylan e eu realmente não me importava com aquilo, mas por alguma razão ele mudara de ideia.

Após tomarmos um banho quente, me arrumei rapidamente e empunhei o telefone celular para chamar um Uber, mas fui interrompida por Cole, pondo as mãos sobre a tela.

— Não precisa ir para casa, fica aqui... essa noite — disse, mas não parecia certo do que falou.

— Tem certeza? — Quis confirmar.

— Sim — ele assentiu frenético — fique comigo.

Ele esfregava uma pequena toalha sobre os cabelos e quando falei que iria ficar, seus olhos passaram pelo ambiente e parecia pensar. Baixou suas mãos do cabelo, deixando algumas mechas sobre os seus olhos, e sem jeito pareceu enxuga-las na toalha. Seus lábios entortaram por alguns segundos. Aquela batalha interna dentro dele estava acontecendo mais uma vez e pelo tempo em que aquilo durou, me deixei ficar preocupada sobre o que ele poderia dizer nos próximos segundos.

— E também... — continuou ele, quase sussurrando — você pode trazer umas roupas para deixar aqui se quiser, para as próximas vezes.

 



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