História The Man Next Door: Cole Sprouse - Livro 3 - Capítulo 15


Escrita por:

Postado
Categorias Cole Sprouse, Dylan Sprouse
Personagens Cole Sprouse, Dylan Sprouse, Personagens Originais
Tags Adulto, Amigos, Amor, Casal, Cole, Drama, Dylan, Fanfic, Mistério, Musica, Novela, Paixão, Revelaçoes, Romance, Sexo, Sprouse
Visualizações 43
Palavras 1.604
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Literatura Feminina, Romance e Novela, Saga, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - You and I - Part. 01


“A namorada de Cole Sprouse”

Era como eu estava conhecida pela mídia, que tratou meu acidente como uma tragédia em sua carreira, mesmo que não tenha sido com ele. Ele era questionado sobre em suas entrevistas, mas sempre tentava desconversar, apenas dizendo estar feliz por eu ter saído dessa com vida e que estávamos bem. E eu sabia disso porque havia se tornado um hobbie acompanhar suas notícias na internet, enquanto eu ainda estava de cama no hospital. De alguma forma eu queria saber o que acontecera durante os dias em que apaguei, pois ele não falava sobre e nem queria. Até que durante uma das noites em que rolava os olhos sobre os sites mais atualizadas e um deles me chamou atenção, em que dizia que Cole havia entrado em uma controvérsia com o seu diretor, pois teria faltado as gravações para estar no hospital comigo. Que ele avisara, mas aparentemente o aviso não foi suficiente, gerando um mal-entendido. Queria perguntar sobre, mas temia que isso o irritasse, visto que ele não gostava do que a mídia falava ao seu respeito, então nos poucos momentos que tínhamos juntos, eu preferia gastá-los em conversar sobre nós mesmos.

Quando finalmente fui liberada de meus cuidados no hospital, ainda havia um pequeno curativo em minha testa do lado direito, que se estendia até o começo dos fios de meus cabelos, onde tiveram que raspar uma parte para cobrir a cicatriz do rasgo que tive em minha pele quando bati a cabeça no painel do carro. Tive que pôr uma touca para esconder que faltava parte dos meus cabelos e imaginava a frustração que teria com minha aparência quando tirasse o curativo. Para completar, de minha costela até metade de minha coxa direita, haviam roxos espalhados sobre minha pele, devido ao baque contra a porta do carro e qualquer pressão sobre sua extensão me causava dor. Por essa razão eu ainda andava com dificuldade e me ofereceram muletas, mas eu recusei pois não achava tão necessário. Desde que houvesse paredes ao meu lado ou um braço amigo, tudo correria bem. Por sorte Cole não estava ali, pois teria me obrigado a usá-los. Eu tinha Noah para me levar em casa sã e salva, e ele não pareceu querer me contradizer quando decidi que não iria usar aquilo.

Naquela noite, quando chegamos ao meu apartamento, me dei de cara com uma surpresa que Noah obviamente já tinha ideia da existência. Todos estavam lá, menos Cole e por mais que sentisse sua falta, não me dei ao trabalho de ficar chateada, pois eu o vira mais que todos ali nos últimos dias e não podia mostrar desanimo quando eles tiraram um pouco do seu tempo para celebrar minha volta. Lola foi a primeira a vir até mim em pulinhos, com os olhos marejados de uma felicidade que parecia não caber mais nela, me dando um delicado abraço pelos ombros e nos permitimos demorar naquele momento. Logo uma fila desajeitada se formou atrás dela, para que todos fizessem o mesmo e quando chegou a vez de Dylan, ele se abraçou com os próprios braços, deixando minhas mãos estendidas no vácuo.

— Você é um idiota... — brinquei, deixando os braços caírem de lado.

— E você ainda namora uma cópia perfeita de mim, quem diria! — Debochou, vindo então para me abraçar.

— Onde ele está? — Perguntei.

— Se ele não te disse, não sou eu que vou fazer isso — respondeu com a voz abafada, depositando um beijo em minha testa.

Quando se afastou, franzi o nariz em desaprovação a sua grande lealdade em acobertar o que quer que o seu irmão estivesse fazendo. Cole estava aprontando algo e por alguns segundos me perguntei o quê, pois dissera que não poderia ir me buscar mais cedo no hospital porque tinha algumas coisas “necessárias” para resolver. Pacientemente recebi a todos com o carinho que mereciam, mas desejando correr dali direto para o banheiro para tomar um bom banho e tirar de mim o cheiro de hospital que ainda estava impregnado em minha pele. Então, terminada as honras, pedi gentilmente que todos me dessem um tempo para que eu pudesse me trocar e com o apoio de Lola fui até o banheiro.

— Tem certeza que não vai precisar de ajuda? — Perguntou ela com metade do corpo na porta, enquanto me apoiava a pia e me despia lentamente.

— Não, eu preciso fazer isso sozinha, afinal nem sempre vou ter alguém comigo até que eu me recupere cem por cento — virei para ela lhe dando um sorriso. — Eu vou ficar bem, volte para Dylan.

— Sobre isso... — ela respirou fundo. — Nós não estamos mais juntos.

Fiquei boquiaberta.

— Mas depois conversamos sobre isso, ok? — Disse e pude sentir certa tristeza em sua voz.

— Ah... certo — falei e logo ela saiu, não me dando tempo para perguntar mais nada.

Sentir a água quente sobre o meu corpo me fez contrair os músculos, pelo seu toque nos pontos roxos da minha pele. Provavelmente se me ouvissem de fora, poderiam julgar que eu estivesse em algum ato sexual por conta dos meus gemidos de dor, então tentei não me demorar muito ali.

Sequei os cabelos o mais rápido possível, após vestir um roupão, e antes de sair do banheiro, parei ao grande espelho do lado da porta para ver o meu reflexo. A cicatriz em minha cabeça era grande e fina. Passei meus dedos sobre ela, sentindo minha pele contorcida pela sutura que tiraria na semana que vem. Subi então para os meus cabelos, onde estava a pequena parte raspada e bufei ao pensar que teria que usar toucas por um longo tempo até que os fios voltassem a nascer. Rapidamente me pus a fazer um novo curativo com um quite de primeiros socorros que havia no armário e então voltei ao espelho, agora abrindo o roupão de lado para ver os roxos em minha pele. Eram manchas de vários tamanhos, algumas escuras, outras mais claras e antes que pudesse analisa-las melhor, a porta do banheiro começou a abrir lentamente e então fechei o roupão assustada, esperando o intruso que sorrateiramente enfiou sua cabeça para dentro.

— Cole! — Um sorriso largo se estendeu em mina boca.

Ele se apoiou na porta com parte do corpo, ambas as mãos para trás e sorriu de forma encantadora, me fazendo o olhar boba.

— A ideia era te assustar... — lamentou.

— Desculpe — dei de ombros — sou formada em filmes de terror.

Ele soltou uma leve risada, deixando seus olhos me penetrarem de forma que senti os cabelos de minha nuca eriçar.

— O que estava fazendo? — Perguntou.

— Não soube? — Sussurrei, o fazendo arquear as sobrancelhas atento. — Estou me tornando uma reptiliana — abri o roupão virando de lado e mostrando minha pele nua e manchada. Ele mordeu os lábios ao descer os olhos sobre o meu corpo, logo lançando a cabeça para trás, se certificando de que não havia ninguém por perto. — Isso é só o começo do processo, logo irá consumir todo o meu corpo.

— Oh, meu Deus... — fingiu uma surpresa exagerada, enquanto seus olhos passeavam por mim — a teoria da conspiração deve estar se debatendo no caixão neste momento.

Ambos rimos e ele se pôs por inteiro dentro do cômodo, fechando a porta atrás de suas costas e percebi que ainda escondia as duas mãos para trás. Fechei o roupão lentamente, olhando para sua ação e ele franziu a testa em frustração.

— Achei que iriamos iniciar algo aqui — resmungou.

Revirei os olhos.

— Você sabe que não posso, meu corpo está todo fodido... — lamentei.

Ele saltou as sobrancelhas, olhando para baixo e soltando um rápido suspiro.

— É... Essa palavra não caiu muito bem não — disse e meus olhos caíram até sua calça, exatamente em seu volume, onde ele rapidamente pôs as mãos na frente, me revelando uma bela caixinha pequena entre elas.

Levei meus olhos de encontro aos seus e ele piscou, me estendendo a pequena embalagem. Senti meu coração pular. Era uma ação normal, mas por alguma razão desconhecida o nervosismo me tomou. Fiquei a olhar a pequena caixa e Cole se aproximou, levando suas mãos até as minhas e me fazendo abri-la. Dentro tinha um colar banhado a ouro, fino e com um pingente pequeno, composto de uma pequena pedra de esmeralda ao meio. Ela não tinha um formato certo e isso a tornava diferente dos colares comuns em formato de coração que os namorados costumam dar para suas parceiras.

— Achei que em formato de coração seria muito clichê — disse ele, respondendo aos meus pensamentos quando peguei o objeto em mãos. — Eu não sou bom em escolher esse tipo de presente...

— Eu amei! — O interrompi. — Obrigada.

Ele sorriu de boca fechada.

— Posso? — Apontou para o colar e fez gestos com as mãos, indicando que queria o pôr em meu pescoço.

— Por favor.

Ele o empunhou, dando a volta sobre mim e se posicionando as minhas costas. Baixei um pouco do roupão para deixar meu pescoço livre, trazendo meus cabelos para a frente dos ombros e então ele deslizou o colar ali lentamente, o prendendo. Fiquei a admirar aquele lindo presente e meu corpo saltou internamente ao sentir sua mão quente tocar minha nuca de repente. Ela desceu delicada até o meio de minhas costas, onde o roupão não cobria e voltou até um dos ombros.

— O que achou? — Disse com sua voz rouca e podia sentir sua respiração pesada em minha nuca.

— É perfeito! — Olhei sobre os ombros para ver seu rosto, mas ele estava muito atrás. — Foi por isso que não chegou aqui a tempo da surpresa? — Perguntei.

— Também... — respirou fundo — na verdade eu demorei um pouco no carro para memorizar na cabeça o que eu queria te dizer.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...