História The Marriage Contract - 2 Temporada - Capítulo 58


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Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Contrato, Jelena, Justin Bieber, Selena Gomez
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Palavras 1.894
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 58 - Cancun novamente


Fanfic / Fanfiction The Marriage Contract - 2 Temporada - Capítulo 58 - Cancun novamente

O tempo tinha passado e cada dia eu estava mais cheia de trabalho, com inúmeras reuniões durante a semana. Eu lia o relatório sobre minha loja em Nova York.  

—Preciso falar com você. — Justin disse entrando na sala.  

—O que foi? — questionei tirando os olhos da tela do computador e o olhando, o loiro se sentou na minha frente.  

—Acho que está na hora de viajarmos. Tirar uns dias de férias, só nos dois, longe de tudo isso. — posei minha cabeça nas mãos o encarando.  

—Parece ser uma boa ideia, o que tem em mente? — questionei fazendo ele sorrir largo.  

—Irmos para Cancun, deu certo da última vez. — estreitei os olhos e balancei a cabeça negando.  

—Por que não outro lugar? Já conhecemos Cancun.  

—Para onde quer ir então?  

—Podemos ir para Grécia ou Itália ou Paris.  

—Está frio, em Cancun é quente. Eu já preparei tudo para irmos a Cancun. 

—Tudo bem, depois iremos a esses. — ele sorriu.  

—Não vai levar a Emma, não é? — ele perguntou com as duas sobrancelhas arqueadas.  

—Não sei, nunca me afastei dela.  

—Amor, é para ser só nos. Ela é um amor, mas com ela não será algo nosso. — suspirei derrotada, afinal era verdade. 

—O que eu vou dizer pros meus pais? Alguém tem que ficar com ela.  

—Que precisa fazer uma viagem a trabalho, para Nova York ou San Francisco e volta em alguns dias. Não é difícil inventar algo, só se afastar dela. Depois viajamos com ela, prometo.  

—Tudo bem. Quando iremos? — perguntei sorrindo sem mostrar os dentes.  

—Depois de amanhã, pode ser? — concordei.  

—Vou organizar tudo e minha mala. Te aviso quando resolver o que vou fazer com Emma, ok?  

—Claro, estarei esperando. — sorri para ele que logo se retirou.  

Peguei meu celular ligando para minha mãe, o que levou uma longa conversa sobre o motivo dessa viagem inesperada. Ela aceitou ficar com Emma por mais que achasse tudo isso estranho. Estava com dor no coração de ter que ir deixa-la para viajar.  

[...] 

O tempo foi passando e eu acertei com a baba que ela iria para minha mãe para ajudar com Emma, mesmo horário de trabalho a não ser que eles precisassem que ela ficasse mais. Tinha feito as malas de Emma e colocado tudo que era necessário no carro, levei ela para minha mãe na manhã do mesmo dia que iria viajar. Após isso, segui para o trabalho, a mala já estava quase pronta.  

Trabalhei normalmente até 15 horas, iria sair com Justin as 18 horas. Segui direto para casa, onde tomei um banho e coloquei uma roupa confortável, indo terminar de fazer a mala. A campainha tocou e eu gritei para que ele entrasse.  

—Tudo pronto? — Justin perguntou entrando no quarto, concordei e virei meu rosto para beija-lo.  

—Você já terminou a sua? — perguntei fechando um nécessaire.  

—Sim, está na sua sala. O que falta? — ele se sentou na ponta da cama. 

—Estou apenas fechando e guardando, falta eu checar meus documentos, se eu coloquei tudo na carteira. — o loiro se levantou e mexeu na minha bolsa.  

—Tudo aqui. Podemos ir? — respirei fundo fechando o zíper da mala e ele me abraçou.  

—Ela vai ficar bem. — ele falou beijando o topo da minha cabeça. — Se formos para você ficar triste nem adianta.  

—Eu sei, eu estou tentando não pensar nisso, tenho medo dela cair ou ficar doente, não sei, de algo acontecer com ela e eu estar longe curtindo com você.  

—Nada vai acontecer, ela está com seus pais. Se você quiser podemos desistir, Chloe. Se você não se sente preparada, está tudo bem. — me afastei segurando seu braço e respirei fundo olhando seu rosto.  

—Nós vamos, eu vou ficar bem. Tenho que ir uma hora.  

—Tem certeza?  

—Sim, vamos lá. Vai ser divertido. — falei sorrindo, ele retribuiu por mais que soubesse não ser de verdade. 

Puxei a mala da cama e passei por ele puxando até a sala. Fechei a porta da varanda e chequei se tudo estava desligado.  

—Pronto? — Justin questionou parado na porta.  

—Sim, vamos lá. — disse vendo ele sair do apartamento, tranquei a porta e logo estávamos no elevador. Justin segurou minha mão e deu um beijo.  

—Vai ser divertido. — olhei para ele e sorri.  

—Se for como da última vez, vai ser maravilhoso.  

Saímos do elevador com Justin arrastando nossas malas, andamos até a portaria onde um uber nos esperava para levarmos ao aeroporto.  

Levou alguns minutos para checarmos la. O que me fez lembrar de quando fomos nos arrumar para a viagem, sorri de lado.  

"Sai do banheiro enrolada no roupão e fui para o closet escolher minha roupa. Peguei um macacão jeans com botões, tinha manga longas, deixei no gancho e peguei uma rasteirinha.   

—Ta pronta? — me virei vendo Justin tirando a gravata e jogando no puff que tinha ali    

—To sim, não estar vendo? — coloquei as mãos na cintura e ele riu    

—Não tinha visto quando perguntei, ignorante. — ele tirou o terno deixando em outro gancho — arrumou as malas?    

—Arrumei minha mala, você tem mãos. — vi o loiro revirar os olhos e ri abafado. Ele pegou uma mala e começou a separar as roupas    

—Tem que fazer isso agora? — perguntei irritada, Justin me olhou com a sobrancelha arqueada — Quero me trocar.  

—Pode se trocar. — ele deu de ombros voltando a guardar suas bermudas. Revirei os olhos e tirei o roupão vestindo minhas peças intimas. Ia pegar o macacão quando senti uma mão na minha cintura — Essa é nova! — ele sussurrou no meu ouvido me fazendo arrepiar por completo.    

—O que é novo? — perguntei me virando ele estava apenas de calça social   

—Esse conjuntinho. — Justin me puxou para mais perto, dei um sorrisinho e ele mordeu o lábio inferior   

—Comprei essa semana. — ele desceu o olhar para os meus seios    

—Deu pena de rasgar. — arregalei os olhos batendo em seu peitoral. Não demorou para juntar nossos lábios e invadir minha boca com sua língua." 

—No que está pensando? — Justin perguntou e eu ri.  

—De quando estava me trocando para irmos para Cancun, você lembra? — seus olhos se fixaram no teto e ele parecia querer lembrar, logo um sorrisinho safado apareceu em seu rosto.  

—Sim, lembro. Você me ensinou a vestir uma cueca depois do sexo. —ri e deitei minha cabeça no seu ombro.  

—Te ensinei muita coisa. Você escondeu para onde íamos e ainda me fez ter que aturar seus amigos. — ele riu, me afastei para olhar seu rosto.  

—Às vezes, tudo isso parece ser uma outra história. Nem acredito em tudo já que vivemos.  

—E o que ainda vamos viver? Podemos fazer de tudo, somos jovens. — ele sorriu e eu puxei seu rosto para um beijo. —Nossa história é uma caixinha de surpresa. Ryan e Mason já estão noivos, nós já passamos por tudo isso e agora estamos vivendo sem "roteiro". 

—Eu acho assim mais divertido, sabia? Queria só poder contar para nossa família.  

—Quem sabe na volta? O natal está chegando, tem que ser antes disso se quiser passarmos juntos.  

—Você não vai dormir de novo? Para eu ter que te levar no colo até o quarto do hotel.  

—Acho que não. — respondi rindo lembrando o tanto que dormi.  

Continuamos a conversar sobre nossa outra ida a Cancun e nem percebemos quando chegamos no aeroporto. Descemos e Justin fez um caminho desconhecido por mim.  

—Esse aí não é o portão de embarque. — disse e ele apenas continuou andando, segui por falta de opção. Justin parou na frente de um jatinho me deixando boquiaberta. — Está brincando! — quase gritei e ele se virou rindo.  

—Não, vamos de jatinho.  

—Isso é tão estranho. — disse me aproximando dele.  

—Um pouco, mais é melhor que avião normal.   

—Vamos tirar uma foto. — pedi e ele concordou, chamando a aeromoça que tirou nossa foto. Assim subimos no jatinho enquanto iam guardar nossa mala. — Será apenas nos dois? — perguntei olhando em volta.  

—Sim, dessa vez apenas eu e você. — ele segurou minha cintura me guiando até a poltrona dupla. 

Ficamos nos beijando até o piloto falar que já iriamos decolar, nos ajeitamos colocando o cinto e em poucos minutos estávamos no céu de Atlanta. 

—É tão quieto. — disse o olhando e ele sorriu.  

—Podemos fazer barulho, se quiser.  

—Talvez em Cancun, afinal nossa primeira vez tem que ser perfeita. — ele riu e encostou sua cabeça em meu ombro. 

—Eu nem acredito o tempo que estamos sem fazer sexo, não parece real.  

—Vai dizer que não está fazendo efeito? Nos conhecemos melhor do que nunca.  

—Sim, o principal também. — sorri alisando seus fios dourados. 

—Acho que chegamos no melhor momento da nossa relação.  

—Ta dizendo que não pode melhorar? — ele perguntou se fazendo de chateado, neguei rindo.  

—Pode sim ficar bem melhor, mas quero dizer que depois de tudo estamos em paz. Nicole e Alfredo foram superados.  

—Veremos na nossa primeira briga. — rimos e ele encostou sua cabeça novamente em meu ombro.  

—Não quero imaginar esse momento, estamos tão bem, amor. Nem imagino porque brigaremos.  

—Nem eu, mas eu sei que vai acontecer.  

Conversamos praticamente por todo o voou que dura duas horas e meia. Ao desembarcamos pegamos um taxi que estava ali no aeroporto para o hotel que ficamos da última vez, Riu Palace Las Americas. 

Justin levou nossas malas até a recepção e eu aproveitei o momento que ele iria fazer o check in para ligar para minha mãe. Conversamos por alguns minutos e eu pude escutar os balbucios de Emma, o que me ajudou na saudade.  

—Nosso quarto está pronto. — Justin disse e eu assenti indo com ele até o quarto.  

Ele deu uma gorjeta ao rapaz que trouxe as malas e logo fechou a porta, segui até a varanda vendo o mar, o vento frio balançou meu cabelo e eu sorri, isso me deixa tranquila.  

—O que quer jantar? — ele perguntou e eu me virei para ele.  

—Não sei, vamos sair para comer? — Justin me olhou surpresa e eu sorri.  

—Temos que aproveitar o máximo, baby. Que nem você aproveitou na primeira noite. — ele revirou os olhos.  

—Não fomos muito longe.  

—Não me importo, eu fiquei no quarto e vocês tomaram todas. Vamos la, quero me divertir no estilo Bieber. — Justin riu.  

—O estilo Bieber não permite uma companheira fixa. — sorri largo para ele, que me olhou confuso.  

—Mude as regras, porque você não vai trocar de companheira por um bom tempo. — ele riu e concordou, assim entramos no quarto.  

Tomamos banho e trocamos de roupa, estávamos prontos para sair quando Justin segurou meu braço.  

—Eu lembrei de uma coisa. — ele respirou fundo, abrindo sua mão lentamente, eu o olhava tensa — Temos que contar a verdade, então... Naquela primeira noite, nós fomos a um bar aqui perto e eu fiquei com duas meninas. — fitei o chão. — Eu não queria ter feito isso, mas estava determinado a não gostar de você, mas depois da 6 cerveja eu me rendi ao que sentia por você e a culpa de ter ficado com elas.  

—Imaginei isso, por isso eu não queria fica com você naquele dia. Você... Acho melhor paramos por aqui. Está tudo bem, não estávamos oficialmente juntos, nenhum queria assumir os sentimentos.  

—Isso. — ele sorriu de lado, tão desconfortável quanto eu. Era difícil lembrar que Nicola não foi a primeira vez que ele me traiu, foi a primeira de estar juntos oficialmente e um grande marco, mas tinha essas pequenas vezes, que não vinham átona tão fácil.  



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