História The Marriage Contract - Capítulo 11


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Categorias Bill Skarsgård, Catherine Zeta-Jones, Daisy Ridley, Dianna Agron
Personagens Bill Skarsgård, Daisy Ridley
Tags Bill Skarsgard, Daisyridley, Drama, London, Nyc, Romance
Visualizações 12
Palavras 1.272
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura! ♥♥

Capítulo 11 - Seven - Jane


Advice


     A MINHA tarde se resume em organizar papéis importantes para que papai leve para Ruth, preparar o almoço e arrumar minha mala para a viagem. Esta última tarefa fora a mais difícil, principalmente porque não sabia se levava ou não roupas mais elaboradas para sair. 


     Depois de quase meia hora indecisa sobre o que levar, resolvi colocar dentro da mala alguns vestidos que usava para trabalhar na empresa e que eu particularmente os achava bastante diferentes do meu estilo, calças jeans, dois pares de tênis, dois suéteres, três camisetas, um sobretudo preto que combinava com tudo, um casaco jeans, calcinhas e sutiãs, meias, e por fim todos os meus produtos de uso pessoal, como absorventes extras, sabonete e maquiagens.


     Foi necessário fazer esforço para fechar o zíper da mala mediana, tamanha quantidade de coisas, mas, me conhecendo bem o suficiente, se acabasse levando pouca coisa, ficaria com a constante sensação de estar esquecendo de algo. Mas talvez também fosse uma desculpa para minha indecisão.


     — Tem certeza que não quer que te leve até o aeroporto, Florzinha? — Papai me pergunta pela terceira vez, parando ao meu lado, na entrada de casa.


     — Tenho, pai. Não se preocupe com isso. — Digo, olhando em meu relógio. Faltam vinte minutos para às sete e eu temia que não chegasse no horário que havia marcado com West. — Não se esqueça de tomar os suplementos, pai. E também não passe mais do que quatro horas sem comer, por causa da sua gastrite. E pai, não se esqueça de entregar todos os papéis para Ruth. São as planilhas do mês.


     — Querida, vai correr tudo bem em sua ausência, sim? Não precisa se preocupar. — Ele me abraça pelos ombros, e a ideia de passar alguns dias longe dele me faz sentir um aperto no peito. — Se vai viajar, não perca seu tempo se preocupando com as coisas do trabalho.


     — Eu sei, eu sei! É só que... Faz um longo tempo que não viajo e fico longe de casa! — Explico, tentando um sorriso.


     Nós permanecemos conversando, e, cinco minutos depois, o táxi que eu havia pedido à dez minutos atrás, para do outro lado dos portões de ferro altos, logo depois do jardim. Papai aperta o controle que tinha em mãos, e libera passagem para o táxi adentrar a propriedade.


     Quando ele para perto dos três degraus de mármore, desço, com papai ao meu lado carregando minha mala, e desejo boa noite ao taxista, que é um senhor de idade, já de cabelos grisalhos.


     Me despeço de papai lhe dizendo, enquanto o abraço apertado, que logo, logo eu estaria em casa, e que ele, mais uma vez, não se esquecesse dos suplementos alimentares, ou de cuidar de sua gastrite, ou de entregar os papéis à Ruth.


     — Quero um souvenir bonito e brega! — Ele me pede, rindo, quando já estou dentro do táxi, acenando.


     — Claro! Até mais, pai. Te amo! — Sorrio, e recebo um beijo na testa pela janela do carro.


     — Também te amo, Florzinha! Faça uma boa viagem!


••


    Chego cinco minutos atrasada no aeroporto, e preciso ligar para Ian para saber onde ele está.


     Depois de fazermos o check-in, com um silêncio desconfortável pairando sobre nós, a espera até a hora do embarque é cansativa e chata, então naturalmente, quando a voz feminina nos altos falantes do aeroporto adverte que os portões para o vôo 156 para Nova York estavam abertos e prontos para receberem os passageiros, me integro à fila que se forma para os atendentes da companhia checarem as passagens com pressa, sendo acompanhada logo em seguida por Ian.


    — Jane, precisa saber que Benjamin Pryce é um homem bastante exigente, e... Bem, levemente intolerante... — Ele parece incerto sobre o uso dos adjetivos.


     — E o que isso quer dizer? — Pergunto, entregando minha passagem ao funcionário da companhia, na entrada do portão do corredor que nos leva até o avião.


     — Bem, percebi que você não gosta que lhe imponham ordens, e que sabe ser bastante autiva, o que é bom no mundo nos negócios, ou em qualquer outra aspecto, na verdade. Mas... — Ele pausa um pouco para entregar a própria passagem à funcionária. E então nós dois retornamos a caminhar. — Bem, conheço Benjamin à bastante tempo. Na verdade, somos amigos desde a faculdade, e o conhecendo tão bem, sei que Ben odeia quando alguém tenta lhe impôr qualquer coisa, e também não gosta quando um de seus pedidos ou ordens não são acatados. Ou que ele seja contrariado.


     — Com todo mundo? — Pergunto, franzindo a testa.


     — Com quase todo mundo, principalmente com seus funcionários. Acho que poucas pessoas são exceções, e gosto de me incluir nesse grupo.


     — Oh, então ele é mais um magnata dos negócios frio e arrogante?! Isso é muito comum por aí! — Digo, ironicamente.


     Ian me olha por sobre o ombro, quando estamos no corredor entre as poltronas, e não deixa de soltar uma risada diante da minha sentença.


     — Você é bastante pertinente, Jane, o que a torna bastante interessante. Ben pode se irritar com isso, mas também pode gostar da sua aversão o suficiente para te levar como um desafio. Já vi isso acontecer antes.


     Ele para de repente e diz que meu assento é o da janela, então passo à sua frente e me sento. Ele se senta logo ao meu lado.


     — O que quer dizer com "pode te levar como um desafio?" — Pergunto, confusa. Procuro pelo meu celular dentro da bolsa para o colocar no modo avião.


     — Bem, Benjamin gosta de levar algumas pessoas ao seu limite. E ele só faz isso quando se sente desafiado, ou quando não suporta a pessoa em questão.


     Franzo minhas sombrancelhas. Fico em silêncio por um instante, tentando digerir tais informações, mas uma dúvida clareia minha mente. Uma bastante pertinente.


     — Se é tão amigo dele, por que está me dizendo suas "táticas"? Você não deveria estar do lado dele?!


     — Gostei de você no momento em que conversamos na sua cozinha, Jane. Então, com esse pequeno conselho, espero que possa se preparar psicologicamente para conversar com Benjamin, porque ele não é uma pessoa fácil! — Ele explica, olhando para mim. Parece soar verdadeiro, mas ainda há em meu peito uma pontada de hesitação. 


     — Você não é de todo mal, Ian. Mas precisa saber que ainda fico com um pé atrás sobre sua simpatia, certo? — Digo, sendo sincera.

     — Bem, então quero lhe dar um voto de confiança a levando para jantar amanhã, o que acha? Posso mostrar que não sou como um dos canalhas de Wall Street, como você pensa. — Ele sorri abertamente, e fica realmente encantador assim.

     Imediatamente me lembro de Kris. Acho que quando minha melhor amiga maluca pôr os olhos em Ian, os seus olhos verdes saltarão para fora ao ver os olhos castanhos escuros dele. Kristen sempre fora apaixonada por ingleses, principalmente porque a maioria deles parecia optar por serem cortêses, como West se mostrou até agora.

     — Tudo bem, Ian. Posso te dar uma chance! Mas num restaurante que sirva comida sem animais mortos, tudo bem?! — Digo, mastigando um sorriso ao vê-lo fechar os olhos e soltar uma risada.

     — Vai ser bastante interessante te ver conversar com Benjamin, Jane!

     — Por que diz isso?

     — Ben adora comer carne, e também gosta de casacos de couro.

     — Ugh, isso soa tão cruel! — Exclamo, me sentindo um pouco afetada ao ser bombardeada por imagens de bichos morrendo para terem suas peles arrancadas e delas serem feitas casacos.

    


    


    



Notas Finais


Espero que tenham gostado!

XOXO, Jess.


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