História The Match - Capítulo 10


Escrita por:

Postado
Categorias Thibaut Courtois
Personagens Personagens Originais, Thibaut Courtois
Visualizações 98
Palavras 1.147
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Ciúmes


Fanfic / Fanfiction The Match - Capítulo 10 - Ciúmes

-Então terminamos como um casalzinho de adolescentes apaixonados.-disse enquanto ainda estávamos na cama, fazendo de seu braço o meu refúgio. O sol começava a brotar no horizonte.

-Onde você aprendeu essa frase?-sua voz soava curiosa.

-Quando comecei a namorar Erick, éramos dois adolescentes bobões, as pessoas nos falavam isso o tempo todo.-revelei, pensando depois que não seria uma boa hora para tocar no assunto.

-Então você tá nos comparando ao seu antigo relacionamento. Excelente jeito de começar uma nova relação.-bufou.

-Eu não estou comparando, mas a gente passou quase 10 anos juntos. Essa frase meio que enraizou.-disse, me apoiando em meus cotovelos para fitá-lo. Ele ficou impressionado ao me ouvir falar '10 anos'-Isso que temos é muito mais forte e maior que qualquer coisa, e eu só quero você.-dei-lhe um selinho e ele pareceu estar satisfeito pelo lindo sorriso que deu. Mais um dos lindos sorrisos do homem que amo.

-Lembrei que você disse que ele ainda não entendeu que vocês não estão mais juntos.-ele tinha cara de quem acabou de ter uma ideia genial

-E...-questionei, preocupada e curiosa.

-Darei um jeito nisso.-afirmou com com convicção.

-Que jeito?-indaguei, cerrando o olhar.

-Xiii...deixa comigo.-falou despreocupado.

-Não é muito seguro deixar algo em suas mãos.-Observei.

-Você tá falando isso pra um goleiro?-perguntou brincalhão, arrancando minha risada.

-Eu te amo,-beijei-o, falar isso agora era natural e libertador- muito,mas confesso que estou com medo de quebrar a cara.-era preciso falar disso, como não falar?

-Por quê?-ele parecia não compreender, como se não fosse óbvio o suficiente.

-Convenhamos que seu histórico de relacionamento não ajuda.-falei, tentando não tocar em feridas do passado.

-Eu disse que iria ser fiel, confia em mim. Se você quiser me trancafiar, sei lá, numa mansão paradisíaca cheia de modelos da Victoria's Secrets pra me testar, eu aceito.-falou sério, mas parecia brincar. Fiquei apavorada só ao imaginar a cena. Não, pelo amor de Deus, não.

-Melhor não.-balancei negativamente a cabeça diversas vezes, como se tivesse em choque, fazendo com que ele risse da minha reação.

-Você acha mesmo que eu vou querer outra mulher quando tenho você ao meu lado?-indagou em tom de descrença.

-Sinceramente? Sim!-afirmei.- Eu não tinha autoestima baixa, era bonita, estava um pouco acima do peso, mas era gostosa, tudo em curvas. Apesar disso, eu tinha noção de que uma modelo da Victoria's Secrets é uma espécie de deusa viva.

-Você é perfeita e eu to obcecado por você.-falou, tocando em meu queixo como sempre faz quando quer me convencer de algo-Eu te amo, lembre-se sempre disso.-reafirmou e beijou-me.

Ele bocejou e lembrei que ele não dormia desde a noite anterior, estava visivelmente cansado. Deixei de puxar assunto e fiz carinho em seus cabelos até que dormisse, para depois dormir ao seu lado.

**********

-Como ficou a questão do bebê?-perguntei a ele enquanto almoçávamos na área privativa do restaurante do hotel. Saboreávamos um prato típico da região: camarões apimentados e arroz temperado. Era uma delícia, inclusive.

Trajava um vestido azul florido e ele, uma camiseta branca e jeans. Parecíamos um jovem casal, e éramos isso, de fato. Isso me deixava feliz.

-Marta já está na casa dos pais, com Nicolas. Vamos lá depois que acabarmos isso aqui.-anunciou e eu quase engasguei com seus planos para o dia. Visitar Nicolas, na casa dos avós maternos...isso não me parece muito bom.

-Eu não acho uma boa ideia ir visitá-lo assim, ainda mais na casa dos seus ex-sogros, eu seria uma intrusa.-afirmei, apavorada.

-Eu sou o pai dele e você está comigo, deve ir. Não farão nada com você. Dona Cristina ameaça, mas não faz nada.-riu consigo mesmo.

-Quem é essa?-quis saber.

-A mãe de Marta, ela quis brigar comigo quando cheguei ao hospital, mas a ignorei e fiz o que queria.-deu de ombros e levou o garfo cheio à boca.

-Talvez fosse melhor só você ir.

-Eles não têm raiva de você, têm de mim. Marta ontem te chamou de biscate e quis me agarrar, mas...

-O quê? Agarrar? Ela conseguiu?-tagarelei com raiva, minhas mãos fecharam com força ao redor da faca dos talheres.

-Não, não, eu a impedi.-ele parecia orgulhoso do que fez-Aliás, eu pensei que você fosse ter essa reação pelo 'biscate' e não por ela ter tentado me agarrar. Seria essa uma demonstração de ciúmes, srta Beatriz?-falou como se tivesse feliz com isso tudo.

-É claro que não!-disse e fechei a cara para ele.

-É mesmo?-ergueu uma sobrancelha-Então por que está fazendo bico?

-Ora, Thibaut...-disse impaciente e irritada por demonstrar o que sentia.

-Você fica ainda linda com ciúmes.-afirmou, dando um gole na taça com água.

-Ah é?-provoquei-Então quem sabe você também não seja ainda mais lindo enciumado. Talvez eu devesse testá-lo, algumas vezes.-ameacei, olhando, através do vidro fumê da área privativa, para um homem moreno almoçando sozinho. Aparentava ter uns 32 anos e trajava terno e paletó grafite, era bonito, mas, pra mim, nada se compara a Thibaut, nada!

-Nem pense nisso!-afirmou ou seguir meu olhar em direção ao homem.-Já basta esse seu ex e muitos outros que surgirão quando a gente se assumir publicamente.

Assumir publicamente. Tentei não estremecer ao pensar nisso. Ser perseguida por estranhos, fotografada, analisada. Fim da minha privacidade.

-Fica tranquila, vamos dar um jeito nisso.-afirmou, pegando em minha mão como se me puxasse dos meus pensamentos.-Aliás, precisamos ter um nome para isso.

-Isso?-estreitei os olhos, querendo entender do que tratávamos.

-O que temos. Eu ainda não te pedi em namoro, mas esse não é necessariamente o momento de fazer um pedido formal...

-Vai ter que falar com meus pais.-interrompi, inventando um empecilho, baixei meu olhar em direção à comida para não transparecer que estava brincando, mas era sério, em parte.

-Devo pedir sua mão em namoro num jantar formal em família?-brincou, mas havia um traço de empolgação em sua voz.

-Não assim.-falei horrorizada, mas até que seria bonitinho. Imaginei-o apertando a mão de meu pai e levando sermão de um senhor bem mais baixo que ele. 

-Eu acho ótimo. A gente poderia ir ao Brasil e aí você apresenta seu novo namorado ao Erick.-ele piscou para mim e deu mais outro gole.

-Você é terrível. Existe uma coisa chamada telefone, sabia?-minha voz soou como se ele fosse alguém de dois séculos atrás.

-Existe uma coisa chamada seu ex querendo o que é meu.-ele enfatizou a palavra 'meu' com uma possessividade agradável.-Aliás, também quero te apresentar aos meus pais, mas eles já devem estar te esperando.

-Como assim?-perguntei, engolindo seco a comida que levara a boca, deixando o prato finalmente limpo.

-Valerie, desde aquele jantar, ela sabia que eu estava louco por você. Contei a ela que estava realmente algo a mais contigo e isso já deve ter chegado aos ouvidos deles. Vou confirmar isso e te aviso.-piscou, também acabando  comida de seu prato. Obrigada, Valerie.

Ele chamou o garçon e pediu a conta, enquanto esperava que eu acabasse a sobremesa de morangos em calda em minha frente.

-Agora, -falou ao perceber que tinha acabado de comer, levantando-se de seu assento e indo em direção a mim-a senhorita me daria a honra de levá-la para conhecer meu filho, sendo minha namorada?-estendeu a mão para mim de modo cavalheiresco.

Observei sua grande mão pensando no minha namorada, e aceitei-a, de bom grado.



Notas Finais


Genteee

Segunda voltarei às aulas da facul e isso implica em postagens mais espaçadas, mas tentarei não abandonar a fic, plmdss. Temos mais uns 10 cap pela frente até o final, pretendo fechar a fic em 20, então podemos dizer que estamos entrando em reta final, huehuehueee. Peço compreensão e agradeço mt pela "audiência", hihi

Vlww mesmooo


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