História The Match - Capítulo 10


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Categorias Eden Hazard, Kevin De Bruyne, Thibaut Courtois
Personagens Personagens Originais, Thibaut Courtois
Tags Eden Hazard, Kevin De Bruyne
Visualizações 155
Palavras 1.147
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Ciúmes


Fanfic / Fanfiction The Match - Capítulo 10 - Ciúmes

-Então terminamos como um casalzinho de adolescentes apaixonados.-disse enquanto ainda estávamos na cama, fazendo de seu braço o meu refúgio. O sol começava a brotar no horizonte.

-Onde você aprendeu essa frase?-sua voz soava curiosa.

-Quando comecei a namorar Erick, éramos dois adolescentes bobões, as pessoas nos falavam isso o tempo todo.-revelei, pensando depois que não seria uma boa hora para tocar no assunto.

-Então você tá nos comparando ao seu antigo relacionamento. Excelente jeito de começar uma nova relação.-bufou.

-Eu não estou comparando, mas a gente passou quase 10 anos juntos. Essa frase meio que enraizou.-disse, me apoiando em meus cotovelos para fitá-lo. Ele ficou impressionado ao me ouvir falar '10 anos'-Isso que temos é muito mais forte e maior que qualquer coisa, e eu só quero você.-dei-lhe um selinho e ele pareceu estar satisfeito pelo lindo sorriso que deu. Mais um dos lindos sorrisos do homem que amo.

-Lembrei que você disse que ele ainda não entendeu que vocês não estão mais juntos.-ele tinha cara de quem acabou de ter uma ideia genial

-E...-questionei, preocupada e curiosa.

-Darei um jeito nisso.-afirmou com com convicção.

-Que jeito?-indaguei, cerrando o olhar.

-Xiii...deixa comigo.-falou despreocupado.

-Não é muito seguro deixar algo em suas mãos.-Observei.

-Você tá falando isso pra um goleiro?-perguntou brincalhão, arrancando minha risada.

-Eu te amo,-beijei-o, falar isso agora era natural e libertador- muito,mas confesso que estou com medo de quebrar a cara.-era preciso falar disso, como não falar?

-Por quê?-ele parecia não compreender, como se não fosse óbvio o suficiente.

-Convenhamos que seu histórico de relacionamento não ajuda.-falei, tentando não tocar em feridas do passado.

-Eu disse que iria ser fiel, confia em mim. Se você quiser me trancafiar, sei lá, numa mansão paradisíaca cheia de modelos da Victoria's Secrets pra me testar, eu aceito.-falou sério, mas parecia brincar. Fiquei apavorada só ao imaginar a cena. Não, pelo amor de Deus, não.

-Melhor não.-balancei negativamente a cabeça diversas vezes, como se tivesse em choque, fazendo com que ele risse da minha reação.

-Você acha mesmo que eu vou querer outra mulher quando tenho você ao meu lado?-indagou em tom de descrença.

-Sinceramente? Sim!-afirmei.- Eu não tinha autoestima baixa, era bonita, estava um pouco acima do peso, mas era gostosa, tudo em curvas. Apesar disso, eu tinha noção de que uma modelo da Victoria's Secrets é uma espécie de deusa viva.

-Você é perfeita e eu to obcecado por você.-falou, tocando em meu queixo como sempre faz quando quer me convencer de algo-Eu te amo, lembre-se sempre disso.-reafirmou e beijou-me.

Ele bocejou e lembrei que ele não dormia desde a noite anterior, estava visivelmente cansado. Deixei de puxar assunto e fiz carinho em seus cabelos até que dormisse, para depois dormir ao seu lado.

**********

-Como ficou a questão do bebê?-perguntei a ele enquanto almoçávamos na área privativa do restaurante do hotel. Saboreávamos um prato típico da região: camarões apimentados e arroz temperado. Era uma delícia, inclusive.

Trajava um vestido azul florido e ele, uma camiseta branca e jeans. Parecíamos um jovem casal, e éramos isso, de fato. Isso me deixava feliz.

-Marta já está na casa dos pais, com Nicolas. Vamos lá depois que acabarmos isso aqui.-anunciou e eu quase engasguei com seus planos para o dia. Visitar Nicolas, na casa dos avós maternos...isso não me parece muito bom.

-Eu não acho uma boa ideia ir visitá-lo assim, ainda mais na casa dos seus ex-sogros, eu seria uma intrusa.-afirmei, apavorada.

-Eu sou o pai dele e você está comigo, deve ir. Não farão nada com você. Dona Cristina ameaça, mas não faz nada.-riu consigo mesmo.

-Quem é essa?-quis saber.

-A mãe de Marta, ela quis brigar comigo quando cheguei ao hospital, mas a ignorei e fiz o que queria.-deu de ombros e levou o garfo cheio à boca.

-Talvez fosse melhor só você ir.

-Eles não têm raiva de você, têm de mim. Marta ontem te chamou de biscate e quis me agarrar, mas...

-O quê? Agarrar? Ela conseguiu?-tagarelei com raiva, minhas mãos fecharam com força ao redor da faca dos talheres.

-Não, não, eu a impedi.-ele parecia orgulhoso do que fez-Aliás, eu pensei que você fosse ter essa reação pelo 'biscate' e não por ela ter tentado me agarrar. Seria essa uma demonstração de ciúmes, srta Beatriz?-falou como se tivesse feliz com isso tudo.

-É claro que não!-disse e fechei a cara para ele.

-É mesmo?-ergueu uma sobrancelha-Então por que está fazendo bico?

-Ora, Thibaut...-disse impaciente e irritada por demonstrar o que sentia.

-Você fica ainda linda com ciúmes.-afirmou, dando um gole na taça com água.

-Ah é?-provoquei-Então quem sabe você também não seja ainda mais lindo enciumado. Talvez eu devesse testá-lo, algumas vezes.-ameacei, olhando, através do vidro fumê da área privativa, para um homem moreno almoçando sozinho. Aparentava ter uns 32 anos e trajava terno e paletó grafite, era bonito, mas, pra mim, nada se compara a Thibaut, nada!

-Nem pense nisso!-afirmou ou seguir meu olhar em direção ao homem.-Já basta esse seu ex e muitos outros que surgirão quando a gente se assumir publicamente.

Assumir publicamente. Tentei não estremecer ao pensar nisso. Ser perseguida por estranhos, fotografada, analisada. Fim da minha privacidade.

-Fica tranquila, vamos dar um jeito nisso.-afirmou, pegando em minha mão como se me puxasse dos meus pensamentos.-Aliás, precisamos ter um nome para isso.

-Isso?-estreitei os olhos, querendo entender do que tratávamos.

-O que temos. Eu ainda não te pedi em namoro, mas esse não é necessariamente o momento de fazer um pedido formal...

-Vai ter que falar com meus pais.-interrompi, inventando um empecilho, baixei meu olhar em direção à comida para não transparecer que estava brincando, mas era sério, em parte.

-Devo pedir sua mão em namoro num jantar formal em família?-brincou, mas havia um traço de empolgação em sua voz.

-Não assim.-falei horrorizada, mas até que seria bonitinho. Imaginei-o apertando a mão de meu pai e levando sermão de um senhor bem mais baixo que ele. 

-Eu acho ótimo. A gente poderia ir ao Brasil e aí você apresenta seu novo namorado ao Erick.-ele piscou para mim e deu mais outro gole.

-Você é terrível. Existe uma coisa chamada telefone, sabia?-minha voz soou como se ele fosse alguém de dois séculos atrás.

-Existe uma coisa chamada seu ex querendo o que é meu.-ele enfatizou a palavra 'meu' com uma possessividade agradável.-Aliás, também quero te apresentar aos meus pais, mas eles já devem estar te esperando.

-Como assim?-perguntei, engolindo seco a comida que levara a boca, deixando o prato finalmente limpo.

-Valerie, desde aquele jantar, ela sabia que eu estava louco por você. Contei a ela que estava realmente algo a mais contigo e isso já deve ter chegado aos ouvidos deles. Vou confirmar isso e te aviso.-piscou, também acabando  comida de seu prato. Obrigada, Valerie.

Ele chamou o garçon e pediu a conta, enquanto esperava que eu acabasse a sobremesa de morangos em calda em minha frente.

-Agora, -falou ao perceber que tinha acabado de comer, levantando-se de seu assento e indo em direção a mim-a senhorita me daria a honra de levá-la para conhecer meu filho, sendo minha namorada?-estendeu a mão para mim de modo cavalheiresco.

Observei sua grande mão pensando no minha namorada, e aceitei-a, de bom grado.



Notas Finais


Genteee

Segunda voltarei às aulas da facul e isso implica em postagens mais espaçadas, mas tentarei não abandonar a fic, plmdss. Temos mais uns 10 cap pela frente até o final, pretendo fechar a fic em 20, então podemos dizer que estamos entrando em reta final, huehuehueee. Peço compreensão e agradeço mt pela "audiência", hihi

Vlww mesmooo


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