História The Match - Capítulo 9


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Categorias Eden Hazard, Kevin De Bruyne, Thibaut Courtois
Personagens Personagens Originais, Thibaut Courtois
Tags Eden Hazard, Kevin De Bruyne
Visualizações 182
Palavras 1.118
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Amor


Fanfic / Fanfiction The Match - Capítulo 9 - Amor

-Woow.-É a única coisa que sai de minha boca ao entrar no quarto do hotel em que eu e Thibaut estamos hospedados em Madrid.

É estilo medieval, com meia luz, móveis em madeira e lareira em chamas. A cama dossel em lençóis vermelhos e a escuridão da madrugada reinando através da grande janela descortinada.

-Gostou?-ele pergunta, curioso com a minha reação.

-Isso é magnífico!-falo admirada e caminho pelo quarto. Ele é imenso. É como se tivesse em um castelo ou algo assim.

Tiro o casaco marfim, deixando-o sobre a poltrona em veludo marrom, e me jogo na cama, chutando os saltos pretos dos pés. Viagens, mesmo que curtas, são tão desconfortáveis. Aprecio minhas pernas nuas no vestido azul marinho curto.

Ele se aproxima e senta ao meu lado, seu semblante cansado, era visível o desgaste de passar o dia no hospital e, na madrugada, não dormir para me buscar no aeroporto. A blusa social preta contrastava com a cor da sua pele sob a luz fraca.

-Você deveria estar dormindo.-digo, avaliando seu estado.

-Buscar você é mais importante.-afirmou e me beijou devagar, pela milésima vez desde que cheguei.-Você não tem ideia da falta que me fez.

-Minha cama parece grande demais sem você também.-dou um sorriso tímido.

-Então só a cama que sentiu minha falta?-questionou, ele dá um sorriso travesso, mas parece querer escutar bem mais que isso. 

Não, com certeza é bem mais que isso, bem mais. É o maior sentimento do mundo engasgado pela falta de coragem de dizê-lo em voz alta, pelo medo de quebrar a cara e de não ser correspondida.

-Com certeza, não.-faço carinho em seu rosto- Senti saudade do meu grandalhão protetor, muita!-joguei meus braços em seu pescoço e fiquei mais perto.

-Apesar de termos ficados separados quando viajo para jogar, dessa vez foi diferente.-revelou, ele parecia querer falar algo, mas hesitava.

-Por quê?-quis saber porque também sentia o mesmo. A suspeita se confirmou, dois dias longe dele e a certeza de que eu o...Não posso me iludir, não posso.

-Você estava em outro país, senti como se tivesse um oceano inteiro entre nós.-disse sincero -Seu corpo, seu cheiro, seu sabor...tudo isso.-gesticulou, apontando pra mim.- Eu não quero nunca ficar sem isso.-ele avançou sobre mim, deitando-me na cama enquanto pairava sobre meu corpo. 

Ele era carinhoso e romântico, e eu me envolvia cada vez mais. É só sexo, Beatriz, não se iluda! É melhor fingir indiferença às suas conversas mais sentimentais e agir como se tivesse apenas interesse carnal, quem sabe eu entendia isso e parava com essa história de amor, por ele.

Uma perna sua ficou entre as minhas, afastando-as, fazendo meu vestido subir. Seu pau roçava no ápice de minhas pernas, eu o queria logo, sem joguinhos, sem preliminares, nada. Ele dentro de mim logo era mais que o suficiente. Dois dias longe dele, dias reprimindo todo o desejo que sinto por ele, preciso dele agora.

Seus lábios avançavam pelo meu pescoço, ele parecia ter fome...de mim. Nossas mãos apressadas tiravam as roupas que separavam-nos um do outro, arremessando-as num canto qualquer.

-O que você quer?-perguntou, com a voz ofegante. Seu corpo nu sobre o meu, o grande e forte.-Como você quer? Eu estou aos seus pés e sou todo seu.-a intensidade do seu olhar sobre mim era hipnótico. Olhos escuros e desejosos.

-Eu quero você, agora.-rebolei sobre ele, tentando alcançar seu sexo com o meu. Ele rangeu e esticou os braços para alcançar um pacote de camisinha na mesa de cabeceira. Contive-o.

-A injeção do anticoncepcional...ela já faz efeito. Não precisamos mais disso.-dei-lhe meu melhor sorriso e ele também. 

-Agora não haverá nada entre nós.-ele parecia radiante enquanto se posicionava para entrar em mim.-Estou ansioso por isso.-falou e senti a cabeça de seu pau roçar em minha entrada.

Minha resposta era gemer e levantar os quadris, forçando nosso encontro. Ele estava brincando comigo, brincando quando eu o quero logo. Ia e não ia, colocava a cabeça, girava os quadris, me fazia gemer e tirava. Ele passeava com facilidade tamanha minha excitação.

-Ora, Thibaut, me foda logo.-reclamei. Faça amor comigo, por favor, implorava por dentro. Eu não usaria a palavra proibida.

-Foder?-questionou, mas não parecia mais um de seus joguinhos.-Eu quero fazer amor com você.

-Que seja, ande logo com isso.-tentei ignorar suas palavras, não me iluda, não me iluda.

-Não, você ainda não entendeu.-ele parecia querer explodir, extravasar o que sentia. Ignore e não se iluda.

-Entender o quê?-quis saber, ansiosa pela resposta, mas receando recebê-la. Meu coração parecia pular em meu peito.

-Eu...eu...

Ele segurou meu rosto em suas mãos, como se lesse minhas expressões, ou numa tentativa de evitar que eu desviasse de seu olhar. Seu rosto ficou vermelho e sua respiração mais rápida, sua boca abria e fechava várias vezes,  como tentativas de expressar aquilo que queria. Várias coisas em pouco tempo e uma só resposta:

-Eu te amo, Beatriz.-revelou num suspiro e foi como se tudo congelasse ao meu redor. 

Medo, insegurança, vontade de amá-lo e por ele ser amada. Tudo junto. Minha cabeça dava voltad enquanto absorvia cada letra de suas palavras. Eu. Te. Amo.

-Ora, diga algo, Beatriz!-parecia impaciente e temeroso da minha reação-Eu sei que você não acredita, acha que é só sexo, só mais uma aventura, mas...-ele tagarelava nervoso e o interrompi, pousando meu indicador sobre seus lábios, dizendo 'xiiiiiu' suavemente.

-Eu te amo, também. Muito.-revelei, sem pensar muito, desprovida da racionalidade que me cercava. Ele ficou um tempo pensando no que falei e depois sorriu, genuinamente feliz. Os olhos brilhando para mim. Ah, não faça isso comigo, é demais.

-A gente vai falar sobre isso mais tarde, uma longa conversa sobre como você  quase me matou várias vezes hoje.-ele riu-Por que agora-falou enquanto posicionava seu pau firmemente em minha entradada. Ainda estava duro e eu, molhada-eu eu quero fazer amor, com você.

Disse e enfiou com força, de uma vez, arrancando um gemido meu. Sentia-o por inteiro, sem barreiras, com todo o meu interior.

Ele movimentava-se devagar e observava cada reação minha. Ele sorria, me envolvendo como se fosse uma jóia preciosa, a sua jóia. Ele parecia maravilhado com cada toque e gesto. Seus olhos brilhando de felicidade eram a minha maior recompensa.

-Eu te amo, infinitamente te amo.-falava várias vezes, como se cada vez que falasse tivesse certeza de que tudo era real.

Seus braços me puxam sobre ele e entao estamos sentados, eu em cima dele e minhas pernas ao redor da sua cintura. Suas mãos estão na minha bunda, movimentando-me para cima e para baixo, alcançando mais fundo, enquanto sua boca suga meus seios.

Devagar e cadenciado: assim foi o nosso ritmo, comandado por ele, fazendo amor prolongado e prazeroso, aumentando o ritmo quando sentia o prazer crescendo em meu corpo, contraindo minhas entranhas ao seu redor.

Então ele se liberou dentro de mim, o jato quente fazendo me sentir preenchida, molhada, dele. Delirei sob prazer, amando-o e sendo amada por ele



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