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História The Maximoff - Capítulo 20


Escrita por: SammieCosta

Notas do Autor


Capítulo 20!!!!!
Bem perto do fim! Nossa! Vou sentir saudades de fanfic. Uma das melhores que já escrevi.
Sem mais delongas, o capítulo 20... Promessas de amor, despedidas, transformações, surpresas... Esse tem promete.
Boa leitura!

Capítulo 20 - Os Maximoff: De volta ao lar


Fanfic / Fanfiction The Maximoff - Capítulo 20 - Os Maximoff: De volta ao lar

POR NARRADOR

DOIS DIAS DEPOIS…

Era hora de ir embora e os Maximoff estavam se despedindo dos amigos e familiares. As malas já estavam no quinjet, eles estavam com seus uniformes mágicos e Natasha e Clint os levariam de volta a Genebra. Eles poderiam usar um portal, mas os dois vingadores fizeram questão para aproveitar cada segundo com sua irmã de coração e os dois mini-Maximoff. Até Shuri e Scott foram se despedir, todos estavam felizes. Sua amiga estava segura e feliz, assim como os dois garotos.

―Bom, não demora muito pra ir me visitar. Não quero perder contato com você de novo, os meninos adoram a dinda Monica deles―disse Wanda a Monica.

―Pode deixar―disse Monica e Wanda pegou um amuleto no bolo do casaco.

―Eu queria te agradecer de alguma forma por tudo que fez por mim―disse Wanda lhe entregando o amuleto.

―É lindo―disse Monica pegando o amuleto.

―Não é um simples amuleto. A Clea me ajudou a fazê-lo, é mágico―contou Wanda.

―O que ele faz? ―Perguntou Monica curiosa.

―Eu sei que você e a Carol não puderam se despedir da Maria. Isso pode projetar o espírito dela toda que vez que quiserem falar com ela, é só uma colocar no pescoço e o espírito da sua mãe vai se projetar na frente das duas―explicou Wanda sorrindo.

O coração de Monica acelerou e seus olhos se enxeram d’água, Carol a poucos metros lacrimejou. Elas poderiam ver Maria outra vez.

―Obrigada―agradeceu Monica sem evitar as lágrimas.

―Você foi a única pessoa que viu o bem em mim depois de tudo que eu fiz com Westview e até com você, eu é quem agradeço―disse Wanda sorrindo.

As duas deram um abraço.

***

―Quando eu vou te ver de novo? ―Perguntou Teddy ao Billy.

―Tommy e eu tomamos uma decisão. Com a ajuda do Stephen, nós dois retomamos o controle sob nosso crescimento―contou Billy. Lhe doía um pouco pensar que, se reencontrar o Teddy, não o olhará com os mesmos olhos. ―Nós decidimos voltar a ser criança. Voltar a ter dez anos.

―Oh… ―Disse Teddy. De certo modo, isso doeu.

―Mas não se preocupa. Com a ajuda da mamãe e do Stephen, nós dois colocaremos nosso crescimento no piloto automático. Em cinco anos, terei uns 17 e meio. Pois, cresceremos um ano e meio a cada um ano, ai vamos retomar normalmente para podermos ir pra faculdade―explicou Billy e o coração de Teddy aliviou um pouco.

―Eu entendo. Você quer uma infância com memórias e recordações com seu irmão e a sua mãe―compreendeu Teddy, mesmo que doesse um pouquinho. Billy tomou coragem e pegou as mãos de Teddy.

―Se algum dia, daqui a cinco anos, quando estiver na faculdade com seus 20 anos, se é que alienígenas fazem faculdade, pode me ligar, se você ainda lembrar de mim―disse Billy e sorriu para ele.

―Você, Billy Maximoff, é alguém difícil de esquecer―disse Teddy sorrindo. ―Você merece ser feliz, Billy. Você, Tommy e sua mãe. Vocês merecem.

―Acho que te vejo em cinco anos, então.

―É, acho que sim―disse Teddy. Mesmo  que sorrisse, doía um pouco.

Antes que Teddy falasse mais alguma coisa, Billy o beijou. Teddy logo retribuiu ao beijo. Os dois deram um longo beijo, pra jamais ser esquecido.

―Pra você não esquecer de mim, só por garantia―disse Billy e os dois riram.

Os dois se afastaram e sorriram.

―Te vejo em cinco anos, Billy Maximoff.

―Te vejo em cinco anos, Teddy Altman.

***

―Ok. Eu vou vir daqui a alguns dias pra começar meu treinamento. Uma vez ou duas, por semana, eu virei pra cá. Prometo―disse Wanda a Jericho e ele sorriu. Ela tinha bons motivos pra voltar.

―Estarei aqui quando vier. Só vou pra casa, pegar minhas coisas e voltar pra cá. Seria uma boa continuar o trabalho do Daniel e trabalhar com Stephen e a galera do sanctum―disse Jericho. Ele estava feliz por voltar ao sanctum e continuar o trabalho do seu irmão, e esperaria ansioso pela visita dela.

―Ah, e obrigada por me ajudar com aquela surpresa para os meninos―agradeceu Wanda.

―Brincar com a realidade e alterar as estruturas de algumas coisas. Nada que nós já não tenhamos feito―disse Jericho e os dois riram. ―Nos vemos em alguns dias.

―Nos vemos.

Sem que ninguém visse, os dois deram um rápido beijo e ela se afastou. Ele ia esperar ansioso pela visita dela e ela… Ela estava feliz.

***

―Acho que é isso. Minha família e eu voltaremos pra Genebra, voltarei a ser criança―disse Tommy. ―Acho que é agora que nos despedimos.

―Foi bom te conhecer, Thomas.

―Digo o mesmo, Katherine. Além disso, sempre que o tio Clint for nos visitar, você pode ir junto―disse Tommy e ela concordou.

―Eu estava conversando com America, Eli e Cassie… Daqui a alguns anos, quando formos maiores e deixarmos de ser aprendizes, sei lá. Daqui há uns cinco anos, pode ser. Talvez possamos montar uma equipe. Nós quatro, você, Billy e o Teddy―contou Kate.

―Tipo os Vingadores? ―Perguntou Tommy.

―Tá mais pra… Jovens Vingadores―disse Kate enfatizando e os dois riram.

―Pode ser. Daqui a uns cinco anos, isso pode ser legal. Melhor eu ir―disse Tommy.

Os dois se abraçaram e Kate deu um beijo na bochecha de Tommy.

―Eu te vejo por ai, Célere―disse Kate enquanto Tommy se afastava.

―Eu te vejo por ai, Gaviã Arqueira.

***

―Promete pra mim que três coisas: 1º não faça nenhuma grande mágica sem a minha supervisão, mas também basta só avisar por telefone; 2º ficar o mais longe possível de pessoas perigosas e evitar incidentes, ou qualquer tipo de encrenca, em que você possa se meter, Wanda Maximoff; e 3º e mais importante: TERAPIA.

―Pode deixar, Stephen. Não farei nenhuma loucura. Eu tenho dois bons motivos pra estar feliz e vou marcar um terapeuta―disse Wanda e ele assentiu concordando. ―Obrigada por tudo que fez por mim. Você me salvou, cuidou de mim e aturou as minhas maluquices.

―Ok. Agora mereço um abraço, afinal, ninguém aturaria você e suas maluquices, como eu―disse Stephen e os dois se abraçaram.

A Feiticeira havia amolecido seu coração, ela era alguém muito engraçada e complicada, não só ela, como America também. Stephen tinha um carinho paternal pelas duas garotas, não podia negar. Só ele aturava aquelas duas.

Em seguida, foi a vez de Clea.

―Você pegou tudo? Seu casaco, as coisas dos meninos…

―Eu peguei tudo sim, Clea―garantiu Wanda e as duas se abraçaram. ―Obrigada por cuidar de mim. Você foi a primeira a acreditar em mim e a me apoiar, cuidou de mim todo o tempo em que estive no sanctum e sem você, eu não teria encontrado os meninos.

―Sempre que precisar, seja de ajuda com magia ou conselhos de uma mulher mais vivida que você, venha até mim. Vou estar de braços abertos―disse Clea e as duas se soltaram.

Era a forma que Clea encontrou de dizer a feiticeira, que podia contar com ela, como uma mãe, e Wanda via isso perfeitamente. Clea via em Wanda a garota que ela um dia foi, uma garota que só precisava de um pouco de carinho e compreensão.

―Pode deixar.

Então, foi a vez de Wong. Os dois deram um abraço e se despediram.

―Não faz nenhuma loucura, maluca.

―Pode deixar, Wong.

***

―Bom, a dinda Naty vai com a gente, então é hora da gente ir―disse Billy. Se despedir do seu dindo não era fácil. Steve e Natasha cuidaram deles como filhos.

―É, é hora de nos despedirmos―disse Steve e abraçou os dois garotos. ―Cuidem-se, garotos, e cuidem da sua mãe.

―Pode deixar, dindo―disse Tommy e os três se soltaram.

―Obrigado por cuidar da gente esse tempo todo. Se não fosse você e a dinda Naty, acho que teríamos perdido a esperança. Obrigado―agradeceu Billy.

―Vocês dois me devolveram o amor da minha vida, eu é quem agradeço. Além disso, são filhos da minha irmãzinha de coração, a única irmã que já tive, vocês são minha família―disse Steve aos seus afilhados.

―Valeu, dindo. Por tudo―agradeceu Tommy.

―Boa sorte na sua nova vida, garotos, e aproveitem cada segundo da sua infância―disse Steve e os dois assentiram concordando. ―E não esqueçam de vir com a sua mãe pra nos visitar.

―Pode deixar. Nós viremos―garantiu Billy.

***

―Vai, um abraço, tampinha―disse Wanda e America não resistiu. As duas deram abraço.

―Vou sentir sua falta, doida. Na verdade, senti muito sua falta―disse America.

―Também senti a sua. Mas não se preocupa, estarei sempre aqui e se precisar de conselhos, ou qualquer coisa, não hesite em ligar pra mim―disse Wanda a ela e America sorriu.

As duas haviam desenvolvido um carinho de irmãs, implicavam uma com a outra e ao mesmo tempo se preocupavam uma com a outra. Depois de se despedir de America, os meninos foram se despedir dela e Wanda foi se despedir de Steve, já havia se despedido de Sam, que teve que sair com Bucky, Yelena e Jennifer numa missão ontem a noite.

―Olha, vê se não some outra vez―disse Steve a ela.

―Pode deixar. Sempre que der, virei visitá-los―prometeu Wanda.

―E traga os meninos, é uma ordem―disse Steve e os dois riram.

―Tá bom… Eu… Eu nunca agradeci por tudo que fez por mim, você, Clint, Sam e Naty me fizeram uma vingadora e foram minha família por muito tempo, continuam sendo, você é meu irmão, Steve―disse Wanda a ele e os dois sorriram.

―E você é uma irmã pra mim também, minha irmãzinha meio doida―brincou Steve.

―É, meu irmão mais velho todo certinho―devolveu Wanda e os dois riram.

Os dois deram um abraço e Wanda se juntou aos meninos e a Natasha e Clint. Hora de ir pra casa. Eles acenaram pra todos e subiram a bordo do quinjet.

―Não esqueceram nada, não é? ―Perguntou Stephen.

―Não, pegamos tudo―garantiu Wanda e a porta começou a se fechar.

―Liguem quando chegarem―disse Clea.

―E não façam nenhuma loucura―disse America.

―Pode deixar―disse Tommy e a porta se fechou por completo

Todos se acomodaram no quinjet e logo levantaram voo. Finalmente os Maximoff estavam indo pra sua casa. Wanda estava tão feliz. Seus filhos estavam seguros e felizes, agora eles iriam pra sua casa e finalmente viver como uma família de verdade, sem vilões, sem loucuras. Apenas os Maximoff numa vida tranquila. Foram quase todo o caminho conversando, menos quando os gêmeos e Wanda adormeceram. Até Naty adormeceu no banco do copiloto e Clint permaneceu sozinho no controle do quinjet.

***

POR WANDA

HORAS DEPOIS…

Com a diferença de horário, saímos de Nova York às sete da manhã, que era meio-dia em Genebra, mais três horas de viagem com o quinjet da equipe, são três da tarde aqui e dez da manhã lá em Nova York. Hi, coitado! Ele está aqui desde às nove da manhã, que eram quatro da manhã pra mim em Nova York. Coitadinho… O clima estava mais ou menos, um solzinho, mas não esquentava grande coisa e era melhor entrar antes que o frio começasse. Em Genebra, abril é úmido. O quinjet estacionou há alguns metros da casa. Quando a porta do quinjet abriu, os meninos se depararam com a reformada cabana. É, Jericho e eu viemos aqui há duas noites e reformamos a estrutura da casa com meus poderes de alterar a realidade. Agora a cabana tem dois andares, janelas, uma estrutura mais bonita, pintura nova pra dar um brilho a madeira e um belo jardim para me manter ocupada, isso só por fora. Dentro era lindo, aconchegante e com ar de chalé de inverno, redecorei tudo por dentro. Tudo para nos deixar o mais confortável possível. Também teletransportei meu carro e coloquei na garagem. O chão que antes era de terra, agora é de grama e com um largo espaço para os meninos correrem até cansar. De volta ao lar...

―Wanda, eu vim aqui com os meninos e o Steve e não lembro da cabana estar tão… Incrível―disse Naty confusa e impressionada.

―Olha, eu aterrissei seguindo as coordenadas que vocês me deram. Se essa não é a casa, vocês que resolvam―disse Clint e descemos do quinjet. Os meninos estavam tão animados, que correram na frente. Agora sim, é um lar de verdade.

―Jericho e eu nos teletransportamos pra cá há duas noites e reformamos a casa, magicamente, vamos dizer―contei aos dois enquanto caminhávamos pela grama. De tudo que eu disse, a Naty só prestou atenção em “Jericho e eu nos teletransportamos pra cá há duas noites” e deu um sorriso. Não aconteceu nada do que ela está pensando.

―Ficou irado! ―Disse Tommy impressionado.

―É, ficou incrível! ―Disse Billy contente.

Os dois olharam um para o outro e se conectaram, vamos dizer. Logo entendi, mas Naty e Clint estranharam o olhar dos meninos. Em questão de segundos, os dois voltaram a ter dez anos e Clint e Naty ficaram boquiabertos. Os meus dois pequenos, agora pequenos de verdade, correram na minha direção, dei um beijo na testa de cada um e os abracei. Era tão bom tê-los pequenininhos de novo. Ver esses rostinhos, os mesmos do qual tive que me despedir ao final do HEX. Ah, que saudade dessas carinhas fofas! Eu os amo adolescentes, mas que mãe quer que os filhos cresçam rápido demais? Por mais que nos sentimos orgulhosas deles, uma parte de nós sempre vai sentir falta de quando eles eram pequenos, afinal são nossos bebês e sempre serão. Essa inocência… Stephen disse que eles vão ter lembranças nubladas de tudo que aconteceu, de seis meses pra cá e a medida que crescerem se lembrarão com mais clareza das aventuras deles. Só pra que possam aproveitar essa infância e sua inocência. E o que passaram na dimensão dos mortos-vivos, vai ficar nublado também, mas pra sempre. Os meninos escolheram isso. Suas versões adolescentes sabiam bem o que queriam e o que seria melhor pra eles, os dois querem aproveitar cada segundo da sua infância e eu não poderia estar mais orgulhosa e feliz. Meus menininhos…

―Saudade, mamãe―disse Billy. Essa vozinha…

―Também senti saudade, meus menininhos―disse a eles os abraçando. ―Melhor ir pra dentro, antes que a ventania da tarde comece.

―Naty, você tá chorando? ―Perguntou Clint e nos viramos pra ela.

―Eles são ainda mais fofos com dez anos―disse Naty deixando algumas lágrimas escaparem. Natasha Romanoff-Rogers chorando? Clint e eu estranhamos, ok que a Naty tem um fraco por crianças, mas chorar do nada?

―Ah, não chora, dinda. A gente sabe que somos fofinhos―disse Tommy e rimos.

―Vamos, meninos. Vamos conhecer a casa―falei e os dois deram pulos animados.

Desativamos os trajes e ficamos com roupas normais, os meninos correram para dentro, estavam tão animados! Meu coração de enchia de alegria ao ver os dois pulando de felicidade, crianças, outra vez. Naty, Clint e eu pegamos as malas e fomos para dentro, eu estava feliz por compartilhar esse momento com meus dois melhores amigos\mentores\irmãos de coração. Assim que entramos, encontramos os meninos parados na sala encarando a criatura dormindo no sofá. Naty e Clint arregalaram os olhos. Pelo menos, ele dormiu. Deixei pra fazer a maioria das compras quando voltássemos pra cá e as únicas coisas nos armários eram panelas e utensílios, se tinha comida deve ser algum enlatado e ele odeia isso.

―Mãe, esse não é o… Eu não lembro o nome―questionou Billy.

―Fietro? Mais ou menos.


Notas Finais


E ai, o que acharam da decisão dos meninos de voltar a ser criança? Eu achei justo, agora eles podem criar mais lembranças da sua infância e ter uma vida mais tranquila. E a nova cabana? É claro que eu tinha que melhorar a cabana da Wanda. E esse final? É, isso ai. Ainda tem mais.


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