História Oh my ghost... - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Army, Bts, Ghost, Jikook, Sobrenatural
Visualizações 46
Palavras 2.968
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Baseado na saga de livros " A mediadora" da Meg Cabot....<3

Capítulo 1 - A "poltrona" de Jimin


Fanfic / Fanfiction Oh my ghost... - Capítulo 1 - A "poltrona" de Jimin


Me disseram que lá havia gente.


Tipo.... Muita gente.


Não acreditei quando descobri que do avião já poderia vê-las. Eu sei perfeitamente que o Brasil é um país gigantesco e um dos países mais populosos do mundo. Mas não pude evitar meu espanto, os descobrir no Google, que São Paulo, conhecido como meu mais novo lar, havia aproximadamente 12 milhões de habitantes.


O que fez com que eu finalmente entendesse o que minha mãe havia dito por telefone alguns dias atrás.


-- Não senhor. -- disse ela -- De jeito nenhum você vai deixar de trazer suas máscaras para o Brasil. Mesmo que aqui não seja a Coréia, São Paulo ainda tem... Hum... Um pouco mais de gente que Busan.


Claro. Ela só esqueceu de mencionar que "um pouco"  é só uns 10 MILHÕES de pessoas a mais. Quando descobri, não tinha como voltar atrás.
Minha mãe sabe o quanto eu odeio lugares lotados. Mas eu sei que ela não fez por mal. Ela apenas sente a minha falta, assim como sinto a dela.
E é por isso que agora havia dúzias de máscaras dentro dá minha mala e uma no meu bolso, já que eu resolvi tirar do rosto quando várias pessoas começaram a passar bem longe de mim, achando que eu era um esquisito doente, enquanto eu caminhava pelo aeroporto de São Paulo.


O pior é saber que esse nem foi o único motivo que me fez passar mico logo no meu primeiro dia no Brasil.
Pleno fevereiro, Sol rachando. Pessoas usando regatas e chinelos de dedos, enquanto o bonitão aqui esqueceu de dar uma olhadinha no clima do Brasil e colocou uma jaqueta de couro preta, uma agarrada calça jeans preta e uma bota de zíper. Tudo o que minha mãe menos gosta.
Se eu estivesse no Alaska, é bem provável que eu sobreviveria. Mas aqui é o Brasil. E eu estava derretendo.


Não coloquei essas roupas para deixar mamãe zangada. Muito pelo contrário. Eu só queria causar uma boa impressão na minha primeira e permanente viagem internacional, onde tive que abandonar Hope, meu único e melhor amigo e a cidade onde morei todos os meus 17 anos.
Eu fico feliz que minha mãe tenha encontrado o novo amor dá vida dela e tenha se casado com um cara super legal que é o Taeyang. E eu até gostaria de morar em uma casa nova com eles, se junto com Taeyang não viesse um pacote de três filhos.
Isso mesmo.


TRÊS FILHOS.


O tão querido filho único agora tem que dividir tudo com dois meios-irmãos idiotas e uma pequena meia-irmã que virou o xodózinho dá MINHA MÃE. E eu simplesmente não consigo engolir essas coisas.


E foi pensando nisso que vi todos eles me esperando na saída do aeroporto. Assim que mamãe me viu ela deu um grito que me fez ficar todo sem graça.


-- Jiminnie! -- Ela correu para me abraçar. E quando a abracei, percebi que a saudade que eu sentia era imensa. Afinal, faziam três meses que não nos víamos. -- Ai querido... Que saudades.


-- Eu também morri de saudades, mãe.-- Respondi meio abafado por causa do abraço tão apertado.


Quando ela finalmente me soltou, sem sair do meu lado, Taeyang me cumprimentou com um abraço amigável e sem jeito. Ele quer ser uma pessoa mais próxima a mim, mas ao mesmo tempo tem medo  que eu pense que ele quer roubar o lugar do meu pai. Mas isso,  e o fato que ele faz minha mãe feliz, me faz gostar mais ainda dele.


-- Como foi a viagem, guri? -- Disse ele pegando minha mala e minha mochila -- E que tanto de mala é essa, Jimin? Trouxe a coleção de verão inteira?


-- Se você considerar máscaras como peça de roupa, pode-se dizer que sim.


Ele não entendeu o que eu quis dizer, mas sorriu mesmo assim para não ficar sem graça.


Enquanto isso, mamãe continuava me abraçando enquanto me chamava de "meu Jiminnie". Fiz questão de olhar com cara feia para os meus meios-irmãos, para que eles nunca ousassem em me chamar desse nome. Mas nem precisou. De modo que V (o apelidei assim por parecer um ET) sorria igual um babaca olhando para o além. Suga (que ganhou esse apelido por ser o garoto mais branco que eu já vi na vida) ficava coçando os olhos com ar de sono. Já a pequena Einstein ( gênia dá família) era a única que parecia feliz em me ver e sorria timidamente.


-- Min! -- Disse ela toda entusiasmada -- Você sabia que o peso da sua mochila não pode passar de 10% de seu próprio peso? Ou seja, se você tem 60kg, o ideal é que a mochila não passe de 6kg.


A pequena Einstein, que apesar de ser a mais nova entre nós, era a mais inteligente.


No casamento, em Busan, ela me contou todos os detalhes (quando eu digo detalhes, realmente quer dizer os mínimos deles) sobre como foi a separação das Coreias.


-- Ai Jiminnie, -- minha mãe mudou o assunto -- não vejo a hora de te apresentar nossa nova casa... Ela é linda! -- Ela dizia tudo isso com uma felicidade imensa estampada no rosto -- Espere só para ver como todos fizemos questão de deixar o seu quarto maravilhoso. -- Ela me apertou mais  uma   vez -- Estou tão feliz que você finalmente está conhecendo o país em que eu nasci.


Mamãe, assim como Taeyang, são filhos de Sul-coreanos que moravam no Brasil. Aos 18 anos, minha mãe se mudou para Busan, junto de meus avós, onde acabou conhecendo meu pai. E todo o português que eu sei hoje, veio dela.
Mesmo depois que meu pai morreu, ela continuou vindo para o Brasil em seu trabalho como jornalista, e em uma dessas vindas acabou conhecendo Taeyang.


O caso deles foi aqueles romances típicos de novela.
Pais viúvos e muito em comum.
É claro que acabaram se apaixonando.
A única discussão foi: Onde eles morariam. (Eles e mais quatro filhos na bagagem).


Minha mãe não pensou duas vezes em dar a opção de ela vir morar no Brasil, já que ela não tinha problema algum em deixar Busan.
Na verdade, o único problema dela, era eu. Que bati o pé durante semanas dizendo que moraria com Hope ou minha avó e não deixaria a Coréia nem que me pagassem.
Mas depois do casamento, que Taeyang insistiu que fosse em Busan, percebi o quanto minha mãe estava feliz e o quanto Taeyang a amava .
Chorando nos ombros de Hope, percebi que o certo a se fazer era me mudar para o Brasil.
E aqui estamos nós.


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Enquanto íamos até o estacionamento percebi que aos poucos, V foi se aproximando.
Revirei os olhos.


Pela sua expressão, ele queria conversar sobre alguma coisa, ou melhor, sobre um certo alguém.


-- E aí, Jimin... Como foi a viagem? -- Tudo conversa furada. Porque ele não vai direto ao ponto?


-- Algumas turbulências mas foi tudo bem, V... É... Taehyung.


Merda.


-- Ah, legal. E como vai seu amigo? -- Ele perguntou finalmente, passando a mão no cabelo.


-- Que amigo? -- Fiz de desentendido.


-- O Hoseok, seu amigo. -- Ele disse enquanto eu finjia estar pensando -- Desde o casamento nós nos falamos todos os dias pelas redes sociais, mas de uma semana para cá, ele não atende mais minhas ligações e fica online e não visualiza. -- Ele disse tudo isso para mim, mas com o pensamento com certeza lá em Busan -- Será que eu fiz alguma coisa errada?


-- Ah sim! Hoseok! -- finjo que lembrei do nada -- Claro que não, Taehyung. Você não fez nada de errado. Hoseok só está muito ocupado ultimamente. Logo logo ele te responde. Espera só. -- Ele concordou com um sorriso desanimado e voltou com seus pensamentos lá na lua.
A verdade não era nenhum pouco parecida com essa.


Que Hope tem estado bem ocupado ultimamente me ajudado com a viagem, é verdade. Mas o que aquele vagabundo tem, é tempo de sobra para as coisas dele.


O verdadeiro motivo para Hoseok não estar respondendo V é por ele estar trocando mensagens com um outro membro dá família. Que no caso é esse branquelo do meu meio-irmão mais velho. Suga.


No casamento, foi uma verdadeira novela mexicana...


" Assim que Hope conheceu meus meios-irmãos, ele se apaixonou. Disse que esses dois palitos eram os coreanos não-coreanos mais bonitos que ele já tinha visto.
Eca.

Mas como Hope sempre gostou de uma coisa mais intensa, acabou pendendo para o pior lado.
Suga
.
Durante a festa, eles até deram uns pegas atrás de uma árvore, e depois disso, Hope achou que tinha o príncipe (nada encantado) todinho para si.
Muito enganado.
O que não imaginávamos é que Suga não se sustenta com apenas um. 
Qualquer pessoa ( quando digo "qualquer", realmente quer dizer "qualquer") que passava por ele, bastava apenas uma piscadinha, e já virava sua presa.
Hoseok ficou na base dá loucura e resolveu partir para cima do menos pior.
V.
Suga nem ligou.
V, por sua vez, ficou todo apaixonadinho. E agora não pode me ver que já me enche de perguntas sobre Hoseok.
Enquanto isso, eu e a pequena Einstein ficamos em nossa mesa apenas observando toda essa novela de longe."


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Depois de pegarmos o carro no estacionamento e começarmos nosso percurso até minha nova casa, comecei a observar a cidade que eu teria que me acostumar.
Tantas pessoas... Tantos carros.
Muitas pessoas vivas só podia significar uma coisa. Muitas pessoas mor...


-- Jimin! Porque você está todo de preto? Alguém morreu, por acaso?


É claro que ela não ia deixar passar.


-- Estou de luto pela minha antiga vida.


Isso fez com que todos ficassem em silêncio dentro do SW4.
Eu sabia que isso deixaria minha mãe magoada. Mas ela precisava saber que eu não estava 100% feliz em me mudar para o Brasil.
Mas a tensão logo acabou, quando Suga começou a roncar e a pequena Einstein começou uma explicação de " Porque a gente ronca". Percebi que seria bom ter ela na hora das lições de casa.
Enquanto ela falava, eu olhava pela janela. Era minha primeira vez no Brasil e eu já podia notar as diferenças entre São Paulo e Busan.
A cidade de São Paulo era bem... Suja. Mas isso não era problema para mim já que meu quarto não era o mais limpo do mundo.


Quando paramos no semáforo, passaram vários jovens por nós, todos sem camisa e shortolão. Fiquei de boca aberta assim que vi. Muitas pessoas passavam por eles e os cumprimentavam normalmente. Ninguém se importava que eles estavam andando sem camisa bem no meio dá rua.
É... Eu tinha muito o que aprender com a cultura brasileira.


#######################


Depois de uma hora de muito congestionamento e pessoas vendendo bala no semáforo, ainda não havíamos chegado. 


-- É... Mãe? -- Ela olhou no retrovisor e respondeu com um "oi" -- Onde é que eu vou estudar?


Ela se animou de repente e iniciou uma longa detalhação sobre meu novo colégio e disse que era o mesmo onde Suga, V e a pequena Einstein estudava. O colégio foi batizado de Perdão de Assis. E esse cara chegou ao Brasil no século XVIII . É um dos lugares que mais recebem turistas em São Paulo e Blá Blá Blá.


A verdade é que eu não estava dando a mínima para esse tal de Assis. Pois não importa o país onde eu moro, minha vontade de ir para escola sempre será a mesma: zero.


Eu ainda tentava entender qual era a moda de roupas do Brasil, quando um pensamento tenebroso veio em minha mente.


-- Que!? Quando foi construído esse colégio?!


-- No século XVIII. -- Respondeu a pequena Einstein -- O colégio Perdão de Assis foi implantado por...


- Século XVIII!? -- cortei ela -- Século XVIII!?


Eu estava perplexo.


E minha mãe percebeu: -- Jimin... Não é tão ruim quanto você imagina. Na verdade é um dos melhores colégios de São Paulo.


-- Mas Século XVIII?! -- insisti -- Isso quer dizer que ele tem 300 anos!


-- O que há de tão errado com o século XVIII? -- quis saber Taeyang.


-- Jimin não gosta muito de coisas antigas -- Minha mãe baixou a cabeça.
-- Sério? -- disse ele surpreso -- Então é bem provável que ele não goste dá nossa casa.


Eu dei um pulo.


-- Porquê!? -- eu já sentia minha boca ficar seca -- Porque não vou gostar dá casa?


Neste exato momento, entramos em um bairro diferente de todos os outros. Uma placa de madeira dizia: "Bem vindo a Rio Branco".
Havia um pequeno bar de madeira e todas as casas eram antigas. Todos os moradores que estavam na rua eram idosos e o bairro passava um certo ar.... Sombrio.


Quando o carro parou, percebi o que Taeyang queria dizer.  Era a casa mais antiga dá rua, mas não era feia. Disparadamente conseguia ser a mais bonita.
Mas isso não queria dizer que eu ia entrar lá... De jeito nenhum.


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A casa era linda por dentro.


O tapete dá sala combinava perfeitamente com o tom antigo dá casa. Tudo era lindo.


Mamãe me contou que Taeyang trabalhou duro para deixar esse lugar perfeito como está agora. Quando eles compraram o imóvel, estava definitivamente um bagaço.


Descobri que no século XVIII, este lugar tinha uma péssima reputação por ser um lugar onde as pessoas é... Davam uma escapulida, se é que me entende.


Depois que V e Suga trouxeram minhas malas, minha mãe rapidamente pegou minha mão e me puxou para a escada que levava ao grande corredor de muitas portas.
Paramos em frente a primeira delas e quando olhei para o lado, estavam todos lá. Mamãe, Taeyang, V, a pequena Einstein e até Suga estava lá. Mesmo que contra sua própria vontade. Todos me olhavam anciosos querendo saber se eu gostaria do quarto.
Eu tremi.
Fiquei com medo de não gostar e deixar todos decepcionados. Já que todos eles (inclusive Suga) ajudaram a arrumar esse quarto.


-- Pode abrir, Jiminnie -- mamãe sorriu e levou minha mão até a maçaneta dá porta -- Todos tentamos deixar o mais maravilhoso possível.
Era a hora.


Puxei a maçaneta para baixo e lentamente fui empurrando a porta.


O quarto era bem iluminado e rapidamente pude ouvir sons de carros e buzinas. Alguns quadros se espalhavam pelas paredes e enquanto a porta ia se abrindo eu podia ver a cama, um criado mudo, uma porta que levava a um banheiro, uma mesa com um computador novinho em folha, uma poltrona e em cima dela um... Um...


Eu travei.


-- O que achou, querido? -- mamãe perguntou com uma voz doce.


Demorei alguns segundos para responder.


-- Nossa... Eu amei. -- eu não conseguia tirar os olhos daquilo. Daquilo que estava sentado bem em cima dá minha poltrona -- Na verdade... Eu nunca vi igual. É... Perfeito.


-- Hum... Você está falando sobre o quarto ou sobre a poltrona? -- V perguntou juntando as sobrancelhas.


-- Que? -- desviei meu olhar, meio atordoado e olhei para V. -- Estou falando sobre o quarto. É. Sobre o quarto.


Eu estava realmente confuso.


-- Que bom que gostou, Jiminnie. -- minha mãe me abraçou bem apertado -- Espera até ver o restante.


Sorri e olhei mais uma vez para aquele ser em cima dá minha poltrona. Olhei para Taeyang, V, minha mãe, a pequena Einstein e Suga, que agora estava esparramado sobre a cama.


Ninguém o via. Apenas eu.


-- Olha Jimin... Se você não gostou dá poltrona nós podemos tirar, ok? Sem problema algum -- Taeyang disse passando a mão no cabelo.


-- Não! -- eu disse alto -- Não há problema algum com a poltrona. -- baixei a voz com um sorrisinho sem graça -- Só estou olhando porque... Porque... Eu nunca vi uma poltrona igual a essa. Veja só. -- apontei para a poltrona -- Ela não é linda?


Todos olharam para a poltrona.


-- OK, Jimin. -- Suga se mexeu na cama -- Já entendemos que você se apaixonou pela poltrona.


Revirei os olhos enquanto via um par de olhos curiosos olhando para mim.
Olhos que até o momento não haviam me olhando.


-- Min, você ainda não viu a sacada. -- A pequena Einstein disse me puxando.


Custou um pouco desviar o olhar dos olhos que agora eu tinha total atenção.
Mas eu desviei.


Cheguei na sacada e levei um susto ao ver vários carros e ônibus em um grande congestionamento bem em baixo dos meus olhos.


-- Espero que o barulho não te atrapalhe, Jimin. -- Taeyang disse preocupado.


-- Eu não ligo muito para barulhos. Mas como a entrada dá casa é tão silenciosa e calma e a parte de trás é tão agitada? -- Era doidera.


Taeyang sorriu de leve.


-- Nosso bairro só tem uma rua. Então tecnicamente, esse lado já não é mais nosso bairro. -- Eu olho perplexo para o tanto de carros -- Bem vindo a São Paulo, Jimin.


Depois de conhecer o closet, o banheiro, o sistema de luz e tentado ao máximo passar bem longe dá "poltrona", V trouxe minhas coisas para o quarto e minha mãe finalmente disse: -- Pessoal, vamos deixar Jimin tomar um banho e descansar,  porque ele deve estar bem cansado dá viagem.


Todos concordam e mamãe deu um beijo no alto dá minha cabeça.


Suga se arrastou para fora do quarto e todos saíram. Fechei a porta lentamente, me virei e olhei diretamente para aqueles olhos negros que ainda me olhavam curiosamente.


Respirei fundo e disse:


-- Ok... Quem Diabos é você e o que você está fazendo no meu quarto?


E sentado na minha poltrona.
 


Notas Finais


Aeeee geenteee!!!!
Terminei finalmente.
Eu espero muito que vcs tenham gostado. De verdade.
Porque eu peguei uma das minhas sagas preferidas de livros e o meu shipp preferido de todos os tempos e fiz uma mixtureba de amor e alegria.
Fiz com mto carinho.
Então espero que vcs tenham gostado.
Beijão 💚
E até o próximo cap

Obs: Gente... Cuidado confudir o Taeyang = pai / com o Taehyung = V = filho OK??
Só isso mesmo...
Bye


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