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História The Midnight Howl - Sterek (segunda temporada) - Capítulo 4


Escrita por: Sharman--

Notas do Autor


Heyyy amores, tudo bem com vocês?
Eu espero que sim.


Enfim, chegamos no nosso último capítulo. Eu quero agradecer a todos vocês por me acompanharem até aqui, por todos os comentários e risadas que eu tive lendo esses comentários (medo também mais a gente reveza), hehehe bom, agradeço do fundo do coração.

Espero que gostem❤❣
E até a próxima fanfic Sterek bbs

(Vou sentir saudades dessa, omg)

Capítulo 4 - Sweet Revenge!


Fanfic / Fanfiction The Midnight Howl - Sterek (segunda temporada) - Capítulo 4 - Sweet Revenge!


                    

                   .Sweet Revenge.

   

   Após chegarem de volta ao Sul, já ao amanhecer, Stiles fora levado para o quarto de Derek, adormecido. – Foi Derek quem levou. O alfa não quis em momento nenhum acordá-lo e acabar recebendo outro soco no nariz por sugerir que fossem ao quarto, juntos. Então, por este motivo, foi cuidadoso ao deixá-lo em sua cama confortável.



Ele sabe que Stiles ainda sente aquela dor... se sente traído por ter sua confiança enganada. Derek se culpa por isso, até demais. E talvez, mostrar que todo o luxo é dele, que toda a riqueza é dele e que tudo, desde que apareceu em sua vida, é para ele, fossem desesperadas.

Porém, por mais que a delicadeza do lúpus fora absurda em deixá-lo dormir, o ômega desperta.

– Por que me trouxe aqui? – Derek ouve a voz da raposa soar repreendedora, e isso faz com que seus lumes fossem fechados, logo os apertando.


– É o nosso quarto, você mora aqui. – Diz como se fosse óbvio. Em seguida se vira para a direção de Stiles.


– Eu não moro mais. – A frieza com que diz essas palavras afetam Derek sem piedade alguma. – Cadê Lexa e Liam, o que fez com eles?


O ômega se levanta rapidamente da cama.


– Ei, se acalma, por favor. Eu não fiz nada, eles estão bem e assim como você, estão no palácio... seguros. – Diz. E por um vago instante, Stiles se sente aliviado.


Derek não compreende os sentimentos que Stiles criou por Liam nesses meses, mas entende que sobreviveram juntos, e que isso não deve ser discutido, ainda mais nessas condições. Pelo menos não agora.


O lúpus sente seu peito arder, cada batida parece explodir dentro de sí a cada instante. Ele está cansado de sentir essa agonia, esse sentimento corrosivo da culpa e do arrependimento – mesmo sabendo que jamais se perdoará por isso –, ele precisa saber, precisa saber se Stiles ainda o ama, e talvez... o perdão dele fosse a resposta.


– Me desculpa, meu amor. Por favor, me desculpa. – Mantém-se cabisbaixo enquanto diz. – Eu falhei com você tantas vezes... e sinto que essa foi a pior de todas. Me desculpa por errar com você, me desculpa por não dar ouvidos à você e nem ter acreditado na sua palavra, seja ela a verdade ou não. Eu não me importo, só quero ter você do meu lado, e prometo, por todos os deuses e até pela minha família, que eu nunca mais irei trair a sua confiança.


Stiles mantém seus braços cruzados e seu semblante frio. Se aproxima do lúpus e para em sua frente.


– Não vou te perdoar tão cedo. Mas também não vou culpá-lo. – Esclarece.


Derek sorri ladino, e tenta se aproximar, mais não obtém sucesso.


– E se eu te der um presente? – Sugere.


Stiles o encara com um olhar fulminante no rosto, observando cada expressão no rosto de Derek, se formando aos poucos.

– Sei que o que você mais quer agora é vingança. – Agora o lúpus rouba a total atenção de Stiles. – Eu posso te dar isso.


– O que quer dizer com isso? – Franze o cenho.

– Quero dizer que eu só não matei Kyle porquê queria deixá-lo para você. E se serve de consolo, ele não sai do palácio nem para ver o dia. – Seu sorriso aumenta ao ver as feições alegres de Stiles.

– Eu vou matá-lo. – Diz.

– Eu sei. – Concorda. – Me deixe ajudar.

Stiles nega, e se afasta.

– É a minha vingança. Você não vai interferir nisso, Derek! – Seu semblante mais uma vez se torna sério.


Derek está se adaptando à esse novo Stiles. Um garoto confiante, decidido e impaciente, de certo modo... intenso.


– Não irei interferir. Não em matá-lo, mas defenderei você caso algum outro reino ouse questionar suas ações, e também mandarei que sigam você até lá. Pode matar Kyle dá forma que bem entender, mas não me peça para deixá-lo ir sozinho.


Stiles assente.


O lúpus inicia um contato entre os dois, raspando suas mãos pelo braço um pouco machucado de Stiles. É como se estivesse pedindo permissão para que pudesse ao menos abraçá-lo. Sabe que a raposa ainda não o perdoou, mais quer tentar se reaproximar como antes.


– Eu senti saudades. – Sussurra ao pé do ouvido.


– Também senti. – Sente seu corpo ser agarrado com delicadeza, onde beijos são deixados no canto de seus lábios. Stiles sabia qual era a intenção do lúpus, mas não estava pronto para isso, não até fazer o que pretende. – Agora não Derek.


O maior se afasta, parando de instigar a raposa quase que de imediato.


– Por que? Sinto que não me desculpei o suficiente, deixe eu compensar de outra maneira. – Sua voz saiu com rouquidão.


E por mais que não quisesse, os arrepios que subiram pelo corpo do ômega foram percebidos pelo alfa.


– Não estou pronto para isso! – Diz a verdade, e se afasta.


Derek assente, e se senta na beirada da cama, suspirando fundo. Não levou isso como uma derrota, afinal Stiles está ali, na sua frente. E isso não é uma derrota.

– Tenho outro pedido, Derek. – Stiles chama sua atenção, e logo sente os lumes verdes fitando-o. – Lexa dominará como rainha no Leste, e Liam retornará como rei no Norte.


Derek está surpreso quanto à isso. Bom, sabia de certa forma que todos os reinos seriam ocupados, por sí ou por outros, mas não imaginava que era Stiles quem iria contraria-lo nisso.


– E eu ficarei no Sul. – Completa.

É óbvio que o lúpus ficou animado com essa idéia. Stiles no Sul significa Stiles ao seu lado, e é apenas isso que deseja.

– Você quem manda, meu amor.
  

      {...}


E como todas as outras, a manhã estava fria. Ventos congelantes, árvores cobertas por neve e o gramado também já não era mais verde.


Stiles havia decidido por sí mesmo quando acordou naquela manhã; assim que tomasse o seu café, iria pegar o exército do qual Derek ordenou para segui-lo e atacaria o reino de Kyle.


E assim o fez.


Os homens e também algumas mulheres seguiam o cavalo de Stiles em direção aquele reino mórbido. A neve que cobria o chão era tão funda que as patas desses animais afundavam, até suas canelas.


Lexa e Liam o seguiam ao seu lado. Os três não podiam estar mais impecáveis; roupas quentes e luxuosas que deixaria qualquer mendigo babando e almejando só por um único acessório, comparado a alguns dias atrás, foi uma mudança e tanto.


Stiles obviamente não planejou ter um exército atrás para ajudar. Mas isso facilitou seu trabalho; o reino de Kyle foi invadido em perfeita sincronia, isso é, na última badalada de aviso. A regra era clara, quando tocavam isso, significava apenas uma coisa: rendição.


Os soldados que juraram suas vidas a Kyle se quer lutaram, sabiam tamanha a força que Derek possuía, a guerra estava ganha, sem nem mesmo haver uma luta. Liam lamentou, confessa que queria um pouquinho de sangue nas ruas; mas para Stiles, o de Kyle já era suficiente.


Liam estava animado. Ele teria seu reino de volta, mesmo com todos os seus crimes do passado – do qual jurou nunca mais cometer. Stiles decidiu dar uma chance ao loiro, isso porque ele viu de perto que a mudança é possível, e que ela aconteceu com Liam. Derek e os outros do reino não ousaram questionar, sabiam que Stiles estava certo, e na realidade, só não mataram Dunbar por causa disso.


– Bem que Derek avisou. – Lexa diz. – Kyle não saiu do palácio.


Stiles sorri cínico fazendo que não com a cabeça.


– Ele conseguiu ser a pessoa mais nojenta e hipócrita que eu já conheci. Até mais que você, Liam. – Bufa enojado.


Isaac foi outro que não se pronunciou nessa tomada de decisão. – não quis acompanhar Stiles para sentença de morte do seu ex-amor. Mas não negou que isso acontecesse. Isso porquê no fundo, também sabia que Kyle havia errado, e quando o próprio ruivo soube disso, se arrependeu.


Mas já era tarde, Stiles já marchava ao seu encontro e ele sabe que a raposa não vai demonstrar clemência.


Se não fosse sua prisão precipitada, teria matado Liam também. E talvez, esse seja o único fato que lhe agrada. Não ter matado o Liam foi algo bom.


– Kyle! – Stiles desceu do seu cavalo e berrou de forma ameaçadora. Estavam no pátio do palácio, e logo abaixo de alguns degraus; todo o exército que seguia Stiles ficara de prontidão, e os homens e mulheres que se renderam apenas assistiam a raposa berrar o nome do ômega ruivo. – Eu terei que bater na porta e fazer o papel do lobo mau? O você vai deixar de covardia e virá me enfrentar cara a cara?


Kyle permaneceu trancado no palácio com sua irmã Emma, até aquele momento. As portas foram abertas, dando um estalo ecoante da madeira. E lá estava, o ruivo com marcas de lágrimas escorridas no rosto; sua expressão era nula, e sua disposição também.



– Veja bem o exército fiel que tem. – Stiles provoca, apontando para os de armadura que largaram todas suas armas no chão e se quer levantavam o olhar. – Realmente, fico admirado com o seu... reinado.


– E deve! Diferente de você Stiles, eu construí tudo isso sozinho. Não precisei de um alfa lúpus, rei de uma nação, para conseguir ficar no topo. – Sua voz era calma,e suas lágrimas continuavam escorrendo.


Stiles gargalha, levando sua mão até a barriga pela dor que isso infligiu.


– Oh Kyle! Eu ia matar você de qualquer jeito, com ou sem esse exército atrás de mim. Garanto à você que tudo isso foi recém, também não esperava essa mudança nos planos.


– Isso é... injusto. – Lamenta.


Agora sim, Stiles para de rir, e o encara sério.

Acha isso injusto?! – Se aproxima aos poucos. – E não foi injusto quando você contou mentiras para o Derek? Não foi injusto quando eu aceitei conviver com a pessoa que mais odiava no mundo apenas para sobreviver?! Ou quando precisei matar inúmeras pessoas por um único pedaço de pão, não foi... injusto? – Cada palavra ecoou no reino. Todos observavam aquilo em silêncio, sem interferir.

– Eu... n-não foi minha intenção. – Diz.


E isso é o suficiente para Stiles se aproximar ainda mais, e dar um tapa forte no rosto do ruivo.


– Centenas de pessoas foram assassinadas por sua intenção, Kyle! – Suspira raivoso. – Não ouse fingir ser a vítima quando o culpado disso foi você.


Stiles sabe que aquilo não passara de um fingimento. Kyle queria bancar a vítima para que obtesse algum tipo de piedade. Mas o que ele não sabe, é que Stiles jamais seria capaz de ter esse sentimento, não por ele.


Reconheço o que fiz, e não vou escapar do meu destino. Quer me matar? Me mate, mas deixe minha irmã viver, ela não teve nada a ver com isso. – Suplica.


A raposa pode ser fria quanto à seu julgamento. Pode ser impiedosa quanto à sua sentença e impaciente quanto à seu ódio. Mas ela não é cruel.


E sim, esperta.


– Tanto amor pela sua irmã, e tanto ódio pelo seu avô. – Seu tom é de decepção. Stiles quer desmascarar a versão falsa de vítima arrependida de Kyle, e tem a carta perfeita para isso.


Os olhos do ruivo aumentaram quando ouviu. Essa era uma pessoa da qual imaginava já estar morta, e que ninguém se quer ouvisse falar da sua existência. Mas foi pego de surpresa quando ele foi citado por Stiles.


Como assim? – Franze o cenho.


– Ele era um homem sábio. Isso eu confesso, e eu lamento muito que tenha acabado da forma que acabou. – Rola seu olhar até o chão, e suspira fundo ao lembrar-se daquele idoso. Foi em pouco tempo, mas gostou da sua presença.


– Stiles cala a boca! – Pede em um sussurro, encarando vagamente às pessoas que estavam atentas aos dois. – Tudo tem limites.


Seu desespero por estar sendo descoberto tomou conta de seu sistema nervoso; suas mãos estavam trêmulas e a inquietação e olhares perdidos entregavam isso.


– Você o envenenou até deixá-lo cego e paralítico. E quando fui questionar o porquê, ele respondeu: Kyle descobriu que eu era uma raposa, e duvidou de todos os meus conselhos, me culpando por tudo que havia dado errado em sua vida.


– Cala a boca! – Seu tom de voz é aumentado, e as pessoas enxergam seu descontrole.


– Doeu ver isso Kyle. Você não teve piedade daquele pobre idoso, que apenas queria ajudá-lo com seus objetivos. E agora, vem aqui na frente de todos do "seu" reino e ainda pede clemência por sua irmã?! – A raposa sabe como virar o jogo. Os homens e mulheres do Norte o encaravam com decepção no rosto, até mesmo aqueles de seu reino original sentiam repúdio dele.


– Você não tem direito de falar o que aquele velho merecia! – Kyle se aproxima rapidamente de Stiles, tentando empurrá-lo escada abaixo. Mas foi inútil, já que com uma simples rasteira em seus pés, foi derrubado contra o chão.


– Chris merecia muitas coisas, e a morte não era uma delas! – Diz em tom de negação.


Em seguida agarrou o ruivo pelo pescoço e apertou aquela região com força. O rosto de Stiles era nulo quanto à expressões. Após enforcá-lo por alguns segundos, larga o pescoço dele. Kyle tinha sua pele completamente avermelhada por conta da pressão e de ter sua oxigenação mal distribuída, impedindo a circulação correta da corrente sanguínea.


Pisa no estômago de Kyle repetidas vezes antes de quebrar um de seus braços, e deslocar o outro. Certamente, uma visão agoniante para quem não era acostumado com a violência – o que não é o caso dos três ômegas.


O ruivo se contorcia e gemia de dor no chão. E esse som de sofrimento agradava os ouvidos de Stiles; como se fosse o som das corujas em seu momento de relaxamento.


– M-me mate logo! Por favor! – Pede, soluçando por conta do choro. Sua irmã assistia tudo aquilo sem demonstrar um pingo de sentimentos.


– Olhe ali, olhe bem para o que você pediu que continuasse vivo. – Aponta para Emma. – Você infernizou a minha vida. Tudo estava indo tão bem, estava ótima, mas você apareceu, e transformou esses dois meses em um inferno.


Chutou o braço quebrado de Kyle.


Por fim a raposa pegou uma faca mediana, com detalhes exorbitantes em seu supositório; era curvada e extremamente pontiaguda. Direcionou ela no estômago de Kyle, onde riscou um "X" superficialmente –  esse sinal era marcado em traídores bastardos ou pessoas com desonra.


Em seguida, levou-a até o Pomo de Adão do garoto, em um corte raso fez espirrar sangue para metros de distância; sujando toda sua face. Aquela era uma das mortes mais agonizantes e lentas que existia, Kyle se afogaria no próprio sangue enquanto sente um ardor intenso na região.


Não demora para que seu pulmão pare de respirar, seu coração de bater e seus olhos de piscarem. Por fim, sobrou aqueles olhos azuis vagando com pupilas dilatadas, encarando o céu nublado.


Stiles se levanta. Suspira fundo e larga aquela faca ao lado do corpo.


– O reino é seu Liam. Aproveite! – Diz passando pelas escadas, desta vez com apenas Lexa o seguindo.



Liam engole a seco. – Vocês vêem me visitar, né?! – Franze o cenho, preocupado.


Stiles sorri fraco antes de se virar.


– É claro! Deixar você sozinho é um crime. – brinca, subindo em seu cavalo com roupas sujas de sangue.


– Até mais Liam! – Lexa acena, sorrindo também.

– Até!


...


Parecia até uma despedida, mas se encontrarão novamente, e disso Stiles tem certeza – Aliás o seu casamento estara próximo, e seria um crime Liam não comparecer.




Notas Finais


Sei que o final não foi aquela coisa (sou péssimo com finais), então perdão se decepcionei vocês...

Bom, é isto
Adios minha raposa.

Comentem aí ❣❣❣


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