História The mini guy - Capítulo 4


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Categorias Got7
Personagens JB, Jinyoung, Youngjae
Tags 2jae, Got7, Jaebum, Youngjae
Visualizações 27
Palavras 1.065
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Lemon, LGBT, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OOOOe meu povo!!
To aqui de volta com mais um capítulo pra vcs c: (alguém aqui ainda lê isso? kskskskj)
Hoje to feliz pq finalmente aprendi a pintar com a aquarela que o meu namorado me deu, então bora fanficar \o/ ashaushuas'

Capítulo 4 - The little boy and the curse


 

 

 

Por uma semana, foi extremamente difícil esconder de Jackson a existência de uma pessoa minúscula dentro de seu dormitório, por mais que o loiro mal ficasse dentro do quarto por causa das atividades do seu clube de atletismo, e praticamente só voltava para dormir ou tomar banho. Teria sido mil vezes pior se ele não saísse do quarto. 

Mesmo cansado, Jaebum não estava nem mesmo cogitando em desistir, pois sabia que Youngjae não teria pra onde ir, já que ele não tinha seus pais e sua casa foi destruída praticamente por sua culpa. 

Era como uma dívida que Jaebum sentia que tivesse com Youngjae, não só isso como também o fato de sua presença lhe ser conveniente e lhe agradar como nunca. 

Nessa semana também aconteceu de Jaebum e Jackson ficarem mais próximos, e por causa disso Jaebum até mesmo cogitou de contá-lo sobre o seu segredo. 

Mas Jaebum ainda tinha um pé atrás, e não sabia como Jackson reagiria, e também pensava no consentimento de Youngjae, o que era o mais importante, afinal, seria ele quem mais sofreria os riscos. 

No final do dia, depois das aulas, os dois rapazes iam conversar debaixo de uma árvore mais afastada, dentro do campus do colégio. 

Ficavam contando histórias e piadas, que faziam um ao outro gargalhar. 

Aquela risada de Youngjae era a melhor, ele era um verdadeiro “sunshine”, enquanto gargalhava e dava os seus minúsculos tapinhas no ombro do mais velho. E Jaebum adorava aquilo, tanto que nem via o tempo passar, e sem menos esperar a noite caía sobre as suas cabeças. 

-É hora de voltar, daqui a pouco o inspetor vai dar o “toque de recolher” e se eu não estiver no meu dormitório vou receber uma bronca. - Disse Jaebum, e logo em seguida finalizou com uma risada abafada. 

-Nós precisamos mesmo ir agora? Não gosto de ficar naquela caixa... - Youngjae disse desanimado, enquando Jaebum tirava ele de seu ombro e o colocava em suas mãos. 

Ao ouvir aquilo o maior sentiu uma pontada em seu coração, estava com pena do pequenino. 

-Tudo bem, não precisa dormir na caixa hoje. Se acontecer algo eu assumo as responsabilidades. - Respondeu com confiança. 

Um sorriu para o outro olhando em seus olhos, olhares que já diziam tudo, “obrigado por existir”. 

Assim que estavam na metade do caminho do jardim até o prédio da escola, o inspetor os surpreendeu com a luz de sua lanterna direcionada aos seus rostos. 

Quase que instintivamente, Youngjae enrijeceu seu corpo, imitando a pose e expressão de um boneco. 

-O que leva aí em sua mão? - Perguntou o inspetor. 

Percebendo que já era tarde demias pra esconder Yoaungjae com as mãos atrás de suas costas e ao mesmo tempo capitando o plano do menor, Jaebum logo respondeu: 

-É-é só um boneco... De colecionador. - Gaguejou. 

O inspetor o olhou desconfiado, mas não deu muita atenção. Mesmo assim, não deixou de repreender o rapaz. 

-Não sabe que deveria estar em seu dormitório agora? São regras da escola. 

-Sim. Me desculpe, senhor. - Jaebum se curvou. - Com licença. 

 

(...) 

 

Já que não tinham muita privacidade por causa de Jackson, Jaebum e Youngjae sempre tomavam banho juntos na banheira. 

Não que isso incomodasse Jaebum, porque isso ascendia seus pensamentos mais pervertidos. 

Nada diferente de Youngjae, que ficava corado, não pelo calor da água, mas sim por pensar coisas indecentes. 

Há algum tempo Jaebum se sentiria culpado por isso, já que não tinha terminado nada oficialmente com Jaebum, mas quando pensava em Youngjae ele se esquecia de tudo, até pelo motivo de estar naquele colégio. 

-Eu me pergunto como surgiu o seu povo. Você disse que tem mais iguais a você, de onde vocês vieram? - Jaebum perguntou para Youngjae, que flutuava dentro de um escorredor de sabonete. 

-Na verdade não existe um povo... Você... Acredita em maldições e magia? Como as dos contos de fadas? 

-Bem, levando em conta que até algum tempo atrás eu não acreditava que pessoas do tamanho da minha mão existiam... Talvez. 

Os dois sorriram. 

-Tudo começou com meus tataravós. Eles eram muito pobres e tinham uma dívida com uma mulher muito velha que era conhecida no bairro como uma bruxa má, mas meus tataravós não acreditavam muito nesse boato. Ela havia emprestado um dinheiro para eles pagarem a casa onde viviam antes que ela fosse hipotecada, mas por não conseguirem pagar toda a dívida a mulher jogou uma praga na família dizendo: 

“Eu amaldiçoo todas as gerações de sua família, desde o primo até o irmão. Uma maldição que fará todos serem tão insignificantes quanto insetos, que só pode ser quebrada caso o milésimo casamento da família aconteça.” 

-Desde então minha família vem sendo obrigada a se casar com primos de qualquer que seja o grau parentesco por causa de nosso tamanho, na esperança de chegar até o milésimo casamento e assim quebrar a maldição. Mas acontece que eu nunca me conformei com isso, e não quero me sacrificar me casando com uma prima, nem tendo filhos com quem não amo, por isso fui expulso pelos meus pais com a justificativa de que eu sou um egoísta que quer ver minha família em ruínas pra sempre. 

Youngjae pareceu triste ao contar essa história, o que fez Jaebum realmente sentir muito pelo menor, ao mesmo tempo que sentia raiva da tal bruxa e dos pais de Youngjae por tê-los expulsado. 

-Eu sinto muito... 

-Não precisa sentir. Eu não me arrependo de nada, prefiro viver do jeito que me faz bem do que morrer sentindo que vivi pagando pela maldade de terceiros. - Apesar do clima triste, Youngjae sorriu cabisbaixo, fazendo com que aquele sorriso e a última frase dita fizesse Jaebum repensar sobre sua atitude passiva com os seus pais. 

Youngjae se debruçou sobre o escorredor e tocou a água. 

-Não existe outra forma de quebrar a maldição? - Jaebum perguntou curioso. 

-De uns anos pra cá começou um boato entre meus primos e meus irmãos de que existe outra forma. - Jaebum aproximou o rosto até o menor, atento. - Com um beijo verdadeiro, entre um humano normal e alguém do meu tamanho – Jaebum arregalou os olhos interessado.  

-Um beijo...?  

-É - Youngjae riu. - Não acha isso como um conto infantil? 

-Na verdade pode funcionar. - Disse Jaebum. 

-Você acha, é? - Youngjae perguntou surpreso. 

-Sim. Não dizem que amor cura tudo? 

 

 

 


Notas Finais


Enfim gente, to guardando uma coisinha pro próximo, acho que vcs já sabem o que é :v
E também to tentando regrar um dia pra postar os capítulos das fanfics, quando me decidir eu aviso

Enfim, comentem o que acharam por favor!

Espero que tenham gostado <3
Beijocas~


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