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História The Minnie and the Beast (JIKOOK) - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Just a rose.


Fanfic / Fanfiction The Minnie and the Beast (JIKOOK) - Capítulo 2 - Just a rose.


O primeiro amanhecer no campo parecia um decreto de paz. Ao abrir os olhos podia se ver uma luz fraca e alaranjada, o gostoso sol das 7 da manhã. O doce canto dos pássaros eram ainda mais agradáveis sem os gritos e barulhos da aldeia. Mesmo ainda enrolado em suas cobertas, Jimin sentia a brisa fria do campo entrar pelas gretas da madeira envelhecida. Abrindo a janela, um belo dia os esperavam lá fora.

Já faziam 2 meses desde que a família havia se mudado para a grande casa em meio a floresta. Na cidade, muitos se questionavam o que haveria acontecido com a família Park de Bauffremount, desapareceram assim como a família real. Especulavam que foram sugados para o inferno por sua luxúria e pecados. Grandes tolices.

Apesar do tempo que já viviam naquele lugar, as irmãs de Jimin ainda não tinham se acostumado com a nova vida, mas Jimin já se sentia completamente em casa. Todos os dias arrumava a casa, fazia as refeições, lavava as roupas e cuidava do jardim. Seu pai ia uma vez por semana a uma aldeia vizinha para vender alguns frutos do jardim e flores e usava o dinheiro para trazer comida e outros itens para casa. As irmãs de Jimin só sabiam reclamar e menosprezar a vida que seu pai estava se esforçando para tornar agradável a todos. 

Após banhar-se e trocar de roupa, Jimin resolveu colher algumas frutas e legumes para que seu pai as levasse a cidade, frutas e legumes frescos sempre rendiam um bom dinheiro.

— Madeline! Ajude-me a colher algumas frutas? - gritou a beira da escada.

— Estou descendo!

Jimin foi a frente e começou a colher algumas cenouras e batatas, enquanto estava arrancando-os, Jimin notou um pequeno objeto brilhante em meio a terra.

— O que é isso?

Escavando mais um pouco, ele percebeu que se tratava de um medalhão. Ao limpa-lo com um pouco de água, Jimin notou que o medalhão não parecia velho e havia alguma coisa gravada atrás do mesmo.

— le prince honoré Jeon Jungkook... É do príncipe! - Disse se levantando rapidamente e correndo para seu quarto. No caminho ao seu quarto, acabou trombando com Madeline.

— Minnie! Onde vai?

O jovem garoto entrou euforico em seu quarto, procurava desesperadamente pelo livro que seu pai havia lhe dado a 2 meses atrás. Quando finalmente encontrou, notou que o livro já estava completamente empoeirado, limpou-o com cuidado e então, no verso de sua capa ele encontrou sua confirmação.

— É o mesmo brasão... Esse medalhão pertencia ao príncipe Jeon. Como veio parar aqui? - se questionou enquanto se sentava em sua cama. 

Como um medalhão que pertencia ao príncipe desaparecido acabou parando no jardim de uma velha casa no meio do nada? Perguntas como essa começaram a rondar a cabeça do jovem rapaz. 

Jimin foi tirando de seu mar de pensamentos pela voz de Haydée gritando a todos 

— Haydée, para que tantos gritos? - perguntou Jimin.

— Papai precisa de ajuda para colocar as coisas na carroça, ele conseguiu uma ótima oferta pelos legumes e frutas, vamos conseguir muito dinheiro, Minnie! - disse a garota dando pulos de alegria.

Todos foram correndo para fora e viram seu pai com sua carroça e seu fiel companheiro, o cavalo Tristam. Eles não esperaram o velho senhor dizer absolutamente nada, logo foram pegando as caixas e ajudando seu pai a carregar a carroça. Pela primeira vez, todos os irmãos concordaram em fazer alguma coisa juntos e sem reclamações.

— Papai, você vai realmente vai ganhar muito dinheiro? - perguntou Amélie curiosa.

— Sim, minha filha. Inclusive, trarei presentes para todas vocês, façam uma lista do que querem! - disse o velho senhor com um belo sorriso no rosto.

— Papai, tome cuidado no caminho. - Disse Jimin acariciando o cavalo.

— Eu tomarei, meu filho. Mas me diga, o que você vai querer da cidade? - perguntou se abaixando um pouco para olhar nos olhos do filho.

— apenas... Apenas uma rosa. Elas não crescem aqui. - pediu com um doce sorriso.

— Trarei sua rosa, cuide-se na minha ausência. - beijou a testa do filho.

Logo todas as 4 meninas saíram eufóricas de casa segurando uma lista enorme. 

— Aqui, Papi, tudo que queremos. - Disse Ayan dando pulos e gargalhadas.

O senhor olhou a lista com um pouco de espanto pelas jovens moças quererem tantas coisas.

— Eu vou indo, cuidem-se. 

Os 5 irmãos ficaram ao lado de fora acenando em vendo seu pai se afastar ao horizonte. Mas logo todos entraram e voltaram a sua programação de não fazer nada e irritar o irmão mais novo. Mas a cabeça do jovem Jimin estava em um lugar bem distante no momento. 

Jimin queria entender como aquele medalhão tão bem preservado estava enterrado em seu jardim. Não fazia sentido que tão longe da área do suposto castelo desaparecido um medalhão tão caro estivesse perdido. Por mais que o jovem Park tentava criar uma explicação lógica para o que estava acontecendo, nada poderia explicar aquilo. Ele só sabia que o medalhão do príncipe herdeiro desaparecido estava agora em suas mãos.

•••

Enquanto o comerciante ia em direção a cidade, mau podia esperar que pudesse voltar para casa com o dinheiro e os presentes que suas filhas tanto queriam. Seria um dia de alegrias. 

A floresta parecia calma e tranquila, silenciosa e misteriosa, aquele clima agradável mas ainda sim medonho. E então, Tristam parou.

— Oh, por que parou, Tristam? 

E então ele pegou o lampião em mãos e o esticou para frente, na tentativa de enxergar o porquê de seu cavalo ter parado. Logo o velho senhor percebeu que muitas árvores haviam caído naquele caminho, seria impossível passar por ali. Enquanto o senhor pensava em uma solução, Tristam simplesmente voltou a andar indo em outra direção.

— Tristam, aonde está indo? - perguntou tentando enxergar o caminho a sua frente.

Logo o cavalo voltou a parar e observar a sua frente. Eles estavam agora no pé da grande montanha real. Uma curiosidade descomunal invadiu o velho senhor, este que desceu de sua carroça com seu lampião em mãos, e então, se aproximou da grande parede de pedra. Após analisar bem aquela grande muralha de pedra, o velho senhor percebeu que logo atrás de um arbusto havia uma especiel de entrada. Mesmo que estivesse com medo, aquela enorme curiosidade que invadiu o coração do velho senhor não o deixava voltar para trás. Ao ouvir um barulho extremamente alto e se assustar, o velho senhor então saiu de seu transe, percebendo que Tristam e sua carroça já não estavam mais ali. Sem nenhuma explicação, uma forte chuva começou a cair. Sem mais opções, o velho senhor apenas correu para o interior dessa misteriosa e escura caverna, percebendo que ela havia uma saída.

Ao cruzar a saída, os olhos do velho senhor quase saltaram para fora de sua corpo. O que estava diante de seus olhos era com toda certeza a imagem mais medonha e mais incrível que havia visto em toda sua vida. O comerciante estava paralisado, não conseguia mover suas pernas, não se importou com a chuva que já havia o deixado encharcado. Com um pingo de coragem, o senhor voltou a andar, caminhando lentamente em direção ao assustador e majestoso...

— O castelo perdido.

O senhor quase não podia acreditar no que estava diante de seus olhos. O grande castelo desaparecido estava diante de si, completamente perfeito e sem nenhum traço de abandono. 

Notando que a chuva ficara mais forte, o velho comerciante apressou-se a correr para dentro do grande castelo. Após bater 3 vezes na porta e não receber resposta, ele percebeu que a grande porta estava aberta.

— Olá? Desculpe entrar assim, a porta estava aberta. - Adentrou-se lentamente no castelo. — Está chovendo muito lá fora.

O senhor estava encharcado e o clima estava muito frio, certamente ficaria doente.

shiii, não diga uma palavra. - disse uma voz de fonte desconhecida.

— Quem disse isso? Quem está aí? - Perguntou o velho senhor assustado olhando ao seu redor.

Yoongi, ele vai ficar doente.

— NÃO IMPORTA, JIN! O PATRÃO NÃO GOSTA DE INTRUSOS! 

Logo o velho senhor notou que as duas vozes sem fonte, eram na verdade de um candelabro e um relógio que estavam em cima de uma mesa.

— oh, céus! Vocês falam? - perguntou surpreso pegando Yoongi, o relógio.

— Sim, senhor. Eu falo, agora me coloque de volta, JÁ! - Esbravejou o relógio ranzinza tentando sair das mãos do velho senhor.

— Oh, perdão. Estou perdido e preciso de um lugar para ficar. - disse o senhor colocando a relógio de volta ao lugar.

— Jin! NÃO!

— Yoongi, o pobre senhor está todo molhado, o que custa ajudá-lo? Me siga, senhor, vamos enchugar- lhe. - disse o candelabro indo em direção a uma sala com uma lareira enorme.

O velho senhor apesar de estar um pouco assustado com a situação, apenas seguiu os dois objetos. 

— Aqui, senhor, sente-se no sofá. Taehyung, traga-lhe uma toalha! - Gritou o candelabro.

Logo um espanador veio correndo em direção dos mesmos trazendo uma toalha e alguns cobertores. A cada segundo a situação naquele lugar ficava mais estranha.

— Aqui está, senhor. Aqueça-se. - Disse sorrindo quadrado o espanador.

— Não não não não não! O patrão vai ficar furioso! Vocês estão malucos de acolher um humano?! - disse o relógio a beira de um surto.

— Fique tranquilo, Yoongi, o patrão não vai nem perceber que ele está aqui. - disse passando um dos "braços" pelo pescoço do relógio.

Mas parece que Jin estava levemente errado. Ao terminar de sua frase, todos ouvirando um rugido forte e estrondoso, as paredes do castelo se estremesseram com tamanho som. Todos os móveis se encolheram a ouvir aquilo, as velas nas mãos de Jin se apagaram de imediato. O velho senhor apavorado com aquele barulho, apenas se encolheu no sofá entre todas aquelas cobertas. E então, ouviram sons de passos, mas eram passos pesados, o chão tremia a cada um deles.

— É o patrão! O que faremos, Seokjin? - Disse o relógio em desespero total.

— Acalme-se, Yoongi. Olhe, esconda o humano, eu vou distrair o patrão, vai!

Assim todos os móveis começaram a correr para esconder o velho senhor e para voltarem a seus lugares. E então os passos pararam.

— Patrão, que bom vê-lo. 





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