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História The Mission - Clexa (Adaptação) - Capítulo 52


Escrita por: e clexaon


Notas do Autor


Oiie meus amores, tô até com medo de ter dado minha cara por aqui depois de todo esse tempo... Maaas voltei 😊
E tô voltando com estilo...

Capítulo 52 - Fifty two


Fanfic / Fanfiction The Mission - Clexa (Adaptação) - Capítulo 52 - Fifty two

Acordei e olhei para o relógio e marcavam 22:53pm, Lexa ainda não tinha chegado, porque senão ela teria me acordado, olhei para o celular e tinham três mensagens dela e cinco chamadas perdidas, meu celular estava no silencioso; "saudades do seu corpo no meu, saudades dos seus beijos, da sua risada, saudades do meu amor. ps: vou demorar um pouco, pois estou resolvendo algumas coisas." [19:03pm]. Ah, que saudades que eu estava da minha Lexa, parece bobeira, mas eu estava, a quanto tempo eu queria pular nos braços dela e dizer que eu queria voltar com ela, mas essa maldita insegurança me impedia de fazer isso, eu sempre soube que a Lexa me amava, mas o medo dela acordar como era antes me fez ficar insegura. Abri a outra mensagem dela; "Baby, você quer que eu leve uma pizza para você? [20:14pm] "Amor, por que você não me responde? Está tudo bem? Aconteceu alguma coisa? Por que não atende o celular? Estou ficando preocupada."[20:45pm] "Liguei para a Emma e ela disse que você estava dormindo, que susto que você me deu, mulher. Eu vou levar a pizza de qualquer jeito. [20:55pm] Me espreguicei na cama, Lexa às vezes era tão dramática, resolvi mandar uma mensagem para ela; "Desculpa baby! Onde você está?" Não demorou muito e ela me respondeu.

"Desculpa amor, precisei encontrar algumas pessoas, estou saindo daqui agora." [23:00pm] - Eu sorri.

"Está com outra?" - Perguntei rindo dela, sabia que ela deveria estar resolvendo sobre as vendas de drogas, mas eu queria provocar ela, meu celular começou a tocar e eu sabia que era ela.

- Clarke, eu só quero você. - Ela não esperou nem eu falar "alô" e aquilo me fez rir bobamente. - Responde alguma coisa. - Ela falou manhosa.

- Eu sei baby, eu só queria te provocar. - Eu não podia ver, mas sabia que ela estava rindo. - Você está rindo, né?

- Esse é o efeito que você causa em mim. - Ouvi algumas buzinas. - PASSA POR CIMA, FILHA DA PUTA. - Ouvi ela gritar, mesmo estando afastada do celular foi bem alto.

- Tudo bem? - Perguntei rindo.

- Sim, só alguns idiotas no trânsito. - Ela suspirou. - Vou passar na pizzaria, qual sabor você quer?

- Pode ser mussarela. - Eu respondi ainda deitada. - Vai demorar muito?

- Um pouco, por que?

- Eu estou nua na sua cama, mas estou começando a ficar com frio. - Eu queria provocá-la para ver se ela chegava em casa mais rápido, ela ficou em silêncio e ouvi sua respiração mais pesada.

- Eu sei que você está brincando. - Ela falou mais baixo.

- Não estou. - Disse sorrindo.

- Então prova. - Ela falou. Tirei minha blusa, bati uma foto e enviei para ela.

- Eu espero que você não esteja em público. - Eu falei rindo e ela ficou em silêncio, depois ouvi o pneu cantar e mais nada. - Lexa? - Silêncio. -LEXA? - Gritei.

- Porra Clarke, não faz isso comigo. - Ela falou.

- Bom, se você não demorar, acho que eu não vou precisar me aquecer sozinha. - Disse num tom malicioso.

- Não vejo probelma em você se aquecer sozinha pensando em mim. - Ela disse no mesmo tom. - Eu não me importaria nem um pouco. - Ela acabou de sugerir o que eu estou pensando que ela sugeriu?

- Então você quer fazer um sexy fone? - Eu disse meio sem graça, nunca tinha feito isso. - Eu sou tímida.2

- Quase isso. - Ouvi o carro parar e seus passos. - Quero ouvi... - Foi tudo o que ela disse. - Imagina tudo o que você quer que eu faça com você, minha língua passando em você, meus dedos te tocando. - Ela falou num tom totalmente sexy e eu senti uma pontada no meu ventre, retirei meu short e a calcinha e levei minha mão ao meu sexo, como eu estava de fone, fechei meus olhos e imaginei a Lexa ali comigo.

- Continua amor. - Falei e ouvi ela dar uma breve risada.

- Coloca sua outra mão em um dos seus seios e me imagina tocando nele, imagina minha boca nele, minha língua passando pelo seu mamilo. - Soltei um gemido quando minha mão entrou em contato com o meu seio esquerdo, minha imaginação estava fluindo, eu estava completamente molhada. Ela ficou quieta por um tempo, mas eu não parava o movimento, ouvi a porta do carro bater. - Penetra dois dedos, amor. - Ela falou e quando eu penetrei, soltei um gemido mais alto, ouvi ela gemer do outro lado da linha.1

- Se você for rápida... - Falei ofegante enquanto fazia os movimentos de vai e vem com a minha mão. - você ainda pode me ajudar...

- Que se foda! - Ouvi o barulho do motor, ela estava correndo. - Aumenta a velocidade e geme alto para eu ouvi Clarke. Vai, bota com força! Imagina eu colocando e te chupando ao mesmo tempo.

- Hmmmmmmmmmmmm. - A imagem veio na minha cabeça e eu não consegui segurar o gemido que veio bem mais alto. - Lexa, eu quero você! - Quase não consegui falar. - Quero que você me chupe com vontade. Me faça sua. - Falei rápido e ela não falava mais nada, eu estava de olhos fechados, com os movimentos constantes e logo eu chegaria no clímax. Senti mãos na minha perna e abri os olhos com o susto, era ela, suas pupilas estavam dilatadas pelo prazer e seu sorriso safado me fizeram ficar ainda mais excitada.

- Continua, não para não. - Ela abriu mais minhas pernas e ficou me olhando com tanto prazer no que eu fazia. Eu estava chegando lá, eu iria gozar.

- Baby... eu vou... aaaaa. - Ela tirou minha mão e eu fiquei sem entender.

- Goza na minha boca. - Ela parrou a língua no meu sexo, meu gemido ficou preso na garganta e eu gozei, já estava quase gozando mesmo e só o toque dela já me deixava muito excitada. Ela continuou me chupando e lambendo e eu rebolando na sua boca, mesmo depois de ter gozado e meu corpo ter tido espasmos, ela não parava, gozei mais duas vezes na sua boca. Quando ela levantou sorrindo, minha visão estava meio turva, ela beijou minha boca e senti o meu gosto, num ato quase que involuntário a agarrei, ela ficou deitada ali comigo, até que minha respiração foi voltando ao normal.

- Roupas demais. - Falei já abrindo os botões da sua calça, acho que ela entendeu e começou a se despir, quando ela tirou a blusa pude ver sua barria perfeita, antes não tinha quadradinhos como agora, sempre foi bem definida, mas não tanto, arranhei sua barriga e ela gemeu, veio de encontro a minha boca e me deu um beijo calmo e saudoso, que logo deu lugar a um voraz e selvagem, ela arrancou as calças correndo e colocou sua coxa no meio das minhas pernas fazendo contato com o meu sexo, já molhado, gemi em meio aos beijos, ela desceu sua boca pelo meu pescoço e começou a morder e beijar ali, eu passava minhas unhas de leve nas suas costas, o que fazia ela gemer baixinho, provavelmente ficaria marcas, tanto nela quanto em mim, ela chupou meu ponto de pulso e um gemido mais alto saiu pela minha boca, ela foi descendo os beijos para o meu colo e parou por um tempo, eu não entendi, então levantei a cabeça para olhá-la. - Algum problema, amor? - Minha voz saiu embargada.

- Não. - Ela ainda olhava meus seios admirada. - Só estava olhando os gêmeos. - Ela disse sorrindo. - Ah, eu senti tanta falta deles. - Ela apertou os dois ao mesmo tempo e eu gemi, suas mãos ficaram massageando ali enquanto ela me beijava e eu chupava sua língua, como eu senti falta dos seus beijos, beijar ela era um misto de sensações saborosas, seu corpo sobre o meu se mexia sensualmente, nunca deixando de quebrar o contato entre nós, minhas mãos passeavam pelas suas costas, às vezes arranhando, às vezes apertando a sua bunda. Ela voltou a descer os beijos pelo meu colo e sua boca foi de encontro com o meu seio direito, na mesmo hora eu ergui meu corpo e sua mão entrou em contato com o meu sexo, meus gemidos eram constantes e eu não conseguia mais controlar a altura deles, ela retirou a boca do direito e foi para o esquerdo enquanto me masturbava, o mamilo já estava rígido, mas ela continuava a dar pequenas mordidas e chupões.

- Ohhhhhh. - Ela aumentou os movimentos dos dedos e eu agarrei seus cabelos pressionando, ela foi descendo os beijos e ficou chupando e mordendo minha barriga por um tempo, eu já estava impaciente com ela. - Vai logo! - Minha respiração estava tão pesada. Senti ela rir. - Me chupa logo, não aguento mais ficar sem sua língua dentro de mim. - Quando eu falei isso, vi os olhos dela escureceram ainda mais, ela atacou meu sexo com uma vontade que me fez gemer tão alto que aposto que todos escutaram, mas eu estava pouco me fudendo para isso. Levantei a cabeça para olhar para ela, que tinha os olhos sedutores e maravilhosos me olhando, aquilo me deixava ainda mais excitada, vi sua mão descer para seu sexo, mas eu não queria assim. - Não... - Falei num fio e ela parou. - Vamos fazer algo novo. - Ela abriu um sorriso enorme.

- Você está sugerindo que...? - Ela não terminou e eu sacudi a cabeça concordando. - Fica por cima, eu quero apertar sua bunda. - Quando estávamos trocando de posição ela deu um tapa na minha bunda e isso me fez gemer, vi seu sexo extremamente molhado e minha boca salivou, ela deveria estar sedenta também porque não esperou muito, já caiu de boca literalmente no meu sexo enquanto apertava minha bunda. Eu rebolava na sua boca e quase não conseguia manter o ritmo das chupadas nela, mas me esforcei, sentia ela gemer também quando minha língua passava pela sua abertura, começamos a manter um ritmo só, ela apertava e dava tapas na minha bunda que me davam mais prazer do que dor, não demorou para que o clímax entre nós chegasse praticamente ao mesmo tempo. Meu corpo sofreu espasmos e sentia o dela tremer em baixo do meu, quando minha respiração voltou ao normal, deitei sobre ela que fazia carinhos nas minhas costas, enquanto beijava meu rosto de maneira doce. - Como eu senti sua falta. - Ela suspirou. - Não só de fazer sexo com você, mas de te ter assim comigo. - Eu sorri e coloquei meu rosto na dobra do seu pescoço.

- Senti sua falta também amor. Eu esperei você invadir meu quarto aquela noite. - Falei sincera e ela sorriu. - Quando o dia amanheceu e você não entrou por aquela porta, eu fiquei realmente triste.

- Pensei que você não me quisesse dormindo com você - Ela falou enquanto acariciava meus cabelos.

- Eu dizia da boca pra fora. - Dei um beijo no seu pescoço e senti ela estremecer embaixo de mim. - Aí depois você veio com esse papo de almoço hoje. - Comecei a fazer carinho em seu braço.

- Você realmente achou que eu teria um encontro? - Ela soltou uma risada nasal.

- Por um momento sim. - Eu suspirei.

- Eu te amo. - Ela falou e meu coração começou a bater mais rápido, senti meus olhos marejarem.

- Eu também te amo, amor. - Falei me apertando mais ao seu corpo. É claro que ela já tinha dito isso antes, mas todas as vezes que ela dizia era como se fosse único para mim. Eu a amava de todo o meu coração e fiquei imaginando a gente no futuro, com filhos e tudo mais, um sorriso surgiu nos meus lábios e vi que ela também sorria, mas aquele clima gostoso foi quebrado quando senti meu corpo gelar na hora, eu estava molhada e Day também, mas não molhada no bom sentindo. Olhei para a porta e vi Emma rindo enquanto saia correndo pelo corredor.

- VINGANÇA. - Ela gritou do corredor.


Notas Finais


Como estão nessa quarentena? Principalmente depois desse capítulo ? 🙊🌚


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