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História The Mission - Clexa (Adaptação) - Capítulo 54


Escrita por: e clexaon


Capítulo 54 - Fifty four


Poin't View Alexandra Woods.

Acordei ainda com meu corpo muito dolorido, estiquei o braço para abraçar a Clarke, mas ela não estava mais na cama, abracei seu travesseiro e o cheirei, seu cheiro ainda era o mesmo, um misto de morango com o perfume que ela roubou de mim em Milão. Fiquei mais um pouco na cama, quando ouvi batidas na porta, imaginei ser alguém com medo deu estar pelada, provavelmente Harper, porque Raven já iria sair entrando, não me lembro de quantas vezes ela me pegou nua na cama com alguma mulher.

- Pode entrar. - Eu disse de uma forma meio sonolenta. Para a minha surpresa não era Harper e sim o Senhor C. Me sentei rapidamente na cama, mas logo me arrependi, porque a dor veio com força me fazendo quase perder o fôlego. Será que eu havia quebrado alguma costela?

- Não, sua costela não está quebrada. - Ele falou, parecia até que sabia o que eu estava pensando. Eu dei um sorriso meio sem graça e ele se sentou na beira da cama. - Alexandra, nós precisamos conversar. - Eu apenas assenti. - Quando você me conheceu, fazia pequenos furtos, havia largado a escola, mas eu sempre soube que você era uma pessoa com muito potencial. Talvez eu tenha sido duro demais algumas vezes, mas eu não quero que você desperdice tudo o que você tem e acabe se perdendo atrás de falsas ilusões, como drogas, dinheiros e mulheres. - Ele sabia minha sexualidade, foi uma das primeiras coisas sobre a qual conversamos. - É difícil, talvez quando você tiver filhos você entenda o quanto é difícil mantê-los na linha e que sigam seu caminho.

- E que caminho eu tenho? Hoje eu sou só mais um peão do FBI, fazendo o trabalho sujo deles. Eu nem sei qual o objetivo de tudo isso. - Eu disse, talvez de maneira bem rude.

- Acredite, eu não queria que fosse assim. - Ele disse. - Mas no fim, eu fico feliz que quem é o chefe dessa operação é um velho amigo meu, as coisas poderiam estar piores se não fosse por ele. - Eu concordei, pois era verdade. - Lexa, querida, olhe para mim. - Levantei meu olhar para olhá-lo. - Você está nisso por conta dos seus amigos ou ainda por causa daquela vingança? - Talvez ele conseguisse me ler tão bem quanto a Clarke. Quando ela mandou aquele advogado me oferecendo exatamente o que eu queria, mas nesse caso, ele sabia que havia muito mais por trás daquele contrato de liberdade, era uma promessa e ainda mais agora que eu voltei a ser a Alexandra de sempre, a que não hesita em matar e que faria o que fosse preciso.

- Talvez. - Eu respondi. - Não é só por mim e você sabe... é para o espírito dela descansar em paz. - Eu suspirei e limpei a lágrima solitária que caiu e ele segurou minhas mãos.

- Lexa, eu já te disse, isso vai matar você. Quando você está cega pela vingança, coisas acontecem, está aí como exemplo, o que você está passando agora. - Ele suspirou e se aproximou de mim. - Eu também tenho minhas rixas pessoais e elas tem 26 anos e eu estou esperando o momento certo para me vingar, pela minha mulher e minha filha. - Ele me encarou, ele já havia me contado aquela história, era realmente tocante. Ele era o rei da máfia de Miami, uma dos seus subordinados o traiu, matou seu melhor amigos e a esposa dele, a filha deles só sobreviveu porque a mãe dela a escondeu em um cesto, já a mulher e a filha do Senhor C. não tiveram tanta sorte.

- E como eu devo encarar isso? Uma missão do governo, onde eu sou uma agente secreta que vai salvar o mundo? - A ironia reinou na frase, eu sabia que em breve ele ficaria irritado.

- Encare como um acerto de contas para um novo futuro. Agora você tem uma esposa, mesmo que não tenha me apresentado ela devidamente, fico feliz por isso. Clarke é uma boa garota, um pouco perdida como você, mas as duas encontraram o caminho juntas. - Ele abaixou a cabeça e riu negando. - Quando entreguei a ficha dela para Octavia, não sabia que vocês poderiam ter um relacionamento, talvez uma forte amizade, mas não um relacionamento.

- Então foi você? Você sabia que ela era do FBI e...

- Sim, eu sabia. - Ele me interrompeu. - E eu também sei que aquela operação estava acima dos conhecimentos dela. - Meu queixo caiu, ele estava defendendo ela, mesmo que eu tivesse optado por esquecer aquilo para ficar com ela, ainda assim era um assunto desconfortável. - Você acha mesmo que ela iria te trair? - Agora eu sabia que não, mas na hora eu fiquei muito chateada, por isso voltei a me entregar as drogas. A dor de uma outra traição já era ruim, imagine da mulher que você ama. Se Clarke me pedisse para pular de um prédio de 50 andares para provar o meu amor por ela, eu pularia sem pensar duas vezes. - Lexa, eu compreendo que você ainda está calejada, mas não deixe que isso faça com que você tome decisões precipitadas e magoe as pessoas que você ama.

- Eu não vou fazer isso. - Eu suspirei. Ele realmente estava certo, eu ultimamente tenho esquecido tudo o que ele me ensinou.

- Eu vim ajudar vocês. - Eu dei um grande sorriso e pulei nos seus braços. - Mais sabe das minhas regras. - Eu apenas concordei com a cabeça. - Quando tudo isso acabar, quero que você me dê netos. - Ele gargalhou e eu o abracei mais forte, senti seu braço me apertar forte. - Eu senti sua falta, guaxinizinho. - Ele era a figura paterna que eu nunca tive, mas ele também era carinhoso, eu sabia que no fundo ele não fez aquilo tudo por mal, tinha uma lição por trás. - Eu ainda não esqueci que você se rebelou contra mim por causa da Clarke.

- Eu vou protegê-la com a minha vida, então não ouse encostar nela. - Eu disse ainda abraçada com ele.

- Acabei de ser ameaçado por Alexandra Woods, estou morrendo de medo. - Ele falou irônico.

- É melhor ter mesmo, velhote. - Soltei o abraço e dei um soco leve em seu braço. - Senti sua falta. - Saiu quase como um sussurro, mas acho que ele ouviu, porque eu pude ver um sorriso em seus lábios.

- Eu vou me retirar, vou resolver alguns assuntos. Harper pediu para te avisar que você precisa fazer as amostras para a festa de amanhã. - Eu assenti, voltei a me deitar e ele saiu. Precisava ir para o laboratório fazer as amostrar, o FBI ainda não tinha mandado as drogas, mas eu tinha um pouco ali, tinha três quilos de meta e ácido, eu comprei com alguns caras em alguma esquina do bairro, agora era ter a dosagem certa. Fechei os olhos para descansar mais um pouco, mas ouvi a porta abrindo, senti um peso na cama e pelo perfume era a minha pequena, que se abaixou e me deu um selinho.

- Vamos acordar, preguiçosa? - Ela me deu mais selinhos e eu a abracei, fazendo ela cair em cima de mim.

- Tenho uma ideia melhor, por que você não fica aqui comigo? - Eu disse selando nossos lábios de forma calma.

- Você precisa fazer as amostras para a festa de amanhã. - Ela disse em meio aos beijos.

- Raven vai me ajudar. - Puxei seu corpo para cima do meu, mesmo com hematomas e meu corpo ainda dolorido, queria sentir o corpo dela. - E eu estou com saudades de você. - A beijei profundamente e desci minha mão até a sua bunda, apertando com força, ela gemeu baixinho na minha boca.

- O pessoal está esperando a gente. - Ela disse meio ofegante, porque os nossos beijos estavam ficando mais vorazes.

- Uhum. - A virei na cama. - Eu serei rápida. - Comecei a beijar seu pescoço, levantei um pouco sua blusa e minha mão foi de encontro ao seu seio esquerdo, abaixei um pouco o seu sutiã, deixando amostra o seu mamilo, levei minha boca até ele e comecei a chupar, ela arqueou o seu corpo na cama enquanto gemia meu nome, aquilo era realmente muito excitante, desci minha outra mão e abri os botões do seu short, o abrindo, enfiando minha mão no seu sexo, que já estava encharcado. - Isso tudo é pra mim? - Eu disse no seu ouvido e notei que ela se arrepiou ainda mais, confirmando com a cabeça. - Que delícia, Clorke. - Voltei a beijá-la, enquanto penetrava dois dedos, que entraram com facilidade por ela já estar bem molhada. Ela sugava a minha língua e eu fazia movimentos de vai e vem bem lentos.

- Mais... rápido. - Ela pediu enquanto suas mãos agarravam a minha nuca, com a ajuda da outra mão, retirei seu short e me ajeitei entre as suas pernas, coloquei meus dedos dentro dela novamente.

- Rebola pra mim, amor. - Aumentei a força das estocadas que estavam sincronizadas com o seu rebolado, não levou muito tempo para que ela chegasse ao clímax, seu corpo ainda tremia embaixo de mim, enquanto ela me abraçava forte. Enchi seu rosto de beijos e sua respiração foi normalizando. - Oi. - Eu disse e ela abriu um sorriso enorme.

- Oi. - Lhe dei um selinho.

- Você quer mesmo descer? - Eu disse voltando a beijar seu pescoço.

- Acho que podemos ficar aqui mais alguns minutos. - Ela disse.

- Acho que uns trintas minutos é o suficiente para fazer o que eu quero com você. - Chupei seu lábio inferior e a vi fechar os olhos.

- E o que você quer fazer comigo? - Ela perguntou de um jeito sacana. Me sentei e a puxei para sentar de frente para mim, retirei sua blusa e seu sutiã, ela fazia o mesmo com a minha blusa e eu já estava sem sutiã. Depois de estarmos completamente nuas, eu me aproximei do seu ouvido.

- Eu quero te chupar todinha. - Sussurrei e senti ela cravar suas unhas nas minhas costas, o que me rendeu um gemido.


Notas Finais


Eita calor né??!
Aí gente tô tão chateada com essa quarentena, minha namorada não quer nem chegar perto de mim pq ela tá trabalhando e pega ônibus todos os dias... Como tá a quarentena de vocês com xs namoradxs?
Amanhã apareço de novo com mais alguns capítulos... Beijinhos e se cuidem!


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