História The Mistress - Capítulo 3


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Categorias Gigi Hadid, Justin Bieber
Tags Adultério, Casamento, Interesse, Paixão
Visualizações 56
Palavras 1.682
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, primeiramente obrigada a todos favoritos, comentários e visualizações ♡ estou ficando sem tempo para postar então me desculpem a demora. O meu computador está um lixo tbm, o meu pc tem vida própria, ele desliga sozinho e eu tive que publicar esse capítulo as pressas com medo do pc desligar. Porque quando o pc desliga ele demora séculos para ligar novamente 😐

Obs:

× A moça da foto é a Polly Fring

Capítulo 3 - Nem todo herói usa uma capa


Fanfic / Fanfiction The Mistress - Capítulo 3 - Nem todo herói usa uma capa

Justin Bieber

O meu relógio de parede havia acabado de marcar meio dia em ponto e a moça da noite passada ainda dormia profundamente no meu sofá. Enquanto eu saboreava o meu cereal, eu fiquei de pé, parado a alguns metros de distância do sofá, observando ela dormir, ela era linda, seus cabelos eram castanhos escuros e estavam encaracolados. Ela parecia ser uma moça boa e parecia ser bem vaidosa. 

O meu dia estava ótimo, meu chefe, Patrick, havia ligado para mim, as oito horas da manhã me avisando que eu não precisaria trabalhar e que eu havia recebido um dia de folga. Eu ficava me perguntando se a moça que dormia no meu sofá tinha algum trabalho. A moça começou a gemer um pouco e seus olhos abriram lentamente, assim que terminei de comer meu cereal eu coloquei a tigela em cima da mesinha de centro. A moça se sentou no sofá e me encarou confusa, ela esfregou seu olho direito e em seguida o esquerdo e voltou a me olhar confusa.

— Você é? Aonde eu estou? — Perguntou ela gaguejando. A cara dela estava um pouco amassada.

— Oi eu sou o Justin e você está na minha casa. — Me apresentei começando a contar tudo o que ela deveria saber, desde do início. — Ontem eu saí do trabalho e te vi deitada na calçada fria e eu fiquei pensando nas consequências de deixar você lá e resolvi te trazer para cá. — Me expliquei sendo o mais honesto possível. Ela olhava ao redor da minha sala de estar, estranhando tudo. — Eu sei que parece loucura em te trazer para cá sendo que você nem me conhece mas, eu não queria que você ficasse lá no chão frio e eu não sabia aonde você morava, então eu te trouxe para cá.

— Obrigada, obrigada por não me deixar dormir na rua como uma mendiga. — Respondeu ela me deixando aliviado. Ela ajeitou o cobertor, cobrindo mais sua perna. — Eu sou a Polly. 

Eu já tinha ouvido aquele nome antes, na festa de aniversário que eu havia trabalhado na noite passada. Era bem possível que ela fosse a mesma Polly que estava fazendo aniversário.

— Você esteve na festa de ontem a noite? — Perguntei curioso.

— Eu era a festa de ontem a noite. — Ela sorriu fraco. — Ontem eu completei 26 anos, minha mãe organizou aquela festa de aniversário para mim na intenção de arrancar um sorrisão do meu rosto. Senta aqui do meu lado. — Polly bateu na parte vazia do sofá.

Assim que Polly disse aquilo eu a obedeci e sentei no lado dela no sofá, olhei para ela e a mesma me deu um sorrisinho fraco.

— Aquela festa foi para você? Você deve ter ficado muito feliz. Eu nunca tive uma festa de aniversário tão glamourosa como a sua. — Comentei me recordando da minha última festa de aniversário, eu tinha doze anos e os únicos convidados da minha festa foram minha mãe, meu pai e duas vizinhas.

— Não fiquei feliz coisa nenhuma, eu estou muito triste. Aqueles convidados todos eram só de fachada, eu não conhecia ninguém daquela festa, só os meus pais e minha babá. Eu não tenho amigos e o meu noivo me deixou. — Polly começou a chorar e eu fiquei parado sem saber o que fazer.

— Nossa eu sinto muito. — Comentei me sentindo um inútil por não dizer alguma coisa melhor para ajudar Polly a parar de sofrer daquela maneira.

— O meu noivo fugiu um dia antes do meu casamento com uma garota que fingia ser minha amiga. — Continuou ela enquanto enxugava as lágrimas que caiam de seus olhos. — Eu dei tudo para aquela estúpida, dei alguns vestidos de marca que eu não usava mais, dei algumas jóias a ela. Teve um dia que a víbora brigou com a mãe e ela me pediu para ficar na minha casa e eu deixei, como eu fui trouxa. — Desabafou ela. — Me desculpa, eu não deveria ficar aborrecendo você com os meus problemas.

— Não tudo bem, tudo bem. — Respondi. 

— Eu fiquei muito chateada e resolvi encher a cara naquela festa, quando eu saí da festa eu estava muito bêbada mas muito bêbada mesmo. — Polly começou a rir. — Eu nunca tinha bebido tanto na minha vida, eu bebi tanto que acabei desmaiando no chão e foi aí que você me encontrou e me salvou. Você é o meu herói. — Polly sorriu mostrando seus dentes brancos. 

— Que isso, nem é para tanto, qualquer um faria isso. 

— Não qualquer um não, o que você fez quase ninguém faria, as pessoas não tem sido muito generosas comigo ultimamente. 

— Quem é essa garota Justin? — Olhei para a entrada da sala de estar e vi minha mãe se movimentando com sua cadeira de rodas em direção ao sofá aonde eu e Polly estávamos sentados.

— Mãe, essa é a Polly. — Respondi a pergunta da minha mãe assim que ela ficou parada na minha frente. — Eu trouxe ela para cá porque ela estava precisando da minha ajuda. Eu encontrei ela desmaiada no chão próxima a boate aonde eu estava trabalhando e decidi trazer ela para cá. — Expliquei para Patrícia sem esconder nenhum fato dela, odiava mentir para a minha mãe e não tinha nenhum segredo com ela.

— Prazer senhora, eu sou a Polly Fring, o seu filho me salvou ontem a noite sem ele eu estaria morta. — Falou Polly exagerando um pouco nos detalhes. Eu estava virando o herói de Polly.

— Esse é o meu Justin, sempre pensando mais nos outros do que nele mesmo. — Respondeu Patrícia enquanto acariciava o meu rosto. 

— Bom eu vou preparar o seu café da manhã mãe. — Tirei a mão da minha mão do meu rosto e me levantei do sofá.

— Eu vou com você Justin. — Falou Polly me acompanhando até a cozinha.

Assim que eu e Polly chegamos na cozinha, eu parei perto da mesa de jantar pensando no que eu iria preparar de café da manhã para a minha mãe. 

— Polly pega uma frigideira naquele armário ali. — Pedi para Polly apontando para o armário, Polly fez o que eu pedi e pegou a frigideira e deixou a mesma no fogão.

Comecei a preparar panquecas para minha mãe, para mim e para Polly enquanto a mesma me ajudava a preparar, ela conversava comigo e fazia algumas perguntas sobre minha vida pessoal. Ela me perguntou se eu estudava e eu respondi que não mais, que eu era formado em administração, perguntei a ela se ela cozinhava e ela disse que não sabia nem fazer um macarrão instantâneo e ela começou a rir. Assim que terminei de preparar as panquecas eu coloquei três delas no prato e coloquei uma calda em cima da panqueca, entreguei o prato para Polly e pedi para ela entregar aquele prato para a minha mãe.

Polly voltou para a cozinha assim que entregou o prato com panquecas para a minha mãe, ela olhou admirada para a mesa de jantar assim que viu que eu havia deixado dois pratos com panquecas para nós comermos. Ela se sentou na cadeira e eu me sentei ao lado dela e começamos a comer.

— Você cozinha muito bem, salva garotas desmaiadas na rua e é bem educado, a sua namorada tem muita sorte de ter um cara como você na vida dela. — Elogiou Polly assim que terminou de comer um pedaço da panqueca que eu havia feito. O comentário que Polly havia feito havia me deixado sem graça.

— Eu não tenho namorada. — Respondi envergonhado. 

Fazia um bom tempo que eu não me relacionava com alguma mulher, quando entrei para a faculdade eu não havia tido nenhuma namorada desde de então e tudo o que eu mais fazia era estudar.

— Como a vida é injustiça não é? — Disse Polly assim que terminou de tomar o café da manhã. — Bom eu tenho que ir para a minha casa, eu não posso mais ficar aqui, eu tenho que resolver os meus problemas que eu deixei lá. Mas eu sou muito grata pelo o que você fez por mim. — Polly se levantou da cadeira e ficou parada perto da mesma.

— Eu posso te acompanhar? — Perguntei e ela fez que sim com a cabeça.

                             •••

Levei Polly para a casa dela no carro da minha mãe, eu não tinha carro e não queria levar Polly para a casa aonde ela morava de metrô, eu não queria que ela pensasse que eu era um pobretão que não tinha nem o próprio veículo. Assim que eu e Polly chegamos em sua residência eu fiquei encantado com aquele bairro, Polly morava na área mais refinada de Manhattan, a casa dela era quatro vezes maior que a minha, a casa de Polly parecia um palácio de tão bonita e grande que era. Eu não cheguei a entrar na casa, eu e ela ficamos parados no portão de entrada da mesma, dali dava para ver uma piscina bem grande de frente para o jardim.

— Você me deu muito trabalho mocinha. — Brinquei, dei um sorriso de orelha a orelha, enquanto me lembrava da dificuldade que eu tive para levar Polly no colo no metrô. 

— Eu nem sei como te retribuir, ah já sei, que tal você jantar comigo. — Sugeriu ela dando um sorriso. — Eu posso pagar o jantar, anda aceita é pecado recusar comida de graça hein. — Brincou ela apontando o dedo indicador enquanto falava.

— O mais certo é eu convidar você para jantar. — Respondi envergonhado por não ter tomado a iniciativa.

— Tudo bem, então me convide. Finja que eu não te convidei. — Respondeu Polly me dando a oportunidade de ser cavalheiro.

— Senhorita Fring, você aceita jantar comigo? — Perguntei e em seguida deu um sorriso sem mostrar os dentes.

— Sim eu aceito. — Respondeu ela sem demorar muito


Notas Finais


Então o que acharam? Gostaram da nova capa da fanfic? eu ameei essa capa feita pela Honey Babe do blog fuck designs. Desculpem pelo capítulo curtinho mas não tinha nada a mais para acrescentar. Obrigada a todos pelas visualizações e até a próxima


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