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História The mistress (Sasusaku) - Capítulo 30


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Notas do Autor


Boa leitura, xuxus❤

Atenção: este capítulo contém uso de linguagem inapropriada. Inclusive descrição de cenas pesadas para menores de dezoito anos.

Capítulo 30 - Capítulo 28


-Mais cinco dias?! - o moreno exclamou, surpreso.

-Sr. Itachi, foi o senhor quem ordenou para procurarmos os melhores orfanatos ou os lares de adoção que permitam sua visita diariamente. Isso requer tempo. 

Itachi passou as mãos pelos cabelos negros e respirou fundo, teria ele de cuidar de Triz por mais cinco dias. Não que tivesse sendo uma tarefa difícil. Pelo contrário, estava sendo uma experiência um tanto...Divertida. Mas ele não estava pronto para ser uma espécie de "pai" agora. 

A empresa precisava dele e mais cinco dias longe atrasaria muita coisa. 

-Tudo bem...Cinco dias. - falou por fim.

Triz estava sentada no sofá, mexendo as pernas em um ato inconsciente de nervosismo. Itachi levou a assistente até a porta e depois sentou ao lado de Beatrice, em silêncio. Silêncio este que foi quebrado pelo toque do celular do Uchiha.

-Alô.

-Itachi, você está atrasado. 

-Eu não vou hoje. Peça a Rin para adiar toda a minha agenda, por favor.

-Mas e a reunião com os sócios de Madrid?

Itachi bufou.

-Shisui, apenas resolva. Não terei como ir hoje, segure as pontas por mim. 

Dito isso, desligou. Ele tinha sido muito frio com Shisui, é verdade, mas isso não era algo que ele estava se importando no momento. Triz parou de mexer as pernas e se encolheu. 

-Me desculpe. - sussurrou.

Itachi virou-se para a menina.

-Pelo o quê?

-Por tudo que está tendo que passar...Por minha causa.

O moreno respirou fundo. Estava tão estressado que havia esquecido que ela era apenas uma criança. Uma menininha de sete anos. Tocou-lhe a cabeça e fez um breve carinho alí.

-Não se preocupe. Vai ficar tudo bem.



***



Hinata estava ocupada enviando os relatórios de contratações dos novos funcionários para Sasuke. Gostava de trabalhar com calma, pois assim poderia analisar o que estava fazendo e sua margem de erro se tornaria duas vezes menor. Segundo a moça, claro.

-Com licença. - o homem balançou a mão em sua frente, afim de chamar sua atenção. 

-O-Olá, bom dia! Em que posso ajudá-lo? 

Ele continuou olhando para Hinata, estava encantado com tanta beleza e tamanha delicadeza. O rubor no rosto da mulher se fez presente, além de tímida ela não estava acostumada com tanta atenção em si. "Somente de Naruto..." pensou, mas balançou a cabeça para afastar os pensamentos. 

-S-senhor? 

-Me desculpe, gostaria de saber onde fica a sala de Sasuke Uchiha. 

-Claro, é só seguir reto neste corredor, o nome dele está na porta. 

O homem assentiu. 

-A propósito, meu nome é Kiba Inuzuka. - sorriu.

-Hyuga Hinata. 

-Nos vemos por aí, Hinata.

Na sala de Sasuke, Kiba apresentou-se como o parceiro de Sai que iria ficar responsável pela vigilância dele. 

-Agradeço, mas não preciso de segurança. Sakura é quem precisa. 

-Sr. Uchiha, estou apenas seguindo ordens. Você não vai nem perceber minha presença. Quanto a Srta. Haruno, Sai está cuidando dela. 

-Hum.

Sasuke não se importava, com tanto que Sakura estivesse segura. Sendo assim, tudo bem ter alguém em sua cola. 

-Peço licença. - Kiba se retirou da sala. 

O Uchiha não ligava mais do seu celular para Sakura, uma vez que a mesma não atendia nenhuma das suas ligações. Ele não admitiria que muitas vezes usa o telefone público apenas para ouvir a voz da Rosada. Iria parecer...Psicomaniaco.

Ele não era. Era apenas um amigo da saudade. 

Kiba passou por Hinata novamente, mas dessa vez não ficou parado feito um bobo. Ele se escorou no balcão e sorriu:

-Então Hinata, você é daqui?

-S-sim. 

-Você tem namorado?

-P-por quê?

Ele sorriu.

-Apenas curiosidade. 

-Eu tenho que trabalhar... 

Hinata se afastou de Kiba o mais rápido que conseguiu. Virou-se para caminhar até uma das salas que sabia que teria paz: a sala de Sakura. 

•Haruno Sakura•

-Você não me disse que era rico, seu projeto de defunto! - apontei o dedo indicador para Sai, como uma acusação. 

Ele sorriu.

-Não é uma informação que eu goste de sair espalhando.

-Ta me chamando de fofoqueira?

-Você é muito burra, feiosa. 

-Ah, vai se catar, Sai! 

Ele riu e me perguntou: 

-Ino falou algo sobre mim? 

-Na verdade, não. - suspirei. - Ela ta evitando falar disso.

Seus olhos ficaram tão arregalados que pensei que fossem sair das orbes. 

-Isso...É ruim? 

Eu ri.

-Não, acho que não. Acho que...Ela só não está confortável pra contar pra gente...Ainda. - dei de ombros. 

Percebi seus ombros relaxarem e um pequeno suspiro sair da boca do mesmo. Mordi a parte interna da bochecha, eu iria mesmo perguntar? Sim, eu iria.

-Você gosta mesmo dela não é? 

Ele me encarou e soltou um meio sorriso.

-Bem, acho que sim. 

-Pois fique sabendo que tem de ter certeza. 

-Não é tão simples, mas deixe que essa parte resolvo eu. 

-Acho bom não machuca-la.

-E eu acho bom você começar a trabalhar. 

Revirei os olhos. 

-Estou sem idéias inovadoras e a propósito, já revisei todos os relatórios duas vezes. - girei na cadeira. 

-Vou verificar o perímetro, diferente de você eu faço algo da vida. 

Ele se virou para sair.

-Eu odiei o seu Porsche, que fique bem claro! - dei língua pra ele.

Ele balançou a cabeça negativamente e saiu. 

[...]

-Srta. Haruno, Shisui está solicitando sua presença na sala dele. - Rin avisou. 

-Obrigada, Rin. 

Fui em direção a sala de Shisui que por sinal é ao lado da minha, não custava nada mandar uma mensagem ou simplesmente me chamar. Mas Shisui sempre foi uma ótima pessoa comigo desde que cheguei aqui, então irei sem pestanejar. 

Dei algumas batidinhas na porta até receber a permissão para adentrar a sala. 

-Shisui? 

-Querida, boa tarde! Sente-se, preciso da sua ajuda. 

Me sentei na cadeira em sua frente e esperei que ele falasse em que eu poderia ajuda-lo.

-Itachi não poderá vir hoje, eu estou quase enlouquecendo com tantas reuniões e coisas para fazer. Ao contrário de quando ele avisa, não poderei desmarcar as reuniões. Está...Muito em cima. E não poderei mudar minha agenda. - ele falou calmamente enquanto me olhava. 

Eu franzi o cenho.

-Não me leve a mal, mas você não parece desesperado. 

-E não estou. Terei de resolver de alguma maneira, ficar desesperado não é uma opção. 

-O que eu tenho que fazer? - perguntei, suspirando. 

-Eu irei as reuniões, mas confiarei em você para revisar os relatórios e fizer a anotação que achar necessária. 

-Ta, quando eu começo?

-Já era pra ter iniciado. 

Bufei.

-Entendi, Shisui. Me passa a papelada. 

•Uchiha Sasuke•

-E essa é a minha proposta. 

-Sr. Uchiha? - alguém me chamou.

O impacto do chute veio logo em seguida. Fuzilei Naruto com os olhos e respondi:

-Sr. Weber, não acho que investimento em uma rede de hospitais seja viável. - falei o óbvio. Ainda não acredito que eu tenho de ficar explicando coisas assim para meus funcionários. Parece que eles nunca aprendem!

Me retirei da sala com Naruto no meu cangote.

-O que você quer? - perguntei no elevador.

-Minha sala fica ao lado da sua, esquentadinho. 

-Não me chame de esquentadinho. - rosnei.

Ele revirou os olho e pegou o celular. 

-Ei, cara, falta apenas uma hora pra mim ir finalmente pra casa. - ele suspirou.

Reconheço que o dia foi maior correria para nós, principalmente pro baka do Naruto que é um faz tudo. Ele não tem de fazer tudo, mas as pessoas não fazem do jeito que ele quer e ele acaba fazendo. 

-Hm.

Suspirei com pesar ao entrar na minha sala e ver uma cabeleira ruiva. 

-O que houve, Karin?

-Só vim deixar alguns documentos, Sasuke. Não se preocupe, já faz um tempo que não lhe incomodo.

-E eu agradeceria se assim continuasse. 

-Estou de saída, com licença. 

Dito isso, saiu. 

[...]

-Oi, amor.

-Sara, vou chegar um pouco tarde em casa hoje, vou encontrar  um amigo do trabalho. 

-Hum... - ela murmurou, diferente.

E eu sabia que ela estava duvidando que fosse realmente isso.

-Daqui a pouco chego aí, tchau. 

-Não beba muito. - foi tudo o que disse antes de desligar o celular.

A verdade é que eu não iria beber mais nenhum amigo e sim sozinho. Sentei em uma cadeira do balcão e logo o barmen se pôs a me atender. 

-Uma cerveja. 

Logo a lata estava em minhas mãos, bem gelada devo dizer. Do jeito que eu gosto. Meu sossego foi tirado na segunda lata. 

-O que está fazendo aqui, garoto?

Eu poderia reconhecer essa voz a milhares de quilômetros. 

-Minato?! Sente-se. - pedi. 

-Obrigado. E então, o que faz aqui?

Suspirei.

-Longo dia. - omiti uma parte da verdade. Tecnicamente, eu não estava mentindo. 

-Como vai Sara?

-Bem, obrigado por perguntar. E a tia Kushina?

-Ela cismou que eu não a amo mais. - ele riu. 

-O quê? - arregalei os olhos de tamanho espanto. 

-Pois é, acho que é normal, ela deve estar de tpm. - deu de ombros e pediu uma água. 

-Essas mulheres. - balancei a cabeça. 

-Elas são essenciais em nossas vidas. Ainda não sei como eu viveria sem o meu furacão vermelho. - sorriu.

-Não consigo imaginar vocês separados. - concordei. - Mas então, por que está aqui invés de tentar ajeitar as coisas?

-Ah, ela me colocou pra fora. Tenho que esperar a fase do choro.

-Fase do choro?!

-É quando ela começa a chorar e me querer de volta.

-Você não se importa dela agir assim? - perguntei verdadeiramente curioso. Eu não aguentaria todo esse negócio besta.

-É apenas uma vez por mês...E comparando ao que ela aguentou do Naruto quando menor e maior ou de minhas próprias manias, não acho isso grande coisa.

-Hm...

-Agora me diga, por que está aqui?

-Eu já falei, trabalho. 

-Estou perguntando o motivo verdadeiro e não aquele que você diz ao mundo. 

Respirei fundo.

-Tenho que tomar uma decisão difícil...Quer dizer, eu acho que é isso. Mas eu não... - grunhi, frustrado. 

A risada dele ecoou pelo bar deserto e depois ele me deu um tapinha nas costas. 

-Dizem que quando a gente demora a tomar uma decisão difícil é porque a gente, na verdade, ja tomou. 

Pensei a respeito. 

-Eu sei a decisão certa que devo tomar, mas não é a que eu quero. 

-E por quê?

-Porque isso significa me distanciar.

-Por quê?

-Porque é o certo! 

-Por quê?

-Porque sim! - exclamei. 

A lata de cerveja ja estava amassada em minhas mãos. Olhei para o lado e Minato estava com um sorriso no rosto. 

-Quando quiser saber algo, use os porquês. Sempre irá chegar no x da questão...Claro que não no seu caso, você é muito...Hum, explosivo.

Ele deixou uma nota na mesa e levantou. 

-Não me confunda com seu filho. - bufei.

Peguei a nota e o entreguei novamente. Ele a guardou na carteira e saiu, mas antes me disse:

-Você é meu filho. 

Foi nesta noite também que eu tomei a decisão. 

•Haruno Sakura•

O dia foi irritantemente longo e cansativo. Não sei como Itachi lida com tudo de toda aquela empresa. Agradeci a Kami quando cheguei em casa e me esparramei no sofá. 

-Boa noite, testuda. 

Assim que ouvi aquela voz eu levantei em um supapo. Pouco importava se as minhas mãos estavam duas vezes mais pesadas e os olhos fechando de sono. Fuzilei aquela loira esperta do caramba e apontei pro sofá. 

-Você ta acabada, testa de marquise.

-Cala a boca, você não pode falar nada. 

-Eu, minha querida, passei o dia em um hospital correndo de um lado para o outro.

-Tsc, eu também. 

-Então vamos dormir. - ela levantou do sofá mas eu a barrei.

-Senta. 

Ela bufou e voltou a sentar.

-Hinata, vem ca! - gritei.

Logo Hina estava descendo a escada e parando ao meu lado. Olhando como terceiros, parecia que Hinata e eu éramos as mães que estavam dando carao na filha - no caso a Ino.

-Pode começar a falar. - ordenei, sentando ao lado dela.

-O-o quê?

Hinata sentou do outro lado.

-É, Ino-Chan, não se faça de desentendida. 

Ela suspirou.

-O que vocês querem saber?

-Tudo, você não voltou pra casa ontem a noite. - apontei o fato.

-V-você dormiu lá? - Hina perguntou.

Ino fez cara de maliciosa. 

-Hum Hinata, você anda safadinha em.

-N-não é i-isso. 

-Ah, conta logo Ino-porca. 

-Eu ia dormir lá. - confessou - Mas não deu porque tive um chamado no hospital. 

Ela suspirou, frustrada. Comecei a morder o dedo, pensativa.

-Então onde dormiu? 

-No hospital, obviamente. 

-Hum, sei. 

-Ele tratou você bem? - Hina perguntou.

-Sim, como uma princesa. E ele é tao carinhoso! 

-Se você diz. - dei de ombros, pegando o controle da televisão. 

-Mas ontem ele passou o dia sem falar comigo. 

-Você passou o dia no hospital, nem teve tempo mesmo. - murmurei.

-Ele vai dar notícias, Ino. 

-É, espero que sim. 


1 de Outubro 

-É uma relação mútua, Karin. 

A ruiva pensou sobre o assunto. Ela queria se livrar de Sakura custe o que custar e Kabuto...Bem, ele queria vingança contra o Uchiha. 

-Tudo bem, mas tenho uma condição. 

O Yakushi esperou que ela continuasse.

-Não poderá machucar o Sasuke.

O homem gargalhou com o que a mulher dissera. Uma gargalhada forçada e sinistra. Os dois capangas atrás dele sorriram, apenas para não deixar o chefe rindo sozinho. A verdade é que eles não haviam entendido o real motivo da gargalhada.

Depois de um tempo, ele finalmente se recompôs. E olhando no fundo dos olhos temerosos de Karin, falou:

-Minha querida, a dor física passa. Nós iremos machucar quem ele gosta. Afinal, foi por causa daquela vadia que ganhei um nariz quebrado. 

A ruiva ajeitou a postura, retomando sua pose inicial. Um sorriso perverso surgiu em seus lábios. 

-Então temos um trato.

Atualmente | 29 de Novembro 

-E então?

-Tivemos uma contingência, não esperávamos que fossem colocar Sai para investigar. - o homem falou vagarosamente, temendo que sua vida estivesse comprometida após terminar. 

-Isso não me interessa, resolvam! - a ruiva sentou na cadeira e pôs os pés em cima da mesa. 

-Pensei que ele estivesse aposentado... - o Yakushi pensou em voz alta, ignorando a mulher escandalosa do outro lado da mesa.

-E-ele estava. Mas parece que voltou a ativa apenas para investigar esse caso. - o capanga respondeu. 

-Interessante. Hum, de todo modo, ele certamente já deve saber que somos nós por trás disso.

-Receio que ele tenha descoberto no dia em que o seguiu. - a voz surgiu das sombras da sala. De um canto na parede. 

-Fico feliz que saiba falar, Tania. - Kabuto zombou. 

-Tsc. 

-Sim. Eu o segui mas ele é muito cuidadoso, não achei que estivesse realmente protegendo a maldita Haruno. - longo suspiro - Me passe o cirrago. 

Karin lhe passou um cigarro e em seguida bufou.

-Quando vamos nos livrar daquela mulher? 

-Vamos agir logo, logo. Mas primeiro, temos que lidar com Sai. Aquele maldito verme não pode nem sonhar com o dia em que vamos agir.

-E o que pretende fazer? - Tania perguntou, saindo das sombras.

-Investiguem ele. - Kabuto ordenou, mas pensou melhor. Não...Investiguem Yamanaka Ino. Quero saber tudo sobre ela. 

Os capangas saíram animados, enquanto Karin olhava para Kabuto totalmente confusa.

-Quem é essa?

-Uma pequena acompanhante do nosso querido detetive. 

-Espero que isso não demore muito, quero conquistar Sasuke logo, logo. 

-Acho que você esqueceu que ele é casado.

-Pois achou errado. Aquela alí não me preocupa, ele não gosta dela mesmo. O que me preocupa é o pirralho, mal posso esperar seu nascimento. - a mulher riu, lembrando de seu plano em relação ao bebê ainda não nascido. 

-Faça o que quiser. Mas saia logo daqui que estou esperando um carregamento da boa. 

A ruiva levantou e saiu pisando duro.

-Já estou indo, maconheiro do caralho. 


Enquanto isso...

-Ficamos sabendo que Yakushi Kabuto mandou investigar a senhorita Yamanaka Ino, senhor. Devemos interferir? 

-Não.

-Mas senhor, ela é um contato muito próximo a senhora Sakura e...

-Alec, eu disse que não. 

-Tudo bem, senhor. Desculpe.

O rapaz saiu da sala onde seu chefe se encontrava e voltou a seus afazeres. Enquanto isso, o mais velho conduziu as câmeras para mudarem para a casa de Sakura. Ela estava conversando com Hinata e Ino.

A câmera mudou novamente. Uchiha Sasuke estava em seu quarto, dormindo tranquilamente. Mais um click: Naruto estava cozinhando algo em sua cozinha, enquanto ria de alguma coisa que pensou. 

A câmera passeou pela casa de Itachi, onde o mesmo - mais uma vez - dormia ao lado da cama de Triz. A câmera mudou mais e mais vezes. Passou pela família de Hinata, pela família de Naruto e pela família de Sara. 

A câmera mudou mais uma vez, agora para o esconderijo de Kabuto. Parou alí. 

O homem levantou e caminhou para fora daquele cômodo, indo em direção ao centro da base de organização. 

-Alec, por hoje você está liberado. 

-Sim, senhor.






Notas Finais


Só pra atiçar a curiosidade de vocês.
Lembrando: últimos capítulos.

O que estão achando??


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