História The moment we call infinity... - Capítulo 28


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Personagens Personagens Originais
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Luta, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais um capítulo puJins
espero que gostem e boa leitura.

Capítulo 28 - Ainda sem sono?


*Taehyung pov.*

Acordei um pouco desnorteado, não lembro de ter dormido. Quando me levantei e abri a cortina, mas uma visão escura e a luz do luar invadiram meu quarto e iluminaram meus olhos. Chequei as horas no celular e mostrava ser duas e pouca da manhã.

Me espreguicei e estralei meus dedos, me estiquei e respirei pela boca, que estava extremamente seca. Fui andando com passos leves até a cozinha, todos aparentavam dormir, então não me preocupei muito em prestar atenção no que estava ao meu redor.

Peguei um copo de café, o que me arrependi depois por me causar insônia. Me apoiei de costas no balcão da cozinha e bebi meu café tranquilamente, imaginando coisas em que poderiam acontecer.

No momento estava com um pouco de sono, então não me esforcei a pensar muito em algo, só lembrando do passado e tentando entender alguns fatos.

Sempre me perguntei por que Vitor é tão humilde comigo, tão exclusivamente comigo. Ele é um assassino, não tem de ter um coração bom, afinal, seu trabalho é frio e sem sentimentalismo.

Lavei minha xícara e quando terminei, fiquei a olhando com as gotas de água caindo sobre minhas mãos e em seguida no chão.

Uma parte de minha vida estava apagada de minhas memórias, não lembro de exatas algumas partes e momentos... Por que?

Algo estava errado e eu iria descobrir, tenho que saber de detalhes suficientes para poder trabalhar em paz, sem ter que me desentender do que faço e acabar fazendo algo estúpido.

Uma péssima sensação me consome e minha cabeça começa a doer de novo. Coloco minha mão na cabeça novamente e caio de joelhos no chão, deixando a xícara em que segurava se quebrar em várias partes no chão. Eu não queria chorar, eu não queria sentir dor, não aguentava mais.

Me esforcei e levantei, me apoiando na mesa da cozinha e tentando respirar. As coisas pareciam piores por eu ter levantado rápido, tudo ficava preto e minha visão e cabeça doíam mais ainda, agora, me sentindo tonto e sem controle de meu próprio corpo.

Abaixei a cabeça e tentei pensar numa solução, mas minha cabeça doía tanto que não conseguia nem pensar direito, agora, só podia esperar isso passar enquanto arranjava uma distração...

Falando nisso, lembrei que quando a May me beijou... Me passou uma tranquilidade absurda e minha cabeça parou de doer insuportavelmente. Pensei nela, mas não podia fazer nada, tanto por não conseguir, e por que, na atual situação, não sei se isso seria certo.

Sinto uma mão no meu ombro.

Tento me virar, mas não conseguia.

“-T-taehyung?” Aquela voz doce...

Ela me vira perguntando se eu estou bem. “Pareço bem?” Grosso? EU?

Ela ri um pouco e alisa meu cabelo, sentando ao meu lado, tentando manter a calma, apesar de não estar. Essa não me engana. Sorriu me fazendo carinho no cabelo e cantando uma melodia calma e única. Sua voz era linda e serena, reconheço essa melodia de algum lugar, mas não consigo lembrar, não consigo pensar.

Levanto minha postura devagar, minha cabeça parava de doer aos poucos.

“Não sabia que cantava...” Falei arrumando o cabelo e tentando conter a dor, fechando os olhos fortemente e respirando com regularidade.

“-Nossa mãe cantava isso para dormirmos...” Ela fala sorrindo e aparentemente morrendo de sono, mas lutando para ficar aqui, acordada.

“Por que está aqui? Vá dormir.” Falei coçando o olho.

“- Acordei para beber água e ouvi uma coisa quebrando na cozinha, então deduzi que estivesse passado mal de novo...” Ela me olha preocupada. “- Está melhor?” Pergunta.

“Sim, sua voz angelical me ajuda.” Falei levantando e pegando a vassoura e a pá, limpando os cacos de vidro e os jogando no lixo.

“-Não é só isso pelo que parece...” Falou meio baixo, quase inaudível, mas eu ouvi. Olhei para ela com um sorriso meio bobo, ela olhava ao redor, se fazendo de desentendida.

Olha o que ela faz...

Voltei a jogar os cacos no lixo e pensei, já tá tudo uma merda, o que tenho a perder?

Quando terminei, fui até ela e estendi a mão, a levantando e abraçando.

Olhei para ela no meio do abraço e sorri levemente, a virei e imprensei na parede, ela me olhava um pouco envergonhada. Dei um selinho e me afastei.

Não reclamou nem saiu... Só vai.

Beijei ela e a mesma retrucou o beijo, segurei sua cintura e a aproximava cada vez mais. Ela passou a mão por cima de meus ombros e segurou meu cabelo por trás, imprensando ainda mais o beijo e aprofundando as coisas.

Passei a mão por seus cabelos e puxei-os um pouco. Ouvimos alguém abrir a porta e sair do quarto, nos afastamos e fingimos que nada aconteceu quando Jungkook entra na cozinha.

Ele olha a May sentada com a respiração meio agitada sorrindo e eu pegando água na geladeira rindo. Pega sua garrafa de água sorrindo e fala com um tom de voz engraçado.

“- Já tô saindo, calma.” Rindo muito e mexendo a garrafa.

Todos rindo, mas de nervosos.

Quando ele saiu, carreguei a May até seu quarto e dei boa noite, ou melhor, mandei-a dormir, pois já eram três da manhã.

Fui para meu quarto e me joguei na cama, tentando dormir de alguma forma, estava frio e meu lençol era fino, me fazendo sentir como se o sangue nos meus dedos estivesse congelando e minhas pernas estavam sem movimento.

*May pov.*

Quando o Tae saiu do quarto, afundei meu rosto no travesseiro, sorrindo e pensando. Não é hoje nem nunca que eu vou conseguir dormir. Acho que esperei a minha infância inteira por isso, ainda que me apaixonei no caminho aqui, e não me arrependo.

Virei de um lado para o outro na minha cama e não conseguia dormir de jeito nenhum. Então, comecei a pensar um jeito de parar essas dores de cabeça do Tae.

Por um momento lembrei do remédio que o médico me recomendou para as dores de cabeça que eu tinha e os pesadelos. Pensei em na próxima vez que ele tiver uma crise, vou dar um remédio para ele testar.

 Me abracei com meu travesseiro, estava frio e os lençóis não favoreciam muito. Me encolho na cama e espero que esquente alguma hora.

Pego meu celular para ver se me distraio com algo e vejo que o Taehyung está online, o que significa que ainda não dormiu.

“Vai dormir! Precisa descansar” Mandei uma mensagem com um leve frio na barriga, dos dois jeitos.

“-Se eu conseguisse né anjo, esse frio tá uma porra”

Aish, boquinha suja. Deixa eu te esquentar então.

“Te esquentaria, mas está muito longe.” Mentira só to fazendo drama.

“- Hum.. Se é assim...”

Ele abre minha porta e entra, fecha e tranca ela. Ele me olha sorrindo fofamente, como se de algum jeito nesse mundo ele fosse inocente que nem eu.

Ele deita em cima de mim, me dando um beijo e me abraçando para dormirmos, agora sim estava quentinho para nós dois.

“E se virem que seu quarto está vazio?” Perguntei meio preocupada.

“- Eu tranquei os dois, vão achar que eu estou lá dormindo.” Sorriu leve e afundou seu rosto no meu pescoço, fechando o olho e se acalmando.

Concordei mentalmente e fui dormir, agora tenho certeza de que conseguiria. Fechei os olhos e dormi no quentinho dos braços do Taehyung.


Notas Finais


É só isso por hoje anjos, até a próxima e espero que tenham gostado.
desculpem qualquer erro.


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