História The Monsters: A História - Capítulo 53


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Categorias Justin Bieber, Nina Dobrev, One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Nina Dobrev, Zayn Malik
Tags Drama, Ficção Cientifica, Nina Drobev, One Direction, Romance, Shoujo (romance), Universo Alternativo, Zayn Malik
Visualizações 76
Palavras 2.154
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiw meus amores, tudo bem?

Oie meus xuxus, eu trouxe mais um capítulo aqui, sim eu estou correndo muito as coisas, porque a fic tá ficando enorme e essa não era minha intenção. LEIAM AS NOTAS FINAIS!

Aproveitem a leitura, e desculpa qualquer erro.

Capítulo 53 - Capítulo 52.


Fanfic / Fanfiction The Monsters: A História - Capítulo 53 - Capítulo 52.

                                                                DIANA                                       

Eu abri os olhos fracamente, mas usei todas minhas forças. Minha visão estava turva e eu não sabia o que fazer. Eu fechei os olhos novamente e os abri depois de alguns segundos. E só então vi todos os quais eu amava lá, em pé a minha frente. Todos. Inclusive Lissy, o que me faz apertar os lençóis fortemente. Eu me sentei, pouco importando para a dor que meu corpo reclamava por sentir. Lissy andou com pressa até a cama onde eu estava e se sentou. Eu me joguei em seus braços e a apertei com força.

–– Oh meu Deus... –– eu comecei a chorar enquanto a abraçava. –– Me desculpa, por não ter te ajudado... Por não ter te salvado... Eu te amo muito! –– eu dizia entre soluços e sentia ela sorrir em volta de meus braços.

–– Eu também te amo, minha menininha... –– ela sussurrou passando as mãos pelos meus cabelos. Eu abri os olhos novamente e encarei Liam ao lado dos seus amigos. Foram eles que salvaram ela, e eu não sabia como agradecer mesmo sem saber como fora.

–– Obrigada. –– eu disse sem som, mas movimentando os lábios. Ele sorriu e assentiu sem jeito, depois saiu do quarto.

Todos saíram do quarto, deixando eu e minha mãe a sós. Lissy me fez deitar de novo, por mais que eu tivesse afirmado que estava bem. Eu olhei as horas meu celular ao lado da cama, em cima da cabeceira. 7h30m. Depois a enfermeira veio e falou que eu ficaria até as três, enquanto explicava para Lissy e para Liam que eles tinham me dado sangue, pois esse havia sido o motivo de meu desmaio instantâneo. Foi então que eu me lembrei dele... Daquele homem. E então Niall entrou no quarto. A enfermeira saiu.

–– Quem era ele? O homem que me machucou e que falou que eu era a cura? –– perguntei confusa.

–– Nefastos. –– Liam respondeu.

–– Liam pare! Ela não precisa saber agora. –– Niall intervém rápido de mais.

–– Não! Eu quero saber. –– eu disse.

–– Ele sumiu... Não sabemos onde ele está. –– Liam informa se sentando na cama junto comigo.

–– É verdade? Eu sou a cura para vocês? –– eu pergunto o olhando nos olhos.

–– É Diana, você é... –– Liam fala.

–– E vocês já sabiam disso? –– eu perguntei.

–– Não! É claro que não... –– Ele e Niall responderam juntos.

–– E como sabem que é verdade? –– eu pergunto apressada.

–– Porque a enfermeira acha que foi o sangue que eles injetaram em você que te salvou, mas não foi. Foi você mesma que se salvou. Seu sangue salvou você. E todas as vezes que era para você ter morrido e não morreu... E em que se machucou e se curou rapidamente foi por causa dele. E se não fosse por ele, você deveria estar morta agora. –– Niall fala ainda de longe e de braços cruzados.

–– Como assim?

–– Talvez não aja nada que possa te matar no mundo, além de você mesma. Você é a cura pra gente sim, mas é a nossa morte também. E achamos que se você morrer, a gente morre junto... –– Liam termina por ele.

–– Meu Deus... –– sussurro. Coloco as mãos no rosto e tento não chorar. E quando acho que vou desmaiar Louis entra no quarto.

–– Harry aparatou com Zayn. Ele quase atacou um velinho aqui agora. Ele está fora de controle. –– ele gritou com medo.

Eu juntei as sobrancelhas devido à confusão em minha cabeça.   

–– O que aconteceu? –– pergunto arrancando os fios  e agulhas de meu braço e me levantando.

–– Você perdeu muita coisa... –– Niall fala jogando o short jeans pra mim.

–– Zayn virou vampiro e só bebeu sangue...

–– Ele não bebeu diretamente da veia? –– Eu pergunto arregalando os olhos depois de interromper Liam.

–– Não. –– ele concordou.

–– Então porque vocês não pegam alguém no hospital que esteja quase morrendo e levam para ele drenar? –– eu perguntei terminando de pôr o short. Lissy ergueu camiseta pra mim.

–– É por isso que eu te amo. –– Niall diz vindo até mim.

Espera aí... Ele falou que me ama na frente de todos, inclusive de Lissy? Meu Deus, como assim? Eu sorrio em troca. O menino loiro me segura pela cintura e beija meus lábios delicadamente. Eu sorrio com seu gesto único e envolvo meus braços em volta de seu pescoço.      

–– Acho que perdi bastante coisa... –– Lissy fala sorrindo.

–– Eu sei que você é meu amigo, mas da pra largar minha irmã, por favor. –– Liam fala brincando, porque ele está feliz? É porque eu estou feliz também? Zayn está quase morrendo.

A única coisa que pode se resolver para me deixar a pessoa mais feliz do mundo é Zayn não morrer, e tudo ficar normal. Eu ter minha mãe, minha Samy, meus amigos, meu irmão, mesmo que seja de consideração, e Niall, meu grande amor. Meu menino loiro me soltou e saiu com Louis, e antes que Liam pudesse sair juntos com eles, ele veio até mim e me abraçou fortemente.

–– Eu te amo de mais. –– seu tom de voz era tão verdadeiro que me fazia arrepiar.

–– Eu te amo mais. –– sussurrei de volta. Eu bati três vezes no ombro de Liam para que ele me soltasse antes que me apertasse até me matar, literalmente. Ele se afastou e saiu do quarto rapidamente.

–– Vão direto para casa. Minha casa. Nossa casa. Lissy eu já peguei suas coisas, e as coisas de Sam... Só não posso deixar Joseph...

–– Eu sei. –– ela interrompe Liam. –– Eu sei...

Eu sorri fracamente para que ele pudesse ir, e ele foi. Meu peito doeu de alguma forma e eu não sabia o porquê. Eu sorrir para Lissy e peguei meu celular.

–– Vamos pegar Samy e ir pra casa. –– digo.

Eu caminhei apressadamente para fora do hospital ao lado de Lissy. Ela estava com o carro de Louis. Entramos na Hilux e partimos para a casa de Chris. A pobre menina ainda não havia chegado, mas Chris ficou pálido quando viu Lissy andar perfeitamente depois de sair de um coma de quase seis meses. Eu corri para o andar de cima e juntei todas as poucas roupas de Samy dentro da mala que ela havia trazido do orfanato e peguei o livro favorito dela: Sofia no país das maravilhas. Eu desci correndo e disparei para o lado de Lissy quando vi Joseph entrar pela porta com a menina de mãos dadas com ele. Ela sorriu quando me viu e tentou correr pra mim, mas Joseph estava tão vidrado encarando sua mulher que nem soltou a mão de Samy.

–– Vamos. –– eu disse a chamando.

–– Papai, Diana ta chamando. –– ela falou se soltando.

–– Não vá com elas, Samys. –– ele pediu.

–– Por que não? –– ela pergunta deixando o bracinho cair sobre o corpo.

–– Porque eu terei que ficar sozinho... E isso vai acabar me matando. –– ele fala sem piscar ao menos por um segundo.

–– Samys, não dê ouvidos há ele... –– Lissy disse dando um passo a frente, mas Sam ergueu a mão e paralisou Lissy, me deixando surpresa.

–– Samy! –– eu disse assustada.

–– Vocês querem matar meu pai! Não pode! É errado! –– ela gritou com raiva.

–– Não, não! –– eu disse largando a bolsa. –– Não! Ele é meu pai também...

–– Não é! –– ela falou.

–– É sim. –– eu disse me ajoelhando. –– Se você não quiser vim com a gente, tudo bem, Samy, eu vou voltar pra visitar você e o tipo Chris, e o filho dele... –– eu disse.

–– Você promete que vai voltar? –– ela pergunta soltando Lissy.

–– Eu prometo palavra de irmã... –– eu sussurro pra ela, piscando o olho.  

–– Mas, e se...

–– Me ligue! Qualquer coisa... Qualquer uma, entendeu meu amor? –– eu digo.

–– Sim... –– ela fala vindo me abraçar.

Eu me levantei e caminhei com Lissy para fora da casa, e Joseph não fez nada... Nem a chamou. Lissy entrou no carro depois de mim e dirigiu para longe soltando um longo suspiro. Quando chegamos em frente a casa Niall estava saindo da casa com Liam e Louis. Eu tirei o cinto de segurança e abri a porta.

–– O que foi? –– eu perguntei com medo.

–– Zayn não está conseguindo segurar o sangue mesmo sendo direto da veia. –– Louis falou passando as mãos pelos cabelos.

–– Como assim não está conseguindo? –– eu pergunto preocupada.

–– Calma! Ele vai ter que segurar de alguém... –– Liam falou e então percebeu o que tinha falado.

–– O meu sangue. –– eu disse baixinho.

–– Não! –– Lissy surgiu atrás de mim.

–– Ele é meu amigo, não vou o deixarele morrer... –– eu digo alto de mais.

–– Não sabemos se o seu sangue pode matá-lo ou curá-lo, Diana. –– Niall afirmou.

–– Não! Vai ajudar ele, Niall! Ele não pode morrer. –– eu digo desesperada.

Niall cruza o cenho e dá um passo pra frente.

–– Por que não? –– ele questiona ainda de longe.

–– Porque ele é seu amigo... Meu amigo! –– cuspo as palavras na cara dele.

–– Diana... –– ele tentou.

–– Ela está certa, Niall! Se há chance de salvar Zayn, então vamos fazer. –– Liam fala bem claro.

–– Não! –– ele falou rápido de mais. Eu passo por eles, mas sou segurada pela sua mão.

–– Me larga Niall! –– mandei com raiva.

–– O que há de errado? Porque isso agora? –– Liam pergunta.

–– E se ele não parar? –– Niall gritou ainda me apertando. Eu o olhei assustada.

–– Ele não vai me matar! –– disse rapidamente. –– Tenha calma. É a vida do nosso amigo que está em risco...

Ele se vira e encara os três o encararem com cautela. Eu amo Niall, e sempre amarei, mas não vou salvar a vida de alguém pelo medo dele me perder.

–– Ela está certa. –– Lissy falou baixinho, na verdade com medo.

–– Vá. –– Louis falou, e nesse momento Niall soltou meu braço.

Eu não pensei duas vezes antes de andar com pressa para dentro da casa. A casa que me fazia sentir em casa, a casa tão aconchegante, mas que agora me deixava com medo. Eu atravessei a porta e procurei com o olhar por Harry e Zayn, mas não os vi na sala.

–– Harry! –– eu gritei.

–– Aqui! –– ele gritou de volta.

Segui o grito até a cozinha. Tinha o corpo de um homem, já de idade jogado no chão, coberto por uma pequena poça de sangue. Zayn estava pálido, com olheiras grandes, os lábios pretos e os olhos claros. Harry me olhou e soube o que eu estava prestes a fazer quando levantei a manga da camiseta. Ele se levantou.

–– Você tem certeza? –– sua voz era indecisa.

–– Sim. Saia daqui. –– eu mandei indo até o menino jogado na parede lisa.

Harry se apressou em sair enquanto eu caminhei tremendo até Zayn. Eu me agachei parando a sua frente. Ele me olhou fracamente.

–– Zayn...

–– Diana eu não vou beber de você... –– ele foi rápido em dizer. Mas, sua voz estava fraca de mais, o que fez minha espinha doer, meu estômago tremer e meu coração acelerar.  

–– Por quê? –– eu perguntei.

–– Porque eu não vou conseguir parar. –– ele foi sincero em dizer. –– E mesmo assim vou morrer, porque tem algo de errado comigo.

Eu não pensei bem no que fazer, apenas ergui meu pulso até sua boca e vi veias crescer embaixo de seus olhos, o que me assustou, mas não me fez afastar dele. Minha preocupação era maior. Suas presas surgiram o que me fez abrir a boca para querer gritar, mas logo fechei minha boca. Zayn olhou nos meus olhos como se estivesse perguntando de verdade se podia me morder e então eu assenti. E foi aí que ele me mordeu.

As presas sobre a minha pele me fizeram dar um pequeno salto, mas a mão de Zayn me segurou pelo quadril fortemente, me fazendo ficar onde estava. Eu sentia meu sangue sair de mim e ir para ele, e isso fez a expressão dele melhorar rapidamente. Sua cor não era mais branca, era morena como de costume, os olhos não estavam mais claros, agora permaneciam vermelhos, e ele imediatamente ganhou uma força grande, na qual me fez parar uma folha de papel quando fui puxada para mais perto.

Zayn se aprofundou e passou as mãos para minhas costas, eu via seu corpo querer engolir o meu braço... Querer me devorar, pela forma em que ele tentava morder cada vez mais profundamente. Eu subi minha mão livre para seu cabelo e os apertei fortemente, tentando ser uma saída para a dor. Eu fechei os olhos e prensei meus lábios um no outro. Meu corpo foi se deitando contra o dele e contra o chão, meu Deus, ele estava me drenando...

–– Zayn... –– foi tudo que consegui dizer.

Ele não me ouviu e continuou. Eu fui soltando seu cabelo e aos poucos sendo morta. Zayn me deitou contra seu colo mordeu no mesmo braço, mas antes do cotovelo. Ele não conseguia me olhar, conseguia apenas beber o sangue. Eu queria empurrá-lo para longe, mas não tinha forças pra isso. E então meus olhos se fecharam mesmo eu lutando para deixá-los abertos. Me senti sendo chocalhada e então uma outra mordida, só que agora em meu pescoço, me fez segurar a camiseta dele por segundos antes de não sentir mais nada. 


Notas Finais


Bom meus amores, esse foi o capítulo de hoje e eu espero que vocês tenham gostando.
Ei, deem uma olhadinha nas minhas outras histórias.
Faltam apenas dois capítulos para a fic chegar ao fim da primeira temporada hehehehe
EU espero que vocês estejam gostando, porque foi duro escrever THM. Mas, o textinho vai ficar pro último capítulo kkk
Beijos, eu amo vocês,
Dêh! ♥♥


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