História The most varied types of orgasms - Capítulo 20


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Categorias Linkin Park, Mayhem, Rammstein, Supernatural, The GazettE, The Rasmus
Personagens Bobby Singer, Castiel, Chester Bennington, Crowley, Dean Winchester, Lauri Ylönen, Mike Shinoda, Paul Landers, Personagens Originais, Reita, Richard Z. Kruspe, Ruki, Sam Winchester, Till Lindemann
Tags Bennoda, Chester Bennington, Destiel, Linkin Park, Mike Shinoda, Rammstein, Reituki, Supernatural, The Gazette
Visualizações 13
Palavras 1.975
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Ficção, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ola meus amores hoje eu trago um conto erótico totalmente diferente com minha amiga Dheia e Euronymous (Mayhem)
Hoje vamos ter uma consulta com a psicologa ...o que sera que vai acontecer nesse consultório hein? Espero que gostem e boa leitura a todos 😍

Capítulo 20 - Dominado pela Psicologa


Fanfic / Fanfiction The most varied types of orgasms - Capítulo 20 - Dominado pela Psicologa

Me chamo Øystein Aarseth (Mais conhecido como Euronymous) e hoje vou contar como dominei minha psicóloga gostosa. Durante mais de 3 anos fiz psicoterapia com uma psicóloga que vou chamar de Dheia. Ela tinha uns 24 anos quando começamos as sessões de terapia sendo que fazíamos duas dessas sessões por semana, sempre pela manhã antes de eu ir tocar na minha banda. Nossas sessões eram sábados e domingos (sim ela abria exceções para mim). Dheia era uma mulher bonita, ruiva com pele bem clara, cabelos vermelhos, seios médios, bunda e quadril na medida certa. Ela também tinha pernas torneadas e sempre muito bem cuidados. Suas mãos também eram bonitas.

 

Eu ficava chateado quando era época de frio porque não podia admirar os lindos peitos de Dheia sendo que nos dias de calor sempre que possível não perdia a oportunidade de ver seu lindo par de peitos e pernas também!

 

Ela atendia numa casa chique localizada no centro da cidade, tinha uma secretária que a ajudava nos agendamentos ela se chamava Kleuda. Apesar da casa onde atendia ser grande Dheia trabalhava sozinha e tinha o costume de mudar o ambiente de atendimento vez por outra sendo que a casa tinha 4 quartos espaçosos e cada um deles era um consultório com decoração diversa dos demais. Ela atendia das 10 horas da manhã até as 22 horas, Kleuda a secretária ficava até as 18 horas, após esse horário era Dheia quem abria o portão para os pacientes atendidos à noite.

 

Durante o primeiro ano de terapia Dheia se limitou a explorar aspectos básicos do meu cotidiano e personalidade embora algumas vezes questionava sobre o fato de eu estar sozinho e não ter uma namorada.

 

Tudo começou a mudar a partir do segundo ano de terapia quando Dheia começou a explorar minha sexualidade. Ela começou devagar, mas foi se tornando incisiva aos longos das sessões seguintes. Diante da minha resistência em me abrir Dheia afirmou que o que eu dissesse ali dentro não sairia dali e que isso era importante para o sucesso da terapia. Mesmo assim não me abri e continuei no meu mundo secreto e obscuro onde algumas fantasias diferentes povoavam minha mente e compunham o universo dos meus desejos mais estranhos. Dheia encerrou a sessão dizendo para eu pensar com carinho em me abrir nas próximas vezes.

 

Na sessão seguinte como sempre cheguei um pouco antes e fiquei aguardando sentado no sofá da sala de espera. As pessoas que estavam ali aguardando serem consultadas me irritavam por que eu não gostava de ter contato com outras pessoas que não fossem meus amigos e familiares. Antes de eu entrar Dheia saiu de seu consultório para tratar de algo com Kleuda e após me cumprimentar parou ao meu lado. Ela estava usando um vestido vermelho que deixava parte de suas belas pernas à mostra e o mais importante era que ela estava usando uma linda lingerie rendada e provocante e eu conseguia ver o contorno do bico de seus peitos. Dheia logo voltou para sua sala para finalizar o atendimento e eu seria o próximo.

 

Logo entrei e mal assentei Dheia disse que era renda. Disse que não havia entendido e ela falou que o conjunto de roupa intima que estava usando se chamava renda e perguntou se eu havia gostado. Fiquei duro na hora!

 

- Fique tranquilo Euronymous eu já reparei que você gosta das lingeries que eu uso e está sempre olhando meus peitos. -  Ela disse para eu ficar tranquilo e que já havia reparado antes que eu tinha muita fixação por peitos porque já havia percebido que eu sempre olhava para os peitos dela e isso realmente era verdade.

 

Dheia falou para eu me abrir com ela sobre minhas fantasias sexuais e que o fetiche por peitos era apenas a pontinha de um conjunto de fantasias mais completo. Me fiz de desentendido e ela falou que eu não poderia e nem deveria fugir de uma análise mais profunda de um conjunto de fantasias sexuais que ela tinha certeza que eu tinha. Ela falou ainda que queria e que era dever dela me ajudar, só isso.

 

Dheia perguntou se eu olhava peitos de mulheres pelas ruas da cidade e eu respondi que fazia isso sempre que possível e que ficava triste quando era época de frio quando quase não se vê mulheres com os peitos à mostra ou quase isso. Ela então perguntou se eu tinha vontade de tocar, acariciar e beijar os peitos de uma mulher e lhe respondi que isso era o que eu mais sonhava na vida, mas nunca havia conseguido fazer sem ser uma mulher que fosse minha namorada. Ela também perguntou se eu tinha preferência por algum tipo de lingerie das mulheres que observava e afirmei que gostava de lingeries pretas e vermelhas.

 

Dheia então resolveu encerrar aquela sessão me garantindo que tudo ficaria entre nós e que eu deveria me abrir mais com ela contando todas as minhas fantasias e que ela sabia que tinha mais coisas para eu contar. Ela então saiu comigo e disse para Kleuda marcar duas sessões seguidas para o próximo domingo.

 

...

 

Cheguei para a sessão e Dheia já me aguardava. Nesse dia ela usava uma lingerie de renda transparente e vermelha. Ela me alfinetou dizendo que eu não poderia ver seus peitos para me concentrar no que ela esperava que eu dissesse sobre minhas mais íntimas e secretas fantasias sexuais.

-Øystein pare de olhar meus peitos e se concentre em me dizer seus mais sombrios desejos – Disse ela ajeitando seu decote.

-Impossível não reparar em você assim com essa blusinha curta Dra. Dheia hehe – falo e ela fica sem graça mais sorri.

 

Dheia também informou que se eu não me abrisse completamente naquela sessão que ficaria difícil para ela continuar a me atender. Ela então disse para eu começar a contar o que teria por trás do meu fetiche por peitos. Comecei a dizer que morria de vontade de ser dominado por uma mulher, que ela fosse mandona, que me xingasse. Que me mandasse beijar, acariciar e lamber seus peitos. Que me mandasse usar calcinhas e que me comesse com um vibrador, mas que tivesse piedade de mim e usasse lubrificante.

 

Finalmente revelei que tinha o desejo de apanhar na bunda, de ser cortado com uma faca enquanto era comido, chicote, etc... Queria ficar com a bunda bem marcada mesmo, que isso era muito importante para mim. Contei tudo em detalhes e Dheia ficou somente ouvindo minhas revelações.

 

Não vi o tempo passar e quando me dei conta a sessão dupla havia chegado ao fim. Fui embora, mas antes disso Dheia disse que seria muito difícil realizar essas minhas fantasias e que eu deveria arrumar uma namorada normal e tentar ser feliz com ela.

 

Nas sessões seguintes ela mudou o assunto focando em outras coisas sem mais tocar nas minhas mais loucas fantasias. Reparei também que apesar de ser verão ela não mais usava lingeries bonitas e provocantes, o que me impedia de ver seus lindos peitos.

 

Passaram-se algumas semanas e as sessões transcorriam normalmente até que Kleuda me ligou informando que ela não poderia mais me atender no horário de costume por motivo de força maior e querendo saber se eu teria disponibilidade para fazer sessões nos mesmos dias, porém às 20 horas. Não gostei muito pois era um horário ruim por causa da banda e Dead meu amigo vocalista acharia ruim, apesar de eu ter essa disponibilidade e mesmo assim acabei concordando.

 

Fizemos então umas 4 ou 5 sessões à noite, era Dheia mesmo quem abria e fechava o portão da casa, Kleuda ia embora mais cedo. Cheguei em um sábado para mais uma sessão noturna. Dheia como sempre abriu o portão. Era calor e ela estava usando um vestido curto e estranhamente seus lindos peitos estavam novamente à mostra já que fazia um tempo que não os via. Ela usava uma lingerie florida mais muito sensual.

 

Dheia me conduziu então até o quarto dos fundos da casa, era um consultório também, mas nunca havíamos feitos sessões nele, apenas nos outros dois. Nele tinha uma poltrona e um divã, duas janelas que estavam bem fechadas. O chão era de piso preto e bonito.

 

Dheia disse então que naquele dia faríamos uma sessão prática, diferente. Deu uma calcinha vermelha nas minhas mãos e disse que voltaria em cinco minutos e quando chegasse queria me ver apenas de calcinha e que eu me voltasse para a parede de costas para a porta. Ela disse que era para eu tirar toda a minha roupa inclusive os sapatos.

 

Não acreditei no que estava acontecendo, mas fiz o que ela mandou. Logo Dheia voltou e me puxou pelos braços, ela então mandou eu me ajoelhar e beijar seus pés. Fiz como ordenado e beijei, acariciei e lambi seus pés, conforme ela mandava e me xingava de putinho selvagem e outras coisas. Em certo momento ela mandou eu parar, então ela mandou eu me apoiar na poltrona ajoelhado no chão e colocou uma venda de tecido preto em mim.

 

Fiz como ela mandou. Dheia então me chamou de seu putinho masoquista e delicadamente abaixou a calcinha que eu vestia e disse que ia me fazer seu…logo senti ela lambuzando minha entrada com lubrificante e em seguida ela enfiou um e depois dois dedos para abrir caminho para a delícia que viria depois, um vibrador do tamanho e grossura que eu sempre morri de vontade que uma mulher enfiasse em mim. Dheia foi colocando devagar até conseguir enfiar tudo e me chamava de seu putinho safado.

 

Ela fazia movimentos de vai-e-vem aumentando a intensidade até fazer isso de forma frenética. Meu pau estava duríssimo até que não aguentei mais e gozei bastante no chão preto. Dheia então vendo que eu havia gozado, retirou o vibrador e disse que eu precisava de um castigo por gostar dessas coisas, falou que iria me corrigir.

 

Senti o primeiro tapa na minha bunda até que me dei conta de que se tratava de um chicote de couro de múltiplas tiras. Dheia batia e me xingava. Não sei quantos golpes ela deu, mas senti a dose de dor que eu sempre sonhei e o sangue escorrendo de minhas costas e bunda. Chegou então o momento que Dheia se deu por satisfeita e encerrou o castigo.

 

Ela se virou de frente para mim e retirou a calcinha com o vibrador que ela vestia e mandou que agora eu a comesse. Joguei seu corpo contra o chão com violência e me coloquei em cima dela agarrando suas pernas e colocando ao redor de meus ombros.

 

- AHNNNN Isso seu putinho me come gostoso vai, ta satisfeito de uma mulher ter comido voçe não é – Dheia dizia enquanto eu a penetrava com vontade e força. Ela delirava enquanto eu fazia um vai e vem frenético e gostoso dentro dela.

 

Depois de uns minutos sinto ela gozando em meu membro e gozo dentro dela me deitando em cima de seu corpo. Dheia me abraça e ali mesmo depois daquele sexo selvagem com direito a hematomas espalhados pelo meu corpo e sangue nos adormecemos. Na manha seguinte Kleuda chega e não tínhamos acordado ainda só acordamos com o grito fatal dela que estava aparentemente horrorizada com a seguinte cena...

 

Eu e Dheia pelados no chão abraçados, sangue espalhado no piso escorregadio, nossas roupas e o Vibrador jogados ao nosso lado e a mesa de Dheia com o vidro quebrado...ah eu esqueci de mencionar isso mais...sim quebramos a mesa de vidro de Dheia no processo hehe.

- Mais o que porra aconteceu aqui gente? – Kleuda diz chocada.

-Ué aconteceu sexo não está vendo amiga – Diz Dheia já em pé pegando minhas roupas do sofá. Kleuda sai dali horrorizada.

 

Dheia manda eu me vestir e ir embora e diz que nossas sessões seriam daquele jeito de agora em diante.


Notas Finais


Eita que esses dois aprontaram nesse consultório hein hehehe Quem diria que o Euronymous tinha esse tipo de fantasia sexual hahahahaha.
Participação especial de Kleuda no conto.
Espero que tenham gostado...deixem seus comentários que logo mais eu responderei a todos.
Bjos e ate mais. 😘


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