História The most varied types of orgasms - Capítulo 21


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Categorias Linkin Park, Mayhem, Rammstein, Supernatural, The GazettE, The Rasmus
Personagens Bobby Singer, Castiel, Chester Bennington, Crowley, Dean Winchester, Lauri Ylönen, Mike Shinoda, Paul Landers, Personagens Originais, Reita, Richard Z. Kruspe, Ruki, Sam Winchester, Till Lindemann
Tags Bennoda, Chester Bennington, Destiel, Linkin Park, Mike Shinoda, Rammstein, Reituki, Supernatural, The Gazette
Visualizações 11
Palavras 1.377
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Ficção, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ola meus amores hoje trago para vocês mais um conto erótico e hoje com minha amiga Kleuda e Varg Vikernes
Esse conto sera mais um em estilo sadomasoquista
Espero que gostem e boa leitura a todos 😍

Capítulo 21 - O Escravo Nórdico


Fanfic / Fanfiction The most varied types of orgasms - Capítulo 21 - O Escravo Nórdico

Era uma hora da tarde quando o telefone de Kleuda tocou. Uma voz tímida e aguda sussurrava do outro lado da linha, como se estivesse em segredo, ou perigo:

 

– Minha Rainha, eu imploro, me dê a chance de estar em sua presença.

 

Ela era tão sádica… ah, aquele olhar. Eu jamais esqueceria aquele olhar. Olhar penetrante de olhos castanho-escuros, algo que me invadia e me rasgava por dentro, mesmo sem dizer uma única palavra. A sobrancelha esquerda fina e perfeitamente bem desenhada arqueava-se enquanto ela dizia, com sua voz madura e rouca:

 

– Alô? Alô?! Eu não consigo ouvir nada. Quem está falando?

 

É claro que ela podia ouvir. Podia ouvir a respiração nervosa e asmática do pobre escravo do outro lado da linha. Podia ouvir seus pulmões fragilizados se esforçando por fôlego, podia ouvir sua voz tremendo ao celular, provavelmente trancado no banheiro do estúdio de música; onde a qualquer momento alguém poderia bater na porta, ou até mesmo ficar do outro lado ouvindo o lado patético da conversa.

 

– Minha Rainha, minha deusa, dona de meu corpo e minha alma, eu imploro… Me deixe te ver, me deixe estar em sua presença, ainda que por um único instante.

 

Varg contraía os músculos das pernas enquanto falava, sentado na privada. Podia sentir o pulsar do plug dourado que usava e isso lhe dava muito mais prazer quando se sentia ignorado por Kleuda. Tinha apenas 25 anos, mas aparentemente já sabia o que queria naquele jogo.

 

Desligou o telefone e começou a passar seus dedos grossos por entre o membro quente e molhado de tesão, pensando em todo o desprezo que recebia daquela que chamava de sua Rainha. A entrada apertada do jovem escravo contraía-se de prazer e sentia o peso do aço que lhe preenchia. Deslizava seus dedos adentro de seu buraco quente num movimento rápido e intenso. Varg gozou. Foi um gozo breve. Coisinha boba pra se fazer depois do almoço.

 

Varg lavou as mãos e saiu para o almoço. A calça preta do jovem musico expunha as belas pernas, ainda trêmulas, cobertas por uma fina meia de seda. Ao sair do prédio revestido de vidros pretos, deparou-se com Kleuda, que estava encostada em um carro prata. Seu corpo inteiro tremia, e Varg não sabia se era de prazer, de medo ou de susto. Não tinha palavras que pudessem descrever o que sentiu naquele momento.

 

Ela estava linda, como sempre. Vestia calça vermelha esvoaçante e sobre elas um terno bordô, lindamente desenhado, cujo decote não pedia por uma blusa; deixando o colo à mostra adornado por uma simples e longa corrente em prata, com um pingente de uma pedra pequena e azul brilhante. Os seios se moviam de maneira tão natural e graciosa, fazendo daquele simples caminhar um espetáculo com um único corpo humano. Aproximou-se de Varg e disse, tirando os óculos escuros:

 

– Quero você na minha casa hoje às 22 horas, vestido de azul. A chave estará na caixa dos correios. Pegue e entre. Limpe tudo. Prepare o jantar. O menu vai estar sobre a mesa da sala.

 

Virou as costas e saiu; como um furacão que passa, leva tudo o que vê pela frente e vai embora deixando rastros de destruição.

 

Varg não sabia o que fazer ou pensar. Ficou por alguns minutos observando sua imagem naqueles vidros azuis, enquanto decidia se voltava ao trabalho, se fingia um desmaio ou se iria direto à casa dela. Decidiu voltar ao trabalho. Entrou, subiu até o 20 andar e entrou no escritório já vazio. Sentou-se na mesa, religou o computador e olhou no relógio: 15h45min. ainda era hora de almoço, mas não tinha almoçado. Mal tinha saído do prédio. Perdeu a fome.

 

– Só faltam 15 minutos mesmo… vou ficar por aqui – pensou.

 

Aquela tarde se arrastou e é óbvio que Varg não produziu uma página do que deveria. Passou a tarde inteira pensando no que faria quando chegasse à casa de Kleuda sua rainha, e quando o relógio anunciou as 18 horas ele simplesmente se levantou da cadeira e saiu. Nem falou o seu “Boa tarde, pessoal” costumeiro. Foi pra casa voando se arrumar para a noite. Tinha coisas muito mais importantes a fazer.

 

Conhecia aquela casa como se tivesse morado ali a vida inteira. A sala de piso preto brilhava após a exaustiva limpeza feita por Varg. Os tapetes escovados, as mantas sobre o sofá, as flores sobre a mesa de canto e a mesa montada com amor. Amor para uma única pessoa, pois é óbvio que o escravo jamais se sentaria à mesa.

Prato de porcelana negra, taça de cristal, talheres de prata tão bem polidos que podia-se ver um fio de cabelo fora do lugar. A toalha azul marinho combinava com a delicada cueca daquele escravo, que pelo visto seria tão “jantar” quanto a carne que estava no forno.

 

Kleuda chegou. Jogou as chaves sobre a mesa e entrou em casa. Silêncio e perfume. O aroma de lavanda dominava o ambiente. Caminhou até o último quarto e viu Varg ajoelhado. Sentou-se em sua poltrona de couro negro e contemplou aquela bela presença. Cabelos longos e castanhos, o nariz fino e os olhos azuis felizes em vê-La. O membro de Varg avantajado marcando a cueca azul marinho. Sua bunda redonda recheada com um belíssimo plug dourado.

 

Varg levantou-se lentamente, caminhou até a porta do quarto e ajoelhou-se novamente. Beijou os saltos de Kleuda e os tirou e começou a massagear os pés. Suas mãos eram habilidosas, porém logo perderam espaço para a boca que ansiava por lamber aqueles pés. Chupou e lambeu cada dedo, enquanto os massageava.

 

Dos pés, subiu para as pernas. Kleuda tirou a calça, ficando apenas com o terno que revelava seus belos peitos. Abriu as pernas, relaxou em sua poltrona e naquele momento Varg mergulhou entre Suas pernas, beijando e chupando intensamente. Kleuda puxava os cabelos do escravo e trazia ao encontro de sua intimidade quente de tesão. Podia sentir a respiração de Varg sobre seu clitóris e isso fez jorrar de prazer na boca daquele escravo que bebeu tudo, até a última gota.

 

– Sirva o meu jantar, escravo. – Diz Kleuda.

 

Varg prontamente foi até cozinha e preparou tudo conforme sua Rainha ordenou.

 

– Hoje não vou me sentar à mesa. Você será minha mesa. Traga meu jantar na bandeja.

 

Varg ficou de quatro no chão enquanto a Rainha Kleuda apoiava a bandeja sobre suas costas. Entre uma garfada e outra, um tapa naquela bunda cheia, um puxão de cabelo e no fim da refeição, suas palavras doces:

 

– Pra um insignificante como você eu estou surpresa. A carne está bem-feita e a casa está em ordem. Afinal de contas, é só pra isso que você serve mesmo. Pra ser meu brinquedo, meu escravo, minha mesa e meu empregado. Vi que está usando o plug como eu mandei. – disse isso dando um belo tapa na bunda de Varg. - Quero usar esse seu corpo mais tarde.

 

Passou a mão no membro duro de Varg que estava excitado e começou a massageá-lo. Ele ainda de quatro, com a bandeja sobre as costas, se esforçando para não derrubar tudo. Kleuda tirou a bandeja e colocou sobre a mesa ao lado e continuou. Varg começou a rebolar seu quadril e empinar a bunda, com sua entrada se contraindo em volta do plug. Kleuda de repente surpreende Varg com um tapa em bem forte. Em seguida, outro tapa.

 

O escravo de quatro e pernas abertas já não conseguia disfarçar seu prazer.

 

Levou outro tapa e deixou escapar um grito.

 

Outro tapa.

Gritou mais alto...

Outro tapa.

 

Um gemido abafado agora se aglomerava entre outros gemidos e gritos abafados no tecido escuro entre seus dentes.

 

Varg estava ali, de quatro, pernas abertas to exposto pulsando de calor e tesão, mordaça na boca pra não chamar atenção dos vizinhos e Kleuda olhando e se deliciando com tudo aquilo. De repente ela se levanta e sai do quarto.

 

Volta com uma jarra de água gelada. Começa a jogar lentamente sobre a entrada quente de Varg, que dá um grito de susto. Um tapa na bunda pra deixar de ser escandaloso. E Kleuda continua jogando água gelada em sua entrada, até acabar. Varg não gozou. Não estava ali pra isso. Estava ali pra ser usado. E não podia estar mais feliz.


Notas Finais


Eita que essas mulheres dominam a porra toda hein hehe
Espero que tenham gostado e se divertido, deixem seus comentários que logo mais eu respondei.
Bjos e ate mais. 😘


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