História The murderer of Henry Hill - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Criminal, Policial, Romance
Visualizações 39
Palavras 2.374
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


NUM É QUE EU TIVE TEMPO?
BOA LEITURA!
obs:. perdoem o erros ortográficos

Capítulo 15 - 24 de Dezembro


Fanfic / Fanfiction The murderer of Henry Hill - Capítulo 15 - 24 de Dezembro

“Eu não sou mais um de seus brinquedos. Você não me controla.”

Point of view: Justin Bieber

          Estive a semana toda pensando em uma maneira eficaz de não ser um suspeito para o pai da Bree, a melhor forma disso acontecer é engatar um relacionamento verdadeiro com ela, embora eu ache que isso não vá adiantar muita coisa. No meu ponto de vista, pelo menos, vai ser importante manter-me sempre por perto para colher informações e distorce-las.

-Justin, já demos um jeito no seu problema com os vermes – Chaz invadiu o escritório com o Ryan atrás – O cara que tinha quebrado toda a sua mercadoria no mês passado já foi mandado para o inferno.

-Preciso elaborar um novo roubo – disse, franzindo o nariz enquanto meus pensamentos voavam – Estamos parados por muito tempo, preciso mostrar que ainda estou no jogo.

-Mais? – Ryan franziu a testa sentando em cima da minha mesa – Os rachas não são o suficiente?

-Preciso de algo grande – joguei meu corpo para trás – Valioso. A construção da nossa nova casa está me rendendo um grande rombo no bolso.

-Ou construímos uma fortaleza a altura dos moradores ou vivemos em uma casa acessível. Não temos proteção nessa casa, mano – Somers disse – Seus irmãos moram aqui ainda, tem que prezar pela segurança deles.

-Minha mãe está de mudança – passei uma mão na testa, preocupado – O carro dela já foi alvo de tiros duas vezes, acharam que eu estava dentro.

-E para onde ela vai? – perguntou.

-Stratford – respondi e me levantei – Quando eles forem embora vou precisar de uma pessoa para ser o presidente da empresa. Alguém velho o suficiente.

-Jeremy também vai? – Butler franziu a testa, surpreso. Balancei a cabeça, afirmando – Caralho, temos que deixar todos seguros então.

-Algumas mudanças acontecerão a partir de janeiro – avisei, saindo do escritório – Preciso de uma equipe nova e organizar corretamente os deveres da velha.

-Como assim? – Chaz perguntou me seguindo.

-Outra hora conversamos sobre isso – subi o primeiro degrau da escada, parando apenas para pedir um favor – Preciso que um de vocês faça Connon ir a avenida dos rachas.

-O que quer com ele?

-Vai depender dele – voltei a subir os degraus.

      Como decidi que o melhor seria voltar a me aproximar da Bree começaria logo, não podia perder mais nenhum tempo, talvez as buscas do seu pai tenham avançado.

       Tirei a minha roupa e entrei de cabeça debaixo do chuveiro.

 

Point of view: Bree Callahan

  24 de dezembro, Atlanta

Véspera de Natal, e sim, eu estou trabalhando, parece o fim do mundo mas não para mim. Minha casa está vazia e silenciosa, meu pai trabalha o dia todo e voltara para casa apenas algumas horas antes do Natal de verdade. Embora eu estivesse tendo que atender centenas de clientes, parecia ótimo, na verdade melhor do que a solidão na qual eu estaria se estivesse em casa.

      Na mesma hora há dias atrás eu estava chorando, chorando horrores. A única pergunta que eu fazia á mim mesma era: Será que vale a pena? Eu estava chorando um rio por um cara que eu me apaixonei loucamente há menos de três meses, estava chorando porque ele me deixou plantada em minha casa por mais de duas semanas sem nenhuma noticia. Justin é sem duvidas o maior panaca do mundo, ele não merecia minhas lagrimas, muito menos o meu sofrimento. Tudo bem que eu estou doida por ele, apaixonada de uma maneira que nunca estive antes e por mais que isso pareça, estupidamente, bom, não era!

       Ele não me ligou e nem me procurou. Justin tinha saído da minha casa como um louco sem explicar-se, sem dizer que estava acabado nosso relacionamento. Estávamos namorando e ele não se importou com isso. Porém todo sofrimento é passageiro, uma hora eu tinha que cair na real e perceber que tudo que eu estava sentindo tinha que parar, forcei-me a parar de me importar com ele e fui viver. Christian - um dos seus melhores amigos - me fez companhia durante um bom tempo em segredo, ele garantiu que o Bieber não sabia de nossas saídas, não queria que ele soubesse.. não por ele não gostar e sim por não querer que ele soubesse como estou me saindo sem sua presença.

       O sininho pendurado acima da porta fez seu típico barulhinho indicando que alguém tinha entrado na joalheria. Havia muitas meninas por ali, então não me preocupei em atender o cliente e continuei contando a quantia de dinheiro que tínhamos faturado no dia.

-Estou a procura do produto mais caro dessa loja – aquela voz me causou um arrepio na espinha. Ergui meus olhos sabendo quem era a pessoa que estava em minha frente – Para dar de presente á minha namorada.

-Alguma menina dessas pode lhe ajudar – disse, desdenhando. Ele realmente queria me comprar com joias?

-Quem melhor que ela própria para escolher seu presente? – Justin sorriu, segurando em meu maxilar com suavidade. Seu toque me fez arfar, mas eu não tive uma recaída, afastei-me enquanto era tempo – Eu sei que está chateada comigo, e os motivos são válidos. Eu precisei de um tempo, a casa está em reforma e como você sabe.. – ele olhou para os lados e sussurrou – sou o chefe e tenho que dar conta de todas as coisas.

-Por que está se explicando para mim? Quando namorávamos você nunca fez questão!

-Opa – ele riu, mexendo a cabeça até conseguir fazer seus olhos se encontrarem com os meus – Desde quando terminamos, Callahan? Não lembro de ter decidido isso.

-Você demorou demais e sabe como é.. – voltei minha atenção para o caixa – Sempre tem um que toma a iniciativa.

-Mas que porra.. – Justin rosnou, começando a ficar irritado. O olhei com indiferença e o vi acalmar-se – Que horas você sai?

-Agora – fechei o caixa e peguei meu casaco. O inverno tinha chego com tudo na Geórgia – Já estou indo para casa, aliás você precisa sair que a loja já vai fechar.

-Vou esperar você lá fora – ele estalou um beijo rápido em meus lábios. Eu juro que se ele não tivesse sido rápido não o deixaria me beijar, mas ele foi e seus lábios me trouxeram o sentimento saudade.

    Suspirei frustrada. Eu tinha mandado uma mensagem para o Christian dizendo que ele já podia vim me buscar antes do Justin surgir aqui, por mais que eles sejam amigos, Justin esclareceu que não gostava da nossa amizade. Eu não terminei o namoro com ele ainda e planejo fazer isso agora, não posso me manter em um relacionamento confuso.

   As meninas começaram a pegar suas coisas também, iriamos fechar assim que o ultimo cliente saísse, assim que isso aconteceu saímos rapidamente da joalheria. No lado de fora observei Justin me esperando encostado na lateral da sua bmw.

-É o seu namorado? – uma das meninas me perguntou. Mesmo que eu estivesse prestes a terminar, não a diria que não somos nada. Ela é uma piranha, com certeza cairia matando em cima do Justin e imaginar já me deixa furiosa.

-Sim.

-Nossa – ela disse e saiu. Nossa? Nossa... ora nossa.

     Atravessei a rua com as mãos enfiadas no bolso do meu casaco quentinho, caminhei em passos vagarosos para chegar a lateral de seu carro. Quando fiquei em sua frente seus olhos me avaliaram, e em silencio um suspiro longo foi ouvido.

-O que estava dizendo lá dentro?

-Não sei se quero mais estar com você – respondi-lhe, breve – Não dá! Não somos compatíveis, você não é o tipo de pessoa da qual eu quero me relacionar. Os poucos meses que nos conhecemos me fizeram perceber isso, você não precisa de uma namorada.. Você precisa apenas de você mesmo. – tirei as mãos do bolso e soprei-as, estava um frio danado – Justin, você é arrogante! – deixei escapar. Seus olhos desviaram dos meus olhos, mirando em um poste com piscas-piscas pendurados – Não sei, mas não está preparado para entrar de cabeça em uma relação. E eu estou me machucando com você, querendo ou não, eu me apaixonei. E é idiota dizer que não sinto mais nada, eu sinto.. sinto muito, mas não quero continuar me magoando.

-Então está terminando comigo. – não soou como uma pergunta, mas ainda assim eu confirmei. – Não concordo com isso.

-Isso o quê? – franzi a testa, confusa.

-O término – disse simples – Não quero terminar com você.

-Não pode me obrigar a ficar com você – ri sem vida. Justin balançou a cabeça, segurando em minhas mãos – Justin..

-Não vou obrigar você a ficar comigo – ele disse como se aquilo fosse indiscutível – Mas vou fazer você ter a certeza de que deve ficar comigo. Você deve estar confusa e eu vou lhe dar uma semana para pensar sobre isso – aproximou-se de mim, colando sua boca em minha orelha – Não demore muito, babe, porque eu tenho certeza que a única coisa que desejo agora é ter você pra mim. – e sorriu contra meu pescoço causando-me arrepios – De volta. 

         Fiquei em silencio o sentindo próximo demais para mover-me ou dizer algo. Eu não podia ceder, não podia falhar, não podia deixa-lo brincar comigo. Eu não era o seu brinquedo. Fechei meus olhos lentamente e os abri novamente querendo que tudo aquilo fosse apenas um pesadelo, por um minuto eu quis estar na casa da tia Mercedes vendo meus primos correrem para abrir os presentes, ver meus tios e meus avós. Hoje é quase Natal e não tem sido nada bom. Justin continuava na mesma posição, se afastou quando um carro parou em frente ao seu.

-Christian – sussurrei, fazendo-o olhar para trás. – Tenho que ir.

-Mas que porra está fazendo aqui, Beadles? – Justin rosnou se aproximando grosseiramente do Chris que, por azar, tinha saído de seu carro – Então você anda rodeando minha garota?

-Eu não sou sua garota – me intrometi.

-Bro, deixa ela em paz – Chris disse, calmo – Você já a magoou muito, só estou pedindo porque sei que me escuta, somos amigos.

-Amigos não rouba mulher de amigo – Justin disse o fuzilando. Seu olhar não transmitia nenhum tipo de empatia, Justin estava furioso com seu amigo.

-Chris, vamos – o puxei para o carro.

-Ela ainda gosta de você, não a roubei – Christian defendeu-se. Aquilo renderia se eu não desse um jeito de atrapalha-los.

-Estou com frio – fiquei em frente ao mesmo – Por favor, Chris, vamos!

-Outra horas conversamos – Justin disse, destravando seu carro – Leva ela pra casa. – agradeci mentalmente a Deus por ter colocado bom senso no Bieber. – Toma, isso é seu – ele jogou-me uma caixinha de veludo vermelha, em seguida deu ré em seu carro, foi para o lado e saiu cantando pneu.

          Olhei para a caixa em minhas mãos e dei a volta no carro, entrando no mesmo. Chris ligou o automóvel e saiu correndo. Não sei qual o problema deles com a velocidade, sempre exageram.

       Durante o trajeto até minha casa ficamos em silencio, no entanto foi chegarmos que Christian resolveu abrir a boca.

-Estavam se beijando? – seus olhos não ousaram cruzar com os meus.

-Não – neguei – Ele estava me dizendo algo no ouvido.

-Você terminou com ele?

-Sim – suspirei relembrando da cena que tinha acontecido há menos de vinte minutos atrás. Senti suas mãos agarrarem as minhas – Mas estou bem.

-Suas mãos estão geladas – Chris as soprou – Quer fazer algo está noite?

-Não – recusei – Meu pai e eu vamos jantar juntos, faz tempo que não fazemos isso.

-Entendi – ele assentiu também – Se precisar de mim, pode chamar.

-Eu não tenho duvidas de que virá correndo – sorri, me inclinando para deixar um beijo em seu rosto. Logo desci de seu carro e subi a escadinha chegando na varanda – Até mais, Chris!

-Até mais, Bree.

*

        Stevie havia me mandado um Feliz Natal antes mesmo de ser Natal. Tomei um banho demorado e quente, essa noite eu preciso de descanso físico e mental. Confesso que eu queria muito que Mitch passasse esse Natal conosco, mas infelizmente ele não vai poder, a sua mãe pagou sua passagem para Los Angeles para que passassem esse feriado juntos.

       Enrolei-me em uma toalha e fui a procura de uma roupa pouco arrumada para a mini ceia que comerei com meu pai, apenas nós dois. No final das contas, escolhi um vestido simples preto, com um pequeno decote nos seios e coladinho. Nos pés calcei meu velho tênis da vans e sequei meu cabelos para depois amarra-lo em um rabo de cavalo. Hoje pode não ser um dia produtivo mas não deixarei de usar minha maquiagem, ela com certeza é minha melhor amiga. Não evitei a ousadia, passei um batom vermelho sangue nos lábios e uma sombra nude que mal dava para ver.

     Pulei degrau em degrau até chegar na sala, papai assistia a um filme típico de Natal. Ai meu Deus como esse feriado é magico e aconchegante, uma pena que esse ano as coisas não estejam como planejei.

-Boa noite pai – beijei o seu rosto pulando no sofá para assistir o filme com ele.

  25 de Dezembro, Atlanta

     12AM, oficialmente Natal. Meu pai me olhou quando seu relógio anunciou a virada, sorrimos e nos abraçamos enquanto nos desejávamos um feliz e abençoado Natal. Logo corremos para a sala de jantar onde a comida que encomendamos estava a nossa espera. Mas antes papai pegou seu notebook.

-Sua irmã está ligando pela Skype – apertei meus lábios, surpresa. Minha irmã mal me ligava e aposto que mal ligava para ele também – Venha aqui lhe desejar boas festas.

-Oi, Havanna – acenei em frente ao computador vendo o rosto da minha irmã mais velha – Feliz Natal!

-Feliz Natal, família – ela sorriu largamente. Nossa relação de irmã não era ruim, até erámos unidas, porém ela é o orgulho do meu pai e eu sou apenas a outra filha – Como vocês estão?

-Bem – meu pai respondeu – Estamos muito bem, querida. Bree arrumou um emprego e eu estou trabalhando como um burro, mas finalmente as coisas estão acontecendo. Não é querida? – papai me olhou e eu apenas assenti.

-Com o que esta trabalhando, irmã? – Havanna me olhou através da câmera e eu suspirei olhando para o chão. Obvio que meu trabalho nem se compara com o futuro emprego dela.

-Gerente de uma joalheria.. – respondi.

-Uau, isso é incrível! - ela vibrou – Estou muito orgulhosa de você..

-Todo estamos orgulhosos – sr. Callahan me olhou sorridente. Assenti em agradecimento. Não esperava por uma ligação da Havanna, ela está tão diferente!



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