História The New Kings Of Kings - Capítulo 11


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Categorias Fate/Stay Night, Fate/Stay Night: Unlimited Blade Works, Fate/Zero, High School DxD, Naruto
Personagens Akeno Himejima, Albion, Asia Argento, Azazel, Baraqiel, Ddraig, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Irina Shidou, Issei Hyoudou, Koneko Toujou, Kurama (Kyuubi), Kuroka, Naruto Uzumaki, Personagens Originais, Rias Gremory, Rossweisse, Sasuke Uchiha, Serafall Leviathan, Shikamaru Nara, Sona Sitri, Temari, Vali Lucifer, Xenovia Quarta, Yuuto Kiba
Visualizações 137
Palavras 4.468
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Ecchi, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Plano de Busca


Anteriormente...

 

- Me desculpa. – A voz de Kuroka quebra o silêncio entre elas e a mesma continuava chorando. – Me desculpa. Me perdoa, por tudo. Por ter te abandonado... Por te fazer olhar todas aquelas coisas horríveis que eu fiz você me ver fazendo... Por ter se transformado na irmã de uma “criminosa”... Mas principalmente.. Por não ter te contado a verdade!

- Você não tem culpa! – Grita Koneko, começando a chorar também. – A culpa é toda minha! Eu que era aquela que ficava de olho nos outros quando estávamos nas ruas! Eu não percebi o que aquele homem queria e por isso você pagou o preço! Fui eu quem te transformou numa criminosa! E a culpa é minha... Por não ter ao menos ter dado uma chance de me contar a verdade! Kuroka-nee-sama!

A morena ouvia tudo o que sua irmãzinha falava e não conseguia parar de chorar. Mas o que ela mais queria, ela tinha medo de fazer.

- Koneko-chan... Eu posso... Te dar um abraço? – Pergunta Kuroka, ainda em meio ao choro, mantendo o contato visual com Koneko.

- Baka... – Murmurou a albina, fazendo com que a morena se arrependesse de ter feito aquela pergunta. – Você tem o dever de abraçar e me compensar por todos esses anos! – Respondeu a pequena, abrindo um sorriso para a mais velha, que correu em direção a menor e a abraçou com certa força contra seus seios, e a menor correspondia o abraço. Ambas choravam enquanto se abraçavam e tiravam aquele peso de dentro de seus peitos, deixando as lágrimas levarem a culpa e a tristeza que acumularam durante esses anos que estiveram separadas.

Um pouco mais ao longe, Klaus observava aquela cena feliz por ter cumprido sua promessa com a gata negra. Também não pode deixar de escorrer uma lágrima solitária ao ver aquela cena.

- Não importa o quantas vezes você engane os outros, ou a si mesma, você nunca vai conseguir enganar o seu coração. – Diz Klaus, sorrindo enquanto se afastava das garotas gato. – Não é, Claire?

 

Agora...

 

Alguns dias tinham se passado depois da reconciliação entre as irmãs gato e Kuroka passou a treinar e dar dicas a Koneko sobre Senjutsu. E podemos dizer que a mais velha sabia ser bem dura as vezes, mas ao mesmo tempo sabia ser aquela irmã amável e carinhosa.

Fazia questão de dar as aulas pra ela, o que fez com que a outra professora ficasse com certa raiva da gata. Mas nada que prejudicasse o treinamento de Koneko. Koneko e Kuroka até criaram uma certa rivalidade pela atenção de Klaus. Koneko por conta das carícias que ganhava do albino sempre que mostrava estar melhorando suas habilidades.

Já Kuroka...

Bem, eu acho que vocês já devem saber o que ela quer.

O grupo de demônios e as representantes da Igreja se revezavam durante a busca pelas espadas roubadas, mas não tiveram resultados.

Até mesmo Semíramis estava tendo dificuldades em encontrar as espadas, pois as mesmas possuíam uma assinatura de poder semelhante a espada de Saber, Arthur Pendragon, e mesmo usando a assinatura de poder de Excalibur como base para sua busca, a Imperatriz da Assíria não obteve sucesso.

Um dia, eles decidiram se reunir para discutir sobre o que fazer com as buscas e chegar num consenso. Todos estavam reunidos nos Jardins Suspensos, mais precisamente na sala do trono de Semíramis, onde ela os recebia em seu trono, com Klaus ao seu lado.

- Por que você tem que estar aí, Assassin-sensei? – Questionou o Idiota Tarado, ao mesmo tempo confuso e indignado com a posição em que Semíramis se encontrava.

- Ora, é simplesmente normal uma Rainha receber seus convidados, em seu devido lugar de direito numa sala como essa. No seu próprio trono. – Responde a Rainha de Klaus, olhando com ar de superioridade para o Peão de Rias, que ficou um tanto depressivo com a resposta que ganhou.

De certa forma, Semíramis estava certa.

É simplesmente natural ela receber seus convidados na sala do trono e ainda por cima, se encontrar sentada no trono. Trono que por sinal, já deixava claro qual era a posição dela em comparação a qualquer um que entrasse naquela sala.

Um ser superior.

- De qualquer forma, não vamos nos prender aos fatos que estão acontecendo aqui nessa sala. E sim no problema que temos em mãos. – Comenta Klaus, atraindo a atenção de todos. – Nenhum de nós conseguiu encontrar nenhuma pista sobre o paradeiro das Excaliburs roubadas.

- Verdade. E isso pode ser prejudicial para nós. – Concorda Sona, ajeitando seu óculos. – Precisamos usar outra estratégia para achar o ladrão que tem as outras três.

- Falando em ladrão, eu sei quem está com elas. – Comenta Yuuto, atraindo a atenção de todos ali presentes.

- Se você tinha tal informação esse tempo todo, por que não contou para nós? Por que guardou essa informação pra você? – Questiona Klaus, levemente irritado com o Cavaleiro de Rias.

- Master. – Chama Mordred, atraindo a atenção do albino.

Os olhos esmeralda de Saber diziam que ela queria fazer alguma coisa e Klaus não negou o pedido da mesma e assim foi feito.

Saber se aproximou de Yuuto e deu um gancho no queixo do mesmo, o jogando em direção ao chão.

- Eu sei por que você guardou isso só pra você. – Começa Saber, visivelmente brava com seu aluno. – Você queria enfrentar o ladrão sozinho, como aquelas perdedoras ali. – Continua a mesma, apontando para Irina e Xenovia, esta que ficou bem irritada com a provocação da loira. – Tudo isso por causa da sua vingançazinha idiota.

Yuuto não negou ou concordou contra a acusação de Mordred, apenas virou o rosto e fechou a cara em resposta. A loira estalou a língua com a teimosia do seu aluno. Ele era promissor, mas sabia ser teimoso como ninguém.

- Provavelmente seria alguém que vocês conheçam, Cabeça de Fogo. – Comenta Klaus, se voltando para Rias, que estava inconformada com as atitudes de seu Cavaleiro. – Tem algum exorcista, ou alguém ligado à Igreja que tenha alguma habilidade com o manejo de espadas?

- Apenas uma pessoa me veio em mente. Freed.

Só de ouvir o nome daquele homem fez com que boa parte dos que estavam presentes ficassem com o corpo tenso, inclusive Yuuto, o que não passou despercebido pelo albino ou por Saber. O loiro tinha uma expressão de pura raiva quando ouviu o nome do exorcista e fechou o punho que não estava usando para se apoiar no chão.

- Parece que já sabemos quem nós temos que procurar. – Diz o albino, tendo a concordância de Assassin, da ruiva e de sua morena. Com um pulo, Klaus vai até o encontro dos outros e começam a discutir como iriam atrair o padre maluco até eles.

 

Cap. 11 – Plano de Busca

 

- Não acredito que temos que usar essa merda. – Reclama o albino, olhando para a roupa de sacerdote que Xenovia havia lhe dado como disfarce.

- Não temos escolha. Essas roupas escondem nosso poder mágico. – Comenta Sona, também vestida a caráter como Klaus e ao contrário do mesmo, ela não reclamava da ideia. – Dessa forma, aquele padre maluco não vai conseguir dizer se está enfrentando um humano ou um demônio. – Complementa a morena.

- Eu sei disso. Acontece é que eu tô parecendo um idiota com essas roupas! – Explica o albino, sacodindo o tecido de pano sobre seu tronco e mostrando sua irritação para a amada. O que não passou desapercebido pelas religiosas que voluntariamente cederam as roupas aos demônios.

O plano era circular pela cidade, sempre em dupla, vestindo roupas de sacerdotes, para atrair o padre excomungado maluco até eles para uma armadilha e capturá-lo. Ou mata-lo, no caso de Yuuto. Eles iriam revezar em turnos, cada dia seria uma dupla diferente. E hoje era apenas um teste para ver se as roupas serviam nos outros e, se necessário, fazer alguns ajustes nas mesmas.

Klaus realmente detestava ter que usar aquelas roupas só para pegar um babaca excomungado da Igreja que fica matando a tordo e a direita sem motivo algum, mas fazer o que? Não dá pra fazer uma omelete sem quebrar uns ovos. Sendo que esses ovos era a vontade de Klaus de queimar aquelas roupas o quanto antes.

- De qualquer forma, amanhã a gente vai começar as rondas pela cidade. – Comenta Xenovia, tentando se conter para não pular em cima de Klaus e esgana-lo por suas “heresias”, por assim dizer. – Podemos definir as duplas amanhã ou agora. O que vocês preferem?

- Vamos decidir isso amanhã. – Responde o albino, tendo a concordância da maioria. – Está tarde e amanhã a gente tem aula. Ou pelo menos a maioria de nós.

- Nesse caso, Xenovia e eu vamos ficar aqui para dar os toques finais nas últimas peças dos disfarces de vocês. – Diz Irina, com um grande sorriso no rosto.

Por mais que por dentro estava se amaldiçoando por dentro por depender de demônios para ter êxito na sua missão com Xenovia em recuperar as Excaliburs roubadas, ela até que estava se divertindo com a companhia de todos. Nunca pensou que demônios fossem tão parecidos com os humanos. Sempre os viu como criaturas viés e cruéis. Mas depois que conheceu Klaus e sua nobreza, assim como reencontrou seu amigo de infância, Issei “Idiota Tarado” Hyoudou, essa visão mudou.

Não drasticamente, mas ao menos um pouco.

Já Xenovia, ficou com seu orgulho bastante ferido.

E isso por alguns motivos bem recentes.

O primeiro, foi ouvir a verdade vinda de Klaus, de que elas não conseguiriam cumprir seu dever naquele país de jeito nenhum.

O segundo, foi a luta que teve com o albino há 3 dias atrás, dizendo que ele era arrogante demais para dizer que era mais forte que elas e as duas nobrezas, de Rias e Sona, juntas. O resultado não podia ser outro, Klaus sorriu de forma debochada e um tanto arrogante para a azulada e ambos lutaram num canto isolado dos Jardins, tendo como o vencedor, o albino e foi de forma avassaladora.

Antes da luta começar, Klaus demonstrou um poder que ele não tinha despertado antes, que apelidou de Modo Possessão.

Não era uma “possessão” propriamente dita, mas sim uma pseudo-possessão de Klaus. Podia não parecer, mas ao entrar no Modo Possessão, Klaus possuía todas as Skills e Hougus de um determinado Servant ao seu dispor e ele ganhava um grande aumento de poder com isso, além de todo o conhecimento e habilidades do mesmo. Ele acredita que essa habilidade possa ser a chave para poder vencer futuras batalhas.

O Servant escolhido foi o Herói de Nibelungenlied, Siegfried. A aparência de Klaus havia mudado levemente, sua pele ficou mais bronzeada e seu cabelo ficou levemente maior, com algumas pontas do cabelo ficando na cor preta ou cinza. Vestia a armadura que o grande Herói usava em seus dias de gloria, com o peitoral e as costas desprotegidas e portava sua espada na mão direita, Balmung.

Xenovia lutou relativamente bem no início da luta, mas por algum motivo desconhecido para todos os leigos da lenda do Herói nórdico, os golpes que eram infringidos por Xenovia não surtiam efeito. Era como se a pele de Klaus fosse uma armadura de aço propriamente dita.

Porém não demorou muito para que Klaus pudesse dar a volta por cima e assumir o controle da luta, chegando a até criar algumas rachaduras na Excalibur de Xenovia, o que espantou a todos ali, menos seus Servants, que não esperavam menos de seu mestre.

A luta acabou no momento em que Klaus tirou a espada da mão de Xenovia e a mesma caiu de bunda no chão, com a ponta da espada de Klaus apontada para seu rosto e o mesmo dizendo: “Game Over”.

- “Eu ainda não acredito que ele me derrotou naquela luta. E ainda por cima se diz ser mais forte que ambas as nobrezas dominantes dessa cidade! Eu simplesmente não acredito nisso!! Aquele demônio é um folgado, arrogante, metido, gostoso, sarado...” – A azulada começou reclamando, mas de repente, por algum motivo desconhecido por ela, a mesma começou a dar elogios ao albino e sentiu seu rosto esquentar exponencialmente.

Por conta desses pensamentos um tanto impuros, a religiosa começou a grunhir e murmurar coisas sem sentido para os que estavam ao redor, o que acabou chamando um pouco a atenção de Klaus.

- Vem cá, ela tá bem? – Pergunta Klaus a Irina, ambos olhando para a azulada histérica mais à frente.

- Ela ainda não aceitou a derrota da luta de vocês, entende? – Responde Irina, com um sorriso amarelo no rosto e um tanto envergonhada com a cena que sua amiga estava fazendo.

- Sei... – Se limitou a dizer enquanto olhava para a azulada e sua ceninha dramática consigo mesma. – De qualquer forma, amanhã eu volto pra trazer alguma coisa pra vocês comerem. Ok?

- Ok. Valeu, Klaus-kun!

Depois que todos se despediram e saíram pelo portal aberto por Semíramis, todos saíram, deixando apenas a Imperatriz da Assíria e as duas enviadas da Igreja ali, naquele silencio todo. Silencio que durou pouco, pois tanto a morena, quanto a ruiva cercaram a azulada e ficaram com uma leve cara sugestiva para a mesma.

- O q-que que foi? – Pergunta Xenovia, estranhando a aproximação repentina das duas a sua frente.

- Não venha com essa carinha mocinha. Eu vi o seu rosto ficar tão vermelho quanto os cabelos daquela garota dos Gremory. – Comenta Semíramis, com um sorriso travesso em seus lábios, o que deixou Xenovia com certo medo do que a mais velha podia dizer a seguir. – Mas, por que você ficou assim eu me pergunto. Alguma ideia, Irina-dono?

- Não. Mas se fosse pra dar um palpite, provavelmente seria por conta do Klaus-kun. Xenovia não parava de ficar reclamando do resultado da luta deles, dizendo que foi trapaça e que ela não lutou com seu real poder. Que ele não iria vencer se estivesse usando sua outra espada sagrada e etc. – Responde Irina, meio que brincando com a cara da amiga, que ficou novamente vermelho, dessa vez de raiva e com uma pitada de vergonha.

- CALA BOCA, IRINA SUA BAKA!!! – Gritou a azulada, indignada de ter ouvido aqueles comentários sobre si de sua amiga. – QUEM VOCÊ ACHA QUE É PRA FICAR FALANDO ESSAS COISAS SOBRE MIM?!?!

- Sua melhor amiga! – Responde a ruiva, calando a azulada de jeito.

 

***********

 

A madrugada da Dupla Dinâmica Da Igreja (apelido dado por Klaus a Xenovia e Irina quando estavam juntas) foi deveras longo e um tanto torturante para uma certa azulada. Xenovia foi bombardeada por perguntas e suposições de Semíramis sobre seu mestre. E Irina não ficava de fora, pois a mesma não perdia uma chance se quer de azucrinar a amiga.

Mas, ambas conseguiram ajustar as roupas/disfarces que seus colegas demônios iriam usar para atrair Freed de seu esconderijo.

O dia passou relativamente rápido, até a parte da tarde, quando Klaus sempre fazia uma visita a Sona naquele período do dia.

Tanto para matar a vontade de ficar perto dela como ele bem gostaria de ficar diante dos outros colegas e amigos da academia, quanto para mostrar o quanto a ama, com beijos e carícias. Durante essas visitas, ambos começaram a ter como desculpa para elas uma competição amigável de xadrez, na qual Klaus perdia boa parte das vezes, sendo que da última vez que jogaram eles ficaram a 27 a 34, tendo Sona com a maioria das vitórias das partidas.

Agora Klaus tinha ganhado mais cinco vezes e Sona mais dois, ficando 32 a 36.

- Tô te alcançando Sona. Tem certeza que quer continuar? Não vai ficar cansada na nossa ronda de hoje? – Pergunta Klaus, dando um olhar travesso e um sorriso maroto para a morena, que riu da tentativa do amado tirar ela do sério enquanto organizava as peças no tabuleiro.

- Não se preocupe. Pode não parecer, mas essa não será a primeira vez que vou passar a noite em claro, Klaus. – Responde de forma sugestiva e com um olhar sedutor para o albino, que não deixou de sorrir da mesma forma que os olhos de Sona.

- Kaichou, eu acabei aqui. – Diz uma garota de cabelos castanhos e preso em duas tranças atrás da cabeça.

- Obrigada, Kusaka-san. Pode ir, se quiser. – Disse seu Rei, terminando de arrumar suas peças, assim como Klaus.

- Obrigada. Não demorem muito para acabar o jogo de vocês, ou não vão conseguir acompanhar o resto do pessoal. – Comenta a Bispo de Sona, antes de pegar suas coisas que estavam num canto da sala e se retirar do local.

- Pode deixar. – Respondeu a outra morena, focada no jogo que estava acontecendo naquele momento.

Quando Kusaka saiu da sala e se passaram alguns segundos depois da sua ida, Klaus bateu o braço contra o tabuleiro e a mesa que os separava, os arremessando pra longe e atacou Sona com um beijo lascivo e sedento, que foi correspondido na mesma intensidade por Sona, que puxava seus cabelos brancos com certa força. Ambos estavam se segurando para não sair nos beijos no momento em que se viram naquela sala, mas como tinha gente observando e que aparentemente a notícia do namoro deles não foi vazado pela nobreza de Rias, preferiram não arriscar e ficavam esperando até o último sair para aí sim começarem a se pegar.

Teve dia que o desejo deles pelo outro era tanto, que chegaram a transar na sala e não queriam nem saber se ela iria cheirar a sexo no dia seguinte, eles simplesmente apertaram o grande botão vermelho escrito “FODA-SE!!” dentro de suas cabeças e transaram ali mesmo.

Mas hoje eles estavam se segurando para não transarem ali mesmo e chegarem atrasados para a reunião que iria decidir as duplas e os turnos para procurar Freed.

Klaus a segurou pela bunda redonda e durinha de Sona, a levantando e fazendo com que ela circulasse suas pernas na sua cintura, e começou a leva-la até sua mesa, onde a presidente fazia seu trabalho. Mas hoje aquele móvel seria usado pra outra coisa que não seja trabalhos burocráticos do conselho estudantil.

- Você não tem ideia do quanto eu queria fazer isso com você. – Diz o albino em meio ao beijo, fazendo Sona dar um sorriso.

- Desde da aula de Educação Física.

- Como você sabe? – Pergunta Klaus, cessando o beijo e olhando de forma confusa para Sona.

- Eu senti o seu olhar sobre mim durante a aula toda. – Responde a Sitri, mantendo o sorriso safado no rosto, excitando ainda mais o Tepes.

- A culpa disso foi sua. Você ficou rebolando essa bundinha linda até demais na minha frente. – Explica o mesmo, deixando Sona dar uma cara fingida que dizia: “Não sei do que você está falando”. – Pode parar de fingir que nós dois sabemos que isso é verdade. – Sussurrou o albino no ouvido de Sona e antes de afastar de lá, deu uma mordida no lóbulo do ouvido, o que fez com que Sona gemesse levemente com o ato.

- Então bote a culpa naquelas vadias oferecidas que estavam olhando pra você no seu jogo de basquete com o resto dos garotos da sala. Elas ficavam olhando pra você de uma forma que eu não gostei nem um pouco. – Explica a morena, o que de fato era verdade. O jogo dos garotos não havia coletes o bastante. Então, um time ficou sem camisa e Klaus acabou ficando nesse mesmo time, atraindo o olhar das garotas oferecidas da sala.

Dada a explicação, Sona volta a beijar Klaus mais uma vez, com mais desejo que o anterior. Mal sabia o casal que atrás da porta estava o resto da nobreza de Sona, ouvindo tudo o que acontecia naquela sala.

- E pensar que Klaus-kun e Sona Kaichou tinham esse tipo de relacionamento. – Comenta Hanakai, a albina do grupo, em um sussurro para os seus amigos, bastante vermelha por sinal, de vergonha, assim como outros membros da nobreza de Sona. Menos Saji, que estava vermelho de pura raiva e estava quase querendo matar o albino ali mesmo por estar aos beijos com sua crush (Narrador – Como diria o Sr. K: “Se esperar demais, o gorila leva. Babaca!”).

- Eu vou entrar e acabar com essa merda, agora mesmo!! – Disse o Peão de Sona, furioso com Klaus, pois o mesmo estava roubando sua “futura mãe de seus filhos” dele.

- Espera, Saji-kun, não faça... – Tsubaki até tentou parar seu colega de fazer uma besteira, mas não conseguiu.

O loiro abriu a porta de supetão e viu a verdade inegável, crua e quase nua, pois Sona estava agarrada em Klaus, com alguns botões da parte de cima do seu uniforme desabotoados, revelando seu sutiã rendado. Klaus já tinha desabotoado a camisa do uniforme e se livrado da mesma, ficando com o peitoral definido a mostra para as garotas que babavam de plantão pela cena.

Saji ficou tão vidrado na imagem seminua de Sona, que não percebeu que Klaus olhava para ele com uma certa intensão assassina assustadora ao seu redor.

- Por quanto tempo vai ficar secando a minha namorada, seu merda? – Pergunta o albino, sorrindo de forma maldosa e cínica para o loiro, que voltou o olhar para o albino e sua raiva voltou a tomar conta de si.

- E você? Por quanto tempo pretende ficar nessa agarração com a Kaichou, seu tarado? – Pergunta Saji, furioso com Klaus, que manteve a carranca na cara.

- O quanto ela quisesse. – Respondeu o albino, com bastante orgulho e satisfação na voz e no sorriso, deixando Saji inconformado com a resposta.

- Como é que é?!

- É exatamente o que você ouviu, Saji-san. – Responde Sona, já com a roupa arrumada e de pé ao lado de Klaus. E a cara dela não era uma das melhores, o que fez com que Saji e as garotas ficassem com medo de seu Rei, pensando o que poderia acontecer com a vidas deles. – E vocês tem 5 segundos para saírem daqui antes que eu realmente fique furiosa por terem estragado esse momento com o meu namorado. – Ameaça a morena, reunindo uma grande quantidade de poder mágico sobre suas mãos, aumentando ainda mais o perigo e o medo que sua nobreza estava sentindo naquele instante.

Não demorou nem um segundo para que todos picassem a mula e saíssem dali o mais rápido possível, deixando Sona e Klaus sozinhos na sala mais uma vez. A Sitri deixa o ar sair de forma pesada e cansada, pois sabia que ao menos uma das garotas de sua nobreza vai, com toda a certeza do mundo, contar sobre o namoro deles aos quatro cantos da academia e aí não teriam mais sossego de ninguém naquele lugar.

Klaus chegou atrás dela, circulando a cintura da mesma e dando um beijo em seu pescoço antes de repousar sua cabeça sobre um dos ombros da morena.

- Calma. Eu sei que elas vão tentar guardar isso em segredo de todo mundo. Do melhor jeito que elas puderem. – Comenta Klaus, tentando animar Sona.

- Não é isso. – Corrige a Sitri, deixando o Tepes confuso. – Eu tô me sentindo péssima por não ter contado isso para Tsubaki e as outras garotas. Principalmente para Tsubaki.

- Ela é sua melhor amiga desde que chegou ao mundo humano, né?

- É. Nem sei como eu iria conseguir me adaptar com os costumes e hábitos desse país sem a ajuda dela. – Confessa a morena, triste por ter escondido esse segredo de sua outra melhor amiga.

- Bem, nesse caso... – Começa Klaus, se virando para ficar de frente para Sona e sem se soltar dela. – Ela vai entender o porquê de você ter guardado esse segredo delas. Afinal, quem não tem um segredo ou dois que não quer que os outros saibam? – Termina Klaus, dando um pequeno sorriso e beijando a testa de Sona, que se anima um pouquinho.

- E você? Você tem algum segredo que não quer que os outros saibam? – Pergunta a Sitri, com um leve tom de desconfiança para o Tepes.

- Tenho. Mas, vou deixar eles serem revelados quando eu achar que é a melhor hora pra isso. Não quero guardar segredos de você e das outras. – Diz o albino, se referindo as garotas das quais dividia a casa.

- É bom mesmo. Ou eu vou fazer greve de sexo por 1 mês se você não contar nada pra gente. – Avisa a morena, fazendo sua melhor cara de séria para o albino, que ficou chocado com o aviso.

- Aí é maldade Sona!

- Então... Por que não aproveita a chance e me faz mudar a pena? – Sugere Sona, dando um sorriso safado para Klaus, que corresponde o sorriso da mesma forma.

- Você é bem doida quando quer, sabia? – Questiona Klaus, antes de começar a dar beijos e chupões no pescoço de Sona e a desabotoar novamente a roupa dela.

- Me beija com tesão, Klaus. – Ordena Sona, que teve seu pedido atendido sem mais nem menos pelo albino.

O resto da tarde para aqueles dois foi apenas uma coisa: SEXO SELVAGEM E SEM LIMITES.

 

**************

 

Já era por volta das 21 horas quando todos se reuniram nos Jardins Suspensos para começarem a dividir as duplas que fariam as patrulhas. E ficou dividido assim:

Klaus e Irina, Saber (Mordred) e Yuuto, Xenovia e Berserker, Sona e Kusaka e a última dupla do dia seria Idiota Tarado e Saber (Arthur). Issei estava meio decepcionado com a divisão das duplas feitas por Klaus.

- Por que eu tenho que ficar com Saber-san? – Questiona o moreno, claramente irritado por fazer dupla com o Rei dos Cavaleiros

- Como se eu fosse deixar você fazer dupla com a minha namorada ou com Berserker! – Comenta Klaus, tão irritado quanto Issei, que se encolhe de medo.

- Tá. Mas por que a Mordred-chan está com o Kiba? – Questiona novamente o Idiota Tarado, enciumado por ser o único que fez dupla com outro homem.

- Por que eu sou a porra da mentora desse infeliz, Idiota Tarado!! Tá afim de levar um soco, é? E eu não tô falando que vai ser na cara, MAS NA PORRA DOS SEUS OVOS!! – Ameaçou a loira, indignada com as perguntas ridículas do Peão de Rias.

- Não! Me desculpa! – Diz o Idiota Tarado com muito medo de Mordred, que ficou com um sorriso satisfeito no rosto.

- Se os dois patetas já terminaram de discutir... – Diz Klaus, fazendo com que Mordred ficasse brava com seu mestre e Issei com cara de inconformado por ter sido chamado de pateta. – Ops, correção. A pateta e o palerma tarado. – Corrigiu o albino, com um sorriso sádico no rosto ao ver a mudança na cara de Issei. De inconformado para um completamente derrotado. Klaus adorava rebaixar Issei de todas as formas possíveis, era um dos passatempos preferidos dele. – Podemos começar a nossa “patrulha” e pegar um babaca.



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