História The New Kings Of Kings - Capítulo 12


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Categorias Fate/Stay Night, Fate/Stay Night: Unlimited Blade Works, Fate/Zero, High School DxD, Naruto
Personagens Akeno Himejima, Albion, Asia Argento, Azazel, Baraqiel, Ddraig, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Irina Shidou, Issei Hyoudou, Koneko Toujou, Kurama (Kyuubi), Kuroka, Naruto Uzumaki, Personagens Originais, Rias Gremory, Rossweisse, Sasuke Uchiha, Serafall Leviathan, Shikamaru Nara, Sona Sitri, Temari, Vali Lucifer, Xenovia Quarta, Yuuto Kiba
Visualizações 61
Palavras 3.750
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Ecchi, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - Emboscada


Anteriormente....

 

Já era por volta das 21 horas quando todos se reuniram nos Jardins Suspensos para começarem a dividir as duplas que fariam as patrulhas. E ficou dividido assim:

Klaus e Irina, Saber (Mordred) e Yuuto, Xenovia e Berserker, Sona e Kusaka e a última dupla do dia seria Idiota Tarado e Saber (Arthur). Issei estava meio decepcionado com a divisão das duplas feitas por Klaus.

- Por que eu tenho que ficar com Saber-san? – Questiona o moreno, claramente irritado por fazer dupla com o Rei dos Cavaleiros

- Como se eu fosse deixar você fazer dupla com a minha namorada ou com Berserker! – Comenta Klaus, tão irritado quanto Issei, que se encolhe de medo.

- Tá. Mas por que a Mordred-chan está com o Kiba? – Questiona novamente o Idiota Tarado, enciumado por ser o único que fez dupla com outro homem.

- Por que eu sou a porra da mentora desse infeliz, Idiota Tarado!! Tá afim de levar um soco, é? E eu não tô falando que vai ser na cara, MAS NA PORRA DOS SEUS OVOS!! – Ameaçou a loira, indignada com as perguntas ridículas do Peão de Rias.

- Não! Me desculpa! – Diz o Idiota Tarado com muito medo de Mordred, que ficou com um sorriso satisfeito no rosto.

- Se os dois patetas já terminaram de discutir.... – Diz Klaus, fazendo com que Mordred ficasse brava com seu mestre e Issei com cara de inconformado por ter sido chamado de pateta. – Ops, correção. A pateta e o palerma tarado. – Corrigiu o albino, com um sorriso sádico no rosto ao ver a mudança na cara de Issei. De inconformado para um completamente derrotado. Klaus adorava rebaixar Issei de todas as formas possíveis, era um dos passatempos preferidos dele. – Podemos começar a nossa “patrulha” e pegar um babaca.

 

Agora....

 

Sona estava andando pelas ruas com sua Bispo, Kusaka, que estava claramente tensa naquele momento. Por que tinha sido ela quem sugeriu fazer aquela “conferida” na relação dos dois, pois tinha uma certa desconfiança que eles podiam ter mesmo alguma coisa além da relação profissional que eles tinham como Presidente do Conselho Cstudantil e membro do Comitê Disciplinar. E como Klaus a designou como parceira de Sona, por que não queria ela ao lado de Saji ou do Idiota Tarado, secando ela com os olhos. E também tinha quase que 90% de certeza de que todas as garotas da nobreza de Sona respeitam seu Rei, independente da sua preferência sexual. E também por que ele não iria ficar incomodado em ver ela com outra garota.

- ....

- Se tem algo a dizer, Kusaka-san, pode dizer. Não vou brigar com você. – Corta a Sitri, surpreendendo a amiga, que não sabia que a mesma tinha notado sua insegurança com relação ao assunto que queria abordar.

- Bem.... A quanto tempo, você e o Klaus-kun estão juntos? – Pergunta a morena, um tanto tímida com a reação calma e inesperada de Sona que estava lhe dando.

- Já deve fazer mais ou menos 1 mês e meio que estamos juntos. E faz 1 mês que estamos namorando. – Conta Sona, bem feliz por estar dizendo isso para sua amiga e parte de sua nobreza.

- Nossa. Tanto tempo assim? – Pergunta a garota, surpresa com a notícia que recebeu. – Tô surpresa por terem conseguido manter esse namoro em segredo por tanto tempo lá na academia. Se fosse comigo, já teriam descoberto em menos de 24 horas. – Conta a mesma um tanto desapontada consigo mesma, pois ela não conseguia esconder seus sentimentos muito bem, como Sona e Tsubaki.

- Bem, não foi exatamente esse tempo todo de sossego. Rias e sua nobreza descobriram sobre nós uns dias antes de vocês.

- Nem quero imaginar o que Rias-san deve ter feito quando descobriu. – Comenta Kusaka, com medo só de pensar no que a Gremory possa ter feito com seu Rei.

- Bem, foi apenas um interrogatório que durou uns bons minutos de antes da aula e intervalo. Junto com alguns comentários um tanto constrangedores vindo de mim. – Conta a morena, um pouco vermelha de vergonha por se lembrar dos assuntos abordados no interrogatório de Rias.

- Ela fez perguntas bem intimas sobre vocês dois? – Pergunta a outra morena, assustada com a reação de Sona, que acena positivamente para ela. – Melhor não tocar mais nesse assunto. Não é?

- É. – Concorda a Sitri, voltando o olhar para frente e continuando a caminhada, ao lado de Kusaka.

- Kaichou, olha....

- Eu sei que você não quis fazer aquilo. Mas apenas peço que guarde minha relação com o Klaus em segredo por mais um tempo. Pelo menos até o fim do ano e me formar, junto com ele e a Rias. – Pede Sona, parando a caminhada e se voltando para Kusaka, com as mãos juntas e na frente do rosto, enquanto fazia um olhar de pidão para a mesma.

- De mim, ninguém vai descobrir sobre isso. – Conta Kusaka, sorrindo de forma apaziguadora para Sona, que se animou em ouvir isso dela.

Podia não conseguir esconder seus sentimentos tão bem quanto as outras garotas da nobreza de Sona, mas sabia guardar segredos como ninguém.

- Só não sei quanto as outras. Elas adoram uma fofoca. – Continua a mesma, fazendo uma cara de desanimo, que foi acompanhado pela Sitri que repetiu o ato. Quando viram o que estavam fazendo, começaram a rir do que falaram e das caras delas e voltaram a andar pelas ruas desertas de Kuoh.

 

Cap. 12 – Emboscada

 

Numa outra parte da cidade, Klaus e Irina estavam tendo uma conversa bem descontraída por sinal.

- Comprar um quadro falso, só por que o vendedor disse que tinha uma imagem de algum santo, não é considerado uma loucura da sua vida. – Diz o albino, olhando com desaprovação para a ruiva ao lado, que fez bico e inflou as bochechas com o comentário.

- Então diz aí qual é a maior loucura que aconteceu na sua vida. – Pediu, ou melhor ordenou, Irina, indignada em saber que a sua mancada não poderia ter sido considerada como “loucura”. Klaus parecia pensar um pouco antes de responder.

- Teve uma vez que eu tava lá no Brasil. Eu devia ter uns 12, 13 anos mais ou menos, não tô lembrando agora. Mas, detalhes a parte. Era férias de meio de ano, lá elas são em julho, e eu tava na casa de um parente de um amigo meu que tinha feito lá em uma das cidades do estado do Rio de Janeiro, capital mesmo. Na verdade, a casa era da tia dele e ela tinha uma loja de presentes lá em São Lourenço, é em outro estado, uma cidade cheia de malucos. Ele tinha me convidado pra passar uns dias lá pra curtir a cidade, conhecer, já que eu era gringo lá, aproveitei pra ver a cidade. – Começa Klaus, bem animado por lembrar dos dias que passou naquele país tropical maluco. – Aí um dia a gente tava jogando truco, quando o celular do meu amigo toca e era a tia dele, pedindo pra ele ir lá na loja dela e ficar lá, por que não tinha funcionário. Eles tavam de férias, ou sei lá o que. E como o movimento na loja não era muito grande, ele perguntou se eu podia ir junto, pra não ficar naquele tédio todo, sabe?

- E o que isso tem haver com ser a maior loucura da tua vida? – Pergunta Irina, confusa com tudo isso que Klaus estava falando.

- Se você deixar eu terminar, você vai entender. – Corta o mesmo, dando um olhar sarcástico e irônico pra ela, fazendo ela se calar e esperar ele terminar a história. – E São Lourenço é um cidade deserta cara. Só no carnaval, semana santa e na festa de inverno de julho que tem alguma coisa. Aí a gente ficou lá na loja por um tempo, quando me entra um cara, magrelo, com a pele enrugando e vira uma pelanca em cima do corpo, sabe? – Pergunta olhando para Irina, que olhava pro albino de forma incrédula com a descrição do cliente. – Com uma barba meio por fazer. Ele era meio que um Seu Madruga, só que com cavanhaque. – Nessa parte Irina não conseguiu conter uma pequena risada com a última parte da descrição do cliente, pois ela sabia quem era Seu Madruga. – Com um pote de mel na mão perguntado sobre a tia do meu amigo, que tava atendendo uma moça, uma turista eu acho.

- Mel?

- É por que é bom pra tosse. – Explica Klaus, antes de continuar a história. – “Ah, é que ela foi no banco, pagar uns negócios lá.”, “Entendo. É que eu vim trazer o mel pra ela, que faz tempo que eu não venho trazer o mel. Por que eu tenho dentadura.”. Aí ele tirou a dentadura e boto em cima da mesa.

- COMO ASSIM?!!? – Perguntou a ruiva, confusa e quase morrendo de rir ao imaginar a cena acontecendo.

- A mulher que meu amigo tava atendendo, olho aquilo e eu só vi o queixo dela cair, bateu no balcão. PAH! E eu, cara, fiquei Frango-robô. – Contava Klaus, rindo de sua própria história. – O cara tirou a dentadura e botou no balcão da loja.

- Não acredito!

- “Ah, legal.”, “É, eu tenho dentadura, inclusive....”, aí ele pegou uma pasta que ele tirou de não sei da onde. Acho que do cu. Abriu e tinha um monte de uns símbolos e uns negócios de “proteção”, sabe? “Esse aqui é muito bom pra você botar atrás do celular. É só bater um xerox e colar atrás do celular, que te protege das ondas que saem dele.”

- Bater um xerox?! – Pergunta Irina, mais confusa e tentando segurar o riso.

- “Inclusive eu bebo xixi todo dia de manhã.” – Diz Klaus, imitando a voz do Seu Madruga de Cavanhaque, fazendo com que Irina gritasse “AÍ! QUE NOJO!” – Quando eu olhei pra dentadura, dei um passo pra trás, que nem Michael Jackson, Billy Jeans. – O comentário fez com que Irina risse ainda mais e mais alto que antes. – Aí ele falo: “Tem alguma coisa bonita pra eu comprar pra minha namorada. Gosto muito dela!” Aí, entra nessa hora, um gordo na loja. De cabelinho Chanel e óculos. Mano, parecia muito o Beiçola. Muito mesmo. Até hoje eu acho que aquele gordo era o Beiçola, mas voltando aqui. Aí ele entra e o maluco, o magrelo, o Seu Madruga, dá o braço pro Beiçola e manda: “Olha aí minha namorada!”

- NÃO!!! – Berrou a garota, rindo mais alto ainda e chamando a atenção até das pessoas que estavam dentro das casas, algumas até estavam dormindo, abriram a janela e mandaram a dupla se fuderem e calarem a boca, o que fez Klaus mandar eles se fuderem e pegarem o “cala a boca” deles e enfiarem no cu.

- Pra você ver o nível de malucos que tem na cidade. – Disse o albino, tentando controlar o riso, mas falhando miseravelmente. – Aí a moça, que meu amigo tava atendendo virou pra gente, começou a rir, né? E falou: “Volto mais tarde.” Aí eu falei: “Eu também.” E sai correndo pra fora daquele lugar, que nem o Papa-Léguas da Warner. – Conta Klaus, rindo da história, tanto quanto Irina naquele momento, que estava apoiada no albino e com uma mão na barriga de tanto rir.

- Eu não tô acreditando, é sério que isso aconteceu mesmo? – Pergunta a garota, ainda rindo, assim como Klaus.

- Sim. E isso, minha cara, é considerado uma loucura que só acontece uma vez na vida. – Diz Klaus, estufando o peito e ficando com uma cara exibida no rosto.

- Ok, ok. Você ganhou. – Comenta Irina, levantando as mãos em sinal de rendição.

Se ela estava se divertindo com o albino? Sim. Esperava que ele fosse mais sério durante a patrulha, mas na realidade, ele foi mais descontraído e aberto que ela. Contou sobre parte de sua vida, do porque ter um certo ódio contra a Igreja, anjos, anjos caídos e demônios. Se bem que a última parte de odiar as Três Facções, era mais branda e ele não se importava com eles. Apenas com os responsáveis que lideraram o ataque a sua vila natal e que ordenaram a sua destruição. E que se ele os encontrasse um dia, os mataria da forma mais agoniante e dolorosa possível. Os faria sofrer antes de morrer. Se engasgariam com seu próprio sangue e então morreriam. Ele dizia tudo isso com um olhar tão gélido e assustador, que fez com que Irina desejasse nunca vê-lo tão zangado ou furioso com ela, pois ela certamente iria morrer de ataque cardíaco apenas com o olhar gélido dele.

Continuaram andando por mais um tempo, até que chegaram a uma praça deserta, onde eles se sentaram para descansar um pouco. Não que Klaus estivesse cansado ou algo parecido, mas Irina, por outro lado, estava com algumas dores na perna de tanto andar, além de rir da história que o albino contou para a mesma.

- Eu realmente não consigo acreditar que o Clã dos Heróis foi destruído em uma única noite. – Diz a ruiva, que estava estirada no banco e olhando para o céu noturno, coberto por algumas nuvens escuras.

- A maioria dos nossos guerreiros estavam em missões espalhados pelo mundo, deixando a maioria das pessoas que não eram combatentes, ou jovens demais para lutar. Em outras palavras, estávamos desprotegidos. Então eles atacaram no momento mais vantajoso para eles. – Explica Klaus, com as mãos no bolso e também olhando o céu noturno. – A propósito, está pronta?

Podia não parecer, mas Klaus sabia que não estavam sozinhos naquele momento, assim como Irina, que sentiu estar sendo observada a algum tempo.

- Sim. – Responde a garota, sorrindo de forma confiante e se levantando do banco, assim como o demônio e se voltaram para um canto qualquer da praça, ou mais especificamente, uma árvore a alguns metros de distância atrás deles.

- Sabemos que está aí. Saia, agora. – Ordena Klaus, firme em suas palavras.

- Nossa. E pensar que uma portadora da Excalibur se juntaria a um demônio. Hi hi hi, que divertido. – Comenta uma voz que vinha atrás da árvore que a dupla estava de olho. Dela saiu Freed, o padre maluco e psicopata excomungado da Igreja, ou como Klaus gostava de chamar, Casa de Deus de cu é rola.

O ex-padre estava com um sorriso claramente psicótico no rosto, além de ter um olhar doentio e sádico.

- Faça-me um favor e manda seus amiguinhos saírem também. Eu sei que eles estão aqui também. – Diz Klaus, sem muito saco pra conversa ou pro exorcista na sua frente, que estava rindo descontroladamente com o comentário do albino.

- HAHAHA!! VOCÊ É BOM, GAROTO! HEY, GALERA!! VOCÊS ESTAVAM CERTOS SOBRE ESSE AQUI!! ELE É REALMENTE MUITO BOM!! – Gritava o exorcista, olhando para o céu e de lá, três anjos caídos surgiram e cercaram a dupla. Todos os anjos eram homens e um deles olhava com certo interesse em Irina. O que não agradou muito Klaus.

- Consegue segurar o pateta ali por um tempo? Eu vou cuidar desses Corvos ridículos. – Diz Klaus, de costas para a garota e de frente para o primeiro anjo caído que iria matar.

- Com certeza. – Disse Irina, bastante confiante em suas palavras.

- Não hesite em pedir ajuda. – Comenta Klaus, antes de se jogar pra cima de um dos anjos em uma velocidade insana e o agarrar pela cabeça e fazendo com que se chocasse em uma árvore, que rachou e esmagou o crânio do inimigo com suas mãos após o impacto, que não o matou.

Apenas a velocidade e a força de Klaus já deixou os anjos caídos impressionados, ele mal tinha sido reencarnado como demônio e já era tão forte assim?

Realmente, Kokabiel iria se divertir com ele, pensaram os lacaios do mesmo, com um sorriso convencido no rosto.

- Podem vir os dois. Eu trarei o Inferno enquanto mato vocês. – Diz Klaus, com os olhos em fenda e com certa raiva em sua voz.

Um dos anjos avança contra Klaus, que não se mexeu, e criou uma lança de luz, do tamanho de uma espada e a utilizou como uma. Atacava de todos os lados, mas os golpes eram facilmente desviados ou bloqueados pela espada que Klaus materializou, possuindo uma katana de aço negro e a lâmina era esverdeada, no tom esmeralda. Klaus nem suava com aquilo e aproveitou uma brecha do oponente e deu uma olhada na luta de Irina e ela estava indo bem, melhor do que ele esperava.

Por mais que Freed a provocava ou a insultava, ela mantinha a cabeça fria e não se abalava com as provocações do mesmo. Pensou em pedir que ela lutasse com ele mais tarde, depois que tudo estivesse resolvido.

- Tá de olho na ruivinha também? Ei, sabe o que eu vou fazer quando eu acabar com você? Eu vou me divertir um pouquinho com ela. – Diz o anjo caído, num tom sádico e insano, o que deixou Klaus irritado e ao mesmo tempo com uma certa pulga atrás da orelha. Ele conhecia aquela voz de algum lugar. Mas onde?

- “Divertir”? – Perguntou o albino, apenas para confirmar suas suspeitas.

- Sim! Vamos estuprar aquela vadia juntos!! Eu e o meu amiguinho aqui. – Comenta mais uma vez o anjo, com o olhar mais insano e perturbado que ele podia dar. Sua voz tinha o mais puro sadismo e excitação em fazer aquele ato depravado e horrendo com Irina.

Agora que Klaus ouviu melhor a voz daquele anjo, ele se lembrou de onde ele conhece aquela voz.

- Você...

- Hein?

Sem aviso prévio, Klaus empurrou o anjo com tanta força que o arremessou contra outra árvore e a quebrou, fazendo com que a mesma caísse no chão.

O anjo tossiu sangue e quando voltou o olhar para Klaus, viu que ele estava com chifres e asas draconianas, suas mãos ganharam garras e seus dentes ficaram mais afiados, seus olhos ficaram mais vermelhos e a parte branca do olho ficou negra. Ele também tinha mudado de espada e pego a katana que usou quando estava lutando contra a nobreza de Rias. A katana vermelha brilhava na mesma intensidade que os olhos de seu mestre e seus raios chegavam a tocar o chão e causar alguns queimados no mesmo.

- Foi você. – Disse o albino, sua voz saiu fria e cheia de ódio e raiva. Fúria era visível em seus olhos e em seu rosto. – Você matou ela. Você matou a minha irmã! – Esbravejou o mesmo, antes de desaparecer e reaparecer ao lado do anjo e chutar seu rosto e quebrar sua mandíbula.

O chute o jogou contra o colega do anjo, e com facilidade, quebrou as costela deste e o arremessado, deslocou o ombro esquerdo. Não deu nem 3 segundos que fora arremessado e ele foi empalado por inúmeras estacas que saíram do chão. As estacas acabaram entrando no outro anjo, mas por sorte do destino, ele conseguiu ser pego apenas em uma das pernas e se libertar da possível morte que viria.

Já o que foi empalado, não teve tanta sorte. Ele tinha sido furado no peito, pernas, braço. Até mesmo nas mãos ele foi perfurado pelas estacas que surgiram do nada do chão. Sangue escorria pelas feridas do anjo e ele gritava de dor e uma tossida de sangue saiu de sua boca em meio ao grito.

Quando Freed viu aquilo, ele ficou tão assustado, que jurava que sua alma tinha saído e voltado após ter visto aquela cena do anjo ser empalado vivo. Irina estava no mesmo estado, só que ela tinha certeza que sentiu sua janta subir pela garganta e voltar. Quando Klaus disse que faria cada um dos responsáveis que destruíram seu lar sofrer, ele não estava brincando.

Se aquilo não era uma tortura física e psicológica, então ela não sabia o que Klaus estava fazendo, mas parecia que aquilo era apenas o começo.

Freed aproveitou a distração de Irina e tentou roubar a Excalibur dela, mas Klaus apareceu no meio deles e tentou cortar Freed no meio, que infelizmente conseguiu escapar do golpe e fugir, assim como o outro anjo caído, com o rabo entre as pernas.

- Eu recomendo que você não olhe o que eu vou fazer agora, Irina. – Diz Klaus, com uma voz bem assustadora para a garota e de costas para ela, se dirigindo para o anjo espetinho mais adiante. – Você não vai gostar do que está prestes a ver.

- Está bem. – Responde a garota, se dirigindo a algum canto da praça, longe o bastante para não ouvir os gritos do anjo caído, prestes a ser torturado e morto.

Com Irina longe o bastante, Klaus podia começar o “interrogatório” do prisioneiro.

- Agora, me diga. Quem deu a ordem de destruição a minha vila? – Pergunta Klaus, olhando fixamente para os olhos insanos do anjo caído, que estava se contorcendo de dor em meio as estacas. Mas o mesmo não respondeu. – Responda.

Klaus criou outra estaca, que perfurou seu pé e o anjo gritou de dor.

- Eu não tô com paciência pra joguinhos. Responda de uma vez, e eu lhe darei uma morte rápida. – Disse o albino com um olhar frio, com parte do cabelo cobrindo seus olhos.

Qualquer um que olhasse para Klaus naquele momento, poderia dizer que ele era um monstro por conta do olhar. Suas írises vermelhas brilhavam em contraste com a parte negra de seus olhos, e a fenda nos mesmos deixava aquilo ainda mais assustador.

- Ko-Kokabiel.... Kokabiel-sama. Foi ele quem deu a ordem de extermínio. – Responde o anjo, tossindo sangue e com bastante medo do demônio a sua frente.

- Cadê ele?

A resposta veio numa luz que vinha da Kuoh Academy e um grande domo foi erguido ao seu redor.

- Começou. – Disse o anjo caído, com um sorriso insano.

- Hum? Do que você está falando?

- Nós éramos apenas uma distração, enquanto Kokabiel-sama se preparava para acabar com toda essa cidade!! ASSIM COMO A SUA VILA PATÉTICA SEU....

O anjo não terminou a frase, pois foi empalado por mais 10 estacas em sua cabeça, a arrancando de seu tronco e furando seus olhos e boca. Outras 20 fizeram questão de esquartejar o resto do corpo do anjo, fazendo o chão da praça ser pintado com seu sangue.

- Lixo como você merecem caixão fechado. Verme. – Diz Klaus com o mais puro olhar frio e cruel que podia ter dado em sua vida. – Você é o próximo, Kokabiel.



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