História The New Kings Of Kings - Capítulo 9


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Categorias Fate/Stay Night, Fate/Stay Night: Unlimited Blade Works, Fate/Zero, High School DxD, Naruto
Personagens Akeno Himejima, Albion, Asia Argento, Azazel, Baraqiel, Ddraig, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Irina Shidou, Issei Hyoudou, Koneko Toujou, Kurama (Kyuubi), Kuroka, Naruto Uzumaki, Personagens Originais, Rias Gremory, Rossweisse, Sasuke Uchiha, Serafall Leviathan, Shikamaru Nara, Sona Sitri, Temari, Vali Lucifer, Xenovia Quarta, Yuuto Kiba
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Palavras 7.438
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Ecchi, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Espadas Sagradas E Gata Negra


Fanfic / Fanfiction The New Kings Of Kings - Capítulo 9 - Espadas Sagradas E Gata Negra

Anteriormente....

 

Sona tinha um grande sorriso no rosto, no qual ficou ainda maior quando sentiu ser beijada por Klaus mais uma vez, enquanto ela era virada  de bruscos, sem quebrar o beijo.

Sona tinha uma noção do que Klaus queria fazer a seguir e não reclamou, tinha combinado de se entregar a ele por completo quando falou de sua recompensa um dia antes da festa de noivado de sua amiga, agora teria que arcar com as consequências de suas escolhas. Klaus apenas atiçava Sona, esfregando seu membro enrijecido e grande sobre o ânus dela, que não conseguia parar de rebolar e morder seu lábio inferior para Klaus, o deixando ainda mais excitado e com mais vontade de fazer aquilo.

Começou a penetra-la devagar e Sona teve que segurar os lençóis da cama para não agarrar os pulsos de Klaus e aperta-los com força o suficiente para quebra-los. Podia não parecer, mas Sona era bem forte fisicamente, a ponto de conseguir ficar de igual para igual com Mordred, já que elas fizeram uma disputa de queda de braço a alguns dias atrás, por pura provocação da loira.

Depois que penetrou por completo na Sitri, o Tepes começou a dar estocadas lentas e torturantes, deixando Sona entre a dor e o prazer, mas aos poucos o prazer foi ganhando terreno e tomou por completo o seu corpo. Klaus, vendo que Sona mais gemia de prazer do que de dor, começou a dar estocadas mais fortes e rápidas, aumentando o prazer de ambos. Ele segurou a cintura fina de Sona e ficou forçando ela ir de encontro com seu corpo, deixando as estocadas cada vez mais brutas e prazerosas.

Sona nem conseguia falar, pois ficava gemendo o nome de Klaus, ou dizendo o quanto aquilo era bom, implorando para que ele não parasse tão cedo. Era oficial, Sona Sitri estava ficando viciada em sexo anal e se não tomasse cuidado, não iria conseguir passar uma noite de sexo selvagem sem ser penetrada analmente. Sona inclina-se pro lado, para poder puxar Klaus para um beijo lascivo e sedento, que foi correspondido no ato. Com uma profunda estocada, Klaus gozou novamente dentro de Sona e ambos gemiam em meio ao beijo.

Klaus saiu de dentro de Sona e se deitou ao seu lado, ofegante e cansado. Sona estava cansada também e nem tinha feito muito esforço, mas não era de esforço físico e sim mental, por suportar as dores de perder a virgindade. As virgindades, na verdade. Já que também perdeu a virgindade anal naquele dia. Eles se olham e soltam um sorriso malicioso pro outro. Podiam estar cansados, mas de uma coisa eles tinham certeza. Eles ainda não estavam totalmente satisfeitos.

 

Agora....

 

Naquele dia, Sona e Klaus transaram quase que o dia todo. Em todas as posições possíveis e em todo o quarto. Fizeram sexo na cama, no chão, na parede, no sofá que tinha perto da cama, na escrivaninha que havia num canto do quarto. Quando terminaram, o lugar cheirava a sexo, literalmente. Tiveram que tomar um banho para tirar o suor de seus corpos e não preciso dizer que eles aproveitaram para dar uma rapidinha durante o banho também. A noite eles foram dormir em outro quarto, para não sentirem o cheiro de sexo no quarto semidestruído pela brincadeira deles. Além de não terem que repetir a dose.

No dia seguinte, os Jardins já estavam de volta ao mundo humano e no mesmo lugar onde foi “estacionado” quando chegou a cidade de Kuoh. Por ser segunda-feira, o casal teve que se arrumar para as aulas e quando estavam prontos, Semíramis criou um portal para a casa do albino, onde Sariel já estava aguardando por eles e foi junto com o casal e Mordred para a academia, com Sona mancando um pouco por conta das dores que estava sentindo em sua intimidade, mas ela tentava disfarçar o máximo que podia, assim como os chupões e mordidas que Klaus fez questão de deixar em sua pele.

A anja não pode deixar de sentir uma pontada no coração ao ver Klaus e Sona juntos daquele jeito, o que não passou despercebido por Sona, que formou um sorriso vitorioso gato nos lábios.

Já chegando no portão da academia, Klaus se despediu de Sona com um breve selinho e começou a andar no seu skate, sendo acompanhado por Saber e juntos eles deram um K.O. no Idiota Tarado.

- Bom dia, Idiota Tarado. – Disse a dupla enquanto passava pelo Sekiryuutei caído no chão, sendo acudido por uma Asia que o chamava de forma desesperada.

Sona deu um suspiro de leve ao ver aquela cena, mas não deu muita bola. Já estava esperando aquilo do namorado e não estava se arrependendo em deixa-lo fazer isso com o Peão de Rias. Agora, sua maior preocupação era Sariel, que estava ao seu lado, olhando para seu amado que ia se distanciando aos poucos.

- Se importa em vir comigo por um instantinho, Sariel-san. É coisa rápida, juro. – Pediu a Sitri, despertando a outra morena de seus devaneios.

A anja acena em resposta e segue a Sitri até sua sala, pois a mesma sabia que ela estaria vazia naquela hora. Adentraram no como do e Sona fechou a porta quando Sariel entrou.

- Vou ser direta, anja caída. Não pense que eu não notei os seus olhares sobre meu Klaus. Então aqui vai um pequeno aviso. Não tente tira-lo de mim, que eu não vou tentar tirar essas suas asas de você, entendeu? – Ameaça a Sitri, deixando um pouco de seu poder emanar ao redor de seu corpo e deixando o ar ao seu redor mais pesado, o que fez com que Sariel respirasse com certa dificuldade, mas a anja não se intimidou e se manteve de pé diante da Sitri.

- Semíramis-dono me contou sobre o estado do Clã que Klaus-san faz parte. Então deixe eu lhe dizer uma coisinha que você talvez não saiba. – Começa a outra morena, que era relativamente mais alta que Sona. – Ele é o último de um Clã de Heróis e para que esse Clã possa se reerguer, ele terá que ter mais de uma mulher como esposa. E acho que você sabe o que isso significa. – Continua a mesma, deixando Sona boquiaberta com a descoberta. – E também, Semíramis-dono me deu permissão para tentar a sorte com Klaus-san. Então pode ficar tranquila, Sona Sitri. Eu não pretendo tirar o Klaus-san de você. Apenas pretendo fazer parte da vida dele, como você também faz parte da dele.

Sona estava atônita, ou melhor, sem palavras para o que acabou de ouvir. Mas não deixou seu poder diminuir com aquilo por um instante. Estava na dúvida se o que a anja estava falando era verdade ou não. Mesmo com certo receio daquela história de Klaus ter um harém, ela diminuiu a quantidade de poder que estava emanando e pegou seu celular e ligou para a casa do albino, onde sabia que havia uma certa pessoa que poderia tirar todas as suas dúvidas.

Não demorou muito para ser atendida por uma voz bem familiar para a Sitri.

- Alô? – Pergunta a voz do outro lado do aparelho, sendo mais especificamente a voz de Ravel.

- Ravel-chan, pode me fazer um favor? Semíramis está aí com você?

- Semíramis-sama? Sim, ela está me ensinando sobre a magia antiga do tempo que ela fora imperatriz. Por que?

- Preciso falar com ela. É urgente e não me pergunte do que se trata. – Disse a morena, de forma ríspida e firme para a Phoenix, que não pode deixar de sentir um arrepio na espinha com isso. Sem muita escolha, Ravel entrega o telefone para Semíramis e a mesma começa a falar.

- Sim, Sona. Em que posso ajudar?

- Pode tirar uma dúvida pra mim, Semíramis? – Começa a morena, com um pouco de vermelhidão em seu rosto por conta da vergonha em fazer a pergunta em questão. – É verdade que Klaus precisa ter um harém pra reerguer o Clã dele? E que você deixou a anjinha aqui tentar a sorte com ele? – Pergunta a mesma, torcendo para que Assassin dissesse “Não”. Mas para seu azar....

- Sim e sim. – Foram as respostas que Sona recebeu de Semíramis, fazendo com que a garota quase tivesse um ataque cardíaco naquele instante. Por sorte ela estava de costas pra porta, pois quase que ela caiu de costas pro chão e desmaiou. Ela foi escorregando pela porta até o chão e ficou sentada ali diante da anja, que sorria de forma vitoriosa para a Sitri. – Mas não se preocupe, Sona. Klaus é um homem com um coração grande. Não importa quantas mulheres ele tenha, ele sempre vai ama-las igualmente. Especialmente você, Sona. Afinal, você foi a primeira garota que ele se sentiu verdadeiramente apaixonado. Além de ter sido aquela que teve a primeira vez dele e isso é algo que se deve levar em conta. – Comenta a imperatriz, dando um certo animo para a garota demônio. – Em outras palavras, você já tem alguns pontos de vantagem em relação as outras. Só não pode ficar pra trás, viu? – Adverte a mesma, antes de desligar a ligação.

Sona se deu conta das palavras de Semíramis. Fora ela quem Klaus escolheu para ser sua primeira esposa e ter sua primeira vez. Ela não pode deixar de escapar um singelo sorriso e dar uma risada nasal. Ela estava se preocupando atoa com essa história de harém. E também, Klaus tinha transformado ela em mulher ontem, o dia inteiro. E isso era uma vitória e tanto com relação a anja, que até agora tinha recebido alguns elogios de Klaus ou alguns carinhos na cabeça.

Aos poucos foi diminuindo o poder que estava emanando até ser completamente ocultado e se levantar para continuar a conversa com Sariel.

- Parece que estava me preocupando atoa, Sariel. Me desculpe por ter feito falsas acusações. – Pede a Sitri, fazendo uma leve reverencia para Sariel, que fica um pouco constrangida com o ato da colega.

- Não, a culpa foi minha por não ter te dito antes. É que Semíramis-dono havia me dito para não te contar, pois Klaus-san iria te contar quando achasse ser a melhor hora pra isso. – Explica a anja balançando levemente as mãos na frente do corpo.

- Entendo. Bem, acho que terei que discutir sobre esse assunto com um certo albino durante o intervalo. – Comenta Sona, estendendo a mão para Sariel. – Estamos de bem?

Sariel sorri com o ato de Sona antes de apertar a mão da mesma.

- Estamos de bem. – Responde a Sariel, dando um pequeno sorriso para Sona.

Elas já estavam prestes a sair da sala, quando de repente Sona se vira para Sariel mais uma vez.

- Ah, que isso fique entre nós. – Começa Sona se aproximando do ouvido de Sariel. – Klaus e eu ficamos fazendo amor o dia todo ontem. Por isso eu estou mancando. – Sussurrou a mesma, com um ar de vitória em sua voz. – E agora que tem tanto eu quanto a Ravel na casa dele, suas chances estão ficando cada vez menores. Eu recomendo que você se apresse para se confessar, antes que perca a chance. – Informa a mesma, antes de dar meia volta e se dirigir para a sala de aula, deixando uma Sariel estática, tão vermelha quanto os cabelos de Rias e chocada com as novidades vindas de Sona.

 

Cap. 9 – Espadas Sagradas E Gata Negra

 

Alguns dias tinham se passado e Klaus e Sona tiveram uma conversa no intervalo daquele dia. O albino disse que não sabia como explicar aquela condição para a Sitri, mas ele não queria esconder isso dela. Apenas não sabia como ela iria reagir quando soubesse que teria que dividir ele com outras mulheres. Sona não pode deixar de sorrir com a sinceridade de Klaus e disse que ela estava de acordo com aquilo, contanto que ele dissesse quem seria a próxima esposa com antecedência, e que ela, e as outras futuras esposas, tivessem uma noite de “diversão” pra cada uma pelo menos.

Sona era muitas coisas, mas não é ciumenta, mais não quer dizer que ela não iria querer um pouco mais de atenção de tempos em tempos, como qualquer outra mulher. Klaus não viu o porquê de recusar aqueles pedidos e assim foi feito.

Agora, Klaus se encontrava meio inquieto. Não, ele não voltou a pregar peças em Sona. E não, eles não estão brigados ou algo do tipo. Ele tem tido aquela sensação de estar sendo observado desde que voltou para o mundo humano e essa sensação já estava alcançando níveis extremos da paciência do albino que nem mesmo ele sabia que tinha. Sempre que ele tentava descobrir de onde que essa sensação estava vindo, a fonte dela sumia. Mas recentemente acabou vendo um gato preto com duas caudas o encarar sobre um tronco de árvore perto a uma distância considerada de sua casa. Sendo essa distância uns 3 km de onde ele estava.

E agora, enquanto ele voltava pra casa com Sona, Mordred e Sariel, aquele mesmo gato preto estava seguindo ele e suas garotas. Ele inventou uma mentira, que Saber sabia que era uma desculpa esfarrapada para descobrir quem estava seguindo eles. E se fosse uma ameaça, a eliminaria na hora.

Seguiu por um caminho diferente do de costume, entrando em um beco sem saída, coisa que ele já sabia, e usou um Hougu em si mesmo, ficando totalmente invisível e ficou esperando pelo gato na entrada do beco.

Quando o mesmo apareceu, o gato olhou para os lados e logo foi envolto por uma nevoa negra, que foi crescendo até ter a forma de uma linda mulher com orelhas e caudas de gato, seios fartos, cintura fina e uma bela comissão de fundos, vulgo bunda, num kimono preto com detalhes em vermelho, curta e que mal conseguia cobrir os seios gigantes da bela mulher, ou suas pernas torneadas e sensuais.

A Nekomata estava confusa. Não poderia ter perdido o rastro dele assim tão fácil.

- Mas.... Pra onde diabos ele foi nyahh?

- Onde foi “quem”? – Pergunta Klaus, desativando o Hougu e aparecendo atrás da Nekomata com uma lança apontada para a nuca da mesma, ao mesmo tempo em que dois Archers se materializavam nos telhados dos lados e um Caster no telhado da frente, todos prontos para atacar a Nekomata. – Nem tente uma gracinha, ouviu? – Alertou o mesmo, tendo o consentimento da gata a sua frente.

 

********

 

Klaus estava na sala de sua casa, com Sona, Ravel, Sariel, tomando um pouco de chá. A Nekomata estava grudada, mais que chiclete na sola de sapato, no braço esquerdo do albino, que tentava não olhar para os seios da mesma.

- Vamos recapitular, pra ver se entendemos tudo.... Você é uma Nekoshou, uma das raças mais poderosas de Nekomatas. – Começou Klaus, tendo o acenar de cabeça de Kuroka.

- E também é uma criminosa procurada do submundo de Rank SS. – Continua Sona, bem incomodada com esse fato e tendo o acenar constrangido de Kuroka e um sorriso amarelo da mesma.

- E por sua espécie estar à beira da extinção, você quer gerar novos descendentes? – Completou Ravel, que olhava com certeza afixação para o que a Nekomata estava fazendo, assim como as outras garotas, mas a loira tentava conter a raiva que estava sentindo crescer dentro de si. Já as outras duas, ficaram pistolas.

- Sim. É isso mesmo! – Respondeu a gata, acenando mais uma vez.

- Bem, até aí, a gente conseguiu entender. Mas posso te pedir uma coisa? – Pergunta Klaus, atraindo a atenção de todos para si. – Quer tirar a patinha de dentro da minha calça? – Pergunta o mesmo, já irritado com a gata.

Kuroka estava com uma das mãos dentro da calça do albino, acariciando as bolas do mesmo esse tempo todo.

- Eh?! Mas elas são tão macias nyahh. – Rebate a Nekomata, com uma voz pidona para Klaus. Naquele instante, Sona e Klaus mandaram um olhar assassino para a Nekomata, assim como Sariel e Ravel fecharam a cara quando ouviram aquilo sair da boca da mesma. Kuroka não teve outra escolha a não ser recuar e se afastar de todos do sofá, se sentando no outro sofá da sala. – OK! OK! JÁ ENTENDI!! – Gritou a gata de forma desesperada e assustada com aqueles olhares pra cima dela.

Quando viu que a intenção assassina de ambos diminuiu, a gata pigarreou um pouco antes de continuar.

- Então, Klaus-kun, vamos fazer gatinhos nyahh? – Pergunta Kuroka, num tom malicioso e descendo um pouco a parte superior do kimono, mostrando mais dos seus gigantes seios.

O albino não pode deixar de fazer uma pergunta para si mesmo:

Como que caralhos eu acabei nessa merda de situação mesmo?

 

Flashback

 

E agora, enquanto ele voltava pra casa com Sona, Mordred e Sariel, aquele mesmo gato preto estava seguindo ele e suas garotas. Ele inventou uma mentira, que Saber sabia que era uma desculpa esfarrapada para descobrir quem estava seguindo eles.

E se fosse uma ameaça, a eliminaria na hora.

Seguiu por um caminho diferente do de costume, entrando em um beco sem saída, coisa que ele já sabia, e usou um Hougu em si mesmo, ficando totalmente invisível e ficou esperando pelo gato na entrada do beco.

Quando o mesmo apareceu, o gato olhou para os lados e logo foi envolto por uma nevoa negra, que foi crescendo até ter a forma de uma linda mulher com orelhas e caudas de gato, seios fartos, cintura fina e uma bela comissão de fundos, vulgo bunda, num kimono preto com detalhes em vermelho, curta e que mal conseguia cobrir os seios gigantes da bela mulher, ou suas pernas torneadas e sensuais.

A Nekomata estava confusa. Não poderia ter perdido o rastro dele assim tão fácil.

- Mas.... Pra onde diabos ele foi nyahh?

- Onde foi “quem”? – Pergunta Klaus, desativando o Hougu e aparecendo atrás da Nekomata com uma lança apontada para a nuca da mesma, ao mesmo tempo em que dois Archers se materializavam nos telhados dos lados e um Caster no telhado da frente, todos prontos para atacar a Nekomata. – Nem tente uma gracinha, ouviu? – Alertou o mesmo, tendo o consentimento da gata a sua frente.

A gata engoliu em seco. O poder e a intenção assassina que emanava do albino era muito maior do que ela tinha previsto, chegando a ser agoniante.

- Vire-se. – Ordenou o albino, num tom firme e autoritário, fazendo com que fosse difícil de recusar a ordem dada por ele. Kuroka se virava devagar e com as mãos pra cima, em sinal de rendição. – Agora, quem é você? E por que está me seguindo?

- Um conselho, Nekomata. É melhor responder. Master não costuma ter muita paciência quando tem alguém seguindo ele. – Avisa um dos Archers, dando um sorriso de canto de boca para Nekomata, que encarava um Klaus que mantinha uma carranca de dar medo no rosto.

Mas a gata não se intimidou. Pelo contrário, ela abriu um pequeno sorriso antes de responder as perguntas de Klaus.

- Muito prazer, Klaus-kun. Meu nome é Kuroka. – Diz a morena, mantendo o sorriso no rosto, mas Klaus manteve a guarda alta e a carranca.

- Você ainda não me respondeu. Por que está me seguindo? – Perguntou novamente, agora com os olhos ficando em fenda e na mão esquerda, reunia uma grande quantidade de poder mágico, formando uma esfera negra que girava de forma violenta sobre sua palma.

Kuroka tentou manter a calma engolindo em seco.

- Por que eu.... Quero que você faça gatinhos comigo! – Pede a gata, surpreendendo todos ali.

Na mesma hora, Klaus abaixou a lança e já estava desfazendo a esfera negra de sua mão.

- Como é que é? – Pergunta o albino, confuso com o que ouviu.

Produção! Ela falou isso mesmo?!

 

- “Ah é.... Foi assim. E depois daquilo ela me seguiu pra dentro de casa e quase que fui morto pela Sona, quando ela viu essa gata maluca.” – Responde Klaus a sua própria pergunta.

Quando olhou novamente para Kuroka, ela já tinha tirado a parte de cima do kimono, revelando os enormes seios e andando devagar para perto de Klaus.

- E então, vamos nyahh? – Sussurra a Nekoshou, de forma sensual e sedutora para o albino.

- NÃO VÁ SE ACHANDO SUA IDIOTA!!! – Grita Klaus e Sona ao mesmo tempo e dando um cascudo na gata, que caiu no chão desacordada.

- Fala sério. Primeiro, um Sekiryuutei pervertido e sua turminha pervertida idiota. Depois um Frango Frito tarado arrogante. Logo em seguida um siscon vendedor de irmãs. E agora uma gata tarada, que consegue ser uma dor de cabeça ainda maior que os três juntos?!?! – Pergunta o albino, fazendo uma lista das pessoas pervertidas que conheceu nesse começo de ano, enquanto massageava a têmpora. – É oficial. Eu conheci o pior grupo de pessoas pervertidas da minha vida. – Dizendo de forma bastante irritada.

Sona ficou um tanto receosa em perguntar sobre ela, já que ela tinha feito umas coisas que nunca iria dizer para suas amigas, ou para as garotas da casa. Aquela expressão de preocupação não passou despercebido por Klaus, que se aproximou do ouvido dela e sussurrou.

- Você não é uma pervertida sempre. Só quando estamos fazendo amor. E sendo sincero com você, eu gostei de ver esse seu lado na nossa primeira vez. Espero ver esse seu lado mais vezes quando estivermos sozinhos. – Diz o albino, cobrindo a boca com a mão para as outras não escutarem e mordendo o lóbulo da orelha de Sona, provocando um gritinho da mesma que não conseguiu conter.

Klaus não pode deixar de sorrir satisfeito em mudar a opinião de Sona com aquele assunto em questão. Ele vestiu o restante do kimono da Nekoshou e a colocou deitada no sofá, logo em seguida avisou que iria se trocar para poder fazer a janta. Ravel perguntou se poderia ajuda-lo e o mesmo aceita, dando um leve afago na cabeça da loira, fazendo com que ela sorrisse minimamente e corasse um pouco.

Agora com outra roupa e ajudando o preparo da comida que ele e as garotas iriam degustar, ele e Ravel ouviram um gemido de dor vindo por parte de Kuroka, que despertou por conta do cheiro da comida.

- E a Bela Adormecida da Pervertidoslandia acordou. Que maravilha. – Ironizou o albino, voltando sua atenção para o fogão que assava a carne na frigideira. – Exageramos na força? – Pergunta o mesmo, sem se virar para a gata.

- Não se preocupe. Já levei pancadas bem piores que essa, acredite. Vou sobreviver. – Comenta a morena de forma brincalhona, antes de se levantar e andar sorrateiramente atrás do albino.

Klaus sabia o que ela estava fazendo, apenas o simples fato de que ela era do tipo que não desiste fácil, já podia dar a ele uma ideia do que Kuroka estava aprontando agora. E também por que ele ficou de olho no poder dela a todo momento, então pode-se dizer que ele memorizou a assinatura mágica dela.

- Se tentar colocar as mãozinhas dentro da minha calça de novo, eu vou deixar a Jack ali te matar e comer seu coração. – Disse o albino, ainda de costas para a morena e apontando para um canto atrás de Kuroka, onde se encontrava Jack observando tudo de longe e com um olhar um tanto assustador para a gata, que sente um arrepio na espinha quando viu aquele olhar sobre ela.

Aquilo foi um balde de água fria nos planos da Nekoshou. Na verdade, a presença de outras mulheres na casa dele já fizeram isso quando entrou nela. Não estava esperando que Klaus já tivesse uma namorada, ou que a mesma fosse uma Sitri, muito menos que encontraria uma anja caída e uma Phoenix na mesma residência que a Sitri. Mas algo passou pela cabeça da gata. Se ele quisesse, Klaus poderia ter expulsado ela enquanto estava desacordada, ou até mesmo ter deixado Jack comer seu coração. Mas não fez nem um, nem o outro. Então, por que ele não fez isso?

- “Será que.... Ele estaria me dando uma chance?” – Pensou a Nekoshou, com um sorriso de gato no rosto e com os olhos brilhando.

- Hey, Kuroka.... – Chama Klaus, fazendo com que a gata saísse dos devaneios.

- Hai nyahh!!

- Se você quer descendentes, por que você se deu ao trabalho de pedir isso pra mim? Não seria mais fácil escolher um humano qualquer e pedir isso pra ele? – Pergunta o albino, curioso com a possível resposta da gata.

- É verdade. Não faz sentido você ter ido atrás do Klaus. Ele é forte o bastante para derrotar o meu irmão. – Concorda Ravel, entrando na discussão.

- E olha que eu ainda tinha muitos outros Hougus mais poderosos que aqueles que eu usei nessa luta. Inclusive alguns Anti-Divine (Anti-Divino). – Comenta Klaus, olhando de relance para Ravel, que assim como Kuroka, ficou pasma com a informação recebida. – Mas um deles era muito poderoso e eu não estou apto a usa-lo no meu estado atual. Então vai demorar algum tempo para eu poder usá-lo pessoalmente.

Kuroka estava estática quando ouviu isso. Se como um humano conseguiu realizar a façanha de matar um ser “imortal”, imagine quando ele tivesse capacidade de usar um Anti-Divine. Seria de uma apelação de um nível jamais visto. Doía, e muito, para a Nekoshou admitir isso, mas Klaus estava num nível totalmente diferente do dela ou de qualquer um que tenha encontrado. A morena pigarreou um pouco antes de dar a resposta.

- Acontece que nós, Nekomatas, somos bem exigentes quando o assunto é escolha de parceiros. Eu gosto de homens fortes, mas nenhum chegava a ser forte o bastante para atrair a minha atenção. – Confessa a gata. – Isso é.... Até encontrar você. – Sussurra a mesma de forma sedutora e um tanto provocante para Klaus. – Eu vi o que você fez nyahh. Mesmo sendo um humano, conseguiu botar um demônio de alto nível no maior estado de humilhação. E ainda por cima ele tinha o poder da Fênix, o deixando virtualmente invencível. Mas você o matou e o trouxe de volta, algo que ninguém imaginou que isso fosse possível. E isso chamou minha atenção nyahh. – Disse a Nekomata, se apoiando em Klaus e circulando os braços no pescoço dele. Ela até fazia questão de pressionar seus enormes seios nas costas dele. – Quando eu vi aquilo, eu soube de uma coisa. Eu precisava de você como meu companheiro. Em termos humanos, eu diria que me apaixonei por você. – Sussurra a mesma, direto no ouvido de Klaus.

O mesmo deu um suspiro de cansaço e a afasto de si, começando a sair da cozinha e ir pra sala de estar.

- Você se apaixonou pelo meu poder. Não por mim, Gata Burra.

- Não, não, não. Não foi só pelo poder. – Diz a Nekoshou, se aproximando novamente de Klaus e agarrando o seu braço. – Eu fiquei fascinada.... Não, encantada com tudo em você. – Sussurra a mesma, novamente no ouvido de Klaus.

Mas para seu azar, o albino a soltou de si e voltou a andar.

- Não acho que a ideia de ser Boi Reprodutor de alguém, algo muito bom. – Disse por cima do ombro, olhando diretamente para os olhos dourados de Kuroka. Logo em seguida ele se voltou para Ravel. – Consegue terminar o resto sozinha?

- Hai. Pode deixar, Klaus!

Kuroka ficou meio depressiva depois que ouviu a resposta negativa de Klaus.

- Então, eu não tenho chances. Não é? – Pergunta a gata com suas orelhas e cauda abaixadas em sinal de depressão.

- Eu nunca disse isso. Mas não quer dizer que vou ceder ao seu pedido assim tão fácil. – Corrige o albino, fazendo com que as orelhas e caudas se levantem na mesma hora, de puro ânimo.

- É sério? – Pergunta a mesma com os olhos brilhando e com um sorriso convencido. – Nesse caso, vamos começar....

Mas antes que ela pudesse terminar a frase, ela foi presa pelas correntes negras de Semíramis e não conseguia se mexer.

- Eu disse que não seria fácil. Mas não quer dizer que eu aprovo. – Explica melhor o albino, caminhando pra sala e chamando as outras garotas pra comerem. – E também, o jantar está pronto. Sente-se e depois, fique dentro de um dos quartos de hóspedes. O meu quarto é fora dos limites pra você. E digo isso pra sua segurança, se é que me entendi. – Disse essa última parte olhando de canto para Sona, que chegava perto de Klaus e abraçava o braço direito dele. A Sitri estava com um olhar assassino para a Nekoshou, que se intimidou com o olhar da mesma sobre si.

- “É, faz sentido eu não me aproximar do quarto dele por enquanto. Graças a essa garota dos Sitri. MAS EU NÃO VOU DESISTIR!!” – Disse a si mesma, enquanto era solta por Semíramis e se juntava aos outros na mesa de jantar, para apreciar a refeição.

 

***********

 

Na manhã seguinte, Klaus e Sona estavam com uma cara nada amigável para uma certa pessoa em comum.

- Sona, me lembre de comprar uma coleira e uma corda pra amarrar essa Gata Pervertida. – Disse Klaus, olhando para Kuroka, que dormia ao seu lado.

P-E-L-A-D-A.

- Pode deixar. Tudo bem se eu comprar uma corrente no lugar da corda? – Questiona a Sitri, tão irritada quanto o Tepes.

- Por mim, eu usaria até mesmo as correntes da Semíramis. – Comenta o albino, começando a se irritar com a gata do seu lado.

No meio da noite de ontem, Kuroka adentrou no quarto de Klaus sorrateiramente, esperando encontra-lo sozinho ali. Mas para o azar dela, Sona já estava lá e agarrada no albino, que dormia de forma serena. A gata ficou com ciúmes da cena que presenciava e surge uma ideia na mente maliciosa da mesma. Se livrou de suas roupas e se enfiou na cama com o casal dormindo profundamente, colocando as mãos por dentro da calça moletom do albino, de novo.

- zZzZzZz.... Klaus-kun.... Mais.... Mais gatinhos.... zZzZzZz – Murmurava a Nekoshou em meio ao sono. Sem falar que ela estava esfregando uma das mãos no pênis de Klaus, o que fez com que uma veia saltasse na sua testa.

Cansados daquele abuso, o casal sai da cama e pegaram a roupa que iriam usar no dia de hoje para ir na academia e saíram do quarto para tomar um banho num dos banheiros dos Jardins. Depois do banho, e de uma rapidinha, eles se vestem e reaparecem na sala da casa, vendo Ravel preparando o café da manhã de todos, Sariel e Saber em seus uniformes escolares e Kuroka, vestida no seu kimono.

- Bom dia, Master. – Cumprimenta a loira, fazendo um Highfive com o albino, que devolve o bom dia para a mesma.

- Bom dia, Klaus-kun nyahh. – Cumprimenta a gata, sorrindo de forma marota e ao mesmo tempo safada.

Klaus e Sona estavam com uma cara de tacho quando viram a Nekoshou e soltaram o ar de forma cansada. Argumentar com essa daí era como conversar com uma porta. Ou seja, iria leva-los a porra de um lugar chamado: Lugar Nenhum.

- Bom dia. – Murmuram os dois recém-chegados no local, tomando seus lugares na mesa e se servindo para poderem ir na academia.

Quando estavam prestes a ir embora, Klaus se virou para Ravel e Kuroka.

- A gente está indo para a Academia Kuoh. Então, tente não causar nenhum problema para a Ravel aqui, ouviu, sua Gata Maluca? – Pergunta o albino, tendo o acenar de cabeça da gata. – E não nos siga. – Enfatizou o mesmo, olhando de forma reprovadora para a morena, que sorriu de forma amarela. E foram embora.

Durante o caminho, Klaus e Sona compartilhavam um fone de ouvido, ouvindo Rolling Stones, Sympathy For The Devil, em cima do skate do albino por boa parte do percurso. Quando estavam se aproximando da academia, Sona saiu de cima do skate e se despediu de Klaus com um selinho e se dirigiu para sua sala, onde sua Rainha a aguardava, pois a mesma tinha ligado no dia anterior, dizendo que tinha assuntos importantes e que precisavam de sua atenção. Klaus começou a sentir um certo arrepio pelo seu corpo, como se dissesse que tinha algo de estranho estava prestes a acontecer. No meio do caminho para sua sala, ele e Saber nocautearam Issei mais uma vez. Mas apenas na segunda tentativa, pois na primeira ele conseguiu desviar. Pena que na segunda tentativa ele levou um soco combinado de Klaus e Saber no saco, esmagando seus “documentos”. E quando estava prestes a subir as escadas para sua sala, ele sentiu uma presença que já conhecia a um bom tempo, o fazendo ter outra veia saltando na testa.

- Eu disse para não me seguir, sua.... – Quando estava prestes para encarar Kuroka, ele viu que não era ela quem estava atrás de si, mas sim a Torre de Rias, Koneko, o encarando de forma interrogativa e ao mesmo tempo confusa. – Desculpa, Gatinha. Eu achei que era outra pessoa. – Se desculpa o albino, fazendo um leve afago na cabeça da Nekomata. E como não tinha ninguém por perto, a garota ronronou um pouco com a caricia antes de se lembrar do por que estava ali. Alguém devia algumas explicações pra ele mais tarde.

- Klaus-senpai, Saber-senpai. A Buchou pediu para que eu chamasse vocês e que fossem comigo ao clube agora. O assunto parece ser sério. – Conta a albina, que viu uma troca de olhares entre Klaus e Saber, que acenam em concordância e resolvem seguir a albina.

Na sala do Clube de Ocultismo, Rias estava esperando sua Torre chegar com Klaus e Saber. Sona também estava na sala esperando o albino para que pudessem começar a reunião com as enviadas da Igreja, que estavam sentadas num dos sofás da sala de reuniões do clube, enquanto Rias e Sona estavam no outro, ficando de frente com as garotas da Igreja e com suas nobrezas logo atrás das duas garotas demônios. Logo em seguida Klaus entra sem a menor delicadeza do mundo, dando bicuda na porta pra ser mais preciso, entrando na sala com Saber, Sariel e Koneko logo atrás.

- É bom essa reunião valer a pena, Cabeça de Fogo. Eu não tô de bom humor hoje, sabia? – Adverte o albino, enquanto se dirigia para o sofá onde Rias e Sona estavam e o mesmo se sentar ao lado da morena, que não pode deixar de corar levemente com a aproximação do amado.

- Essas duas são enviadas da Igreja, Klaus. – Explica a ruiva de forma resumida quem eram as convidadas. Ambas deveriam ter a mesma idade de boa parte do pessoal que estava ali e elas tinham corpos bem atraentes por sinal. Uma tinha o cabelo curto e azul, com uma mecha verde e olhos dourados. A outra tinha cabelos alaranjados e dois rabos de cavalo, um de cada lado da cabeça, e olhos violetas.

A de cabelo azul ficou descrente quando ouviu o nome do albino que chegou recentemente no recinto.

- Espera, você é Klaus Aaron Tepes?

- E se eu for?

- Então eu peço que se retire, membro do Clã dos Heróis. Você não tem motivos para estar aqui. – Explica a azulada, cerrando os olhos como se estivesse dando uma ordem ao albino.

- Infelizmente, para você e seus amigos de merda da Igreja, vocês parecem bem desatualizados. O meu Clã foi dizimado por membros da SUA Igreja, ao lado de demônios e anjos caídos. – Rebate Klaus, com bastante desprezo em sua voz para a azulada, que não se abateu com as acusações de Klaus. – E também, eu não sou mais um humano. Eu sou um demônio e já estou montando minha própria nobreza. Sendo que já tenho uma Rainha, uma Torre, um Cavaleiro e um Peão. – Informa o mesmo, surpreendendo a todos ali presentes. – Apresentem-se.

Com a ordem dada, sua nobreza apareceu ao seu lado. Sendo formado atualmente por: Semíramis, Berserker (Nome real: Frankenstein) e Jack, mais conhecida como Jack, The Ripper (O Estripador). Saber também se juntou a elas, mudando sua vestimenta para a armadura prateada. Quando a mesma ficou ao lado das demais, revelaram as asas de morcego que elas tinham nas costas, significando que elas eram demônios.

- Rainha de Klaus Aaron Tepes, Assassin. Meu nome real é Semíramis.

- Cavaleiro de Klaus Aaron Tepes, Saber. Meu nome verdadeiro é Mordred.

- Peão de Klaus Aaron Tepes, Assassin. Nosso nome real é Jack, The Ripper.

- A minha torre não é de falar muito, mas o nome dela é Berserker. Diga “Oi” pelo menos. – Disse o albino, olhando para a ruiva do grupo, que grunhiu de raiva ao ver as garotas da Igreja.

Todos, menos Sona, ficaram surpresos com o que viram. Espíritos Heroicos reencarnados como demônios. Isso era algo que ninguém estava esperando.

- Agora que sabem os nomes delas, por que não dizem os de vocês, Vadias de Deus? – Diz Klaus, num claro tom de desprezo e raiva para as crentes de plantão.

A azulada não gostou nem um pouco da abordagem feita pelo Tepes, mas não era mal-educada.

- Pois bem, sou Xenovia Quarta. – Disse a azulada, devolvendo o olhar de raiva para Tepes, que sorri com escárnio para a mesma.

- Eu sou Irina Shidou. – Se apresentou a ruiva da Igreja.

- E então, o que as duas cabeças ocas querem aqui num território controlado por demônios? – Pergunta sem devaneios o Tepes, já perdendo a paciência com as duas crentes na sua frente.

- Não acho que seja algo muito trivial. É sobre as sete espadas sagradas, Excalibur, que a Igreja tem em seu domínio, três delas foram roubadas por um anjo caído. – Informa Irina, mantendo a pose calma diante do caso.

A última parte chamou a atenção de Klaus. E ele já tinha uma possível ideia de quem seria esse tal anjo.

- A espada que eu tenho aqui é a Excalibur Destroction. Enquanto Irina tem a Excalibur Mimic. – Disse Xenovia, mostrando a grande espada coberta por panos e Irina a pulseira de veludo que tinha no braço.

- Que parte de, “Eu não tô de bom humor”, vocês não entenderam? Falem logo o que querem de nós. – Exigiu o albino, ficando ainda mais irritado com a lerdeza das portadoras das espadas sagradas, intimidando um pouco as mesmas.

Xenovia pigarreou um pouco antes de recomeçar a falar.

- Acontece que esse problema é assunto nosso, ou seja, entre o anjo e nós, membros da Igreja. Seria um tanto desfavorável ter a intervenção de demônios na nossa missão.

- Acha que nos temos algum interesse nas espadas sagradas? Tão pouco para o anjo caído? – Questiona Rias de forma acusatória para Xenovia, que não mudou o seu tom firme e autoritário.

- Pros demônios, as espadas sagradas são armas letais. Não seria útil ter em posse de um anjo? – Rebateu a pergunta da mesma forma que Rias perguntou para ela.

Rias deixou um pouco de seu poder fluir pelos seus olhos, assim como Sona, mostrando sua irritação com a acusação de Xenovia.

- Se persistir, não teremos escolha a não ser elimina-los. – Ameaça a azulada, fazendo o albino começar a rir sem controle.

- HAHAHAHA! VOCÊS? NOS ELIMINAREM? Garota, você não está em posição de fazer ameaças. – Começa Klaus, abrindo um sorriso debochado no rosto. – Eu estou.

E no mesmo instante, dois Assassins aparecem atrás das garotas da Igreja, apontando uma faca nos seus pescoços e circulando o pescoço delas com um dos braços, as fazendo arregalar os olhos.

- Mas quando.... – Começa Xenovia, mas foi interrompida por Klaus.

- Desde que eu entrei aqui. – Conta o albino, bem calmo por sinal. – Eu mandei esses dois ficarem atrás de vocês e aguardarem minhas ordens para se revelarem. – Explica o albino, ainda com uma expressão calma que foi mudada para uma mais séria. – Eu nunca fui de ficar roubando coisas espalhafatosas como espadas sagradas, ou algo do gênero. Se eu tive que roubar alguma coisa, era por que eu precisava para sobreviver mais um dia. Agora, por que não falam o nome do nosso amigo Corvo?

- Corvo? – Questiona Irina, confusa com a termologia usada pelo albino.

- É como eu chamo os anjos caídos.

- ..... – Xenovia e Irina não pareciam que iriam contar, mas o olhar que Klaus estava mandando pra elas fez uma delas ceder. O que no caso foi Irina, que tremia de medo do albino. – KOKABIEL!!! O NOME DELE É KOKABIEL!!!

Agora é que Klaus ficou bravo de verdade, liberando seu poder pela sala, deixando todos, menos Sona, Sariel e sua nobreza, pois estavam protegidas pelo poder dele, com medo. Seus Assassins ficaram assustados e soltaram as crentes no ato, o que não foi um incomodo para o albino.

- Agora eu entendi o que aquele merda quer. Ele quer recomeçar a guerra entre as facções. – Diz Klaus, se acalmando aos poucos e diminuindo o poder que estava emanando, mas seus olhos ainda estavam e fenda.

- Recomeçar.... – Começou Rias, e foi concluída por Sona. – A guerra?

- É. Sariel me contou que ele estava na cidade, mas não sabia o por que disso. Mas agora, com o roubo das espadas sagradas, tudo se encaixa. Afinal, se as irmãs dos Quatro Maous forem mortos por espadas sagradas, a quem vocês acham que eles vão culpar? – Pergunta Klaus de forma retorica, deixando claro o plano de Kokabiel.

Os demônios iriam culpar os anjos e os anjos caídos. Os anjos iriam culpar os anjos caídos, que por sua vez iriam culpar os anjos e tudo iria terminar num mar de sangue e destruição. A guerra seria inevitável se isso acontecesse.

- E também, enviar duas humanas idiotas pra enfrentar um dos anjos caídos mais poderosos? – Pergunta Klaus de forma zombeira, enquanto se levantava e encarava as garotas da Igreja, que olhavam com desprezo para o albino e suas palavras. – Vocês devem ser muito idiotas, ou suicidas, pra achar que tem alguma chance contra ele. Mesmo com o poder das Excaliburs que vocês possuem, não iriam conseguir fazer muita coisa contra ele. Acho que nem mesmo a minha Excalibur, que é a original, poderia matar esse Corvo Filho da Puta Gorda. – Disse Klaus, sem o mínimo de delicadeza com as garotas da Igreja e esfregando a “capacidade” delas de conseguirem vencer o anjo caído, que era praticamente zero. Mas tiveram que engolir o seu orgulho e deixar o demônio falar a verdade pra elas, que as mesmas não queriam ouvir. – Porém, se querem cumprir sua missão de recuperar esses fragmentos roubados e derrotar Kokabiel, terão que se juntar a nós, mesmo que a contragosto. Pois o destino dos nossos mundos está nas nossas mãos. E vocês duas não estão prontas para carregar esse fardo sozinhas. Ou a Cabeça de Fogo, ou a Sona. Muito menos eu. Mas não precisamos carregar esse peso sozinhos. Nós podemos dividi-lo entre nós. E juntos, vamos parar aquele Corvo de Merda e salvar o nosso mundo.

Sona não conseguia dizer se aquelas palavras eram de encorajamento ou de insulto as garotas da Igreja, mas sabia que Klaus estava falando a verdade. Podia não ser tão forte quanto Kokabiel, mas não iria enfrenta-lo sozinho. Ele estaria com sua nobreza e com ela, Sona Sitri, ao seu lado.

Xenovia e Irina ficaram sem palavras diante do pequeno discurso do albino. Além de dizer que elas eram suicidas, o que foi um grande insulto para elas. Pois de acordo com as crenças cristas, os suicidas eram enviados para o sétimo círculo do inferno, o Círculo da Violência, onde eram transformados em árvores sombrias e retorcidas (Isso é, segundo o texto de Dante Alighieri, autor da Divina Comédia). Mas não podiam negar que ele estava certo. Elas eram humanas e nada mais. Não tinham poderes especiais, nem nada. Tinham apenas duas Excaliburs, que segundo Klaus, eram apenas copias da original, não poderiam fazer muito estrago no Corvo. Mas.... Juntos.... Poderiam ter alguma chance contra ele. Mesmo que não quisessem ou que isso ferisse o orgulho delas.

Semíramis não podia estar mais orgulhosa de seu filho, deixando a mostra um sorriso orgulhoso e terno para todos verem.

- “Master.... Não, Klaus, você cresceu tanto nesses últimos dias. Não só conseguiu fazer o impossível possível, como também está se mostrando ser um líder nato. Eu realmente tenho muito orgulho de ser sua Servant e sua Rainha. Mas principalmente, de ser sua Mãe.” – Confessou a imperatriz, guardando essas palavras para si em sua mente, para que mais ninguém pudesse ouvi-las.

- Está bem. Nós vamos aceitar a ajuda de vocês. – Proclama Xenovia, tendo o consentimento de Irina. – Estamos contando com vocês, demônios. – Estendendo a mão para Klaus e o mesmo apertou, selando essa breve aliança entre a Igreja e os demônios de Kuoh.


Notas Finais


As minhas férias estão acabando.... NÃOOOOOOO!!!!


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