História The new old times - Interativa - Capítulo 2


Escrita por:

Visualizações 108
Palavras 3.310
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi! Estou aqui! Eeeeeeeh! Aquelas kkkkkkk
Bom, brincadeiras a parte, podemos dizer que finalmente a história teve seu inicio! Espero que bom do jeito que eu queria, mas principalmente do jeito que vocês queriam. Embora seja apenas uma introdução um pouco mais a fundo, eu não procurei jogar todos os personagens, só inciar os conflitos internos, e para isso, bom, ainda não precisei de muitos personagens.
Bom, é só isso, boa leitura <3

Capítulo 2 - 01 - Primeiro


Fanfic / Fanfiction The new old times - Interativa - Capítulo 2 - 01 - Primeiro

Terrestres

Martin estava olhando para o teto de madeira, sentado na cama desconfortável que fora destinada a ele. Aquilo não era o que ele esperava. Definitivamente, não era. Até agora, não teve contato com ninguém ‘importante’ além de uma garota ruiva, com atitudes bem suspeitas em sua opinião. Apesar disso, tinha um pouco de esperança que conseguiria.

 Ouviu-se batidas na madeira, e então os olhos escuros do garoto se viraram para a porta do cômodo.

— Martin, nós estamos prontos. — Um garoto estava parado a porta, e parecia receoso.

— Ah, claro, estou indo. — O loiro disse e tentou sorrir.

Mas talvez tenha sorrido um pouco demais, por que o moreno que estava na porta sorriu sem mostrar os dentes e saiu rápido de lá. Sankeit era seu nome, não que Martin ligasse pra isso. Fez uma anotação mental para diminuir o tamanho de seu sorriso, na próxima vez que houvesse algum tipo de aproximação por parte dos terrestres. Naturalidade era algo muito, importante para a situação.

Martin suspirou, e se levantou da cama dura, feita de principalmente de tecidos com pelos de animais. Agarrou sua pequena mochila feita também de uma forma artesanal, com seus poucos pertences, e se dirigiu porta do quarto, ou melhor, o buraco da porta, por que porta mesmo, o cômodo não tinha. Logo passou por uma pequena cozinha, e depois, sua visão foi invadida pela luz, que o fez ficar momentaneamente ‘cego’ por assim dizer. Isso é algo que ele não estava muito acostumado ainda: Luz. Por mais que essa havia acabado de chegar, passando por entre as montanhas que cercavam o lugar da grande cabana.

O garoto arqueou as sobrancelhas assim que viu o meio de transporte. Eles iriam mesmo andar naquele monte de madeiras velhas e mofadas?

— Vamos logo Martin! — Exclamou uma ruiva cujo nome ele desconhecia ainda, já montada na carroça velha. — Está esperando o que? Um convite formal? — Impaciente ela disse, acredito que mais para ela mesma. Era possível ver seu nervosismo.

— Ora Redder, pare de implicar com o garoto. — Um homem alto que tomava a frente da carroça, disse meio sem jeito, esperando que o mesmo citado não escutasse o que aconteceu. A ruiva sorriu sem mostrar os dentes, algo que mostrava na verdade sua insatisfação, porém, ela resolveu não comentar mais nada.

— Tudo bem. — Martin apertou a alça de sua mochila com as mãos e suspirou, indo em direção à carroça logo depois. — Já vou. — Ele disse baixo em quanto caminhava.

A viagem era longa, Martin sabia disso. Iriam até a capital, mas apesar disso, ficou sabendo que pela estrada principal, o caminho era bem mais curto do que as estradas das outras vilas, já que Norte é de onde ele falava agora.

— Siren, por favor! — Gritou, provavelmente para alertar a mulher ainda dentro da casa de que estavam partindo.

Já vai ô apressadinho! — Ouviram-se também passos pesados e alguma coisa caindo. Logo depois a pequena mulher apareceu na porta do lugar. — Eu não tenho culpa se você não me disse que iríamos embora tão rápido.

Ao encostar a porta e passar a tramela ela se virou exuberantemente de uma forma brusca. Caminhava um pouco nervosa, levando uma mochila um tanto quanto grande.

— Siren...

— Siren nada, já to aqui, ok? — Sim, ela estava irritada, mas quando ela viu as duas pessoas na carroça, ela sorriu gentilmente. — Bom dia!

— Ta mais para boa madrugada... — A chamada Redder sorriu um pouco sem mostrar os dentes. Já Martin, sorriu bastante e acenou com a cabeça.

A mulher estendeu a mão ao marido, que a segurou e ajudou a mesma a montar na frente da carroça. Ela disse um breve “muito obrigado”, e a viagem em fim começou.

(...)

A manhã tinha acabado de perder espaço para o sol mais quente, que fazia questão de se mover devagar por cima da cabeça dos viajantes e andarilhos. Por sorte ou coincidência, os Mahoure relinchavam enquanto apressadamente corriam entre as sombras arejadas que as grandes e velhas árvores faziam na estrada principal. A viagem estava sendo mais longa que o necessário, e estavam todos ansiosos para conhecer a capital, afinal já vinham passando por lugares belíssimos ou um tanto mais... Peculiares. Já era hora de ir pra casa, ou melhor, conhecer a nova casa. Os três recém-formados (Vállia, Sly e Thily), cavalgavam sentindo finalmente um clima mais úmido. Os pulmões agradeciam por isso.

Os cavalos param em frente a um portal, decorado com cipós e flores coloridas. Thily foi o primeiro a chegar, e o primeiro a parar em frente à entrada: A entrada da Capital. O menino ofegante sorriu e passou um dos braços sobre as gotas de suor que escorriam de sua testa, enquanto usava o mesmo para que o sol, insistente que passava por entre as folhas, não atrapalhasse tanto sua visão. Os olhos do garoto, mesmo assim se estreitaram.

— Thilly você... — Sly chegou logo depois dele, pedindo com as cordas de seu Mahoure, para que o mesmo parasse.

Os olhos esverdeados da menina finalmente alcançaram os portões que guardavam a chamada Capital. Sua boca secou, e seus olhos abriram mais do que o normal. Estava surpresa, mas acredito que de um jeito bom. Estava tudo como ela imaginou: Perfeito. Pelos menos a primeira vista. Os olhos da morena não conseguiam parar de contar os andares do prédio que apesar longe, estava no seu campo de visão.

— Nós... — Vállia também perdeu a fala.

— Nossa nova casa, Vállia! — Thilly gritou e levantou seus braços, assustando seu Mahoure (um belo animal de cor preta), que o fez quase cair.

 Sua irmã soltou uma risada, enquanto Vállia sorriu de canto.

— Presta atenção seu Keyscer! — Sly disse rindo, enquanto apertava suas mãos na sela do animal que cavalgava.

Seu sorriso logo se desfez ao sentir um peso enorme em suas costas, que a fez parar um pouco.

— Mas olha isso! — Thilly estava tão animado, que já segurava as cordas de seu Mahoure pronto para fazê-lo correr. — O ultimo que chegar à porta é uma Duoler de quatro chifres!  

O menino então apertou o animal um pouco com o calcanhar, que fez com que o mesmo disparasse.

O lugar é impressionante... — Vállia disse, se apoiando no Mahoure dela.

 Sua cabeça se virou para Sly, que permanecia parada, olhando suas mãos. A menina franziu o cenho e ia levantar seu tronco quando ouviu um som familiar: O som do ar sendo cortado, por nada mais do que uma flecha.

Sly viu o objeto em sua direção se só teve tempo de colocar a mão em frente ao rosto e fechar os olhos, até que a flecha atravessou o tronco de uma fina arvore atrás da garota. Vállia assim que viu a cena acontecer, deu um pulo de seu cavalo, e puxou duas facas da cintura. Sly deixou seu corpo escorregar do animal, e passou escorregando por debaixo do mesmo. As duas se encontravam no meio dos animais.

Droga... — Sly disse colocando a mão sobre a testa. Uma repentina dor de cabeça a atingiu.

— Não devia ter usado tão rápido! — Vállia colocou as mãos sobre o rosto da amiga, vendo um repentino estado febril.

— E você queria que eu fizesse o que?! Fosse acertada?! Pegaram-me de surpresa, ok?!

A menina ajudou a amiga a se sentar e colocou a cabeça para forma do cerco formado pelos dois Mahoures. Viu mais uma flecha sendo atirada, um pouco mais a frente do que a da ultima. O atirador está se movendo, pensou. O momento de agir era esse. Com suas facas postas, ela rapidamente correu para trás dos animais, e agilmente desviou de uma flecha, que passou de raspão por seu abdômen.

— Vállia! — Gritou Sly. Estava irritada por ter sido deixada de lado, só que preocupada também, afinal sua praticamente irmã, se jogou em meio uma ‘chuva de flechas’, vindas do desconhecido! Como Vállia podia ser tão inconsequente?!

A garota armada, se ‘jogou’ no chão e rolou, para desviar de uma flecha mais baixa, e se ajoelhou, pegando postura para arremessar uma de suas facas. Ao arremessar, não esperou a resposta e se enfiou em meio às arvores. Um ato de burrice! Agora estou em desvantagem em um lugar onde desconheço! , pensou a menina, olhando para todos os lados, onde possivelmente seu inimigo a aguardava.

Então subitamente, algo caiu das árvores em cima dela. Era uma pessoa, que fazia de seu peso uma arma, e juntava as mãos de Vállia atrás das costas da mesma, fazendo-a urrar de dor, e sentir os pontos de seu ombro, serem abertos um por um.

— Boa tentativa. — Uma voz feminina soa, enquanto os braços da menina são soltos.

Vállia sente o peso sair de cima do seu corpo, e vira de bruços, vendo uma bela mulher de olhos claros e cabelos despenteadamente charmosos. A menina colocou a mão no ombro, e sentiu seus dedos serem molhados, depois os olhou e viu a cor avermelhada, que tanto pediu para não ver.

— Uuh... — A mulher exclamou e fez uma careta, estendendo a mão logo depois. — Não fui eu que fiz isso não, em!

Vállia franziu o cenho, e se levantou sozinha, com um pulo. Com a mão oposta ao braço ferido, tentou estancar o sangue, apesar de não ser muito.

— Quem é você? — Ela disse séria. A mulher então fechou a mão ainda estendida em punho e suspirou, buscando talvez, uma boa abordagem.

— Meu nome é Siren.

(...)

Subterrâneos

Em uma casa bem estruturada no andar executivo, Elizabeth penteava seus cabelos castanhos com os dedos, desfazendo os nós que nele se encontravam, no espelho do banheiro de seu quarto. Enquanto se olhava, murmurando uma música que há muito tempo aprendeu.  

Como se ela estivesse em um transe, olhando seu próprio reflexo no espelho sua cabeça começou a viajar, enquanto a tevê dava uma alerta, notificando-a sobre uma nova reportagem no canal que residência assinava: O de noticias.

“O mais novo político de sucesso, Nathan Riddle de apenas incríveis 22 anos, demonstra em suas atuais decisões, a conexão que tem com o povo, que ele afirma governar a favor, caso entre como influência este ano.”

Nathan é? O sobrenome Riddle não lhe é estranho... Talvez algum dia já o tenha visto nas instalações... Lize já ouvira essa voz em algum lugar, a voz da mulher que continuava a falar.

“Hoje a partir da metade do sol, haverá o discurso dos concorrentes a conselheiros, e nós da empresa Ledrerrian Corporation estaremos aqui, cobrindo tudo bem de perto.”.

A menina curiosa piscou algumas vezes, saindo do transe. Direcionou-se a porta de saída do banheiro, agarrando um pequeno pano que ficava pendurado na parede por um prego, para secar as mãos. Lize deu de cara com uma mulher na tela da tevê, uma bela mulher de olhos azuis vibrantes, pele clara e cabelos como ébano, que carregava com sigo também, lábios avermelhados, separados por um sorriso de dentes brilhantes.

“Obrigada por assinar o nosso veículo de comunicação expresso. Aqui é Morrigan Ledrerrian, desligando.“.

Com um aceno de cabeça, a câmera é cortada, e automaticamente a reprodução é encerrada. Morrigan... Ela-

Lize! — Duas batidas fortes na porta, seguidas por um chamado, interromperam sua linha de pensamento.

Elizabeth pegou rapidamente o controle da tevê (qual já passava outro canal) e a desligou.

— Já estou indo! — Ela alerta o tio.

— Eu... Eu te espero para o café da manhã? — Ele perguntou, embora soubesse a resposta.

— Vou comer no quartel. — Ela responde enquanto enrola o cabelo em um coque ainda molhado. Um coque bem firme.

Ela agarra a mochila em cima da cama, e joga por cima dos ombros, abrindo a porta logo depois. Ela dá de cara com Erick seu tio, este escorado na porta. O mesmo já está vestido com seu terno casual, que usa habitualmente para o trabalho. Erick dá um pequeno sorriso sem mostrar os dentes e ajeita a postura.  

— Bom dia. Estou indo para o trabalho, quer carona? — Ela acha nobre da parte dele tentar isso todos os dias.

— Não tio, muito obrigada, mas vou andando dessa vez.

— Assim como todas as outras vezes Elizabeth. — Seus lábios se curvam em um sorriso desanimado, que fica por poucos instantes em seu rosto. Ele então deu uma pequena olhada em seu pulso, e suas sobrancelhas se arquearam. — Olha a hora! — Ele exclamou para si mesmo.

Se afastou e caminhou apressado até a mesa do corredor da casa, onde pegou uma maleta.

— Tenho que ir, se não vou me atrasar. — Ele disse. Ela assentiu e saiu de seu quarto, fechando a porta.

— Estou logo atrás de você.

— Bom, bom, não se esqueça de fechar as janelas e-

— Esconder a chave na pedra falsa, eu sei. — Ela o interrompeu, vendo que o mesmo estava procurando a chave da casa na bolsa.

Ao acha-las Erick então abriu a porta, e acenou para ela. Ele sabia que a sobrinha não gostava de ser vista com ele, até por que não sentia muita empatia pelo tio. Após ver o mais velho sair, Elizabeth suspirou. Hora de calçar as botas, e vestir as fardas; pensou ela.

(...)

A loira por fim fechou a porta da casa em que acabara de sair. Um grande complexo marcado como sempre de tons brancos e amarronzados. Ela trancou a porta e a chave, colocou na bolsa, entre o compartimento dos batons e cartões de visita. Virou-se para a rua, vendo nada mais do que algumas pessoas caminhando, em sua maioria, senhores ou senhoras já com idade entre 50 a 70 anos. Ela então vestiu seu sorriso habitual. Vai caminhar até o serviço, um pequeno exercício para suas belas pernas.

Enquanto se concentrava em não derrapar com seus saltos caríssimos, sorria para todos que passavam por ela e pedia a Deus para que ela não envelhecesse daquela maneira.

— Bom dia Senhorita Loward. — Uma coreana aparece em seu campo de visão. Ela pisca algumas vezes pensando em quem poderia ser. — Sou Miley Jean, enviada do senhor Gerard.

A loira surpresa deve ter arregalado um pouco os olhos, por que a Asiática pareceu um pouco mais aflita. — Pr-Precisamos conversar.

(...)

Os passos de Alexandra aumentavam sua velocidade ao decorrer do corredor branco e apático que a mesma percorria. Suas mãos estavam ocupadas com documentos e um copo de Cappuccino, sua cabeça com planos, e já sua boca, pensando na possibilidade de um copo de água próximo. Os olhos da garota passeavam pelos cantos do corredor branco, procurando a porta qual deveria passar.

Até que ela ouviu passos apressados vindo em sua direção.

— Senhorita Beamount! — Corria desajeitada até Lexa. A mesma revirou os olhos e tentou ignorar a presença da asiática, pois não gostava muito da mesma, não depois da última confusão que Miley Jean criara. — Senhorita! — A garota insistiu, e novamente Lexa revirou os olhos, dessa vez já com a mão na maçaneta.

— Sim Miley?

— É, são os documentos que o Senhor Gerard mandou eu lhe entregar... — Ela disse e colocou uma mecha de cabelo atrás da orelha.

Alexandra se virou para a garota, com cara de poucos amigos. Ainda com a mão na maçaneta, pensou o que diabos aquela criança diabólica queria com ela. Estava cheia de consultas hoje, e precisaria fazer um plantão depois do sol. Suspirando profundamente, a Beamont cedeu.

— Entre. — Ela disse abrindo a porta e esticando o braço a fim de acender a luz do cômodo. — E seja rápida. — A mulher jogou sobre a mesa de mármore as várias pastas que tinha sobre os braços.

Rapidamente a loira deu a volta na mesa, e se sentou confortavelmente na cadeira alta que tinha, dando um gole no café. Miley continuava parada a porta, observando nervosa um dos documentos que tinha na mão.

— Ora vamos senhorita Jean, — Lexa disse pretensiosa. Por mais que a asiática fosse esquisita a seu ver, algo a estava deixando mais nervosa que o normal, e isso a interessava, afinal tudo que o garoto mandava ‘lá de cima’ era bom negócio. — não tenho o dia todo. Sente-se.

Miley Jean fechou a porta atrás dela e caminhou com suas belas pernas até a cadeira em frente à mesa de mármore de Janne. Segurou seu vestido e se sentou, abrindo um espaço entre os vários papeis em cima da mesa.

— Senhorita Beamont, peço que me escute com clareza e atenção. — A menina deu um breve aceno e piscou os olhos em direção ao teto.

Primeiro Lexa achava que ela estava tendo um tique nervoso, e fez uma careta estranha, mas depois pensou bem. Ela sabia que de alguma forma, tudo que acontecia no instituto era de conhecimento da equipe de segurança, comandada pela família Bryden, que é contra as... Oh, merda... É sobre aquilo. Aquela, maldita pesquisa...

A coreana olhou o relógio, e começou a bater a ponta do pé no chão. Parecia estressada com alguma coisa, algo que podia dar bem errado. Então exatamente as 10h00min em ponto, ela olhou para o teto, e disparou a falar.

— Temos uma tarefa para você. É complexa, e peço que me acompanhe e não faça mais perguntas, está em minhas mãos agora, e peço que confie. Eles te aguardam na sala de centro.

A sala de centro era um lugar onde todas as reuniões privadas do grande Julius Gerard aconteciam. Julius, um ‘garoto’ mimado, inexperientemente curioso e prepotente na opinião de Alexandra, era o mais novo líder político do povo Tecnólogo. Ele foi eleito há doze anos quando Marcus Gerard foi morto precocemente, alias, morreu precocemente de ataque cardíaco. Uma grande perda, não é? Bom, diga isso à festa de coroação que seu filho ‘pródigo’ deu, dois dias após sua morte. Mas, não querendo insinuar nada, afinal, estamos apenas, passando opiniões.

Voltando a sala de centro, bem, as duas mulheres caminhavam rapidamente até um elevador, que era segurado por dois grandes ‘armários’, por assim dizer. Alexandra não ousou reclamar, afinal, para aquilo, todo o cuidado era pouco, e a mulher já havia se ligado na falta de luz nas câmeras do corredor. Estava tudo desligado, e era só questão de minutos até que voltassem, ou que a família Bryden tomasse o controle da situação.

O elevador desceu, desceu cinco andares abaixo do nível onde estavam que estava na divisa com o subsolo. Isso a excitava - não da maneira sexual, pelo amor de Deus -, só de pensar em algo tão importante que foi designado a ela!

Finalmente o elevador parecia ter parado. Não levou mais de quatro segundos para que as portas se abrissem, mas infelizmente, revelando mais um corredor branco, apático. O que eu esperava afinal? Ela se repreendeu mentalmente, e ambas as mulheres seguiram caminho por entres os corredores.

Alexandra pensou como a tão nova Miley sabia esses caminhos tão bem, pois ela realmente parecia a vontade com o ambiente, impressão que a doutora estava tentando passar. Bem, os armários ficaram no elevador, e logo, elas estavam em frente a uma grande porta tão branca como as paredes, porém, com uma luz azul, que brilhava incessantemente.

— Por favor, Senhorita, dê um passo à frente. — Miley Jean pediu gentilmente após ter seus olhos escaneados. Ela parecia um pouco desorientada, mas nada preocupante.

Miley colocou as mãos nas costas de Lexa, ajeitando a postura da mesma, só para que os olhos claros da menina ficassem bem registrados. Alexandra novamente nada disse; o que estava começando a incomodar-lhe. A porta, então, finalmente foi aberta.

(...)


Notas Finais


∆∆∆ Glossário ∆∆∆

- Mahoure -
Mahoure é uma espécie de "novo cavalo", na verdade, são usados como eles, para cavalgar, e puxar carroças muitas vezes.
Podem ser de várias cores, em sua enorme maioria neutras, mas nada impede de terem talvez uma cor mais peculiar.
Eles não possuem orelhas, o rosto do animal é comprido como o de um cavalo, mas a parte do maxilar costuma ser bem alta, dando menos espaço para a largura da cabeça. Seus olhos são por completos pretos, e geralmente eles usam um "tapa", um acessório de couro que faz os olhos receberem pouca luz do sol, e o fazem olhar apenas para frente.
Além de ser usado para o trabalho, também existe comércio de sua carne, mas para isso, os Mahoure mais jovens têm de ser usados, por isso existem espaços destinados a criação dos Mahoure.

- Keyscer -
Chamar alguém de Kayscer é um xingamento como: Idiota, Bobo, burro... Bom, vocês entenderam.

- Duoler -
Duolers são como toupeiras, que vivem debaixo da terra, apesar de serem um pouco mais habilidosas para isso.
Seu corpo tem um tipo de casca armadurada por debaixo dos pelos. Seu formato é de um jeito oval, tendo um pequeno rabo, e patas traseiras e dianteiras dotadas de grandes unhas bem afiadas. Sua cabeça possuí olhos extremamente pequenos porém redondos, que são mais voltos para a frente. Sua cabeça também possui dois chifres, pequenos e redondos. Parecem chifres de unicórnios, só que com menos glitter e muito mais terra, pois ele perfuram a terra, como brocas, e movimentos circulares que seu pequeno corpo faz com ajuda das unhas.

∆∆∆ Fim do Glossário ∆∆∆

Então? Criticas, sugestões, comentários, alguma coisa?!
Sobre os quizzes, sim, eles vão ser enviados a alguns criadores, por isso, fiquem a tentos a caixa de mensagem!
Sejam pacientes na hora da apresentação de seu personagem, se ele apareceu, é por que não foi oportuno! Falando nisso, devido ao grande número de mulheres na história, estou mudando alguns personagens meus, e meus planos, por que, bom sem preconceitos, muito pelo contrário, quero uma coisa balnciada galera.
Bomé só isso, vejo vocês no próximo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...