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História The Night Kingdom - Capítulo 4


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Notas do Autor


booooom dia pessoas lindas *--*


boa leitura =*

Capítulo 4 - I Ching.


Lexa se levanta no que seria os primeiros raios solares, se tivesse sol, ou até mesmo o dia. Demora bons minutos em seu banho. As vezes queria não ter lutado o conclave, mas com a mesma facilidade que o pensamento veio ela o faz ir embora. Sabia que era isso o que ela era, jamais fugiria de um desafio.

Vestida em seu manto de líder, assumiu a expressão de tal. Eram poucas as pessoas que conseguiam ver a verdadeira Lexa, aquela por de trás de todo o fardo que era comandar. Costia era uma dessas poucas pessoas. Respirou fundo ao se lembrar da ninfa, ela ainda não havia voltado. Mergulhava em pensamentos e preocupações quando o som de risadas a arrancou de uma linha de raciocínio.

Entrou no grande salão onde normalmente fazia suas refeições, já que era de lá que vinham os barulhos. Se surpreendeu por ver quase todos acordados. Bellamy, Octávia, Raven, Clarke e até mesmo Eric que vivia dormindo. A comandante conseguia entendê-los, mesmo estando cansado era difícil dormir quando o mundo parecia prestes a desabar em cima de suas cabeças.

— Alteza — Clarke diz com meio sorriso no rosto. Eric ri, mas fica sério no mesmo segundo que os olhos de Lexa caem nele. Ela consegue o observar engolir em seco.

— Achei que quisesse ver os seus irmãos — a comandante fala de forma despreocupada enquanto seus olhos correm pela mesa a procura do que comer.

— Sim, seria ótimo se eu pudesse ir agora!

— Não vejo problema algum. Eric irá levá-la até eles, e talvez mais tarde possamos conversar sobre alguns assuntos importantes.

Clarke que já estava quase a porta vira o corpo em cento e oitenta graus para poder olhar a filha da deusa da guerra ao ouvi-la.

— Isso é uma pergunta ou uma ordem? — Pergunta apertando os olhos pensando em suas palavras.

O clima parece pesar uma tonelada. Ninguém parecia respirar no momento. Lexa mesmo estava estranhamente quieta. Nunca tivera suas vontades contestadas antes. Ela simplesmente falava e as pessoas seguiam.

— Uma sugestão — contorna o assunto para aliviar a tensão que se instalara no ambiente — Eric?

— Alte — ele tosse e se engasga — comandante! — corrige o mais rápido que consegue. Em sua testa uma gota de suor escorre nervosamente.

Lexa assente o liberando para guiar Clarke até o clã dos filhos de Apolo.

— Podemos nos livrar dessa menina? — Raven diz puxando uma cadeira para junto da mesa. Estava incomodada com a petulância da garota loira.

— Precisamos dela, é a única filha de Apolo que não está doente ... infelizmente ela é nossa única ligação com os oráculos e com tudo o que está acontecendo.

Bellamy levanta as sobrancelhas ao ouvir a explicação da comandante.

— Ela não vai gostar disso. Clarke nem queria vir para Polis, só veio por causa dos seus irmãos. Foi bem clara quando disse que iria embora logo que ensinasse o básico a alguém — ele informa.

— Então é melhor encontrarmos alguém que demore muito para aprender — Lexa encerra o assunto. Isso não era discutível, precisava ter a garota perto se quisesse descobrir alguma coisa.

Eric andava ao lado de Clarke com uma expressão ilegível. Ainda estava nervoso pelo acontecimento no café.

— O que aconteceu com você? Viu uma fúria? — Clarke diz o cutucando com o cotovelo.

— Você não deveria ser tão irreverente com Lexa, ela é a nossa comandante.

— Sua comandante, não é nada minha. Estou apenas de passagem por sua cidade — Clarke fala certa de suas palavras.

Ele não entendia o motivo dela querer ir embora, ainda mais com o mundo de cabeça para baixo. Se tinha alguém capaz de fazer as coisas voltarem ao normal com certeza era em Polis que encontrariam a solução. Sem contar que dentro dos limites da cidade a proteção era muito maior.

— Talvez eu possa te convencer a ficar ...

Eric a fita. Suas sobrancelhas se levantavam em surpresa. Ele não sabia dizer o que era, mas gostou da presença da loira. Talvez fosse sua beleza, ou o humor ácido.

Clarke por sua vez, observou o garoto demorando alguns segundos para entender o que estava acontecendo.

— Eric, nós dois ... não vai acontecer — fala para a surpresa do rapaz que sente as bochechas corarem — não é nada pessoal, você é ótimo. Eu sou mais complicada do que pareço.

— Engraçado, porque eu sou ótimo em complicações — ele sorri com o canto dos lábios.

A loira não diz mais nada, só segue pelo caminho de pedras até o local onde seus irmãos se encontram. Já esteve em Polis uma vez, mas não se lembrava do clã do seu pai. Olhou para o nome dele com certa indiferença. Entrou na primeira casa, pois fora a que Eric entrou.

— Esse é o Archie, ele é o líder do clã e o que pareceu adoecer menos, mas ainda assim não foi suficiente para deixá-lo acordado. Você consegue imaginar o que pode ter acontecido?

Clarke se aproxima da cama e coloca a mão sobre a cabeça do seu irmão. Não sente nada, então desce para o tórax.

— É como se ... algum vírus ou ... não sei, algo está se espalhando pelo corpo dele. Isso é ...

Não sabia o que exatamente era. Não fazia sentido nenhum em sua cabeça.

— Só pode estar relacionado ao sol o que não faz muito sentido quando eu estou perfeitamente bem.

— Talvez você tenha algo de especial, afinal é a única que não adoeceu — Eric comenta, mas Clarke não consegue pensar em nada. Até o que ela sabia, ela era uma simples filha de Apolo. Nada de diferente, claro, tinha uma maldição, mas isso não a fazia especial. Com certeza não.

— Imagino que sua comandante também pense assim — levanta as sobrancelhas para ele que fica mudo — eu sei tanto quanto vocês Eric, nada em mim vai ajudá-los a entender o que está acontecendo.

No caminho de volta Clarke se sentia observada. Ora ou outra olhava para as arvores, como se tivesse alguém a observando por entre os troncos. Sem contar os Sátiros e Faunos, eles nem mesmo disfarçavam. A observavam atentamente.

Por um momento se perguntou se estava ficando louca, pois Eric não pareceu notar os olhares. Mas então conseguiu pegar uma ninfa das arvores sorrindo para ela. Pensou que esse comportamento deveria ser algo normal, já que seu acompanhante estava completamente alienado a esses detalhes. Ela conhecera ninfas antes e até mesmo sátiros, nenhum deles haviam demonstrado tanto interesse nela antes.

Ainda estava pensando nas ninfas e nos sátiros, quando encontraram Lexa os esperando no pé da torre.

— Por que você não vai subindo Eric? Eu e Clarke daremos uma volta — a comandante informa do seu jeito imponente.

A filha do deus Apolo não viu escapatória e precisou seguir Lexa, mesmo que contra sua vontade.

— Teve sorte com seus irmãos? — Pergunta ao colocar as mãos para trás do corpo enquanto caminha devagar.

— Não, alguma espécie de parasita parece estar sugando a vida deles. Poderiam todos ter pegado aqui?

— Improvável, ainda mais que nenhuma outra pessoa adoeceu. Somente os descendentes do deus do sol. Está claro para mim que seja o que for que esteja acontecendo é relacionado ao sol.

Clarke não fala nada. Concordava com a comandante, sabia que tinha algo relacionado ao sol, por mais que não conseguisse explicar o porquê de ela não ter adoecido.

— Bellamy disse que está de passagem ...

— Espero que a alteza não se sinta ofendida — sorri com o canto dos lábios. Porém, Lexa apenas finca as sobrancelhas.

— Qual o seu problema com líderes? Já que minha presença parece te incomodar.

A loira solta uma gargalhada anasalada, estava realmente achando engraçado o fato de a mulher a sua frente pensar que a deixava incomodada.

— Não tenho nenhum problema com a sua presença, mas me desculpe por não acreditar em líderes. Eles nem sempre sabem o que fazem, você pode ver pelo mundo mortal ... Os líderes deles são péssimos, mas os deuses não são melhores, não é?

Lexa a olha com o canto dos olhos. Descrição era algo que tirava de letra. Havia algo nessa garota que lhe intrigava. Ela própria não gostava muito da gestão dos deuses, já a dos mortais, não tinha como não concordar com a menina do sol.

— Posso te garantir que não sou como os líderes mortais e muito menos como os deuses.

Clarke revira os olhos desacreditada. Já havia passado por muitas coisas que não deixavam acreditar facilmente nas pessoas, seja semideus ou não.

— Então meus parabéns, você é a única!

A comandante reprime um sorriso. Sua posição não permitia rir de bobagens, como o fato de a garota ao seu lado ficar extremamente fofa quando revirava os olhos.

— Veja pelo lado positivo, parece que temos algo em comum — diz arrancando um olhar questionador da outra — somos únicas em algo! Eu a única líder diferente e você a única filha do deus do sol que não adoeceu.

Clarke sabia onde a comandante queria chegar, então se apressou em dizer:

— Eu não faço ideia do motivo, Eric acredita que eu possa ter algo especial. Mas te aviso que não, sou completamente normal.

Elas param próximas a um riacho. Lexa observa as águas por alguns segundos e depois se volta para Clarke.

— O que você acredita que possa estar acontecendo? Com o sol, a lua, os deuses? — Pergunta de maneira calma.

— Não faço ideia.

— Ninguém faz, mas se fosse para você dar um palpite, qual seria?

Estava estranhamente ansiosa para saber qual era a ideia da menina que parecia tão arisca.

— Provavelmente meu pai deve ter feito alguma burrada.

— Hum ... não acha que seja possível Apolo e Ártemis estarem em guerra ou algo assim?

Clarke fita os olhos verdes por alguns segundos, mas desvia o olhar quando acredita que acabaria ficando petrificada se observasse por muito tempo.

— Tá legal, a verdade é que eles jamais iriam brigar. Meu pai pode ser bem idiota, mas não com relação a Ártemis e nem ela com relação a ele. São cúmplices, fico com a ideia de que meu pai fez algo errado e provavelmente Ártemis esteja querendo o ajudar.

Lexa levanta as sobrancelhas. Essa era a primeira vez que alguém lhe dava uma versão tão diferente. Contudo, até que isso fazia sentido em sua cabeça. Ela olha para o céu fitando a lua acima de suas cabeças.

— Mas por que ela tomaria seu lugar? E por que os olimpianos não fariam nada a respeito quando isso afetaria a terra de inúmeras maneiras?

— Sinto em te dizer alteza, mas eu não faço ideia! Já tentou perguntar a alguma caçadora de Ártemis? A alguma ninfa? Já que aqui parece estar cheio delas, e qual o problema delas? — Pergunta se virando para as arvores a ponto de vê-las se esconder sorrindo.

— Há anos não se encontra uma caçadora em Polis, sobre as ninfas ... bom as dríades não conseguiram nada nem mesmo o dom da profecia, é como se os oráculos tivessem sumido junto com os deuses — suspira sem conseguir controlar a frustação — estou esperando uma náiade para ver se ela encontrou algo ...

Por uma fração de segundo Clarke consegue ver por de trás daquela máscara de comandante a pessoa que era Lexa. Uma mulher que estava aflita por não conseguir saber como agir para ajudar seu povo. Era como se ela estivesse carregando o peso do mundo.

— Delfos é o oráculo mais importante e menos errôneo, se meu pai está com problemas é normal que ninguém vá conseguir consulta ele. Já os outros não tem tanta precisão e são provenientes dos outros olimpianos, mas como parece que eles também estão com problemas eu acredito que seja difícil encontrar algum oráculo grego, ou romano que vá conseguir dar pistas do que possa estar acontecendo. Sobra os livros sibilinos, vocês não teriam um deles, não?

Lexa acredita que essa é a primeira vez que Clarke fala realmente sério, sem piadas ou ironias.

— Dizem que depois da época dos heróis os deuses recolheram esses livros — Lexa volta a fitar as águas. Esperava que Costia chegasse logo e lhe trouxesse alguma boa notícia. Ou qualquer notícia, no momento não estava exigindo muito.

Clarke observa o olhar da grande comandante para as águas. Já tinha visto olhares assim antes. Ela mesma já ficara assim uma vez em sua vida.

— Namorar ninfas não é proibido ou algo assim? — Pergunta tentando se lembrar onde foi que tinha ouvido algo a respeito.

Lexa, no entanto, nem mesmo levanta os olhos para respondê-la:

— Não é proibido, mas ao fazê-lo a ninfa perde sua essência deixando seu lado divino, passando a viver como um simples mortal.

Olha então para a filha do deus do sol e continua:

— Jamais conseguiria condenar a pessoa que amo a um final desses, perder sua própria essência, sua natureza é desfeita através de sofrimento e dor, ninguém merece isso no mundo.

— Então você escolheu sofrer ao invés dela — diz surpresa — talvez você seja mesmo diferente ...

Lexa não responde, volta a fitar as águas. Fora a primeira vez que falara abertamente com alguém a respeito dos seus sentimentos. Nem mesmo seus amigos de anos sabiam sobre eles, apesar de eles terem fortes desconfianças. Quando voltou a olhar para Clarke ela já havia se afastado, andava em direção ao centro da cidade.

— Estava conversando com quem? — Costia pergunta emburrada. Uma forte característica das ninfas era o ciúme.

— Pelos deuses Costia! Você me assustou — fala ao segurar a náiade pelos braços — você está bem? Por que demorou? Aconteceu alguma coisa?

A ninfa sorri amorosamente esquecendo-se do ciúme ao ver a preocupação de sua amada. Lhe acaricia o rosto com a ponta dos dedos.

— Eu estou bem, sobre a minha demora ...

Respira devagar e se senta ao lado de Lexa que tem uma preocupada expressão facial.

— As águas estão turbulentas ... dizem que Oceano está tomando o controle dos mares no lugar de Poseidon, pois ele sumiu. Foi difícil encontrar alguém que quisesse falar comigo, todas as ninfas estão com medo. Ártemis parece ter nos abandonado, o que está deixando todas aflitas.

Lexa abaixa a cabeça derrotada. Costia era praticamente sua última esperança e agora com essas notícias ficara completamente sem chão. Encosta o rosto em seu ombro se deixando fraquejar por um momento

Costia acaricia o cabelo de sua comandante, feliz por estar de volta. Suas irmãs, no entanto, pareciam bastante agitadas no lago. Assim como as ninfas que habitavam as árvores. Juntou as sobrancelhas sem entender o que estava acontecendo.

— Vamos para torre? — Lexa se levanta arrumando seu manto.

— Eu vou em um minuto, preciso acalmar minhas irmãs.

A comandante assente e faz o caminho de volta completamente perdida em pensamentos. De uma coisa tinha certeza, os olimpianos estavam mesmo com problemas. Se Oceano estava tomando o mar de Poseidon só podia significar que eles deveriam estar enfrentando uma guerra generalizada.

No salão do trono se encontravam Raven, Bellamy, Octávia, Anya, Eric e Clarke que na verdade estava no terraço.

— Monty está junto com meus irmãos construindo um galpão para guardarmos os mantimentos e os filhos de Minerva e Vulcano estão responsáveis por fazerem estufas para que os filhos dos deuses da agricultura consigam plantar — Raven já despeja assim que Lexa entra pelas grandes portas de carvalho.

— Certo, obrigada Raven. Anya, algum problema?

— Estamos sem pessoal para guardar todas as entradas, ainda mais que estamos reforçando a entrada de Nova Iorque e das grandes cidades.

Lexa assente. Isso era realmente um problema. Afinal, estava pedindo aos filhos de Afrodite e Vênus que dissesse as pessoas para não se preocuparem, mas então ia precisar pedir por mais voluntários para guarda. Precisava pensar em algo.

— Costia voltou? — Bellamy é quem pergunta do canto da sala. Bebia seu habitual refrigerante.

— As notícias não são boas, parece que os deuses realmente sumiram. Costia disse que Oceano está tomando o mar novamente, porque Poseidon sumiu. Sabemos que, ao que tudo indica Hades também sumiu, Octávia nos contou que o mundo inferior parece ter se fechado, até mesmo para ela. O que nos leva a aceitar que nossa teoria de que os olimpianos haviam sumido era real.

Todos parecem pensar a mesma coisa, que somente Eric perguntou:

— Seria possível eles estarem mortos?

Lexa não podia afirmar algo assim. Ninguém podia. Eles estavam completamente perdidos, sem saber o que fazer e para onde ir. Nem mesmo as ninfas pareciam ter uma resposta. Entretanto, Clarke que não participava da conversa entra na sala dizendo:

— Precisamos de um oráculo.

Eles se entreolham com as sobrancelhas levantadas. Não sabia qual era a piada que a garota estava contando dessa vez, o assunto parecia muito sério. Raven revirou os olhos e deu as costas a ela como se não conseguisse suportar a garota. Bellamy coçou os cabelos sem entender. Eric decidiu que era melhor olhar para o chão, não podia deixar de sorrir quando olhava para a loira. Octávia e Anya nada fizeram, Lexa então disse:

— Você havia me falado que acreditava ser difícil encontrarmos algum oráculo.

— Eu disse que acreditava ser difícil encontrar algum oráculo grego ou romano — ela corrige, fazendo com que todos se virassem para ela. Inclusive Raven que estava surpresa — eu não pretendo ficar em Polis, mas quero continuar vivendo então receio que a melhor opção seja ajudar. Quanto mais rápido resolvermos, mais rápido eu volto para minha vida.

Era um pensamento simples e coerente. Todos assentem e ela continua:

— Existe um livro chinês chamado *I Ching, os mortais acreditam que ele é apenas um livro velho escrito por filósofos. No entanto, é conhecido dentre os oráculos como sendo um dos mais antigos que não provém dos poderes de um deus. Ele fora criado pela própria mãe cósmica para guiar tanto os homens como os deuses.

O grupo estava impressionado, nenhum deles haviam ouvido falar a respeito desse tal livro.

— Isso é impressionante, como sabe a respeito? — Raven pergunta incrédula, nunca pensou que Clarke fosse do tipo nerd.

— Meu pai é Apolo, eu acho que sei algumas coisas sobre oráculos ... enfim, tem um problema.

— Claro que tem — Octávia fala pela primeira vez — por que os deuses não fazem as coisas simples, por uma vez na vida?

— Podemos encontrar o texto na internet, o livro em bibliotecas do mundo inteiro, mas o oráculo só se revela no original e bem ... O original foi grafado em uma pedra que agora se encontra em um museu na China.

— Chegar a China não é o problema, podemos pegar a saída de Polis que cai na cidade de Pequim — Lexa comenta com o animo renovado. Essa notícia era a melhor que tinham desde o sumiço dos deuses.

— Isso com certeza ajuda, mas então precisaremos sair de Pequim para cidade de Xiam, que é onde se encontra o museu que está o oráculo. Estive lá uma vez, fica mais ou menos onze horas da capital.

Todos parecem pensativos. Inúmeros problemas surgiam na mente de cada um, mas acima deles algo mais apontava. Esperança.

— Muito bem — Lexa se ergue sobre eles — vamos traçar um plano para encontrar esse oráculo.


Notas Finais


I Ching* : Pode ser traduzido como livro das mutações.


Que será q está acontecendo com a Clarke? Ficando doida talvez? :p


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