História The Night of Bats - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Cute, Morcego, Romance
Visualizações 31
Palavras 1.094
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Luta, Romance e Novela
Avisos: Canibalismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Aqui está a história que surgiu na minha mente depois de ver um morcego pela minha janela. Eu sei sobre morcegos e estudei bastante sobre eles antes de escrever isso mas...vamos esquecer as leis da biologia aqui ok? Apenas se divirtam.

Ah... E eu estou contando a idade dos morcegos como se fossem cães, cada 1 ano dos morcegos são 7 humanos.

Guia para a pessoa perdida.

Flora: Morcego fêmea pequena de olhos azuis,pelo expeço e branco como a neve. Foi criada em um laboratório.

Torrão: Morcego macho pequeno de olhos castanhos, pelo ralo de cor branca azulada. Foi criado no mesmo laboratório.

Homens Brancos: Homens de jaleco.

Animal lâmpada: Vaga-lume

Capítulo 1 - Animal Lampada


Fanfic / Fanfiction The Night of Bats - Capítulo 1 - Animal Lampada

 

Flora observou enquanto os homens brancos abriram a jaula ao lado e retiraram o corpo pequeno e duro de Torrão, o morcego que sempre conversava com ela quando estava solitária, á confortava quando os homens brancos a devolviam para sua jaula e que contava histórias magnificas sobre o mundo de fora.

O céu é azul e o chão é verde e macio!” ele lhe disse uma vez

Existem animaizinhos engraçados e divertidos lá fora! Tem um que brilha como as lâmpadas!” Depois disso ela não conseguiu parar os sonhos onde estava no mundo de fora com o céu azul sobre si enquanto perseguia o animal lâmpada.

 Torrão havia tido sorte, ele saiu da sala branca várias vezes, sempre com um homem branco com ele. Torrão tinha 5 anos enquanto Flora tinha apenas 2, ela esperava que quando chegasse a mesma idade iria sair com Torrão.

O pelo branco de Torrão estava desgrenhado quando foi posto em um saco preto e levado por um dos homens brancos. O pelo de Flora era branco puro, expeço e fofo; enquanto o de Torrão era um branco azulado ralo.

“Pobre Torrão...” Sentia como se uma parte dela tivesse sido arrancada, a cabeça tombando para frente em solidariedade ao amigo.

 Ela se encolheu quando sua jaula foi aberta e um homem branco a segurou firme enquanto a levava para um dos vários aparelhos presentes, esse era seu favorito, um que não importava quanto você andasse nunca sairia do lugar, mas hoje não estava animada como de costume. O homem branco apertou um pouco a etiqueta em sua orelha “Semana passada tinha inflamado” pensou, ele deu um rápido check-in em sua orelha cortada e em seu olho esquerdo juntamente com a cicatriz, ela não enxergava com esse olho, mas não se importava.

Ele colocou-a em cima do aparelho e ligou, como de costuma ela começou a caminhar e esperou até o homem branco mexer no aparelho para faze-la correr. A porta da sala se abriu e outro homem branco entrou, falou algo e saiu, logo em seguida o homem branco que estava com ela saiu também a deixando sozinha. Estava desanimada demais para fazer outra coisa, tudo que ela queria era terminar ser exercício e voltar para sua jaula lamentar por Torrão. A tubulação rangeu acima dela enquanto a sala resfriava, ela poderia aguentar muito mais frio que isso, a tubulação fez um barulho similar á algo se chocando contra o chão e continuou seu trabalho de resfriamento.

 Quando um rangido suave escapou da entrada do duto de ventilação Flora olhou para cima, seus olhos se arregalaram e chegou a tropeçar no meio de sua caminhada, outro morcego.

“Nunca iria adivinhar que aqui dentro era tão frio” ele se sacudiu um pouco e olhou para baixo “Também não sabia que tinha bichinhos de estimação”

“Perdão?” O morcego era diferente de todos que ela já havia visto, sua pele era marrom e o pelo ralo de seu corpo era marrom escuro “Você é novo por aqui?”

“Pode-se dizer que sim” disse com tom desinteressado “Até que em comparação com os outros você até que é bonitinha” abriu um sorriso lateral e lançou um olhar galanteador

“Hm...bem...obrigada” Suas orelhas se agitaram ao elogio espontâneo

“Olha bebê eu estou procurando por uma coisa” abriu um sorriso e falou gentilmente “Será que você poderia me ajudar a achar?”

“Oh claro! Você está procurando por remédios?” Piscou varias vezes para ter certeza que não era um sonho

“Ah..sim! Remédios! É isso que eu estou procurando!” Ele olhou em volta, sua voz tinha um vestígio de nervosismo

“Claro” saiu do aparelho e se virou de frente para ele “Que tipo de remédio você precisa?”

“Um...vermelho” Ele olhava fixamente para seu rosto e quando percebeu desviou rápido o olhar

“Claro, só um segundo” Caminhou até o lado da mesa onde havia vários frascos

“O que vocês costumam fazer aqui?” Sua voz soava de traz dela agora

“Nós fazemos o que os homens brancos mandam” abriu um frasco e continha remédios azuis então passou para o outro

“Não sentem vontade de ir lá fora?” Ele falou com evidente curiosidade

“Claro que sim” Encontrou o remédio vermelho e pegou um, já caminhando de volta para perto de onde o morcego estava, “Mas não podemos” ficou nas patas traseiras enquanto segurava o remédio com as dianteiras “Aqui está”

“Você gostaria de sair daqui?” Olhou em volta e começou a sair do duto

“Perdão?” Se afastou um pouco, o morcego era bem maior que ela

“Nós podemos sair, eu entrei e vou sair, você quer sair?” Disse olhando em volta

“Eu...acho que sim” Não houve tempo de reagir quando o morcego a mordeu pela nuca e abriu as asas se preparando para voar.

 Com um forte impulso do mesmo os dois saíram do chão e foram em direção ao duto de ventilação. Quando estavam á quase 1 metro de distancia Flora ouviu o som de vidro quebrando e uma dor fina em sua pata dianteira. Quando mais barulho de vidro foi ouvido Flora distinguiu o grito do homem branco que ficava em sua sala e logo em seguida mais vozes que nunca tinha ouvido; o morcego segurou mais firme em sua nuca e voou em direção aos homens brancos que pareceram ficar intimidados com o tamanho do novo morcego.

O morcego passou pela porta e seguiu um caminho reto e longo, um pouco a frente Flora conseguiu ver outra sala branca com uma única porta diferente da de sua sala. Sua nuca foi solta quando mais uma vez o barulho de vidro quebrando foi ouvido e o morcego soltou um grito forte e agudo.

Flora observou com terror o chão ficando cada vez mais perto e teve tempo apenas de contorcer seu próprio corpo em uma bola felpuda. Sentiu quando atingiu o chão e pareceu rolar e bater em uma superfície solida que desapareceu, o som dos gritos dos homens brancos inundou seus ouvidos e uma escuridão estranha á fez abrir os olhos.

 Eles instantaneamente se arregalaram e seu coração disparou. O céu era preto com milhões de pontinhos brancos, o chão verde e macio e haviam varias e varias coisas que pareciam postes de escalada só que verdes. E logo a sua frente estava o que fez seu coração pular uma batida, o animal lâmpada, exatamente como Torrão havia descrevido.

A emoção que estava segurando não se conteve e como se a provocasse o animal lâmpada passou perto de seu rosto e zarpou para o denso lugar verde, Flora sentiu uma intensa necessidade de perseguir o animal, e assim fez.


Notas Finais


Obrigada por ler até aqui. Caso tenha alguma critica construtiva por favor compartilhe-a :D


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