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História The Obsessive Devotion - Capítulo 28


Escrita por:


Notas do Autor


Fala galera, beleza?
Demorei um pouco mas estou de volta com mais um capítulo. Dessa vez é só o Levi narrando. ;)
Espero que gostem e boa leitura <3

Capítulo 28 - Girassóis de Van Gogh


Fanfic / Fanfiction The Obsessive Devotion - Capítulo 28 - Girassóis de Van Gogh


Levi

 

A festa de Halloween ainda acontecia ao som do karaokê, e tenho certeza que era Eren quem cantava quando ela se afastou do beijo e me puxou pela mão em direção aos dormitórios. A distância entre o bar que estávamos e os nossos quartos era relativamente grande, mas o tesão e a sede de vontade que tínhamos um do outro fez com que a caminhada durasse no máximo 10 minutos.

Ela subiu as escadas com pressa, me puxando pela mão. Eu não era mais capaz de raciocinar direito, tamanha era a influência daquela mulher sobre mim. A única coisa que eu decidi por mim era que ela tinha total permissão de fazer o que quisesse comigo.
Demorou poucos minutos até que chegássemos no andar correto e parássemos na frente da porta do quarto dela. Procurou rapidamente a chave dentro da bolsa e abriu com pressa dando passagem pra que eu entrasse.
Deixou a bolsa de ombro pendurada na cadeira e logo se atirou em cima de mim, entrelaçando seus braços ao redor do meu pescoço. Me encarou maliciosamente por alguns segundos e voltou a me beijar daquele jeito que eu era viciado. Eu só fiz corresponder.
Ela me puxava pra perto com uma vontade que eu, honestamente, não tenho condições de descrever. Por um momento pensei que essa ruiva iria me levar à taquicardia, de tanto que mexia comigo.
O beijo, que não tardou a tomar proporções maiores, acabou roubando-lhe o ar por uns instantes. Quando nos separamos, ela voltou a me encarar sedutoramente, mas assim que seus olhos percorreram meu rosto e pousaram nos meus lábios, ela fez uma cara engraçada e começou a rir.

    - O que é tão engraçado? - eu tinha ido à Lua e voltado, perdido totalmente o rumo da realidade, e ela ria da minha cara. Eu não estava entendendo absolutamente nada.
    - É que eu borrei todo o seu rosto com a minha maquiagem. - disse, entre as gargalhadas.

Inclinei meu corpo para o lado esquerdo a fim de me olhar pelo espelho dela. De fato, eu parecia um palhaço. Fiz minha cara de cu habitual e ela tornou a rir.

    - Vem cá, deixa eu tirar isso do seu rosto. Também vou tirar a minha, espera um pouquinho.

Sentei na cadeira e esperei ela voltar do banheiro com os mil e um produtos relacionados a maquiagem. Voltou com alguns algodões e um frasco com algum creme branco e cheiroso. Colocou um pouco no algodão e começou a passar no próprio rosto. Fiquei abismado como aquilo removia tudo tão rápido.
Poucos segundos depois ela havia acabado de tirar a maquiagem dela e jogou os algodões que usou no lixo. Depois, pegou mais alguns e se virou pra mim.

    - Posso? - perguntou.

Eu só acenei com a cabeça tentando não encará-la pra não gerar mais gargalhadas vergonhosas pra cima de mim. Ela segurava o frasco com a mão esquerda e um algodão com a mão direita. Com o dedo indicador da mesma mão, tocou meu queixo me forçando a ficar com o rosto de frente para o dela, e lá estavam mais uma vez aquele par de olhos castanhos e sedutores que pousavam sobre mim. Ela se aproximou um pouco e se sentou no meu colo, de frente, maliciosamente se ajeitando em cima do meu quadril, me arrancando um gemido fraco ao sentir ela rebolar de leve no meu pau. Deixou escapar um sorriso ladino quando sentiu o volume.
Ali eu estava totalmente rendido. Ela em cima de mim me forçando a olhá-la só por causa da maquiagem, e rebolando de vez em quando só pra me provocar, era realmente uma grande tortura.
Pra completar ainda mais a sua sessão particular de sadismo, ela se recusou a remover a maquiagem com a mesma velocidade que removera a sua própria. E detalhe, não parou de me provocar com seus olhos felinos e seu quadril safado. Você não tem ideia da força que eu tava fazendo pra não agarrá-la ali e transar no chão mesmo, se fosse preciso.

    - Você me trouxe aqui pra me torturar, é isso? - meus olhos permaneciam fechados enquanto eu me concentrava pra não ceder ao tesão. Ela riu do meu sofrimento.
    - Não, Le-vi. - por que tão sedutora, céus? -  Te trouxe aqui pra tirar sua maquiagem. - sussurrou no pé do meu ouvido e depois beijou meu pescoço. Deixei outro gemido escapar quando senti seus lábios. Ela se divertia com a cena.
    - Você tem dez segundos pra terminar isso.
    - E por que a pressa? - abri meus olhos e encontrei os seus pousados em mim de novo. Eram olhos provocativos.
    - Porque depois disso eu vou te mostrar o porquê eu te segui até aqui.

Ela soltou uma risada maliciosa e um pouco irônica, como se quisesse pagar pra ver o que eu iria fazer com ela. Tratei de não desviar o meu olhar do dela.

    - E se eu te disser que eu já acabei faz tempo e tô só te torturando mesmo? - mordeu o lábio inferior e piscou pra mim. Sorri de canto, maliciosamente

Encaixei minha mão direita na sua nuca, puxando seu rosto pra perto do meu e colando nossos lábios. Tratei de beijá-la sentindo tudo o que seu beijo podia me proporcionar. Ficava cada vez mais viciado em tudo aquilo.
Ela pressionou o corpo contra o meu e mexeu os quadris mais um vez, me forçando a soltar alguns gemidos por cima do beijo. Agarrei sua coxa com a minha outra mão e tive o prazer de ouvir que arrancava gemidos deliciosos dela também. Quanto mais ela rebolava em cima de mim, mais eu perdia a sanidade.
Agarrei sua bunda com uma mão e com a outra as suas costas. Segurei firme e me levantei da cadeira enquanto ela entrelaçava seus braços ao redor do meu pescoço e suas pernas ao redor das minhas costas. Andei até a cama sem descolar meus lábios dos dela e depois inclinei meu corpo fazendo ela deitar na mesma.
Fiquei apoiado nas minhas mãos enquanto apreciava aquela cena maravilhosa. Ela, de cabelo bagunçado e levemente corada, deitada na cama com os braços me envolvendo e me dizendo com os olhos o quanto ela me queria ali e agora.
Senti suas pernas me abraçarem nas costas e me puxarem de encontro ao seu corpo. A sensação de estar preso e colado à ela era indescritível.
Desceu as mãos pelo meu pescoço e percorreu meu tronco devagar. Parou quando chegou na braguilha da minha calça e se demorou ali, massageando meu pau da forma mais torturante possível. Com a outra mão, me puxou pela nuca pra mais um beijo.
Eu também não perdi tempo e desabotoei a parte de cima da sua roupa, e quando eu acabei, tratei de colocar minha mão por dentro e alcançar seu seio. Desci dos seus lábios em direção ao seu pescoço. Eu adorava beijá-lo não só porque ela era incrivelmente cheirosa, mas também porque minha orelha ficava na altura da sua boca e eu podia ouvir até o mais tímido dos seus gemidos.
Ela desabotoou meu colete jogando-o em algum canto do quarto. Seguiu para os botões da minha camisa enquanto eu descia do seu pescoço até os ombros, e alcaçando finalmente a parte descoberta dos seus seios. Quando terminou com os botões, ergui meu tronco pra tirar a camisa e ela levantou junto, encaixando sua mão por dentro da roupa e retirando a minha camisa por mim. Enquanto fazia isso, me olhava provocativa de novo.

    - Eu acho que você tá com muita roupa, ruivinha. - disse, voltando a apoiar minhas mãos no colchão, inclinando meu corpo sobre o dela forçando-a a voltar a deitar.
Percorri o canto dos seus lábios, descendo até o pescoço. Enquanto isso, deslizei meus dedos por baixo do seu vestido e o subi deixando só sua barriga à mostra. Ela estremeceu um pouquinho quando sentiu o toque da minha mão. Retirei a sua meia-calça enquanto percorria a parte desnuda do seu tronco, e quando vi a lingerie que vestia, eu quase cai pra trás. Era uma calcinha azul escura e rendada, com as alças finas que imploravam para serem tiradas.
Ela inclinou seu corpo pra sentar na cama e nisso tirou o vestido de tecido transparente, jogando-o em algum lugar do quarto de novo. O sutiã combinava com a calcinha.
Me peguei mordendo o lábio quando ela rapidamente me deitou no colchão e ficou por cima de mim.

    - Eu acho que você tá com muita roupa, Levi. - sorriu maliciosa e mordeu o lábio.

Deslizou os dedos pelo meu tronco e depois se inclinou pra mim. Me beijou delicada e sedutoramente, e tomei a liberdade de deslizar minhas mãos pelo seu corpo. Depois, afastou-se um pouco e abaixou o zíper da minha calça, eu sequer percebi quando que ela tinha desabotoado a braguilha. Retirou minha calça e eu vi um brilho ladino brotar nas suas pupilas quando viu minha box preta. Passou as unhas por toda a extensão do meu tronco e depois retirou minha cueca com vontade. Começou a me chupar enquanto sua mão acompanhava o ritmo sobe-e-desce da sua boca. Segurei o seu cabelo e apreciei aquela cena. Aquilo era simplesmente espectacular.

Eu já tinha perdido a sanidade faz tempo, o que me restava era tesão puro. Segurei seus braços e a puxei de volta pra cima. Ela deitou do meu lado e eu voltei a encará-la enquanto deslizava as mãos pelo seu corpo.
Coloquei minha mão dentro da sua calcinha e comecei a massagear seu clitóris, fazendo-a gemer enquanto me olhava nos olhos. Depois, passei a beijá-la no pescoço e depois na parte descoberta dos seus seios.
Fiquei por cima dela, e entre suas pernas, quando alcancei o fecho frontal do seu sutiã. Tirei-o rapidamente e comecei a chupá-los, sem parar de movimentar meus dedos dentro da sua calcinha. Deslizei pela sua barriga até alcançar a costura da sua calcinha com os dentes.

    - Gosta dessa calcinha, Thabata? - tanto eu, quanto ela, estávamos fora de si.
    - S-sim.. hmm - tentou dizer, em meio aos gemidos.
    - Que pena, essa vai ficar pra mim. - retirei com delicadeza e joguei-a em direção a cadeira. Ela riu um pouco.

Comecei a chupá-la devagar, primeiro brincando passando a língua pela sua extensão sem deixar de massagear eu clitóris com os dedos. Vê-la se contorcer de prazer era delicioso, e saber que eu era o responsável por isso era impagável.
Passei a chupar seu clitóris com um pouco mais de vontade, e introduzi um dedo dentro dentro dela. Os gemidos ficavam mais frequentes e ofegantes. Introduzi mais um conforme ela me pediu por mais e demorei um pouco ali, saboreando cada pedacinho dela ao som dos seus gemidos mais sedutores. Sua expressão de prazer era, talvez, a mais bonita de todas.
Depois de um tempinho sussurrou, em meio aos gemidos excitantes:

    - Eu quero você.

Toda vez que essa frase saia da sua boca, um arrepio delicioso percorria meu corpo todo.
Levantei da cama e fui até o armário. Abri a segunda gaveta e rapidamente encontrei a caixinha roxa que ela usava pra guardar os preservativos. Voltei pra cama devidamente "protegido" e a encontrei apoiada nos cotovelos e as pernas dobradas. Sedutora pra caralho.
Ela voltou a deitar na cama e me chamar pra mais perto com o dedo indicador de uma das mãos. Me posicionei entre as pernas dela e segurei sua cintura. Era delicioso olhá-la daquele ângulo quando seus poros exalavam tesão.
Ela me puxou pra perto pela nuca e me beijou sedutoramente enquanto eu a penetrava. Nos movíamos em uníssono num vai-e-vem gostoso que ganhava intensidade aos poucos. Ela arranhava minhas costas conforme o ritmo aumentava, e se segurava pra não gemer por cima dos beijos. Claramente falhou nisso quando parou de me beijar e passou a me olhar nos olhos enquanto gemia. Sua respiração era ofegante e seus olhos semicerrados não desgrudavam dos meus. Aproveitei a intensidade daquilo tudo pra beijar seu pescoço.
Depois de um tempo, ela quis trocar de posição. Saí de dentro dela esperando seu comando. Ela se levantou da cama pegando a minha mão e sinalizando que eu me sentasse na borda, então o fiz. Ela sentou no meu colo voltando a me encaixar dentro dela e guiou minhas mãos até as suas costas e eu a abracei. Ela entrelaçou os braços ao meu redor também.
Voltou se movimentar deliciosamente. Aquilo tava tão incrível que só me restava agarrá-la com força e apoiar minha cabeça nos seus ombros, curtindo como era gostoso transar com ela.
Senti seu ápice chegando conforme ela se mexia com mais intensidade e inclinava o pescoço pra trás gemendo ofegante. Eu também estava quase lá.
Puxei sua nuca de volta pra mim e a beijei até que gozássemos, e não demorou muito pra sentir seu quadril e suas pernas estremecerem. Segundos depois, quem tremia era eu.
Permanecemos um tempo na mesma posição. Nosso beijo continuava e, dessa vez, tinha ternura e carinho no meio dele. Eu a abraçava enquanto ela acariciava minha nuca e meus cabelos. Poucos tempo depois nos separamos e a vi suas bochechas coradas e aquele par de olhos negros encarando os meus. Deslizei meus dedos pra tirar a mecha de cabelo que caía no seu rosto e aproveitei pra emendar um carinho na sua nuca, ela fechou os olhos sentindo o toque da minha mão.

(...)

Saí de um banho rápido pra encontrá-la deitada na cama, já banhada e extremamente cheirosa, com os braços estendidos me chamando com o gesto. Ela vestia aquele camisão branco que eu tinha emprestado pra ela no dia do luau, e somente uma calcinha branca por baixo dele. Eu vestia uma camisa preta e uma calça de moletom qualquer que eu mesmo havia esquecido no quarto dela há algum tempo atrás.
Deitei do lado dela e ela nos cobriu. Depois, se virou de costas pra mim e puxou meu corpo pra perto, me pedindo pra abraçá-la por trás. O cheiro dela sempre me hipnotizava, e claro, não foi diferente dessa vez. Fechei os olhos sentindo aquele perfume e aproveitando o quão macia era a sua pele em contato com a minha. Alguns minutos depois percebi que ela havia pegado no sono, e eu também não iria demorar muito a dormir. Era incrível como as coisas eram tranquilas quando ela estava junto.

(...)

Acordei no meio da noite com ela virada de frente pra mim. Nem sabia que horas eram, sequer tinha vontade de ver o relógio e descobrir, de repente, que teria que sair dali logo mais. Preferiria acreditar que os minutos tinham parado e que eu poderia ficar ali o tempo que fosse. A julgar pela contínua escuridão do quarto, ainda era madrugada. Deixei escapar um sorriso por saber que, aparentemente, ainda sobravam algumas boas horas até que eu precisasse voltar para o meu quarto. A verdade mesmo é que eu não queria sair dali.
Seu corpo estava bastante próximo do meu, sua mão repousava num abraço delicado ao redor do meu tronco e suas pernas se entrelaçavam com as minhas. Seu cabelo estava bagunçado e suas bochechas já não estavam mais tão rosadas. Sua expressão era serena de quem dormia um sono tranquilo.
Me peguei pensando no que significava tudo aquilo, o que significava ela e essa "aventura" que a gente tinha se metido. No começo era só uma forma de aliviar o tesão, mas dessa vez foi tão diferente das outras. Quer dizer, as coisas foram mudando ao longo do ano e só me dei conta disso agora. Pelo menos pra mim, dessa fez foi diferente. Me peguei pensando se ela também tinha reparado nisso, e se pra ela dessa vez tinha sido diferente também.

Eu não tinha me dado conta do quanto eu sentia a falta dela nessas semanas que os estudos estiveram entre a gente. É claro que a gente se falava todo dia por mensagens, mas era outra coisa vê-la e conversar ao vivo. Também não tinha me dado conta de que Thabata era, provavelmente, a dona do melhor e mais tenro abraço do mundo só porque eu tenho certeza que eu nunca tinha me sentindo da mesma forma quando fui abraçado por outras pessoas. Um ótimo indicativo disso era que eu não fazia questão de abraçar ninguém, mas a presença dela mudava qualquer padrão que eu havia estabelecido pra mim na minha vida. Ela desajustou toda a minha rotina desde o final de Janeiro, que foi quando nos conhecemos, e seguia fazendo todo o tipo de bagunça não importava o quanto eu ajeitasse tudo de novo. Talvez a parte mais irônica era que, na verdade, era eu quem me deixava ser bagunçado. Era eu quem fazia questão de esperar o ensaio da banda dela acabar, só pra ver ela tentar tocar alguma coisa no piano e assustá-la puxando uma mecha do seu cabelo. Era eu quem fazia questão de sempre encontrar com ela aqui no quarto quando a gente tinha rolê marcado, ao invés de esperar lá embaixo como fazíamos todos. Era eu quem fazia questão de voltar a me deitar com ela, mesmo sabendo que não era só eu quem queria isso.

Outra coisa que passou pela minha cabeça foi que eu raramente dormia bem devido ao sono leve, mas, adivinha? As noites que eu passava ao lado dela me permitiam descansar melhor do que as outras. Eu dormia tão bem quando estávamos juntos que reparei que era esse o motivo de eu nunca ter assistido ela dormir. Ela me proporcionava uma tranquilidade tão grande que eu praticamente dormia instantaneamente, sem ter a chance de eu mesmo vê-la dormir.
Olhar para ela nesse momento era quase como encontrar algo que é raro por aí. Sua respiração leve e fraca somada à sua expressão quase me faziam acreditar que eu não estava deitado com a mesma pessoa que eu normalmente encontrava durante o dia. Thabata sempre fora enérgica, relativamente brava e dona de uma voz impecavelmente potente e hipnotizadora, e era tão difícil acreditar que enquanto dormia suas sobrancelhas deixavam de tensionar dando lugar à tranquilidade de um sono profundo.

Ela era absolutamente a mulher mais linda que eu já tinha visto.
 
~

Não quero mais dormir do seu lado
Prefiro ficar acordado
Guardando seu rosto pra lembrar de você
Lembrar de você, lembrar de você

Cê tem uma cara de quem vai fuder minha vida
O seu olhar é um caminho sem saída
O seu corpo é um caminho sem saída
Então só entro

~


Notas Finais


É, parece que tem mais gente apaixonado por aqui..

Link da música: https://www.youtube.com/watch?v=2bxImE7aO3I


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