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História The Only Control - Oh SeHun - Capítulo 2


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Notas do Autor


Boa Leitura!

Capítulo 2 - 02 - Vídeo de uma mulher sendo torturada


Fanfic / Fanfiction The Only Control - Oh SeHun - Capítulo 2 - 02 - Vídeo de uma mulher sendo torturada

- Levante e vamos para o refeitório...preciso falar com você urgentemente! - Disse e saiu.

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- O que você quer? - pergunto sentando ao seu lado.

- Ao invés de você está falando assim comigo você deveria me agradecer por eu ter te livrado das mãos podres do Jackson - disse e mordeu um pedaço do seu sanduíche de carne e eu reviro os olhos.

Sem muita demora a garota retirou seu celular de seu bolso e colocou sobre a nossa mesa.

- Hoje recebi duas mensagens do aplicativo. - disse destravando a tela de seu celular e colocando no aplicativo.

No aplicativo havia uma barra afirmando que tinha duas mensagens não vistas.

- por quê não viu as mensagens? - pergunto olhando para o seu celular.

- Eu tenho medo, desde do dia que recebi a primeira mensagem do aplicativo 

Respiro fundo e clico na barra de notificação para ver as mensagens.

- Idiota, olha o que você fez! e agora? - a garota se alterou fazendo com que todos que estavm no refeitório nos olhassem.

- Fala baixo! - sussurrei entre os dentes.

- E agora? - sussurrou.

Então comecei a ler as mensagens para a mesma...

1 - " A morte está próxima para pessoa que você mais ama".

2 - " Já marcamos a próxima morte".

- Já marcaram a próxima morte tão assim do nada? - resmungou para si mesma.

Seus olhos começaram a piscar lentamente com se fosse desmaiar, suas mãos estavam se tremendo e sua voz estava ficando cada vez mais fraca.

- Você não está bem, vamos para outro lu...- ante de eu terminar a frase ela me interrompe.

- Eu estou bem! Não se preocupe. - disse com um sorriso fraco no rosto.

- O que está acontecendo aqui? - Uma voz familiar surgiu ao me lado.

Então me viro e vejo Kai.

Kai era o garota menos popular da escola, mas tinha uma vida sociável muito boa.

- Eai SeHun, como vai? - perguntou sentando em meu lado.

- Estou bem! - digo seco.

- S/n, como vai? - olhou para s/n que estava terminando seu último gole do suco.

- Estou bem, e você? - sorriu simpaticamente.

- Estou bem também! Foi uma surpresa saber que vocês dois estavam namorando. - riu e tirou seu celular juntamente com o seu fone ouvido branco, e os colocou em cima da mesa.

- Pois é! - digou dando uma risada falsa.

- Onde está Rosé? - S/n perguntou curiosa.

- Deve estar com suas novas amigas. - Disse passando a mão sobre seus cabelos.

- E quem são as novas amigas dela? - pergunto.

- Dahyun, Yeji e a Jennie. 

- Você sabe que elas aprontam muitas coisas com os novatos, não é? Devia tomar cuidado com a sua namorada. - digo e o meu me olha sério.

- Eu sei, não precisa me ensinar a como cuidar de minha namorada! - disse dando leves batidinhas em meus ombros.

(...)

Era a última aula e ela já estava quase acabando quando uns policias entram na sala interrompendo o conteúdo.

- Quem se chama S/n Kim? - um dos policias perguntam e S/n se levanta de sua carteira se revelando.

O mesmo policial que perguntou quem era ela se aproximou da mesma e baixou a cabeça.

- O que houve senhor? - ela perguntou estranhando o ato do homem.

- Sua mãe...- disse baixo

- O que tem a minha mãe? - perguntou então o homem ergueu sua cabeça para olha-la e disse:

- Ela morreu e os vizinhos pediram para que a gente viesse aqui lhe dar a notícia. - o homem disse e S/n riu.

- Pare de brincadeira! minha mãe ama me assustar. - riu. - Mãe apareça...cadê você? - disse a procurando pela a sala.

Quando a mesma terminou de falar os assobios de mensagens começaram a surgir no celular de todos, principalmente no meu.

Um número desconhecido havia mandado um vídeo de uma senhora que aparentava ter uns cinquenta anos sendo torturada, esfaqueada e queimada viva. Era um vídeo totalmente forte.

- Sua mãe realmente morreu, S/n. - Yeji se aproximou da mesma e mostrou o vídeo para ela. 

Eu pude percebe o quão a garota estava triste, ela arremessou o celular de Yeji no chão e caiu de joelhos no chão tendo em sim um choro muito lauto. 

- Não é minha mãe, essa não é minha mãe! - gritou ainda no chão.

O olhar das pessoas para S/n era de dó, mas ninguém tomava uma iniciativa de tira-la de lá então, como eu estava sendo visto como o namorado S/n ireí fazer o que todo casal faz quando um dos dois estão mal. Cuidar.

peguei minha mochila me levantei de minha carteira e caminhei até a mesma a colocando em meus braços, e a tirei da sala. Guei até ao pátio e ficamos sentados em um dos bancos que havia ali.

- Toma. - a entreguei uma garrafa d' água e a mesma tomou alguns goles.

- Obrigada! - olhou para mim dando um sorriso sem mostrar os dentes.

- De nada! - digo retribuindo o sorriso.

- Sabe, a pessoa que eu mais amava morreu e agora não tenho mais ninguém. Minha mãe era única pessoa que me fazia companhia. - disse chorando.

Quando ela disse aquilo meus olhos começaram a marejar. 

- Você não está sozinha, está tudo bem! - digo e a mesma me dar um abraço de lado.

De primeira fiquei sem reação, mas a retribuir, pois naquele momento ela realmente precisava de um abraço.

 



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