História The Only Gamer That I Love (SwanQueen G!P) - Capítulo 4


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Notas do Autor


Capítulo novo bem durante a madrugada, babes. Sim, ele tá um pouco menor, mas o próximo (penúltimo) e o da semana que vem (último capítulo) serão maiores. Então curtam este antepenúltimo capítulo, amores <3

Capítulo 4 - Capítulo 4


SM's Diary:

– Estaremos viajando amanhã cedo e realmente estamos precisando de férias. Passaremos 5 dias em Londres e, quando retornamos, haverá a mudança à nossa nova casa. Ou seja, não gravaremos durante um bom tempo. – Regina gesticulava, explicando rapidamente o motivo da falta de vídeo a qual terá.

– Mas não se preocupem, vocês poderão nos acompanhar no IGTV de nosso Instagram. Estaremos postando pequenos vídeos sobre a nossa visita aos pontos turísticos da cidade. – A jovem loira explicou.

– Sim, não deixaremos de deixar vocês a tona sobre as nossas férias. – Regina sorriu. – Bem, encerrando o vídeo, desejo que as próximas semanas de vocês sejam felizes. E vejo vocês numa próxima. – Regina enviou um beijo à lente da câmera, assistindo Emma acenar carinhosamente.

– Até mais, meus amores. – Despedindo-se, Emma encerrou o vídeo.


– Eu estou ansiosa à nossa viagem. – Regina murmurou, tomando a mão da mais nova. Ela deixou um beijo gentil na palma de sua mão, alisando aquela sensível região. – Será incrível, Em. – Emma concordou.

– Reeh, entenda, enquanto estivermos juntas, qualquer viagem seria incrível. – Emma não perdeu a oportunidade de ser romântica com a sua esposa. Regina negou lentamente, estreitando a sua sobrancelha. Emma sorriu, enterrando a face na nuca da morena. – Eu estou brincando. Também estou ansiosa à viagem. Farei um álbum completo de fotos de nós duas em Londres.

– Será incrível, Emm. – Regina puxou os lábios da mulher para beijá-la suavemente. Emma arfou, aproveitando dos doces e amorosos selinhos de sua esposa. Era a melhor sensação, sem dúvidas nenhuma. – Eu amo você.

– Eu também te amo, babygirl. – Balbuciou, enchendo o coração da mais velha com tamanha devoção. Regina envolveu a nuca da esposa em um abraço, trazendo-a ao sofá da sala. Felizmente, Emma finalmente estava de férias da BBTV. – Precisamos arrumar as nossas malas, huh? A nossa viagem è depois de amanhã e precisamos organizar o que falta à mudança.

– Sim, è uma ótima ideia. – Regina susurrou. – O que acha que devemos levar? Roupas de inverno? Londres è tão frio quanto Vancouver. – Emma assentiu. – Ótimo, vamos. – A Mills a guiou ao andar superior, depositando beijos gentis na sua cabeleira loira. – Talvez uma de música de nossas playlist nos ajude a relaxar, hein?

– Você sempre tem as melhores ideias, Regina Mills. – Elogiou a jovem. – Okay, Google, coloque Birds do Imagine Dragons no volume mais alto possível.

– Emma, está louca?! Os vizinhos irão claramente reclamar sobre o barulho… – Emma cobriu os seus lábios com a ponta dos dedos, sussurrando o mais baixo possível, somente para Regina escutar.

– Querida, è dever de todos escutar Imagine Dragons. E esses serão os nossos últimos dias neste apartamento. Precisamos deixar a nossa marca, huh? Ao menos, a música è boa. – Emma riu com a expressão séria da menor. – Não seja rabugenta, okay? Apenas aproveite a sensação.

Dois corações, uma válvula
Bombeando o sangue, nós fomos a inundação
Nós éramos o corpo e
Duas vidas, uma vida
Colocando pra fora, te deixando pra baixo
Fazendo o certo

Estações, elas vão mudar
A vida vai fazer você crescer
Os sonhos vão fazer você chorar, chorar, chorar
Tudo é temporário
Tudo vai passar
O amor nunca morrerá, morrerá, morrerá

Eu sei que
Pássaros voam em direções diferentes
Eu espero te ver novamente


Emma cantarolou, buscando ter a presença de sua esposa para acompanhá-la na música, a qual ainda parecia estar recusando a ideia de sua amada. Regina não era do tipo de sair cantando pela casa como se estivesse num musical, por mais que gostasse de colocar canções para ajudá-la em seus afazeres.

Já Emma era extremamente diferente. Sentindo-se uma verdadeira princesa da Disney, a loira estava sempre cantarolando pela casa. Regina impressionava-se com o quão alegre Emma era quando o assunto relacionava-se a cantoria.

Crepúsculos, alvoradas
Vivendo o sonho, observando as folhas
Mudando as estações
Algumas noites eu penso em você
Revivendo o passado, desejando que tivesse durado
Desejando e sonhando

Estações, elas vão mudar
A vida vai fazer você crescer
A morte pode te deixar duro, duro, duro
Tudo é temporário
Tudo vai passar
O amor nunca morrerá, morrerá, morrerá


– Amor, por favor… – Emma fez um doce biquinho. – Não me deixe aproveitar desta perfeita obra musical sozinha.

No final, desistindo de fazer-se de forte e ignorar os chamados da nerd, Regina aceitou cantar baixinho as letras da canção, agradecendo por conhecê-la como Emma fazia. E a loira não pôde deixar de puxá-la a uma valsa.

Quando a Lua está olhando pra baixo
Brilhando sua luz para o chão
Estou voando para te deixar ver
Que a sombra projetada sou eu

Eu sei que
Pássaros voam em direções diferentes
Eu espero te ver novamente
Pássaros voam em direções diferentes
Então voe alto, então voe alto
Então voe alto, então voe alto
Então voe alto, então voe alto


No final, quando a música teve fim, Emma puxou-a para o mais perto possível, os lábios afastados por meros milímetros. A loira escutava perfeitamente a respiração da mais velha, adorando inspirar o doce aroma da dona de cabelos castanhos.

– Eu definitivamente amo você, Regina Mills. E esse amor jamais sumirá, não enquanto eu estiver respirando nesta Terra. – Regina corou levemente, plantando os seus lábios no nariz da maior.

– Eu também te amo, Emma Swan. E nada mudará o meu coração. – Alisou as suas doces e rechonchudas bochechas. – Obrigada por tudo que você me presenteou, Emm. Eu jamais poderei agradecer o suficiente.

– Eu quem tenho que agradecer, Reeh.

[…]

Era cinco da tarde quando ambas pisaram no hotel do centro de Londres. O clima, como pensando por Regina, encontrava-se frio, e os casacos ajudaram a tornarem-se quentes.

Mas a temperatura não a incomodou. Não quando o calor de Londres parecia ser tão incrível. Os cidadãos mostram-se ser tão receptivos e amorosos, ganhando o coração da Mills.

– È incrível. – A Swan pareceu ler os seus pensamentos. Concordando, Regina adentrou o hotel, sorrindo alegremente. Enquanto seus olhos vagavam pelo recinto, admirada, Emma conversava com a atendente.

Confirmando qual seria a suíte e buscando as chaves do mesmo, as duas seguiram ao elevador, com as malas em mãos, e selecionaram o andar de seu quarto. Deixando as malas em posição, Regina sorriu ao deitar-se no colchão. Era tão confortável.

– Londres. È como eu sempre sonhei. – Sorriu, repousando a cabeça sobre o ombro da caçula. Emma inspirou a cabeleireira curta de sua esposa, desejando jamais soltá-la. – Desde criança... Esse foi o meu maior desejo. – Emma a estudou. – Eu e a pessoa quem eu amo na minha cidade favorita de todas.

– Eu sinto o mesmo, Reeh. – Emma beijou a sua têmpora. – Mas qual será o nosso primeiro ponto turístico a visitar. Há tantos locais. – Regina fez um gesto pensativa, querendo descobrir qual seria a melhor opção.

– Como está anoitecendo, podemos visitar o Big Ben primeiro e, para terminar a noite, iremos no London Eye após jantarmos em um dos restaurantes. Amanhã visitaremos os outros pontos turísticos. Ainda teremos muitos dias pela frente. – Sugeriu Regina.

– Está certa, babygirl. – Emma capturou rapidamente os seus lábios. – Vamos tomar um banho bem quente antes e, então, aproveitaremos a nossa noite. – Regina assentiu, sendo apanhada pela sua esposa.

Emma a guiou ao banheiro do hotel, despindo lentamente as vestes que usava. Regina fez o mesmo, porém jamais abandonando as suas íris sobre a sua esposa. Emma era o ser mais belo que já conhecera - internamente e externamente - e, às vezes, o ar faltava em seus pulmões. Ela nunca pensou ter tanta sorte antes.

– Você lavará o seu cabelo, meu amor? – Questionou curiosamente, amarrando os cabelos loiros em um coque. Um sorriso malicioso enfeitou os lábios da nerd, assistindo como Regina Mills admirava o seu corpo, descendo os seus olhos pelas curvas de seu corpo e alcançando o seu pênis avantajado. – Babygirl?

– H-huh, e-eu… SIM! – Regina desviou o seu olhar da Swan, concentrando-se em remover as suas roupas. Emma adentrou o box do banheiro, ligando o chuveiro quente, e esperou pela mais velha. Regina dividiu então o local com a sua mulher e sua bunda roçou contra o membro da caçula. A Swan abraçou a cintura da menor, utilizando somente uma das mãos para buscar o shampoo do hotel. – Você pode massageá-los? – Regina indagou baixinho. Consentindo, Emma pôs um pouco do líquido branco sobre o couro cabeludo da Mills, penetrando os seus dedos firmes nos fios castanhos. Regina gemeu. – Isso è tão bom. Obrigada, meu amor.

– Eu não sei como você consegue lavar o seu cabelo num frio como o de Londres. Espero que não fique doente nas nossas férias, babe. – Regina deu de ombros.

– Minha imunidade è imensa, amor. – Gabou-se.

– Se você diz, quem sou eu para reclamar. – Emma suspirou. – Venha, vamos terminar essa lavagem. Estou louca para deixar este hotel e conhecer a cidade.

– Eu concordo plenamente, Emm.

[…]

– O Big Ben… – Regina encontrava-se apaixonada pela vista. Por mais que parecesse somente um relógio velho, a Mills adorava observar aquela visão. Definitivamente, aquele será um dos melhores pontos turísticos de Londres, e elas nem aproveitaram Inteiramente da viagem. – Eu sempre tive esse relógio como o wallpaper de meu celular.

– È realmente lindo, mesmo eu não compreendendo o porquê de amar tanto um simples relógio. – Emma fez uma rápida careta.

– Não è somente um relógio antigo, Emma Swan Mills. È o Big Ben, o maior relógio existente. – Regina sorriu, seus olhos castanhos brilhando furiosamente. Emma deu de ombros. Ela jamais entenderia o que se passava na mente apaixonada de sua esposa. – Eu adoraria que tirasse uma foto nossa, amor.

– Claro, babygirl. – Tirando a câmera fotográfica de sua pochete, Emma a ligou. Captando um bom ângulo, Emma tirou uma fotografia de ambas. A loira então admirou o quão Regina parecia radiante naquela imagem, enviando-lhe um sorriso abobalhado.

– O que houve, amor? – Regina inquiriu, avistando a abobalhada risada da caçula. – A foto não ficou boa?

– Huh, não è isso. – A loira negou, ainda rindo. Regina franziu o cenho, um tanto curiosa. – Você só è tão linda, e eu estou tão apaixonada, Reeh. Eu te amo tanto.

– Eu também te amo tanto, Em. – Respirando fundo, o frio então penetrou as narinas da mais velha e o sorriso escapuliu.

– Venha, vamos tirar mais fotos do relógio. – Emma abraçou a sua cintura, beijando docemente a curva de sua nuca. – Vamos fazer aquele álbum de fotos agora mesmo.

– O seu desejo è uma ordem, meu amor…

[…]

– A London Eye… – Emma estava apaixonada. O imenso roda gigante brilhava em led rosa naquela incrível noite e a Swan desejou estar logo no topo daquele brinquedo. – Reeh, eu quero subir logo, por favor, por favor, por favor…

– Okay, fique calma, eu estou com fome. Vamos buscar um burrito primeiro, huh? – Emma fez um pequeno biquinho. – È rápido, meu amor. Eu realmente estou com fome. A última vez que comi estávamos em Vancouver ainda. – Por fim, Emma concordou. Uma mulher faminta não era uma opção. – Escolha um sabor, querida.

– Estou aceitando qualquer um que você queira, babe. – Emma refutou, entrelaçando rapidamente os seus dedos nos de Regina. Deitando o seu queixo sobre o ombro da menor, a loira assistiu a sua esposa comprar os comes para aquela incrível noite. Regina aproveitou também para buscar os bebes, dois grandes copos de suco de laranja, entregando-os à Swan. – Podemos agora ir ao London Eye?

– Certo, Swan, quem sou eu pra negar algo para essa incrível e grande criança? – Regina mordiscou um pedaço de seu burrito, bebericando um pouco de seu suco. A loira comemorou, batendo diversas palmas, e a guiou à entrada do local.

Quando conseguirem adentrar um dos bancos do imenso roda gigante, a loira sentiu o seu estômago girar. Era a sua felicidade. Felicidade de compartilhar o seu lugar favorito com a sua mulher favorita.

– Está nervosa? – Regina arqueou uma única sobrancelha. Emma a fitou incrédula.

– Nervosa? Não, nunca, definitivamente eu não estou nervosa… – Emma alcançou os dedos da morena. – Eu estou contente.

– Algum motivo especial? – Brincou a menor.

– Além de estarmos juntas no London Eye? Huh, eu acho que não. – Zombou, vendo-a revirar rapidamente as suas íris castanhas. – Estou brincando, querida.

– Olha essa visão. – Mudando rapidamente a sua atenção, suas órbitas encontraram o chão quando o London Eye começou a girar. – È incrível. Melhor do que qualquer coisa que já tive o prazer de ver. – A paixão dominou a voz da mais velha.

– Sim, você está certa, essa visão è maravilhosa. – Elogiou, emoção conquistando as íris esverdeadas da Swan. – E você ao meu lado è ainda melhor.

– Por Deus, eu te amo muito, Emma Swan Mills.

– O sentimento è mútuo, Regina Swan Mills.


Notas Finais


Puta que pariu eu amo meu casal Aaaaaaaa


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