História The Opposites Attract Themselves? (The Black, and White). - Capítulo 27


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens Jackson, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Yugyeom
Tags Drama, Hentai, Hot, Jackson, Jackson Wong, Jeon Jungkook, Jeongguk, J-hope, Jimin, Jin, Jung Hoseok, Jungkook, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Kim Yugyeom, Leia As Tags, Min Yoongi, Park Jimin, Rm X S/n, Romance, Songfic, Suga, Taehyung, Tragedia, Yaoi, Yugyeom
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Palavras 1.766
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OIEEEEEEE

Esse capitulo não é recomendado para pessoas senciveis como eu.

(Chorei escrevendo ele)

Espero que gostem, me matem depois.

Vamos lá.

Boa Leitura.

Capítulo 27 - Twenty Five - Don't Leave Me...


 

[Alguns meses depois]

 

 

{Namjoon}

 

 

Estava tudo correndo bem durante aqueles meses. Yugyeom saiu do hospital, minha mãe apresentava melhoras e meu relacionamento com a (S/N) parecia um mar de rosas.

 

 

Estava tudo realmente maravilhoso.

 

 

Durante aquela semana, eu ia muito na casa da (S/N), passar um tempo com ela.

 

 

Mas... Houve uma semana em que fomos pegos em uma cena, não muito legal.

 

 

*Flash Back On*

 

 

Estávamos assistindo um filme no sofá da sala, (S/N) ria igual uma condenada por conta do filme.

 

 

Ela fica tão fofa assim... Um sorriso tão sincero. Adoro esse sorriso.

 

 

Durante todos os dias em que o Yugyeom ficou no hospital, a (S/N) chorava, e não tinha forma nenhuma com que eu pudesse consolar ela, e isso pra mim, me deixava triste.

 

 

Eu estava a observando, até que ela me olhou.

 

 

- Que foi, Moonie? Tem alguma coisa na minha cara?

 

 

- Não... - ri soprado. - Só me sinto eliz por que voce já não chora mais. Não gosto de te ver triste. É de cortar o croação.

 

 

Ela sorri e se senta no sofá, desencostando do meu peito e me olhando.

 

 

- Obrigada. - sorri.

 

 

- Pelo o que? - coloco o cabelo dela atrás da orelha da mesma.

 

 

- Por ter ficado aqui comigo. Mesmo que voce não conseguisse dizer muita coisa pra me fazer melhorar, mas só por estar aqui, me abraçar e me trazer uns doces, já me sentia um pouco melhor, então, obrigada. - ela me da um selinho.

 

 

- De nada. - sorri.

 

 

- Sabe, já que a gente não ta fazendo nada... - ela se senta no meu colo. - Faz tempo que a gente não... - sorri maliciosa. - Né? - ela começa a beijar meu pescoço.

 

 

- (S/N), se seus pais chegarem aqui e verem isso, eles vão nos matar!

 

 

- Eles sabem que não sou mais virgem, Moonie. Faz muito tempo, e eu estou com saudades, por favor! - fez um bico fofo e revirei meus olhos.

 

 

- Tudo bem, mas tem que ser rapido, ates que seus pais cheguem.

 

 

Ela sorri vitoriosa e começamos a nos beijar de forma quente. Ela já rebolva no meu colo e meu amigo de baixo começou a acordar.

 

 

Precionava a cintura dela contra o meu membro e podia sentir que ela sorria entre o beijo, deixando mordidas no meu labio inferior.

 

 

Escutei a porta abrir e tentei a separar de mim, mas ela permanecia firme no meu colo.

 

 

- (S/N)! Cheguei. - era a voz do Dak.

 

 

Ele parou na sala e viu a cena, arregalando os olhos.

 

 

Separei (S/N) de mim e limpei a saliva que estava na minha boca.

 

 

- D-Dak.. Achei que ia chegar mais tarde... - Se levantou rapidamente arrumando o shorts que levantara um pouco.

 

 

- Não... Se eu estiver atrapalhando eu volto mais tarde...

 

 

- Não! - Ela falava um pouco corada. - Não atrapalhou nada... Pode ficar aqui...

 

 

- Ok... - ele se dirigiu a cozinha e eu comecei a rir.

 

 

- Namjoon! - me deu um leve tapa na nuca. - Isso é sério! Meu melhor amigo e cunhado me viu em cima de voce! Como voce pode rir disso?! - ela falava indignada.

 

 

- Voce quem quis! Eu falei que isso poderia acontecer, voce não me escuta. - falo ainda rindo.

 

 

Ela estava completamente corada. Pegou uma almofada e começou a me bater.

 

 

Eu dava risada enquanto ela falava algumas coisas em meio aos "tapas" que me dava.

 

 

Puxei o braço dela para mim e a sentei na minha perna, selando nossos labios em um beijo calmo.

 

 

Me separei dela.

 

 

- Me desculpa? - fiz um bico.

 

 

Ela revira os olhos, com um sorriso.

 

 

- Perdoo. - me deu um selinho. - Vem, vamos ajudar o Dak a fazer uns biscoitos. - Se levantou da minha perna e me puxou até a cosinha.

 

 

- Acabaram seu ato obceno, casal?

 

 

Comecei a rir e (S/N) corou.

 

 

- Sem graça. - deu um tapa no amigo.

 

 

- Vamos. Voces podem fazer o glace e eu faço a massa.

 

 

A mais nova pegou os ingredientes e eu a abraçei por trás, enquanto a observava fazer o glace.

 

 

Roubei um pouco da tigela e ela me olhou irritada.

 

 

- Gostoso, mas não mais que voce. - sorri e ela gargalhou, me dando um selinho em seguida.

 

 

- NÃO TO AFIM DE FICAR DE VELA NÃO! - Dak gritou e rimos muito.

 

 

*Flash Back Off*

 

 

[Segunda-Feira - 10:00]

 

 

Era mais um dia normal de aula, estávamos no nosso intervalo e eu e (S/N) comíamos com nossos amigos, conversando e rindo de coisas aleatórias.

 

 

- Com licença alunos... Kim Namjoon, seu pai te espera na saída. - A proessora de ingles fala parando nossa conversa e ganhando todos os olhares para si.

 

 

- Meu pai? - Me levantei rapidamente.

 

 

Ela assentiu.

 

 

Bom, vamos explicar um pouco.

 

 

Meus pais se separaram quando eu era criança, e o meu padrasto, pai do Joo Heon, me considera como filho, e o considero como pai, e temos uma relação muito boa entre nós.

 

 

Olhei para (S/N), que me olhava com feição preocupada.

 

 

- Eu te conto o que aconteceu. - selei rapidamente os labios dela e segui a professora até minha sala, onde peguei minhas coisas e rapidamente, segui para fora do colégio, onde vi meu pai de terno e cabisbaixo.

 

 

Joo estava junto com ele, com o uniforme escolar molhado e o rosto inchado.

 

 

Ele chorou?

 

 

 

Segui até o carro e meu pai já me abraçou fortemente.

 

 

- Sinto muito filho... - ele acaricia minhas costas.

 

 

- Appa, o que aconteceu? - o soltei sem entender a situação.

 

 

- Moonie... - Joo me chamou e olhei o menor, seus olhos se encheram d'agua. - Omma foi para o hospital...

 

 

- Não... Não... Não! Ela apresentava melhoras! Como ela esta internada de novo?! Não é possivel isso! - passei as mãos pelos cabelos, nervoso e puxando os fios, de leve.

 

 

- O cancer se espalhou, filho... Vamos ao hospital, ela quer te ver antes dos medicos realizarem os exames.

 

 

Meus olhos se encheram d'agua.

 

 

Aquilo não poderia estar acontecendo.

 

 

Eu tomo conta dela, dou os remédis que ela esquece de tomar, ajudo ela a trabalhar para não fazer esforço, eu faço de tudo para ajudar ela.

 

 

Entramos no carro, Joo veio abraçado a mim o caminho todo, Appa olhava a janela de maneira triste eu não para de pensar... Por que?



 

 


 

 

 

 

Chegamos ao hospital e fui direto para o quarto da minha mãe, meu pai e meu irmão foram comprar uma bebida, para que Joo se acalmasse.

 

 

Entrei no quarto.

 

 

Ela estava conectava a varias maquinas, dormindo.

 

 

Os batimentos dela eram lentos e fracos.

 

 

Palida, respirando lentamente e as olheiras fundas, mais magra que o normal e os dedos ossudos, fraca, e abatida.

 

 

Desabei em lagrimas. Em um dia, ela parecia completamente bem e no outro, isso acontece.

 

 

Chorei, chorei muito, estava próximo a cama e me deitei no abdomen dela, chorando e repetindo diversas vezes:

 

 

 

- Eu te amo, Omma... Não me abandone, por favor. - aos prantos.

 

 

Senti sua mão leve tocar meus cabelos e acaricialos, lentamente.

 

 

A olhei, fungando, para que meu nariz não escorrece.

 

 

Ela sorriu, com um pouco de dificuldade.

 

 

- O-oi, querido... - acariciou meu rosto com o polegar, secando minhas lagrimas.

 

 

- Omma... Voce irá ficar bem? Por favor... Me diga que sim... - algumas lagrimas escorriam pelo meu rosto. - Voce precisa ficar aqui comigo, ver eu me formar, me casar, ver seus netinhos, voce precisa estar comigo...

 

 

- E estarei, para sempre, meu Joonie. - ela acaricia meu rosto. - Tenho um presente para voce. - sorriu. - Pegue, esta em cima da mesinha, ali. - apontou com dificuldade para o objeto.

 

 

Beijei a mão da mesma e peguei o embrulho, em cima da mesa.

 

 

- Leia o cartão, Moonie. - se ajeitou na cama.

 

 

- Certo... - funguei uma vez e olhei o papel, respirei fundo e comecei a ler. -"Eu quero te pedir perdão, por passar por tudo o que passou quando era criança, pelo que passou na sua adolecencia, até agora. Adradeça a (S/N) por ter entrado na sua vida, e na minha também, de qualquer maneira. Eu te amo filho, sempre amei e sempre vou amar. Obrigada por estar comigo, sempre, mesmo que eu estivesse distante. Obrigada pelos cartões de dias das mães, presentes e amor que você me dá. Quero que de todo esse amor a seus filhos e a sua (S/N), crie uma linda família e os ame desde o inicio, como eu não fiz com você. Eu nunca te abandonarei, sempre estarei com você, todos os dias e pro resto de sua vida. Eu te amo de mais, nunca se esqueça disso, por favor. Omma." - No meio da leitura, comecei a chorar e minha voz embargava, mas não parei de ler.

 

 

Fiquei encarando aquela carta, com meus olhos cheios d'agua e meu coração desparado. Aquelas palavras acabaram com meu emocional de uma vez.

 

 

Fiquei em transe por um tempo, e quando sai dele, percebi, que nehum baralho era audivel, nem a do cardiograma.

 

 

Olhei minha mãe, que estava com a cabeça pendida para o lado. O cardiograma não mostrava batimentos e ela não respirava mais.

 

 

Larguei o pacote na mesma hora e a carta tambem, corri até a cama.

 

 


- OMMA! ACORDA! MÃE! POR FAVOR! - Chorava, tentando a acordar de todas as maneiras, mas sem sucesso. - ENFERMEIRA! MÉDICOS! POR FAVOR! AJUDA! - Gritei com toda força e não demorou até que médicos viessem correndo para a sala.

 

 


Eles trouxeram um desfibrilador o mais rápido o possível e começaram a tentar revive-la.

 

 

Nada.

 

 

De novo.

 

 

Nada.

 

 

De novo.

 

 

Nada.

 

 


Um médico me segurava com força enquanto tentava correr até ela e abraça-la, mas era impossivel, ele era mais forte que eu.

 

 


Varias tentativas foram feitas e nada.

 

 


O médico olhou os outros e negou com a cabeça.

 


- Anotem. 

 


Uma enfermeira pegou um caderno. 

 


- Heon Juri, hora de óbto, 11:30. 

 

 


Todos se afastaram e saíram da sala.

 

 


O médico me soltou e cai de joelhos, aos prantos.

 

 

Meu pai entrou na sala e olhou minha Omma, começou a chorar, chorar muito.



Joo, chorava mais que tudo e falava alto repetidas vezes:

 

 

- Não Omma... Não...

 

 

Meu pai veio me abraçar e me soltei do mesmo, correndo até a cama e a abraçando com força.

 

 

Seu corpo gelido, sem respiração, sem batimetos, sem vida.

 

 

- Voce não poderia me deixar assim... Voce não pode ir assim... Eu te amo, Omma... Não me abandone...

 

 

 


Notas Finais


Bom...

Esse capitulo foi bem triste...

Essa é uma parte importante para o desenvolver da história, sem essa, não poderia acontecer o que esta planejado para o futuro...

Foi isso, espero que tenham gostado.

Amo vcs! Até o próximo.

Tchau.


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