História The Originals - A Realeza - Capítulo 12


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Categorias The Originals
Personagens Camille O'Connell, Davina Claire, Diego, Elijah Mikaelson, Hayley Marshall, Jackson Kenner, Jane-Anne Deveraux, Joshua "Josh" Rosza, Kieran O'Connell, Klaus Mikaelson, Marcellus "Marcel" Gerard, Mikael Mikaelson, Monique Deveraux, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, Thierry Vanchure
Tags Daniel Gillies, Elijah Mikaelson, Hayley Marshall, Haylijah, Joseph Morgan, Klaus Mikaelson, Klayley, Klaylijah, Phoebe Tonkin, Realeza
Visualizações 36
Palavras 3.098
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - Retorno dos Mortos


Fanfic / Fanfiction The Originals - A Realeza - Capítulo 12 - Retorno dos Mortos

 

Havia uma semana que a confronto no French Quarter aconteceu, e Hayley ainda não havia se acostumado como a sua nova vida.

Klaus havia cedido à casa de plantação para a parte da matilha que não foi transformada, enquanto os lobos ficavam no complexo, protegendo e procurando se adaptar para receber suas famílias. O problema é que os novos vampiros também moravam lá. E naturalmente, brigas já haviam acontecido e Hayley teve que aprender a lidar com isso.

Ela gostava da desculpa de poder bater nos vampiros, só não gostava de fazer isso o tempo todo. Sua sorte era Jack sempre por perto para ajuda-la. Porque se não fosse por isso, cabeças já teriam rolado no complexo.

Mas nos intervalos de uma briga e outra, existia uma duvida que não a deixava.

Onde estava Elijah?

Não o conhecia bem, mas teve a impressão que ele não era o tipo de cara que corria quando a situação apertava. Entretanto era a única conclusão que lhe restava. Uma parte de Hayley estava aliviada. Não precisaria ter que casar tão cedo. Talvez nunca. Porém, havia outra parte que lhe dizia que algo estava errado.  Numa hora Elijah prometia proteção em relação ao seu irmão, e na outra ele sumia.

Em um corredor próximo a entrada principal, Hayley ainda se perguntava se deveria questionar Klaus sobre isso quando uma loira entrou no complexo, tirando o celular do ouvido.  Vampiros rapidamente se amontaram em volta da estranha, questionando quem era. Sem nem olhar direito, ela quebrou seus pescoços em uma velocidade impressionante.

- Niklaus! – gritou, já no meio do pátio. – Venha para cá e me diga o que fez com o seu irmão, seu narcisista, traiçoeiro e idiota!

A porta lateral que dava acesso à outra parte do complexo se abriu.

- Chega dessa gritaria. – respondeu Klaus, calmamente. – Não é assim que se cumprimenta o novo rei de New Orleans. Mostre modos melhores, Rebekah.

- Vou mostrar alguma educação quando me falar o que fez com Elijah.

- Não sei dele.

- Seu mentiroso egoísta.

O sorriso que Klaus abriu mostrou que a ofensa não o atingiu.

 - Talvez ele tenha tirado umas férias da sua incessante busca pela salvação da minha alma. Ou está dormindo lá em cima. Vá em frente. Dê uma olhada.

E antes que Rebekah pudesse replicar, Klaus correu. E num piscar de olhos, sumiu. Hayley soube que não estava mais no complexo. Mesmo sendo bem rápido pode senti-lo passando perto dela.

Pela expressão que deu, era nítido que a loira não gostava de ser contrariada. Olhando em volta e percebendo que tinha plateia, Rebekah se colocou a caminhar em direção a saída. Por ter decidido usar sua velocidade normal, Hayley decidiu por um ponto final na sua duvida.

- Você está procurando pelo Elijah. – chamou sua atenção, parando-a. Rebekah não respondeu, mas a sua postura deixava claro que estava escutando. – Sei quem pode te ajudar. 

 

~”~

Davina nunca havia se sentindo tão poderosa, e tão fraca ao mesmo tempo.

Desde que retirou a maldição dos lobos, ficava a maior parte do tempo devorando o grimório roubado de Annie LaFleur. Mas nada que estava escrito ali podia ajuda-la contra seu excesso de poder.  Na verdade, aquele grimório só havia feitiços inúteis em sua maioria. Tanto que quando precisou se defender de Klaus, acabou caindo em sua armadilha. Que adiantava ser tão poderosa e não ter sabedoria para usa-la?

Estudava inutilmente aquele grimório sentada em sua nova cama, quando uma batida na porta ecoou pelo quarto.

- Entre.

Hayley e uma loira que nunca tinha visto antes entraram. A lobisomem era sua aliada. E esperava que continuasse sendo quando precisasse. Mas a outra tinha uma expressão superior e arrogante, que fez Davina entender que era alguém que precisava ter cuidado.

- Acho que alguém terminou que arrumar as coisas por aqui. – começou Hayley, amigavelmente.

- Não tinha muito que arrumar. – respondeu, e fechou o grimório. – Minha vida inteira cabe dentro de uma mala.

Davina sentiu a estranha a avaliando de cima a baixo, mas não se importou. Estava fazendo a mesma coisa.

- Ela não me parece muita coisa. – falou a loira, finalmente.

Hayley se virou.

- Davina é uma bruxa. E pode fazer o feitiço.

- Ela é uma adolescente, garota loba. – respondeu, apontando para Davina. – Preciso de uma bruxa mais experiente.

- Que você não vai encontrar. Bruxas do French Quarter estão proibidas de fazer magia. Não podiam antes com o Marcel, não podem agora com o Klaus. Ela é a única que pode ajudar.

Os olhos de Davina pulavam de fala em fala, como se tive assistindo uma partida de tênis. Isso a irritou. Nitidamente queriam algo dela, mas a ignoravam. Onde estava o sentido disso?

- Ei! – chamou. – Ainda estou aqui, e ouvindo tudo. E não vou ajudar ninguém enquanto não me falarem o que está acontecendo.

Naturalmente, Hayley deu um passo à frente indicando que iria falar.

- Davina, lembra-se da conversa que tivemos sobre minha entrada nessa bagunça? E quando citei Elijah? – a bruxa assentiu. – Então, essa é Rebekah, uma das irmãs dele.

- Sou a única irmã, loba.

- Parece que Klaus fez algo contra Elijah, - continuou Hayley, como se Rebekah não tivesse dito nada. – Ela está procurando por ele.

- Se notou o desaparecimento dele antes, porque não fez nada?  - questionou Rebekah.

Hayley bufou e cruzou os braços.

- Pareço uma equipe de resgaste para você?

Em vez que responder, Rebekah deixou seus olhos escurecerem e pele do rosto rachar. Sua mão voou até o pescoço de Hayley, a prendendo contra uma parede. Essa ação foi tão rápida, se que Davina tivesse piscado, teria perdido. Rebekah abriu a boca para falar, mas uma onda de poder correu por dentro de Davina, e foi liberado em direção à loira.

Rebekah acabou sendo arremessada na parede oposta do quarto, e Davina não se sentiu mal por isso. Um olhar preocupado foi lançado em direção a Hayley, que garantiu, com um aceno de cabeça, que estava bem.

- Não o procurei, - continuou Hayley, respondendo a pergunta anterior. – porque achei que tinha indo embora por sua vontade. Não pensei que Klaus machucaria o próprio irmão.

- Dá para notar que não nos conhece muito bem. – ironizou Rebekah, ainda no chão.

- Achei que sua família era o seu limite.

- Na mente perturbada do meu irmão, tudo que faz é pelo bem de todos nós. Principalmente o dele. – e levantou num salto. Concentrando seu olhar na bruxa, acrescentou: - Preciso de um feitiço localizador. Vai me ajudar ou não?

Davina não queria. Porém conseguia ver que por trás de toda sua arrogância, havia uma garota preocupada com o irmão.

- Tem certeza, Hayley? – perguntou Davina. – Um original em nossas vidas, já é ruim. Com ela aqui, são dois para nos preocuparmos. Tem certeza que trazer um terceiro é a coisa certa a se fazer?

- Não faço ideia. Mas desde que cheguei a New Orleans, Elijah tem estado lá por mim. Devo isso a ele.

- Você disse que ele estava te espionando para o Klaus.

- Ele não disse nada de importante. Nada que eu mesma não teria dito.

Davina observou Hayley. Ela parecia preocupada, o que era muito estranho. Sabia que estava comprometida com ele, mas que era um casamento arranjado. Ela deveria estar comemorando o fato. Estava livre, afinal. Davina balançou a cabeça, derrotada. Hayley estava sendo contraditória, e a bruxa não estava entendendo mais nada.

- Ok, vamos fazer isso.

Com ajuda de Hayley, em poucos minutos tudo que Davina precisava estava montado em cima de uma cômoda.

 - Preciso de um objeto dele. – declarou, acendendo uma vela.

- Você vai usar meu sangue. – respondeu Rebekah. Notando a expressão chocada da bruxa, acrescentou: - Já fiz esse feitiço antes Daniela, meus laços sanguíneos com o Elijah será o suficiente.

 - É Davina. E não, não vou deixar você sujar o meu mapa. Arrume um objeto.

Rebekah fechou os olhos, em irritação. Se fosse uma bruxa normal teria ficado com medo, mas havia tanto poder correndo em suas veias que não se importou. Era Rebekah que precisava dela, e não o contrário.

- Toma. – Hayley havia passado a mão em seu bolso e tirado um anel de lá. – Tenta isso.

A bruxa se virou e entoou o feitiço, mas conseguiu escutar as garotas ao seu lado.

- O que está fazendo com o meu anel? – questionou Rebekah.

- Eu não roubei se é isso que está pensando. Elijah me deu.

- Se for verdade, o anel é seu e não vai funcionar.

- Funcionou! – exclamou Davina. Todas se amonturaram para ver o anel se mover. Até que parou bem no centro do mapa. A animação de Davina a caíram ao reconhecer o local. – Ah não.

- O que foi agora? – perguntou Hayley.

- Elijah está na igreja.

 

~”~

Rebekah não achou ser grande coisa o Elijah estar escondido na igreja. Sabia que seu irmão bastardo tinha feito algo maldoso. E se tivesse preso a adaga, como ela desconfiava, Elijah não saberia onde estava.

Sua preocupação a impediu de pensar em outros assuntos. Como estava Marcel, por exemplo. Ou pior, como estava sua mãe e o que ela estava fazendo na Carolina do Norte. Balançou a cabeça para tirar Esther de seu pensamento. Tinha uma missão, precisava de foco. Podia pensar em sua mãe psicopata em outro momento.

Ao cruzar a entrada da igreja, um homem de meia idade limpava o altar. Que se virou ao escutar sua entrada.

- A igreja está fechada. – falou o homem. – Mas temos missa todo o domingo de manhã.

- Dava para notar que está fechada. – respondeu Rebekah se aproximando. – E não estou aqui para rezar. Estou mais interessada em sótãos. Fiquei sabendo que aqui tem um.

- Sério? – e cruzou os braços. – Está mesmo interessada nisso?

- Posso assegurar que é minha obsessão no momento. Qual é o sei nome?

- Padre Kieran, e você é?

- Mortalmente curiosa. – Rebekah deixou sua bolsa encostar-se a um dos bancos e deu um passo a frente, cantando uma compulsão. – Você me levar até o sótão, e ficar disponível para os próximos comandos. 

 

~”~

Marcel precisava de uma bebida com urgência.

Desde que perdeu o confronto com Klaus, seus vampiros andavam questionando quando iria haver um à revanche, um jeito de tomar a cidade de volta. E Marcel não sabia com explicar que não haveria um. Não enquanto Davina tivesse em posse de Klaus. Precisava encontrar uma forma de tira-la da cidade e protege-la. Para só depois, pensar em o que iria fazer em relação à New Orleans. Mas até lá, manteria sua cabeça baixa.

Enquanto andava em direção à saída, um movimento castanho roubou sua atenção. Hayley estava encostada no parapeito, observando os lobos conversando perto da fonte.

- Então, você era a loba que ficava circulando pelo French Quarter? – perguntou, ao se aproximar.

- Tentar jogar conversa fora com a filha do casal que você assassinou, não é uma boa ideia. – respondeu, sem se virar.

- Acusações ao invés de um simples “oi”. – e encostou-se a uma coluna, colocando as mãos nos bolsos da calça. - Posso ver o porquê os lobos te escolheram como líder.

- Não fui escolhida. – Hayley girou a cabeça para olha-lo. – Sou uma Labonair, nasci para isso.

- Sim, claro. Mas eu não matei seus pais, Andreia. - Ao dizer seu nome verdadeiro nome, Marcel notou a discreta mudança em sua postura. Hayley estava em alerta, e abriu a boca para perguntar o que Marcel esperava. – E nem sei quem foi. Já estavam mortos quando os encontrei.

- Então continua sendo culpado. Foi por uma ordem sua que fomos expulsos daqui.

Marcel deu de ombros, sem se impressionar.

- Se sente melhor colocando a culpa em mim, vá em frente. Não me importo.

Os olhos de Hayley se estreitaram, como se o avaliasse. Encostando o quadril na grade, ela cruzou os braços.

- O que realmente veio falar comigo?

Marcel sorriu. Ela não era boba.

- Perceptiva, hã. Percebeu as intenções do Klaus, agora as minhas.

- Não respondeu minha pergunta.

- Queria agradecer pelo o que fez naquela noite.

Hayley bufou pouco educada.

- Não fiz por você.

- Acredite, eu sei. Mas me sinto grato mesmo assim.

- Você poderia mostrar melhor sua gratidão, me contando o motivo do Klaus não ter te matado.

O sorriso que havia sumido para tratar de um assunto sério, voltou no rosto de Marcel. Ela era corajosa. Provavelmente tinha fogo correndo nas veias ao invés de sangue.

- Mas você mesma disse. Se ele me matasse, os vampiros não iriam obedece-lo.

Hayley revirou os olhos, sem paciência.

- Foi um blefe, Marcel. Posso não ser da sua espécie, mas sei da dificuldade que possuem de manter a lealdade. Vampiros que decidem viver em bando, só seguem quem bate mais forte e fala mais alto. Klaus te matando e os curando com o sangue dele, seria o suficiente para ter o controle. Ele não precisava de você, mas o manteve mesmo assim. Por quê?

- Klaus e eu temos um passado. Não sei se é do seu conhecimento que ele me criou. Não apenas como vampiro, mais como pessoa . Salvou-me da escravidão e dos maus-tratados do meu patrão quando eu ainda era uma criança, e cuidou de mim até me tornar um adulto. Ele era o meu pai. Acho que matar alguém que se viu crescer, é mais difícil do que parece.

Marcel voltou seu olhar para loba, e a encontrou boquiaberta.

- Está querendo me dizer que Klaus possui um coração?

- E um temperamento ruim também. – e saindo da sua posição confortável, chegou perto de Hayley. – Escute. Normalmente pessoas muito inteligentes acabam perdendo a cabeça, ficando insanas. Mas no seu caso, da sua inteligência vai acabar tirando sua cabeça do lugar. Literalmente.

- Isso é uma ameaça? – questionou, com os olhos mudando de cor.

- Não. É um aviso, um conselho.  Quando você acha que Klaus chegou ao seu limite crueldade, ele vai e mostra que pode ser pior do que pensou. Pelo seu próprio bem, fique longe dele, Hayley. 

 

~”~

Klaus ordenou que Davina lacrasse a porta do sótão com um feitiço que impedia qualquer um de sair, mas Davina não obedeceu. 

Pelo o que Rebekah havia entendido, o feitiço que Davina lançou no lugar, impedia tudo que não tivesse vida de sair. Um vampiro, por exemplo, conseguiria entrar, mas não conseguiria deixar o quarto. Um humano, um bruxo ou um lobo, poderia andar livremente por lá. Davina acreditou que conseguiria prendê-lo assim.

E teria sido bem esperto de sua parte, se Klaus tivesse realmente tentado entrar.

Ela explicou que a única forma de sair do quarto é estar segurando algo com a aura viva. Como uma pessoa, ou animal, ou planta.

Davina havia pedido a Rebekah para não usar o Padre como guia para entrar no sótão, e ela prometeu que não o faria. Mas quebrou sua promessa no momento que entrou na igreja. Afinal, como Rebekah não era tão nobre com Elijah, não se importou em fazer promessas falsas.

Depois de passar pela porta com o Padre em seus calcanhares, Rebekah correu em direção ao caixão. Elijah estava dissecado, pálido igual a um cadáver, com uma adaga em seu peito. Sem demora, Rebekah retirou, e se afastou do caixão, sentando na cama.

A espera que seu irmão voltasse ao normal demorou horas. Até o Padre, que havia trocado algumas palavras com ela durante o período, havia se acomodando no chão. Entretanto, ao vê-lo levantando do caixão e a ternura que notou em seus olhos ao nota-la, valeu cada segundo de tédio.

- Rebekah. – disse, finalmente.

Elijah abriu os braços para recebê-la, que correu em direção a sua proteção. Durante mil anos, poucas foram às vezes que sentiu esse medo de perdê-lo. E todas foram bem ruins. Esperava essa fosse à última.  

- Estou tão aliviada, irmão. Você está bem. – e o soltou. Mas seu olhar não estava nela. Estava no Padre no canto do quarto. Elijah estava com sede. – Vem, deixei bolsas de sangue para você lá embaixo.

Ele estendeu o braço para Rebekah, que pegou chamando o Padre com uma aceno de cabeça. Descansando mão no ombro do Padre, saíram no sótão. Ao chegar a um lugar seguro de magia, Rebekah cantou outra compulsão para Kieran não os interromper e esquecer-se de tudo.

- Embora eu esteja contente em vê-la de volta a nossa casa. – começou Elijah, depois terminar sua primeira bolsa de sangue. – Gostaria de saber o motivo. Na nossa ultima ligação deixou claro seu desinteresse nos assuntos de New Orleans.

Rebekah remexeu no banco. Não entendia porque faziam bancos tão duros para igrejas.

- Não voltei por vontade própria. A sua falta de resposta as minhas chamadas, me obrigaram a isso. Achei que o Nik tinha feito algo contra você. E acertei.

- Existem assuntos que precisamos discutir. Mas antes, como me achou? As Bruxas não podem fazer magia nessa cidade.

- Não foi muito difícil. – e deu de ombros. – É uma historia curta que envolve uma loba com uma língua afiada e beleza mediana, e uma bruxa adolescente poderosa demais para o próprio bem. Em outras palavras, consegui com ajuda dos inimigos que nosso irmão bastardo colocou debaixo do nosso teto.

Sendo educado com sempre, Elijah abriu um sorriso discreto.

- Tenho razões para acreditar que a loba que se refere, não é nossa inimiga.

- Ótimo. Porque realmente quero saber o motivo de você ter dado meu anel para ela.

Rebekah mal se lembrava do porque não tinha aceitado. Só lembra que estava chateada com seus irmãos e que foi durante o século XVII.

- Você não o aceitou, Rebekah.

- Tanto faz. – e cruzou os braços. – Trocar uma pedra de lapis lazuli por um diamante minúsculo, não o faz ser menos meu.

Como se uma loba, que provavelmente vivia em um pântano, fosse digna que usar um anel daquele porte. Ela nunca teria a elegância de como usa-lo. Mesmo que Elijah tenha tentado diminui-lo até parecer uma aliança de noivado medíocre, Hayley...

Espera..., Rebekah pensou.

- Não. – disse, por fim. Elijah levantou, ajeitando o paletó, enquanto Rebekah processava a informação que concluiu. – O que você fez Elijah?

Ele estendeu a mão para ajuda-la a levantar, que a mesma pegou em reflexo.

- Eu realmente fico feliz que esteja aqui, estava com saudades, irmã. – e Rebekah o deixou beijar sua testa. – Sei que não entende o que esta acontecendo, e vou explicar. Mas por enquanto, você tem o meu casamento para planejar.


Notas Finais


E então, gostou?

Deixa um comentário para mim. Quero saber sua opinião. <3
Até o próximo capitulo. Tchau :)


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