História The Originals - INTERATIVA - Capítulo 7


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Categorias The Originals
Tags Ação, Bruxas, Drama, Interativa, Lobisomens, Romance, Suspense, Vampiros
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Palavras 2.321
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Poesias, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, gente bonita.
Eu sei que eu fiquei meio sumida esses últimos tempos, mais como sabem todos temos uma vida fora do spirit.
Eu também estava em época de provas e tive que ralar muito para recuperar as notas perdidas do bimestre passado.
Espero que gostem do capitulo de hoje.
Bjsssss

Capítulo 7 - 1x5 Entre Irmãos


  Todos na mansão Gaelson se encontravam calados e pensativos sobre o fato de Gael estar em Gravity Falls e a qualquer momento poderia surgir um ataque dele. Mais a maior preocupação era Hope que estava gravida e temiam que fosse o alvo principal de Gael.

  Hope estava sentada no sofá com um bote de pipoca em sua mão e assistindo um filme de terror ela tentava não se preocupar com que estava acontecendo só queria o seu bebê seguro. Já os Gaelson estavam em um das salas da casa tentando achar um modo de pegar Gael. 

  — Ele não deu o primeiro passo ainda o que significa que podemos deter ele antes que faça algo — Axel disse para seus irmãos que sabiam que ele estava certo menos Aloys.

  — Se nosso pais estivesse em Gravity Falls nos já teríamos visto ele — Aloys não acreditava muito no fato de seu pai ter os encontrado tão rápido. 

 — Se nosso pai estivesse mesmo em Gravity Falls, nós, já teríamos visto — Aloys se manisfestou duvidando de sua irmã que não estava acreditando no que ele estava dizendo.

  — Está duvidando da minha capacidade, irmão? — Diana perguntou para Aloys que deu de ombro— Saiba, que eu nunca erro.

  — Sempre tem a primeira vez — Ethan recebeu um olhar fuzilante de Diana.

  — Não adianta deter Gael agora, temos que acabar de uma vez por todas — Aloys falou o que seus irmãos já previam.

  — Está dizendo ''matar'' Gael?! Como?

  — Ele tem as estacas que podem nos matar e essas mesmas estacas podem matar ele...

  — Mais, essas estacas foram feitas para nos matar e não a ele —Axel questionou a ideia de seu irmão.

  — Sim. Mais se dois de nós morrermos sobre a mesma estaca, isso significa, que a partir dai essa estaca vai poder matar nosso querido pai e então Hope e a minha filha poderão ficar em segurança.

  Todos os irmãos se entre olharam com a ideia de seu irmão. Nenhum deles queriam morrer. Ethan não iria se sacrificar por Hope e sua sobrinha, ele não ligava pra ninguém a não ser por você mesmo. Diana mesmo querendo ter uma família não queria morrer mais a sua sobrinha era a mais inocente naquela situação e assim como Axel estava disposto a morrer por elas. Aloys, já estava sentindo algo diferente crescendo dela por causa da sua filha e até mesmo ele, seria capaz de dar sua vida por ela.

  — Eu não vou pedir para nenhum de vocês fazerem isso...Pois sei que é uma decisão difícil. Axel e Diana, eu sei que vocês estão dispostos a dar a vida por Hope e a minha filha mais não vou pedir que vocês se sacrifiquem por elas  — Aloys olhou para seus dois irmãos e o que ele mais amava.

  Axel e Diana nunca ouviram palavras tão puras saindo da boca de seu irmão como aquelas. O monstro estava se tornando algo diferente. Talvez, Axel estivesse todo esse tempo certo sobre a criança poder mudar Aloys fazendo a luz crescer dentro dele novamente.

 

  Dylan estava passeando pela cidade acompanhado de Lis que aparentemente estava aliviada de estar longe das confusões dos Gaelson. Os dois na verdade não faziam a minima ideia do que iam viver ainda pela frente. 

  Durante o passeio, os dois conversaram e riram muito, agiam como jovens normais. Mais normal não era o ponto deles na verdade o normal deles estava longe disso. Mais para eles cada momento ali era uma oportunidade de ter um pouco de paz.

  — Então, você e a Diana são namorados?  —Lis finalmente teve coragem de perguntar o que estava preso em sua garganta.

    Dylan se afogou com a pergunta ousada da garota. Ele então franziu a testa o que Lis achou engraçado.

  — Não somos namorados  —  Ele respondeu voltando ao normal  — Por que a pergunta?

  — Só curiosidade e Hope? Não, rola nada entre vocês?

  Lis percebeu que havia uma tensão nos ombros de Dylan, como se o nome dela já o mexe-se o suficiente. Ele passou as mãos em seus cabelos e finalmente olhou para Lis que esperava uma resposta.

  — Eu e Hope somos apenas amigos, ela é como uma irmã para mim, apenas isso.

  — Sabe que você pode fugir dessa confusão dos Gaelson.

  — Eu não posso deixar ela, não na situação que ela está agora. Isso não faz parte de mim, fugir e deixar um amigo para trás.

  — Lamento dizer amigo, mais pelo que vejo você e sua amiga estão preso nessa para sempre.

  — Diz a garota que está sendo protegida por um dos Gaelson.

  — Mais a qualquer hora eu posso pular fora dessa parco e você e Hope, vão afundar nele se não fugirem antes que seja tarde.

  — Você está certa. Mais, duvido que conseguiremos fugir dessa. Mais se Hope decidir ficar aqui, acredite, eu vou ficar ao lado dela a qualquer custo.

 

  Allison estava arrumando seu quarto, como sempre sua tia tinha saído para trabalhar e a garota tinha ficado sozinha, pois hoje em seu trabalho ela pegava o turno da noite. A pouco tempo ela estava trabalhando naquele bar, tinha custado muito convencer a sua tia a trabalhar naquele ambiente, pois ela temia o assédio que a garota iria sofrer naquele lugar.

  A garota colocava as suas roupas na gaveta. Quando a sua janela foi aberta por um vento forte que invadiu seu quarto e espalhou seus cabelos. A menina teve a sensação de estava sendo observada. Ela pegou uma faca que estava em cima da sua comoda e se virou rapidamente dando de cara com uma figura masculina.

  Um mar de lembranças surgiram e ela levou a mão em sua cabeça. Uma dor veio e passou rapidamente. Ela então olhou para o homem que sorriu levemente e a observava com um shorts curto e uma blusa branca curta.

   — Você não pode simplesmente invadir o meu quarto  — Ela exclamou passando por ele e pegando um moletom e o colocando por cima.

   — Sinto muito pelos meus modos, querida  — Ele sorriu com os lábios.

   — Me chame de querida novamente e eu enfio essa faca no seu peito  — Ela ameaçou apontando a faca para ele e se aproximando. 

  Aloys nada fez, apenas analisou a coragem e a ousadia da garota, ele colocou a sua mão em cima da mão dela que estava com a faca na mão. Ele acariciou e gentilmente tirou a faca da mão dela. Allison apenas o observava com seus olhos azuis.

  — Você é muito corajosa, sábia disso — Ele acariciou o rosto dela.

  Allison estava perdida na beleza de Aloys, mais ela se livrou do seu encanto e o empurrou para longe. Ele riu e então começou a olhar para o quarto da garota, até que viu o retrato de um casal em um dia de casamento, sorrindo para a foto.

   — São seus pais? — Ele perguntou apontando para a foto.

   — Sim  — Ela olhava para o foto com tamanha emoção que seus olhos entregavam.

   — Onde eles estão?

  — Mortos

  Ele se arrependeu da pergunta. 

   — Sinto muito.

  — Eu também. No dia que eles morreram, eu fui dormir na casa de uma amiga, quando voltei já tinha viaturas e ambulâncias na frente da minha casa. Foi na hora em que eu recebi a informação que um dos vizinhos estranham o som ligado e deles não terem saído para fora, e um disseram ouvir barulhos e movimento estranhos, mais pensaram que fosse uma festa familiar. Foi quando um dos vizinhos entrou na casa e a encontrou toda bagunçada e com dois corpos estraçalhados no meio da sala  — Ela continuou — Na época disseram ter sido um ataque animal. Eu perdi duas das pessoas que mais amava. A situação dos corpos deles foi tão horrível que teve que ser caixão lacrado...Mais, eu fiquei pensando e a noite toda sem saber fiquei pensando sobre ataque animais, e nenhum animal que habitam a floresta dessa cidade fez isso. Eu tenho certeza que algum ser sobrenatural matou meus pais, mais eu quero saber o porque.

 —  Eu acho que você deve esquecer isso —Aloys aconselhou.

 — Não, não eu não vou esquecer. Meus pais eram pessoas boas, eles nunca fariam mal a ninguém, eles não mereciam morrer do jeito que morreram e ninguém tinha motivo para os matar  — Seus olhos se encheram de lágrimas — Eu não vou parar até achar quem fez isso com eles.

  — Isso não vai te ajudar em nada, ao contrário, lembrar do aconteceu lá atrás do passado apenas vai machucar ainda mais você — Ele se aproximou dela.

   — Você não entende. Eu fiquei órfão, minha família foi destruída, meus pais eram ótimas pessoas e quem matou eles merece pagar pelos seus pecados. Eu mereço saber quem os matou.

   — Me escuta, isso não vai te levar a nada.

   — Eu acho Aloys, que você não é a melhor pessoa a me aconselhar no que eu devo ou não fazer  — Ela limpou suas lágrimas e ficou de costas para ele — Saía da minha casa, por favor me deixa ficar sozinha —Um vento bateu nas costas de Allison que se virou e viu que ele havia partido.

 

  Hope estava entediada deitada no sofá quando viu Sol descendo as escadas. A garota estava bela como sempre, sua beleza parecia de outro mundo e pelo jeito ela chamava a atenção onde passava. Sol se sentou na poltrona ao lado do sofá.

   — Então você é a gravida do momento?  — Sol sorriu e Hope tocou a sua barriga.

   — Posso te fazer uma perguntar indiscreta?

  — Vá em frente.

   — Aloys é bom na cama?  — A pergunta de Sol fez Hope rir.

   — Foi a melhor transa que eu já tive na minha vida por enquanto  — As duas riram juntas.

   — E o seu amiguinho. Aquele de olhos azuis, ele tem namorada?

  — Quem o Dylan?! Não, ele não tem namorada. Desde de que conheço o Dylan, ele nunca teve uma namorada.

   — Então ele é gay?  — Sol perguntou surpresa.

   — Não, ele e Diana até deram uns pegas  — Hope se levantou se sentando no sofá.

   — A irmã Gaelson é uma gata  — Sol se levantou da poltrona indo se sentar ao lado de Hope — Já escolheu o nome da sua filha?

   — Ainda, não  — Hope tocou o seu ventre e sorriu — Eu vou esperar ela nascer para escolher o nome dela. Foi assim que meu pai fez comigo.

   — O famoso Klaus Mikaelson, seu pai é um homem muito famoso  — Sol assim como os outros do mundo sobrenatural conhecia os Mikaelson e a ruínas em que eles caíram.

  Os saltos de Diana desceram da escada usando roupas pretas. Ela usava uma blusa regata curta preta justa, uma calça skin jeans preta, salto preto e um jaqueta de couro preta. Ela não usava batom e nenhum outro tipo de maquiagem. Seus cabelos estavam solto.

   — Aonde está Dylan e Lis?  — Diana perguntou recebendo a atenção das duas garotas.

   — Eles saíram já faz um tempo  — Hope respondeu.

   — Droga  — Diana resmungou.

   — Diana é sua responsabilidade cuidar deles, então enquanto nosso pai estiver na cidade eles não estão seguros, então faça o favor de ir atrás deles — A voz de Axel veio atrás de Diana que se virou para o seu irmão com uma cara feia.

   — Me admira sua pouca fé irmão. Na minha opinião eles sabem se virar sozinhos e não precisam de Babá.

  — Não, podemos abusar da sorte — Axel arrumou sua gravata.

  Diana bufou sorriu cinicamente. Ela passou por Axel saindo da sala e atraindo a atenção das duas garotas sentadas no sofá que observaram todo o drama familiar. 

   — Se me deem licença senhoritas  — Ele faz uma reverencia saindo da sala.

  As duas garotas se entre olharas e começaram a rir. Até que um mal pressentimento veio a Hope. Sol percebeu que algo de errado na garota e ficou preocupada. Hope se levantou mais logo caiu desmaiada no chão, Sol rapidamente caiu de joelhos sobre a garota.

  — Hope, meu Deus — Ela tocava o rosto da garota — SOCORRO, ALGUÉM ME AJUDA! — Ela gritou.

 

  James Walker caminhava por Gravity Falls admirando sua cidade ou melhor seu reinado. Todos os dias ele fazia isso, para ver se tudo estava certo e na linha, ele percebia o olhares dos seres sobrenaturais com medo dele. Mais, algo que ele aprendeu durante essa vida é ''Medo é respeito'' e isso foi o grande Aloys que o ensinou. 

  Mais do outro lado da rua ele se assustou com uma bela jovem e muita conhecida por ele que caminhava distraída. Ele sentiu o seu corpo arrepiar e seu coração palpitar ao ver a sua amada qual ele tentava tanto esquecer. 

   Ela caminhou até dois jovem, uma menina e um menino. A menina era loira de olhos azuis e o garoto de cabelos pretos e olhos castanhos. Ela parecia muito intima com o garoto, pois na hora que a loira se virou, ela disse puxou o garoto o beijando e tirando um sorriso dele. 

   James sentiu algo ruim dentro dele, uma decepção, por ver que ela tinha dado a volta por cima e ele ainda estava apaixonado por ela. 

  Um lobisomem de uns dezenove anos se aproximou de James e ficou olhando na mesma direção que ele. 

  James encontrou aquele garoto em uma briga de bar com alguns de seus homens, ele viu o quanto o garoto era ousado e corajoso e isso chamou a atenção de James. Ele então disse a todos que o garoto faria parte do exercito dele e que ele era um dos seus fiéis homens.

   — Conhece eles?  — O garoto perguntou.

   — Sim. A garota toda de preto  — Ele olhava em direção a sua amada.

   — A gatona?

  — Sim. Rhyan mais ela não é pro seu bico — Ele diz ao garoto que faz sinal de rendimento.

   — Porque ela é bonita demais?

  — Não, porque ela é Diana Gaelson — O garoto olhou surpreso — Aquela Diana Gaelson, a sua, Diana Gaelson. Aquela que você era e ainda é apaixonado.

   — Eu era apaixonado por ela  — Ele mentiu.

   — E eu sou o coelhinho da pascoa   — Ele brincou e James deu um soquinho de brincadeira no garoto — Vamos, temos um bruxo para trazer para o nosso lado antes que os Gaelson façam isso.

   — Quem é?

  — Andrew Bennet.

 


Notas Finais




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