História The Orphan - Capítulo 9


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Categorias Batman, Esquadrão Suicida, Gotham
Personagens Bruce Wayne (Batman), Coringa (Jack Napier), Edward Nashton/Nygma (O Charada), Harvey Dent (Duas-Caras), Jerome Valeska, Oswald Chesterfield Cobblepot (Pinguim)
Tags Adoção, Cameron Monaghan, Coringa, Orfanato
Visualizações 59
Palavras 1.273
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, pessoal! Tenho diversas coisas para falar, vamos lá:
1) Novamente, desculpa a demora. Estudo em período integral e ainda por cima em outra cidade, todos os dias fico morta então nem consigo escrever nada. Vou tentar ter um pouquinho mais de responsabilidade.

2) Não é algo que eu deveria avisar porque é óbvio, entretanto sei que algumas pessoas podem não entender. O Oswald (Pinguim) da minha fanfic não tem quase relação nenhuma com sua história, personalidade e maneirismos originais vistos nos filmes, seriados e quadrinhos. Tá bom? Ele é quase um novo personagem com o mesmo nome de outro aí. Há traços da personalidade antiga que vão ser sim abordados (como raiva extrema).
Alias, a aparecia que escolhi para ser a dele esta na capa do capitulo e é do ator Iwan Rheon, um dos meus preferidos :)

Capítulo 9 - Moon


Fanfic / Fanfiction The Orphan - Capítulo 9 - Moon

Capitulo anterior:

— Eu sou o Oswald Cobblepot, mais conhecido como Pinguim, vim ajudar... — a sua voz é normal, entretanto a leve rouquidão a deixa muito bonita. 

-

Nenhum lugar para correr de todo esse estrago
Nenhum lugar para se esconder de toda essa loucura

Narradora POV

Gotham, assim como todas as noites, está um caos incontrolável e a chuva volta a cair de modo forte, o homem que se alto denomina Pinguim continua estendido na frente da jovem abalada. Sua mão esticada em sinal de ajuda é segurada e Sarah se põe de pé ainda que tonta. Oswald, pouco a pouco, se aproxima da loira e tenta colocar seu terno em seus ombros magros, mas em um momento de nervosismo a jovem o empurra com os olhos arregalados, lembranças vem à tona mesmo que contra sua vontade.

- Não se preocupe, Sarah. Como eu disse, pretendo ajuda-la como precisar. – Ele é simples e parece não ter se importado com o gesto rude da pequenina.

Sarah continua parada tremendo, porque esse homem estranho sabe meu nome? Ela se questiona mentalmente. Talvez, ele seja só mais um soldado que trabalha para ele.

- Por que o senhor quer me ajudar? Não há lógica, você não me conhece... – ela sussurra com a vista embaçada devido à chuva, até agora não teve uma visão clara de como ele realmente é.

- Eu passei algum tempo na mansão e vi o quanto vocês sofrem, depois que sai decidi ajuda-las. – A voz dele é baixa e calma, isso passa uma sensação de segurança para a jovem Sarah que somente quer paz.

Cobblepot não mente, porém não fala toda a verdade. Pretende ajudar as garotas, todavia tem planos com elas e com Coringa, ao qual ele quer tirar o trono.

Pouco a pouco, assim como um cachorro aflito, Sarah se aproxima ainda relutante e parte para debaixo do guarda-chuva negro como a noite do homem de apelido peculiar, pela primeira vez ela pode ver suas feições que são másculas, porém o que mais a cativa são os olhos azulados que brilham como a lua. Ela rubra e olha para o outro lado, não conseguindo manter contato visual.

- Vou leva-la até minha casa, se você se sentir confortável com isso. Você está sangrando, temos que cuidar disso. – ele sorri, segurando levemente o braço esquerdo dela para guiar a mesma até o carro, porém a jovem se solta e anda desacompanhada para o veículo.

Ele entra logo em seguida e senta ao lado da loira, ela olha para a janela seguindo as gotículas que descem pelo vidro e sorri assim como uma criança. Por algum motivo não a paz, ela não se sente confortável com aquilo, com o local e com as pessoas. Mas chega à conclusão que nunca se encaixou em lugar nenhum, sempre só lutando para viver. Sua casa, o orfanato, a mansão e agora o carro de um estranho.

O carro se move em silêncio total, mesmo sempre falando muito a garota não se importa em ficar calada, já que em sua mente se passa um turbilhão de pensamentos. O que mais há de piorar? Ela chegou ao final do poço, nos fins dos tempos. Sozinha, sem dinheiro, com poucas vestes, não tem mais um ursinho para acompanha-la ou alguém que possa se tornar seu porto seguro. Há dias não escreve algo e o cansaço físico a cada segundo cobra seu preço com fortes tonturas que ela prefere guardar para si. Não há mais para aonde correr, a cada segundo uma reviravolta acontece e ela não tem controle de nada. Simplesmente está vivendo como se ativasse um piloto automático e ele a guiasse.

Ela pensa na probabilidade de ser morta, ela não conhece o Pinguim muito menos o motorista que dirige o carro, talvez eles não sejam ninguém e só queiram abusar e jogar a mesma para os cães. Mas seria tão mal assim? O que Sarah iria perder com isso? Ninguém se importa, nem ela mesma.

- Não deixarei que nada de ruim aconteça com você, Sarah. Sei pelo que passou e também sei que não há palavras que eu possa te dizer para fazer essa dor melhorar, mas vou ser alguém melhor que ele... – Oswald diz, interrompendo os pensamentos melancólicos da garota.

- Fique tranquilo senhor Cobblepot, não há mais nada para machucar aqui... – A voz sai em um sussurro e somente poucas palavras são liberadas, mas é o suficiente para o clima tornar-se mórbido em um piscar de olhos.

- Não me chame de senhor, não sou tão mais velho assim. – ele fala, soltando uma leve risada no final. – E sim, talvez não haja nada que possa ser machucado, mas com toda certeza existe coisas que podem ser melhoradas e isso eu irei explorar.

-

Eles param na frente da uma casa que não é nem metade da mansão que Coringa possui, entretanto parece ser aconchegante. O carro é estacionado e a porta aberta pelo próprio Pinguim que ajuda Sarah a sair, ela aprecia o gesto, porém não fala nada. Já tem uma médica por esperar eles e Sarah agradece mentalmente que nenhum homem precisaria examina-la. A consulta é rápida, diversos remédios são passados para a jovem, entre eles alguns que evitam a gravidez, ajudam na cicatrização e na dor física.

Sarah mantém um olhar opaco para o teto do quarto que foi escolhido como o dela, não pensa e fala, só sente o silencio perpetuo em seu meio interno.

- Sarah... – Alguém fala após abrir a porta do quarto, ela solta um grito leve, porém ‘relaxa’ ao ver que é o homem que a hospeda. – Você gostaria de sair comigo amanhã, no café da manhã? – Ele parede recatado.

- Pode ser. – Responde sem vida, qualquer coisa ‘pode ser’ nessa situação, qual seria a diferença caso não fizesse? Que seja.

-

A noite passa e parece uma das mais longas, na opinião da loira. Ela levante e se arruma com uma das peças femininas que tinham no armário, é um vestido bege que bate abaixo do joelho e que não marca nada de seu corpo, ela prende seu cabelo em um coque e não se dá o trabalho de tentar apagar os roxos de seu rosto e de seus braços. Assume que essa é a sua realidade, então a mesma aceita.

Desce as escadas e vê Oswald, sorri levemente para ele que está bem arrumado. Quando ela se aproxima, o mesmo ergue sua mão na altura do rosto da menina e olha como se pedisse autorização e ela afirma com um gesto. Ele passa seu dedo ao redor dos machucados e mantém uma expressão séria, mas tem curiosidade.

- Isso nunca mais vai te acontecer. – Cobblepot é simples e firme, afasta seus corpos e abre a porta da casa andando até seu carro e sendo seguido pela loira. Ambos entram e Oswald que dirige, diferente de ontem que o volante foi assumido por um homem extremamente branco e careca que ficou em silêncio durante todo o caminho.

Eles se afastam consideravelmente da cidade e vão até uma cafeteria quase vazia, lá conversam pouco, porém Sarah descobre algumas coisas sobre o homem de olhos de Lua. Ele tem somente 30 anos, não tem família, trabalha com coisas ilícitas (ele não falou quais) e ficou na mansão do palhaço por 10 anos. Ambos se divertiram, na maneira do possível, naquela manhã. Entretanto, não notaram a presença de um homem que fotografou ambos naquela situação e mandou a foto para um certo alguém que possui cabelos vedes, esse alguém declarou guerra e criou planos para destruir Pinguim e recuperar Sarah, punindo a mesma de todas as maneiras possíveis.


Notas Finais


Voltando a repetir, esse Oswald não é o mesmo que nós estamos acostumados a ver. O avatar dele é o Iwan Rheon.

Do nada você leva uma estranha para sua casa? gentileza ou algo a mais? Sarah vai ter paz? só os deuses sabem!
Comentem o que acharam, até o próximo pessoal <3


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