História The Outside - Capítulo 55


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Categorias Magcon, Shawn Mendes
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Hayes Grier, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Madison Beer, Matthew Espinosa, Nash Grier, Nate Maloley, Personagens Originais, Sammy Wilkinson, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Tags Magcon, Shawn Mendes
Visualizações 174
Palavras 1.889
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu só tô postando esse cap pra frisar uma informação importante, que é esta >>>>eu tô em semana de provas e vou tentar provas para entrar em escola privada e outras, então estou atolada até o cú de estudo. Vou voltar a postar mês que vêm szszsz
Eu to mtttt lotada de trabalho, prova pra la e pra cá.
E eu tbm tava qrendo corrigir essa fic, ou seja, postar de novo. Não sei como vai funcionar.
boa leitura =)

Capítulo 55 - Sleeping Together and... He Tried To Kiss Me?


Se eu estava me sentindo uma vadia com a roupa que eu estava, esse sentimento passou assim que botei os pés dentro daquela casa.

É bem clichê ver em filmes ou séries, festas adolescentes em Los Angeles mas sinceramente... eu estou me sentindo completamente em uma dessas festas hiper clichês. Literalmente né.

Eu fiquei parada na porta e eu via todo movimento em "câmera lenta". Meninas pegando meninas, meninas pegando meninos, meninos pegando meninos, beijos triplos, pessoas dançando e bebendo, um carinha botando tudo o que bebeu para fora perto do sofá, outros brincando do jogo da garrafa, um sutiã pendurado no lustre da sala... Todos se divertiam e não pareciam deslocados como eu. Eu estava me sentindo totalmente fora da minha área de conforto, mas a verdade é que eu não queria ir embora e ficar em casa sozinha. Por mais caseira que eu fosse, ficar sozinha às vezes me deixa bem deprê e eu ando gastando muito minha cota de depressividade ultimamente. Achei que pelo menos a vida em L.A seria um sonho de princesa mas está mais para vida de gatinha borralheira - porém uma gatinha borralheira que não precisa fazer serviços domésticos.

Eu entrei um pouco mais para o interior da casa e comecei a sentir um cheiro horrível que provavelmente seria cigarro ou seus derivados, mas não liguei muito, apenas tentei fugir do aroma que de longe seria melhor que cheiro de amaciante. Eu apenas continuei a adentrar na casa e pensar em como a mãe do Aaaron iria o matar por estar dando essa festa e a casa estar a bagunça que está. Eu como mãe iria enlouquecer. Nem sou mãe e já estou louca para falar a verdade.

Eu não sabia nem para onde ir, olhava igual uma songa monga para todo o lado mas eu estava sozinha mas ao mesmo tempo não estava. As pessoas nem percebiam o quanto eu estava boiando nessa festa, elas estavam entretidas e nem davam conta de mim por entre elas. E com razão.

Eu não era popular, atraente, bonita, acessível... Eu era a estranha nerd, porque vamos combinar, pelo menos inteligente eu posso dizer que sou.

Fui até o sofá da sala, tomando o maior cuidado para não ficar perto do vômito do garoto que vi à alguns minutos atrás, e me sentei.

Era macio e totalmente confortável. Um bom lugar para se passar a festa toda.

E foi o que eu fiz. Fui ficando no sofá que era como um "camarote" da "pista de dança". Ficava bem de frente onde o pessoal estava dançando e eu assistia tudo com visão privilegiada enquanto uns saiam e outros chegavam para dançar. E isso deve ter durado umas cinquenta músicas que pelos meus cálculos dariam basicamente umas três horas sentada e entediada no sofá, sem ao menos ter internet porque o pacote da minha operadora acabou e eu não peguei a senha do Wi-Fi.

Senti o sofá ao meu lado afundar e quando olhei para o lado eu tive vontade de sumir. Com a roupa que eu estou vestida, estou com vergonha de ficar perto de qualquer um que eu conheça, droga!

Devo estar vermelha como um pimentão.

- Você bebeu? - Shawn perguntou alto por conta da música.

O olhei fazendo uma careta.

- Já te disse que não bebo bebidas alcoólicas. - respondi mantendo o volume da voz igaul ao dele para que pudessemos nos entender.

Ele riu.

- Na verdade você não me disse não. E você está vermelha, achei que estivesse alterada. - ele falou sorrindo e eu dei de ombros rabugenta.

- Que seja. Agora você já sabe. - falei seca e voltei a olhar para todo mundo dançando.

Eu devia estar parecendo uma pamonha se alguém - além do Mendes - estivesse reparando em mim, porque o Shawn não disfarça nem um pouco que está me encarando.

- Você está bonita com essa roupa. - ele elogiou e eu o olhei rapidamente e voltei a olhar para as danças. - Por que veio se disse que não iria vir? - ele perguntou chegando mais perto e automaticamente eu me afastei.

Não estou acostumada com proximidade de garotos.

- Por que pergunta? Não gostou da minha presença? - perguntei fingindo estar ofendida e ele revirou os olhos.

- De forma alguma. É bom te ver aqui. - ele disse e se aproximou mais, e eu já não tinha mais espaço para arredar. Ou eu chegava a subir em cima do casal se atracando ao meu lado, ou ficava perto dele. E não acredito que pensei isso mas eu prefiro ficar perto dele.

- Por que você está sozinha? - continuou o questionário.

- Eu não tenho amigos. Eu sabia que se viesse iria ficar sozinha. Isso eu te falei. - eu disse e ele me encarou sério.

Ficou por momentos calado e então se levantou.

- Quer se divertir? - ele perguntou sorrindo como se tivesse armando algo.

- Não. - respondi séria e ele revirou os olhos.

- Te dou cem dólares se você dançar comigo. - me propôs e eu ri inclinando minha cabeça para o olhar de pé.

- Ainda não dançaria. - eu disse.

- Duzentos? - tentou e eu neguei com a cabeça. - Trezentos e cinquenta. - tentou de novo e eu ri negando. - Quinhentos...

- Não adianta insistir. - eu o cortei sorrindo.

- Mil e quinhentos dólares. - quando ele disse isso eu quase gargalhei mas ele falava sério.

- Você está brincando né? - perguntei mas ele continuou sério e negou com a cabeça.

- Dança ou não dança? - ele perguntou e percebi que ele era oficialmente louca e totalmente rico.

Quem não gostaria de ganhar dinheiro assim tão fácil e fazendo o que gosta? Eu adoro dançar sozinha. Agora, dançar no meio de dezenas de pessoas que nem gostam de mim já é piração.

- Anda Lirya! O que te custa? - ele insistiu.

É! O que me custa?

- Vai mesmo me pagar? - perguntei e ele riu.

- Se você dançar direitinho. - respondeu e eu ri com ele.

Eu dançaria sim direitinho.

- Vamos esperar a outra música então, essa é uma bosta. - eu disse e ele concordou.

Não acredito que vou fazer isso.

A outra música que veio também era uma bosta, então fomos até a cozinha onde não tinha quase ninguém esperar até chegar uma música boa.

Peguei impulso e me sentei no balcão. Shawn pegou uma cerveja e eu sem nem ter ali pelo menos um refrigerante, fiquei na água.

- Por que as meninas não gostam de você? - Shawn me perguntou depois de segundos em silêncio. Ele não controla a boca.

- Tanto você, quanto eu não sabemos. Talvez ódio gratuito. - dei de ombros.

Assim que a música acabou começou "Needed Me" da Rihanna e eu achei boa para dançar, não perfeita, já que era muito sensual, mas era boa.

O arrastei até um lugar mais "privado" na sala mas tudo era nada particular. Acabou que ficamos no meio da sala.

A medida que a música ia tocando eu ia me envolvendo no ritmo e Shawn colou totalmente nossos corpos. Ele parecia saber dançar, saber o que estava fazendo.

Fiquei de costas para ele e comecei a rebolar e esqueci de que o mundo todo ali presente estava me vendo. Eu amo dançar.

Ele segurava na minha cintura e acompanhava meu ritmo e fomos dançando a música inteira.

Eu dançava normalmente sensual, não como uma vadia querendo deixar alguém duro - ou algo duro.

Quando a música foi acabando eu separei nossos corpos e eu caí em consciência de quão contrangedor foi.

Vi ele se aproximando para me beijar mas me afastei afobada. Ele riu malicioso mas eu só saí de perto dele, ainda mais depois de todos ali estarem olhando. Droga!

- QUE CASALZÃO HEIN! - alguém gritou.

- O PEQUENO SHAWN NÃO PERDE TEMPO. - outro alguém gritou.

E vários outros comentários como: "Quem me dera receber essa dança", "aposto que o Shawn está duro bem agora", "com certeza estão se pegando", "vadia", "eu já shippo"... Isso só me deixou mais envergonhada impossível. Mas nada pior do que cair bebida na sua roupa.

- Ops! Juro que foi sem querer. - Madison disse depois de ter derramado na minha roupa seja lá o que for que ela bebia. Pareceu entornar um balde em cima de mim.

O pior é que molhou meu cropped e como ele era de tricô, murchou todinho e encolheu. Já era curto, ficou minúsculo.

Meu cabelo estava molhado, minha roupa. Encolhi meus braços em cima dos peitos e saí marchando furiosa para fora da casa. Vou pegar um táxi.

Uma vez sonhei algo parecido, hilário.

- Lya! Pera aí! - Shawn gritou enquanto eu atravessava o jardim.

- Vou embora. - eu disse e peguei o celular para ligar para um táxi.

- Eu te levo. Já é tarde. - Shawn falou mas eu neguei. Continuei procurando o número da companhia de táxi, porém antes que eu chegasse até o número, Shawn tomou o celular das minhas mãos.

- Eu te levo. Queria ir embora mesmo. - ele sorriu gentil e eu bufei cedendo a ser levada de carona.

No caminho ele colocou uma música romântica, o que se eu não tivesse bolada, riria.

Quando chegamos em frente minha casa me dei conta de que mais uma vez estava sem as chaves porque as entreguei ao Nash que a essa hora deve estar mamado de bêbado.

- Você devia pendurar sua chave no pescoço. - Shawn disse rindo. - Gina não está em casa?

- O carro dela não está aqui e a luz de fora está acesa. - eu disse o óbvio e ele bufou começando a manobrar o carro.

O olhei estreitando os olhos.

- O que você está fazendo? - perguntei estressada.

- Indo para minha casa. - respondeu simples.

- Não, não. De novo não. Sua mãe vai me fazer passar vergonha e eu nem quero dormir lá. Me deixa aqui. Sério. - eu disse séria e ele não me obedeceu, só seguiu caminho.

Quando chegamos na sua casa eu deci irritadíssima do carro.

- Meus pais trabalham com empresa de turismo. Não param em casa muitas vezes, e minha irmã vive na minha vó. Hoje você não vai passar vergonha. - ele disse e eu por um minuto me aliviei. - Mas eles trancam os quartos de hóspedes pra ter certeza que se eles saírem eu não vou dar uma festa e várias pessoas dormirem aqui, então você vai dormir comigo mais uma vez. - agora se foi o alívio.


Ele me emprestou toalhas e eu tomei um banho, lavei o cabelo. Me emprestou também uma cueca que eu fiz ele me mostrar que ela era nova e que ele havia acabado de tirar do pacote, não iria usar cueca usada. Me emprestou uma blusa que batia em sua cocha, então em mim batia no meu joelho. Parecia uma camisola, mas pelo menos tampava meu corpo.

Comemos umas besteirinhas ma cozinha e fomos dormir mais uma vez juntos.

Mano, ele tentou me beijar?

Antes de ele apagar as luzes ele veio até a minha frente na cama e me estendeu um bolinho de dinheiro.

- Trato é trato. - ele disse e o olhei espantada.

- Não. - neguei o dinheiro.

- Você vai pegar o dinheiro sim angel. Não quebro tratos. - eu congelei quando ele me chamou assim.

Peguei o dinheiro envergonhada e ele riu feliz, me deu um beijo na bochecha, apagou as luzes e se jogou ao meu lado.

Esoero que ele não fale enquanto dorme.



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