História The Owners of True Blood - Capítulo 2


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Categorias Magcon, Matthew Espinosa
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Hayes Grier, Jack and Jack, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Jacob Whitesides, Mahogany LOX, Matthew Espinosa, Nash Grier, Personagens Originais, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Tags Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Comedia, Hayes Grier, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Magcon, Mahogany Lox, Matthew Espinosa, Nash Grier, Romance, Sobrenatural, Suspense
Visualizações 52
Palavras 2.143
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Dream


Fanfic / Fanfiction The Owners of True Blood - Capítulo 2 - Dream

Matthew.

Depois daquela cena confusa com a garota loira na casa noturna, voltei cambaleando para o meu quarto na Universidade. Poderia ser coisa da minha cabeça por causa da quantidade exagerada de álcool, mas acho que não era!

Entro no meu quarto fazendo o maior barulho e me jogo na cama caindo em sono profundo, parecia a Aurora!


Acordo em um lugar diferente do meu quarto. Olho em volta e não vejo ninguém, apenas o meu quarto e…

– Emma? – sento na cama com dificuldade.

A garota se virou pra mim e deu um sorriso fofo.

– Olá Mattchu.

– O que você está fazendo aqui?

– É o seu sonho… – ela se aproxima lentamente da minha cama. – Me diz você: o que eu estou fazendo aqui?

– Os sonhos revelam os desejos mais intensos das pessoas, então eu e você deveríamos transar agora!

– Ótima escolha, Mattchu. – ela apoiou uma das pernas na minha cama. Ela segurou na cabeceira e colocou a outra perna ao lado do meu corpo, fazendo com que a mesma sentasse em meu colo. – Mas antes… eu preciso comer!

– AH CARALHO! – me assusto ao ver seus olhos vermelho e aquelas presas se aproximando de mim. – SAI PRA LÁ CAPETA! – derrubo ela no chão.

– Minha mãe é um demônio, mas eu não herdei isso dela. – ela deu de ombros. – Não totalmente!

– O que você é?

– Eu sou uma vampira dos sonhos, meio óbvio isso!

– O que você faz?

– Você faz muitas perguntas, Mattchu. – ela revirou aqueles olhos vermelhos que me davam o maior medo.

– Desculpa, é que eu tô na broxa e totalmente assustado.

– Eu sou uma vampira dos sonhos. Eu me alimento das minhas vítimas na luz do dia ou no período da noite em seus sonhos. Hã… só consigo entrar na casa das vítimas se eu for convidada e… – ela fez uma cara pensativa. – Eu preciso de uma autorização da vítima para entrar no seus sonhos e comer sua força vital!

– Você é uma maníaca! – dou uma risada de nervoso enquanto balanço a cabeça.

– Maníaca não, vampira!

– Eu não dei autorização pra você invadir meu sonho.

– Tecnicamente, você deu sim!

– Em que momento?

– Bem antes de eu mostrar meus olhinhos pra você. Eu disse: "você diria sim pra mim? Independente da pergunta?" e você várias vezes "sim"!

– Você me iludiu? – gargalho.

– Não, que isso. Eu sou um amorzinho…

– Um amorzinho que queria devorar a minha alma!

– Eu também preciso me alimentar, igual a você!

– Você é doente.

– Vou ficar.

– Você é imortal!

– Na verdade… – ela levanta. – Eu sou meio humana e meio vampira, eu sou a única da minha espécie que pode dormir e entrar nos sonhos das minhas vítimas. Então, eu morro fácil.

– Pra você invadir o meu sonho, você tem que estar ao meu lado, certo?

– Não exatamente.

– Onde você tá?

Ela deu uma mordida no lábio inferior e me olhou.

– No quarto ao lado!

– Ah, qual é? – reviro os olhos em sinal de protesto.

– Eu posso te matar de várias formas, benzinho.

– Por exemplo?

– Fazendo sexo com você ou com apenas um beijo.

– Você tem veneno nessa boquinha? – gargalho.

– Não, mas você fica "hipnotizado" e eu posso fazer o que eu quiser com você! Por exemplo; te matar.

– Okay, chupadora de sangue maluca… – ela me interrompe.

– Ofendeu.

– Enfim, eu quero que você saía do meu sonho agora!

– Não posso.

– Por que não?

– Você deixou eu entrar e eu saio quando eu quiser! – ela deu sorriso sapeca.

– Bad girl, gostei! Enfim, a gente só vai poder transar sem perigo nenhum nos meus sonhos?

– A não ser que você queira morrer no "mundo real", mas seria uma boa escolha pra mim também.

– Certo.

– Mas, a gente tem que ter um acordo! – ela tira sua blusa, revelando seus belos seios cobertos pelo seu sutiã de renda. PUTA QUE PARIU!

– Que acordo?

– Eu sugo um pouco da sua alma e você transa comigo a vontade.

– O que acontece mesmo se eu transar com você fora dos sonhos?

– Eu libero um veneno no lugar do orgasmo, te deixo exausto e humilho sua masculinidade antes da morte! E depois vou me acabar no seu sangue e a carne eu deixo pros meus irmãos mais velhos!

– Você é filha da demônia Lilith?

– Sim, mas eu prefiro que você diga "Deusa Lilith, a face escura da lua".

– E quantos anos você tem?

– 420 no corpinho de 22. Preciso me alimentar, se não eu morro velha e feia! E aí? Temos um acordo aqui?

Faço uma cara de pensativo.

– A gente vai poder fazer qualquer coisa no sonho, né?

– Beijar, transar, gozar, chupar… tudinho!

– Me deixou ereto de novo, temos um acordo! – sorrio.

– Alma primeiro, humano.

– Puta que pariu hein! – faço um sinal com a mão pra ela vim.

– Não vai ser sua alma toda, benzinho… – ela tirou sua saia e sentou no meu colo novamente. – Pelo menos não ainda!

– O que eu faço agora?

– Aproveita o momento.

– Não idiota, pra você pegar a minha alma.

– Fique normal! – ela se aproximou do meu pescoço e o mordeu. No começo eu senti um pouco de dor, depois passou! Ela chupou um pouco do meu sangue e depois um pouco da minha alma, não demorou muito e ela se afastou. – Você vai ficar fraco quando acordar, então sem muito esforço.

– Que se dane. – coloco a mão no local da mordida.

– Você está bem?

– Só tô um pouco… dormente! – dou uma risada fraca.

– Como parte do acordo, eu sou toda sua! – ela tirou suas peças íntimas que restavam e deitou ao meu lado.

– Preciso… de… ajuda! – digo com a voz falha.

Ela me puxou e eu fiquei por cima dela, seu corpo tinha uma temperatura meio fria e meio quente. Era estranho, mas não excitante! Começo a beijar e mordiscar seu pescoço. Subo os beijos até seus lábios avermelhados e a beijo docemente, desço minha mão por sua curva até chegar em sua coxa. Em questão de segundos, Emma tirou minha camiseta e começou a distribuir beijos em meu pescoço e peitoral.

– Você é virgem, não é? – ela sussurrou em meu ouvido.

– O quê? Claro que não. – respondo no mesmo tom de voz.

– Então coloque a mão onde ela deveria estar!

– Tô com medo.

– De quê?

– De você me matar!

– Não vou te matar, estamos no seu sonho. Lembra? – ela pegou uma dar minhas mãos e levou até sua intimidade. – Relaxa, não vou te matar!

Sorrio e começo a "trabalhar" com os meus dedos na sua intimidade, fazendo a mesma suspirar. Começo a massagear seu clitóris com o polegar delicadamente, desço minha cabeça mais um pouco e abocanho seu seio direito. Emma gemeu sentindo minha língua rodear o bico de seu seio e por toda a extensão, enquanto penetro dois dedos dentro sem exitar na sua entrada totalmente molhada. Acelero meus movimentos nos dedos o mais rápido que consigo, fazendo a mesma gemer bem alto. Seus gemidos era uma ótima melodia para os meus ouvidos! Ela começou a movimentar seu quadril na mesma sintonia que os meus dedos…

– Rápido Mattchu, o garoto dos olhos azuis vai entrar no seu quarto a qualquer momento! – sua voz saiu rouca.

Tiro meus dedos de sua intimidade e começo a desabotoar os botões da minha calça. Assim que me livrei daquilo, me posicionei na sua frente e olhei ela.

– Você não engravida, né?

– Sim, engravido.

– Puta que pariu!

– Estamos no seu sonho, vai logo! Me fode!

Sorrio e penetro meu membro em sua entrada lentamente. Assim que ele estava totalmente dentro, começo a me movimentar com movimentos forte e rápidos, fazendo a vampira gemer loucamente. Aumento cada vez mais as estocadas, minha respiração estava ofegante. Perdi a conta de quantas vezes eu chegava fundo e ela me arranhava todo enquanto "gritava" de prazer.

– Eu vou gozar! – digo com a voz rouca, enquanto me movimento dentro dela.

– Tarde demais.

– O quê?!


– ACORDA BEBÃO! – Nash começou a jogar água em mim, enquanto os outros garotos gargalhavam na porta.

Abro os olhos lentamente e percebo que estou do mesmo jeito que eu entrei no quarto. Com roupa, sem Emma Vampira e agora eu estou de ressaca! Sento na cama com muita dificuldade e olho ele.

– Que horas são? – pergunto.

– Quase 3 da tarde!

Droga, perdi a aula!

– Merda! – resmungo passando a mão no rosto.

– E aquela garota de ontem? – perguntou Jack Johnson, enquanto adentrava meu quarto. – Ela era muito gata!

– Emma? Sim, ela é! – levanto e me escoro na cômoda sentindo meu corpo fraco e cansado.

– Transou com ela? – perguntou Cameron.

– Eu preciso de um banho! – entro no banheiro e os garotos continuaram gargalhando.

– Esse é o meu garoto! – Nash deu algumas batidas na porta do banheiro, antes de sair dali com os garotos.

Tiro minha roupa com dificuldade de ficar em pé, olho no espelho com cara de foda-se e…

– Não acredito nisso!

MINHAS COSTAS ESTAVAM ARRANHADAS! ESTAVAM TOTALMENTE ARRANHADAS!

– Então, quer dizer que não foi um sonho? – digo pro meu reflexo no espelho.

Olho pra minha cueca e ela estava toda gozada. Caralho Nash, você devia ter demorado um pouco pra entrar no meu quarto! Olho meu pescoço e ainda tem a marca da mordida dela.

– Preciso te encontrar, Emma Vampira!

{…}

Ando pelo campus recebendo o olhar de todos, não dou a mínima! Foda-se todo mundo! Olho cada lugar atentamente para ver se a encontro, pelo menos em um lugar escuro. Pra minha sorte, encontro ela sentada debaixo de uma árvore lendo. É uma vampira intelectual!

– Hey. – me aproximo dela.

– Hey. – ela sorriu ao me ver.

– Posso?

– A vontade. – ela foi um pouco pro lado e eu me sentei ao seu lado. – Como se sente, Mattchu?

– Sujo!

– Não isso…

– Estranho.

– Enfim, desculpe por ter saído daquele jeito. Seu amigo ia pegar a gente no flagra!

– Você tava no meu sob consciente!

– Você tava gemendo no quarto! – ela me olha. – Acredite em mim, ia ser muito constrangedor pra você!

– Essa é a parte que eu devo te agradecer?

– Sim.

– Obrigado.

– De nada benzinho.

– Aquilo não foi um sonho!

– Como assim? – ela ergueu uma sobrancelha.

– Eu tô com as costas arranhadas!

– Deixa eu ver.

– O quê?! – encaro ela.

– Deixa eu ver!

Ergo a camiseta e ela começa a me analisar.

– Não tem nada aqui!

– Tava arranhado.

– Eu tenho uma visão melhor que a sua, não tá arranhado!

Abaixo a camisa e fico observando o pessoal do outro lado do campus.

– O que houve? Você não gostou? – ela continua me olhando.

– Por que eu? Se a gente tiver algum outro contato, você me mata!

– Se eu quiser, você vai estar hipnotizado e eu vou poder fazer o que eu quiser! – fico calado e ela suspirou frustada. – Não vou te matar!

– E como pode ter tanta certeza? Você nem deve ter controle sobre isso!

– Minhas mães sempre foram más, me ensinando a ser mal com elas. Mas, eu sou diferente!

– Mães? – ergo uma sobrancelha.

– Sim.

– Você é filha de quem afinal?

– Mãe biológica: Lilith.

– A demônia!

– Deusa da face escura da lua! – ela me corrige. – E também, tem a minha mãe adotiva: Lâmia!

– A mulher cobra? – dou uma gargalhada. – Quem é o seu pai?

– Também queria saber!

– Seu pai é o Vlad Drácula?

– Não.

– Qual é, Emma? – gargalho.

– Ele é o meu padrinho.

– Nossa, do lugar de onde você veio tem batismo?

Ela revirou os olhos. – Temos uma família também, não é só vocês humanos que são fodas!

– E você é de onde?

– Eu vim da Grécia Antiga, freqüentei a Mesopotâmia e agora estou aqui.

– Não tem medo do sol te queimar ou matar?

Ela estica o braço no sol e não acontece nada.

– Meio humana, esqueceu?

– Você é velha…

– Velha não Mattchu, experiente! Só tenho algumas décadas a mais, então eu preciso de sangue humano para eu continuar jovem, linda e gostosa!

– Não acredito que eu transei com uma vampira. – balanço a cabeça.

– Você não é o primeiro humano que eu transo, alguns não aguentam muito e eu fico com o sangue!

– Você se transforma em morcego?

– Não sou filha do Drácula!

– Você conhece todos os deuses gregos?

– Conheci alguns.

– Aí está você, Espinosa! – Nash se aproximou da gente. – Então quer dizer, você é a garota do meu bro?

– Quem é você? – ela ergueu uma sobrancelha olhando Nash fixamente.

– Nash Grier, ao seu dispor. – ele pegou a mão dela e deu um beijo.

Ela me olhou. – Posso chupar o sangue dele? – sussurrou.

– Não. –olho ela.

– Então, como se chama gatinha?

– Nash, acho que já deu a hora de você ir! – digo.

– Emma.

– Emma? – ele esperava ela dizer o sobrenome.

– Allen! – os dois me olha. – Emma Allen… é o nome dela!

– Bom te conhecer, Emma Allen! – Nash sorriu pra ela.

– Não gostei de você. – ela continua olhando ele fixamente.

– Poxa, o tempo tá feio. Acho que vai chorar! – dou uma risada de nervoso e levanto ela. – Até mais, Nash! – saio andando com ela.

– Ele ficou hipnotizado!

– O quê?

– Tá afim de uma suruba hoje à noite?

– Emma, cala a boca.

– Vai ser divertido, ele parece ter um palzão.

– Melhor você ficar calada! – dou uma risada.

Ela deu de ombros e continuou andando comigo.


Notas Finais


Desculpem os erros, meu celular está descarregando.


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