História The Owners of True Blood - Capítulo 3


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Categorias Magcon, Matthew Espinosa
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Hayes Grier, Jack and Jack, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Jacob Whitesides, Mahogany LOX, Matthew Espinosa, Nash Grier, Personagens Originais, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Tags Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Comedia, Hayes Grier, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Magcon, Mahogany Lox, Matthew Espinosa, Nash Grier, Romance, Sobrenatural, Suspense
Visualizações 59
Palavras 1.656
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oioi 🎈

Capítulo 3 - Sorry


Fanfic / Fanfiction The Owners of True Blood - Capítulo 3 - Sorry

– Onde vamos, Mattchu? – a loira perguntou confusa, enquanto entrávamos em meu quarto.

– Vamos sair! – mexo em algumas coisas em cima da cômoda procurando as chaves do meu carro.

– Seja mais expecifico, por favor. – cruzou os braços.

– Vamos comer fora, meio óbvio isso.

– Vou pegar a minha bolsa! – ela sorriu e caminhou até a porta.

– Ei, você trouxe uma bolsa de Nárnia? – ergo uma sobrancelha.

Ela revirou os olhos e me olhou com tédio.

– Engraçadinho! – ela deu as costas e saiu do quarto.

Acho as minhas chaves debaixo do meu caderno e fico esperando ela no corredor. Não demorou muito e ela apareceu com uma bolsa de marca… okay, ela roubou ou pegou "emprestado" da vítima!

– Onde conseguiu isso? – aponto pra bolsa.

– Em uma loja, talvez.

– Roubou?

– Mattchu, você não é o único bem de vida por aqui. E essa bolsa tava num preço bom!

Balanço a cabeça. – Vamos logo!

Começamos a andar pelo corredor até chegarmos no estacionamento dos fundos.

– Okay, você gosta de hambúrguer?

O que é hambúrguer?

– Certo, pula essa parte. Alguma bebida favorita que não seja sangue?

– Tequila, Whisky, Vodka, água.

– Água que passarinho não bebe, entendi. Se você é uma vampira dos sonhos… – destravo as portas do meu carro. – O que você come?

Legumes, frutas. Essas coisas!

– Entendi, comida de coelho.

– Eu tô com muita vontade de devorar a sua alma de uma forma lenta e dolorosa! – ela abriu a porta e me olhou. – E a propósito, aceito o convite de comer esse tal "hambúrguer". – mandou uma piscadela e entrou no carro.

Dou uma risadinha e entro logo em seguida, ligo o mesmo e dou partida. Emma abriu sua bolsa e retirou uma garrafa de dentro. Só pode ser brincadeira!

– Isso não é o que eu tô pensando, né? – dou uma olhada rápida nela.

– Não leio mentes, pra sua sorte. – ela colocou o canudo na garrafa e começou a sugar o líquido avermelhado.

– Sangue? Você não precisa fazer isso aqui no carro!

– Eu tô com fome, Mattchu.

– Nós vamos comer daqui a pouco.

– Minha parte vampira também precisa se alimentar!

– De sangue?

– Não, não. Só de olhar pra sua cara, já tô me alimentando! – ela revirou os olhos. – Meio óbvio que é de sangue!

Isso é nojento, na boa! Sangue já tem um gosto e cheiro horrível, e você ainda faz isso na minha frente? Que sorte a minha ter encontrado uma vampira meio humana no bar! A sua espécie faz isso o tempo todo? Qual é!

Ela suspirou frustrada e guardou a garrafa na bolsa.

– Emma, eu não queria…

– Deixa. – sorriu forçado. – Talvez você tenha razão, não deveria fazer isso! Ainda mais na frente da minha vítima.

Droga!

– Desculpe.

Fomos o caminho todo em silêncio, ela estava quieta até demais. Eu não deveria ter falado aquilo! Estaciono carro em frente à lanchonete que eu costumo vim com o pessoal da Universidade.

– Espero que goste dos nossos costumes humanos. – digo e ela apenas confirmou com a cabeça. – Certo…

Magoei uma vampira, parabéns Matthew!

{…}

– Gostou? – pergunto olhando ela, enquanto saboreava seu hambúrguer.

– Sim, isso é muito bom.

Sorrio e continuo comendo o meu lanche. Depois que acabamos de comer, pedi para a moça faz mais um hambúrguer pra viagem. Depois disso, voltamos para os quartos da Universidade. Eu não sei o que dizer a ela depois daquilo hoje mais cedo no carro… eu simplesmente peguei muito pesado!

– Hã… – passo a mão no cabelo. – Passa a noite comigo?

– Por que?

– Sei lá, só queria…

– Nos vemos em seu sonho. – ela entrou no quarto ao lado e fechou a porta, praticamente, na minha cara.

– Eu mereci isso! – digo em alto bom som para que ela pudesse me ouvir do outro lado e entro no meu quarto.

Me aproximo da cama, deixando os tênis para trás e me deito. Fico olhando pro teto até pegar no sono… E lá vamos nós!


Abro os olhos lentamente e vejo Emma sentada na ponta da cama com a cabeça apoiada pelas mãos.

– Emma? – sento na cama. Tento tocá-la, mas ela simplesmente, levantou e virou as costas pra mim. – Eu não queria dizer aquilo de você!

– Mas você disse, Mattchu!

– Você disse que tava tudo bem.

– Eu menti! – ela me olhou mostrando as presas e os olhos vermelhos. – Menti igualzinho a vocês, humanos!

– Ei, calma! – levanto da cama. – Você não vai me ferir, né?

– Pra sua sorte, eu não sou como os meus irmãos! Caso o contrário, eu estaria devorando a sua pele dentro e fora do seu sonho.

– Você disse que não come carne humana! – ergo uma sobrancelha.

– E adivinha?! – ela se aproxima com uma cara cínica.

– Até que pra uma vampira, você mente bem!

– E pra um humano, você é bem debochado.

– Faz parte da minha personalidade.

Ela balançou a cabeça e cruzou os braços me olhando. Droga, Matthew!

– Desde o momento em que eu cheguei, você só me trata mal Matthew. E olha que nem tem 24 horas que a gente se conhece!

– O que você quer que eu faça? Você é uma vampira! E a qualquer momento você vai me devorar e beber meu sangue de canudinho!

– É isso que você acha de mim? Acha que eu sou apenas uma sugadora de sangue maníaca?

– Sim.

Ela ficou calada.

– Eu tenho medo do que você pode fazer comigo enquanto durmo ou sonho… você não é igual a mim, sem querer te ofender.

– E adivinha o que você acabou de fazer?

– Emma, você é um ser sobrenatural… pessoas como eu tem medo do que você pode fazer! Por mais que você negue isso… você não é igual o Gaspasinho, o fantasminha camarada! Você chupa sangue…

– Humilhada por um humano rei da punheta, que evolução Emma! – ela deu uma risada sarcástica, mas eu vi que ela estava querendo chorar.

– Como eu posso ter a certeza de que você não vai fazer absolutamente nada comigo? – me aproximo dela.

– Simples, eu tenho a chance de te matar o tempo todo. E sabe o que eu faço? Te deixo viver por mais um dia! – ela me olha, seus olhos não estavam mais vermelhos.

– Por que você não me matou?

– Porque eu quero ser normal como todos aqui, Matthew. Eu quero me sentir um pouco humana! Experimentando coisas novas ao invés de só sangue, poder ficar com uma pessoa sem ter que matá-la depois, ter amigos e não fazê-los de vítimas… eu me sinto mal por matar pessoas o tempo todo só pra me alimentar! – seus olhos começaram a marejar. – Esse poder que eu tenho, é como se fosse uma maldição! Tipo, a maldição mais perigosa e sem cura que eu vou levar pra vida toda! Minhas mães querem que eu siga o exemplo, e quando eu me recuso a fazer o que elas querem… pessoas que eu amo morrem! – ela começou a chorar. – Se você acha que isso tudo é apenas uma diversão para vampiros, você está totalmente enganado! Matar pessoas inocentes, não é divertido.

– Me desculpe, Emma. – digo e ela ficou calada. – Não foi a minha intenção falar aquilo, eu estava apavorado por que foi a primeira vez que eu vi uma vampira na minha frente e eu não tive reação. Até ontem à noite, eu achava que vampiros eram apenas um mito! – suspiro e passo a mão no rosto. – Ficou quanto tempo me observando?

– O quê? – ela ergueu uma sobrancelha.

– Creio que você precisa conhecer bem a sua vítima, antes de atacá-la!

– 3 anos…

– O quê? – encaro ela. – Você ficou… você ficou 3 longos anos me observando?

– Você fez uma pergunta e eu respondi.

– Você ficou 3 anos sem se alimentar?

– Claro que não.

– Então…

– Despertador! – ela se afasta.

– O quê? Emma, espera! – tento ir atrás dela, mas era tarde demais.


Disperto com o maldito despertador tocando ao lado da cama! Dou algumas batidas nele, mas não adiantou muito. Peguei ele e joguei longe sem pensar duas vezes. O despertador veio a óbito!

– Qual é, Espinosa! – Cameron reclama do outro lado do quarto, enquanto colocava o travesseiro no rosto.

– Não me provoca Dallas, tô sem paciência!

– Acordou de mal humor? – Cameron deu uma gargalhada. – Muito bom dia simpatia!

– Vai se foder! – taco o travesseiro nele.

– Vou chamar a sua loirinha pra te acalmar.

– Cameron, na boa… da um soco na sua cara antes que eu dê!

{…}

As primeiras aulas de Direito passaram voando, claro, eu tive que repor o dia que eu faltei por causa da ressaca! Depois que saí da sala de aula, caminhei pelo campus enquanto ouvia música nos meus fones.

"…That's fading every mistake, so here is something that I've. Been missing so many ways It's something inside your eyes. I miss you everyday, I miss you everyday, I miss you everyday, I miss you everyday, I miss you everyday… "

Vejo Emma no lugar de sempre, no gramado do campus encostada na árvore. Provavelmente fazia o mesmo que eu… ouvia música nos fones. Me aproximo dela e pauso a música.

– Hey… – digo e ela me olhou.

– Hey Mattchu.

Arrumo minha mochila nas costas e coloco as mãos nos bolsos.

– Você tá bem? – olho ela.

– Engraçado você perguntando isso pra mim!

– Sobre ontem, eu sinto muito por aquilo… e você ia me matar no meu próprio sonho, eu fiquei apavorado mas não tem problema! – abaixo o olhar. – Eu realmente sinto muito, Em!

Em?

– É um apelido carinhoso.

– Enfim… aquilo doeu.

– O que eu posso fazer pra você me perdoar?

Me beija! – ela deu um sorriso.

– Emma… – olho ela.

– Você que perguntou!

– Não pode ser outra coisa?

– Entendi! – ela levanta e continua me olhando. – Medo de uma vampira!

Qual é, Em?!

– Nos vemos depois, Mattchu. – ela sai andando.

Eu vou me arrepender disso! Alguém fala pra minha mãe que eu amo ela e que eu perdi a virgindade depois do casamento? Pode falar que eu sou casado há 4 anos! Por que depois disso, eu não vou ser mais o mesmo! Seguro o braço dela e a puxo de volta, colando nossos corpos. Olho em seus olhos por alguns instantes e aproximo meu rosto do seu, selo nossos lábios e logo inicio com um beijo delicado e intenso.


Notas Finais


...


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