História The owners of true blood - Capítulo 7


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Categorias Amor Doce
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Palavras 772
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - O garoto do capuz


Fanfic / Fanfiction The owners of true blood - Capítulo 7 - O garoto do capuz

•| Tory on |•

Estaria indo para a minha aula de artes, logo que entro vejo aquela garota de cabelo rosa sentada em um dos bancos, Heloisa é o seu nome pelo o que eu me lembre, observo e vejo a mesma tirar o capuz da cabeça, assim dando a visão das orelhas brancas de neko da mesma.

Professor:Bom alunos, vamos sentando ok. Hoje o tema de pintura será livre porém eu quero algo que envolva mais tons frios, pode ser? Podem começar!

Me sento em um dos bancos e começo a pintar na tela, algumas vezes percebo que estou sendo observado e acabo por olhar em volta, logo volto minha atenção para Heloísa e sorrio vendo a mesma mexer as orelhas.

Professor:Olha, a sua pintura parece ser feita com bastante atenção em certa pessoa, parece que temos alguém inspirado aqui não é mesmo? -ele sorri olhando minha pintura-

Tory:A-ah, ye -sorrio um pouco e volto a pintar-

Minutos depois a aula acaba, eu estava juntando as minhas coisas quando sinto algo tocar minhas costas, logo me viro falando apenas um "hm?", vejo que seria a garota de cabelos rosas.

Heloisa:Posso ver sua pintura?

Tory:Ah... eu não terminei ainda.. -olho para o lado-

Heloisa:Posso te ajudar a terminar? -a mesma mexe as orelhas-

Tory:Ah, claro! Por que não -sorrio e pego a tela, logo me sento na cadeira - vem

A mesma puxa uma cadeira e se senta ao meu lado, logo ela pega um pincel e eu seguro em sua mão, assim guiando a mesma para pintar.

Tory:Assim- seguro um pouco mais firme a mão na mesma- você se parece com ela sabia?

Heloisa:Ah, arigato -a mesma sorri corada-

Tory:Mas você também parece um tomate muitas vezes -rio-

Heloisa:Eu não pareço um tomate! -a mesma faz um bico-

Tory:Ah, parece sim moça -continuo rindo-

Heloisa:Aff! Baka -a mesma volta a pintar enquanto eu continuo a rir-

•| Kill on |•

Estaria na escola ainda pois teria dito a Lia que iria acompanhar a mesma até em casa, já que um dos professores faltou e eu fui liberada mais cedo. Estava sentada no banco ouvindo Dangerous woman, quando alguém pega meu fone.

Kill:O que rai-paro de falar ao ver quem era tal indivíduo e bufo, era a peste em forma de gente- Olha aqui garoto, quem te deu o total direito de pegar meu fone?

Cassy:Eu mesmo - ele solta o fone-

Kill:Não tem mais o que fazer não é? Vai atrás das tuas servas vai!

Cassy:Servas é?

Kill:Não! As paquitas da Xuxa! -me levanto mas logo sinto o mesmo puxar meu braço- Ai, pelo amor de G-dragon garoto! Vai arrumar o que fazer

Cassy:E se eu não quiser? -o mesmo se abaixa para ficar da minha altura-

Kill:Então vai sem querer mesmo! -encaro o mesmo deixando meus olhos roxos-

Cassy:Brava?

Kill:Tenho cara de quem ganhou algo pra ficar com uma expressão feliz por acaso? -solto o meu braço que o mesmo estava segurando, logo ando até meu armário e vejo um garoto a chorar-

Eita meu Deus, o que será que fizeram dessa vez hein? Aposto que foi aquela garota loira, Amber né? Aí que seja, nome de quem não presta é melhor esquecer. Ando até o garoto.

Kill:Ei... o que houve com você?

???:Nada eu só... recebi uma notícia triste.. -o mesmo estaria de capuz então não era possível descrever como o mesmo era-

Kill:Entendi... -me sento ao lado do mesmo -quando eu era menor, minha mãe morreu... isso me deixou muito triste e, por as pessoas não gostarem de mim pelo o que eu sou, foi muito difícil, eu me senti sozinha

???:Ela morreu de quê?

Kill:Ela morava perto de uma vila de seres normais... eles descobriram o que ela era e, colocaram fogo na casa...

???:Isso é bem triste... -o mesmo olha pro lado- meu irmão morreu... Câncer

Kill:Sinto muito... meus pêsames -olho para o chão-

???:Ele era muito especial para mim.

Kill:Eu sei como se sente, não se preocupe, vai passar, ele ainda estará te apoiando de lá de cima.

???:Obrigado -o mesmo levanta o rosto e logo sorri-

Kill:De nada -sorrio-

???:Seu nome é Kill não é?

Kill:Uhum... como sabe?

???:Ouvi falar

Kill:Entendo.

Meu medo... as pessoas fogem de mim desde que eu era uma inocente criança, que não sabia como o mundo funcionava, mas eu aprendi logo... eu não sou um monstro, apenas sou alguém diferente, tenho sonhos como todas as outras pessoas e principalmente, sentimentos..

logo vejo Lia sair da sala

Lia:Mulher! Finalmente acabou!

Kill:Realmente, vamos? -me levanto-

Lia:Vamos! Só quero chegar em casa e capotar! -rio e logo olho para o garoto-

Kill:Até outro dia! -sorrio e dou tchau, logo saio com Lia-

Lia:Quem era guria?

Kill:Só alguém que eu sentia que precisava de companhia

Lia:Se você diz né

Continua... 



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