História The Pain Of Loving Baekhyun - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Rap Monster, Sehun, Suga, Suho, Tao, V, Xiumin
Tags Baekhun, Bts Fanfics, Chanbaek, Exo Fanfics, Foco Sebaek, Kpop, Menção Chanbaek, Menção Sugamon, Namgi, Sebaek, Sehun Médico, Sugamon
Visualizações 66
Palavras 558
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Lemon, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu decidi ir contando a história dos dois ao decorrer da historia já que é bem mais fácil de se compreender

A história agora conta sobre a vida do baekhyun depois de decepcionar O sehun

Capítulo 1 - Boa sorte no novo emprego.


Hoje era seu dia de sorte, Baekhyun sairia daquela maldita casa e poderia voltar para casa,  voltar para a vida,  ele voltaria para ele... E Poderia pedir perdão para Sehun

Ele havia magoado a única pessoa que lhe amou naquela misera vida...  Ele errou mas merecia perdao, claro que havia jogado na cara dele que nunca o amou mas aquilo mudou da forma mais drástica possível depois que começou a saber mais sobre a vida de sehun. Ele ainda merecia perdão...

Assim que seu pai chegou, baekhyun pode ver sua liberdade frente a frente, pode sentir o ar de ser livre,  pode se sentir bem pelo menos uma vez dentro daqueles cinco anos . Entrou na diretoria junto a seu pai,  que parecia estressado. Os dois se sentaram nas cadeiras de frente a mesa da diretora que os olhou com uma sobrancelha arqueada. 

- Vim renovar a matrícula dele... Ele fez outro aniversário. - meu pai falou praticamente arrancando meu sorriso e toda minha esoeranca.

- como assim? Eu fiz vinte anos, eu tenho controle da minha vida agora! Você não pode fazer isso - praticamente rugi tentando entender o porquê de tudo aquilo. 

- voce nunca terá controle de sua vida, Byun Baekhyun - desta vez fora a diretora que falou com um ar sarcástico na voz. 

Levantei e dei um leve soco na mesa enquanto esbravejava raivoso.  Eu não aguentaria mais um dia naquele lugar mofado e escuro. 

- Eu não vou passa outro ano aqui. Eu já passei cinco, ISSO É UM INFERNO. E ME RECUSO A FICAR AQUI NEM QUE SEJA SÓ MAIS UM MINUTO. 


Falei já chorando, meu coração estava partido. 


Vi os dois se olharem com um ar misterioso e logo meu appa suspirou baixando a guarsa. 







∆×∆







Agora eu estava feliz e saltitante enquanto andava em direção ao belo carro de luxo de meu pai. Os seguranças carregavam minhas malas e me acompanhavam em direção ao automóvel. Assim que entrei, vi meu appa entrar no banco da frente já que estava com nojo de mim,  ou bem.. Era isso que aparentava o velho senhor. Suspirei e me limitei a abaixar a cabeça e esquecer do mundo durante aquela viajem. 

Assim que finalmente chegamos depois de horas na bela e enorme mansão dos Byun , eu finalmente olhei novamente para aquele jardim e consegui abrir um enorme sorriso verdadeiro. 

- Providencie a chave do 382. - meu pai falou para um dos empregados enquanto saia do carro, ele não era assim... Não antes de tudo aquilo. tentei sair mas a porta estava trancada, me impedindo de sair do automóvel . 

Suspirei e logo meu Appa recebeu uma bela chave dourada com uma etiqueta que no caso só pude notar a logomarca de um dos prédios de meu pai. 

Ele fez sinal pro motorista e logo minha janela fora abaixada e me pai me jogou a chave,  a peguei e olhei a escrita na etiqueta. 

"Quarto 382. "

- Não volte a me procurar, jamais venha nos visitar, viva sua vida sozinho... Boa sorte em arrumar um emprego que aceite homossexuais  - falou sem nenhum sinal de importancia.

Deu dois toques no teto do carro e logo o vidro subiu, o carro começou a andar... E eu nem ao menos pude ver minha omma,  senti as lágrimas começarem a descer e tentei me controlar para não soluçar. 













∆×∆


Notas Finais


Me desculpem pelo capitulo pequeno
Estou tentando continuar a escrever
Por favor comentem e favoritem.


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