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História The Past - Capítulo 2


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Notas do Autor


Continuando... Será uma nostalgia boa postar tudo de novo! Aproveitem e releiam junto comigo 💛

Capítulo 2 - Conexões


— Rach, nós estamos atrasadas!

E realmente estavam. Deixar o país estava mais difícil do que parecia ser. Ali, fizeram grandes amigos e elas não sabiam como deixar tudo aquilo para trás. 

Na noite que passou, fizeram uma despedida com grande emoção de seus amigos que deixariam por ali, mas que nunca seriam esquecidos. O coração partiu, nos dois corpos, cada vez que abraçaram seus amigos, pedindo para que aquilo que tinham nunca acabasse.

Alex pegou sua última mala enquanto Rachel entregava as chaves da casa para o novo comprador. Após as instruções fixas, elas partiriam para seus doces lares 

Alex se flagrou com medo. Medo do que pudesse acontecer, medo de como as coisas seguiriam a partir do momento que ela pusesse os pés no avião 

— Qual é, Alex — Rachel ofegou, cansada. — Nós não estamos tão atrasadas assim 

— Temos que passar na padaria para nos despedir do senhor Raul, você sabe que não posso ir embora sem fazer isso — Alex explicou.

Rachel compreendeu. O senhor que morava a duas esquinas da casa delas tinha sido como um pai para Alex. Ele sabia o quanto a morena sentia no peito por voltar para onde Piper estava. Aquele homem conhecia mais dela do que ela mesmo. Ir embora sem falar com ele estava fora de cogitação.

Rachel assentiu e colocou sua mochila nas costas. Com um suspiro, as amigas olharam uma última vez para a casa marrom de portões baixos que fez parte de seus caminhos, e seguiram para a padaria mais frequentada do bairro.

Assim como Alex, Rachel já havia enviado muitas malas para sua casa. As amigas não tinha muita bagagem. Uma mala e uma mochila com cada uma foi o suficiente.

No fundo do comércio, puderam olhar para o senhor cuja idade já estava avançada. Seus traços marcados por vivências de uma realidade que atinge a todos, seu sorriso no rosto, como de costume, conquistava a todos que entravam naquele lugar. 

Alex sentiu a falta dele a ponto de doer antes mesmo da despedida.

Caminhando devagar, sentiu Rachel acariciar seu ombro esquerdo. Virou o rosto, de forma que pudesse olhar melhor a amiga e sorriu. Sorriu seu riso mais triste.

— Lola chegará em alguns minutos — Rachel lembrou. Paolla as levaria até o aeroporto

— Tudo bem — Alex disse. — Só preciso de alguns minutos com ele mesmo.

— Eu sei que sim.

Rachel deixou que Alex fosse sozinha até o homem. Sentia que ela precisava desses últimos instantes a sós com o senhor.

Alex já levara consigo as lágrimas enquanto andava a caminho de Raul.

Raul atendia uma jovem garotinha quando Alex aproximou-se. Com tristeza, ele sorriu, já sabendo o que levara Alex até ali. Num minuto, o homem entregou uma sacola com pães para garotinha que saiu saltitante em direção ao caixa. Ambos observaram a inocência e doçura no caminhar daquele pequeno corpo frágil.

Cúmplice, se olharam, querendo decorar cada gesto que esboçavam. Raul saiu de trás do balcão e caminhou em direção a morena.

— Minha menina… — Num abraço, que demorou para chegar, Alex desabou.  — Sentirei sua falta mais do que essa cidade sente falta da chuva!

Alex sorriu em meio às lágrimas. O senhor abaixou a cabeça da mulher, de forma que pudesse beijar sua testa, e assim o fez.

— Eu estou com tanto medo, senhor Raul — Alex admitiu. — Não sei o que vai acontecer, não sei se estou pronta para voltar.

Senhor Raul olhou bem firme dentro dos olhos de Alex e segurou suas mãos.

— Você nunca saberá se está pronta se não encarar, minha menina.

Alex concordou.

— Sei o quanto te assombra voltar para sua cidade — o senhor apontou para um banco que havia por ali e os dois puderam se acomodar. — Mas você não pode desistir de tudo agora.

Alex escutava, atentamente, cada palavra dita pelo homem. Ele já ensinara muitas coisas para ela, coisas que ela levaria para sempre. Então, cada palavra dita por ele, merecia toda sua atenção, pois eram sábias.

— Obrigada por tudo que fez por mim, senhor Raul — Alex completou. — Estou partindo agora, mas estarei de volta quando o senhor menos esperar.

— Oh, minha menina, venha com certeza — sorriu. — Tente não demorar muito porque meu pobre coração está velho demais para aguentar muito tempo.

Alex observou o homem mais uma vez. Claro que a idade já havia chegado naquele corpo, mas ele ainda era um homem muito forte. Ele tinha que aguentar mais um pouco, aguentar muito. Alex ficou triste só de imaginar o quanto seria difícil caso acontecesse algo àquele senhor.

Na porta, Rachel sinalizava que ambas precisavam partir. Com tristeza, Alex assentiu em direção a amiga.

— Infelizmente, tenho que ir — ela deixou uma lágrima escapar. — Fique bem, meu velho. Eu amo o senhor com todo meu coração.

— Eu a amo como minha própria filha, Alex — Raul beijou suas mãos. — Vá em paz e que Deus a acompanhe em sua nova caminhada. E, quando tudo estiver rápido demais, acalme-se. O mundo continuará girando, minha menina, não precisa ter pressa.

Sem aguentar mais, Alex o abraçou.

— Obrigada… Mande lembranças a dona Carmen.

— Vá em paz. Faça uma boa viagem.

Com lágrimas nos olhos, Alex virou e foi em direção a sua amiga. Rachel envolveu sua cintura com um dos braços e juntas caminharam para o lado de fora da padaria.

No outro lado da calçada, Paolla buzinou, sinalizando que já estava pronta para partir. Notando lágrimas nos olhos de Alex, ela apenas sorriu e beijou uma de suas mãos, já sabendo o motivo da emoção da amiga. Alex agradeceu com um sorriso. Agradeceu também, mentalmente, por ter em sua vida aquelas pessoas tão especiais.

 

XXXX

 

Deram graças aos céus por conseguirem fazer o caminho até o aeroporto sem interrupções do trânsito. Todo mundo sabe como São Paulo fica agitada em certos horários. Alex e as amigas fizeram o trajeto conversando sobre o que viveram nesse tempo e até choraram juntas.

Alex odiava despedidas. E ela estava realizando muitas para apenas uma semana.

Paolla estacionou em uma vaga próxima a entrada principal do aeroporto. Descendo do carro, Alex pegou os fones de ouvido e o livro que ganhara de suas amigas algumas semanas antes.

— “Veronika Decide Morrer”, hã?! — Paolla apontou para o livro. — Eu já li. É realmente muito bom.

— Ah, sim — Alex concordou, enquanto tirava sua mala do carro. — Eu estou adorando. Me disseram que posso confiar em Paulo Coelho, então, vamos lá.

— Pode com certeza! — Rachel exclamou. — Vamos, meninas, já está na hora.

— Sim, está.

E assim, juntas correram em direção a entrada do aeroporto. Depois de deixarem sua bagagem e fazerem o check-in, foram em direção a uma Starbucks que ficava ali perto.

O vôo de Rachel sairia antes do de Alex, então foram em direção ao portão de embarque da amiga.

Rachel e Alex seguiriam para a Califórnia. Rachel ficaria na casa de seus pais, em Los Angeles. Já Alex, correria para sua saudosa San Diego.

Só Alex sabia o quanto aquela cidade litorânea fez falta em seus dias.

— Sentirei saudade de vocês, meu amores — Paolla abraçou as duas. — Espero estar com vocês em breve.

— Sentiremos sua falta também, Lola — Alex retribuiu o abraço.

— Te esperamos na Califórnia, baby! — Rachel exclamou, jogando-se em cima da pobre amiga.

— Preciso ir agora. Façam uma boa viagem! — completou. — Eu amo vocês.

— Nós amamos você, Lola! — Rachel e Alex responderam juntas, arrancando risos da amiga brasileira.

Paolla saiu rapidamente dali, pois não queria derramar as lágrimas e cair no choro.

Mais uma despedida, Alex pensou. Agora só faltava a delas.

XXXX

 

A caminho do destino de Rachel, Alex abraçou a moça ao seu lado e a ajudou com os pertences da mochila. Com documentos e passagem em mãos, Rachel olhou bem para a amiga que tanto amava, desejando que a morena sentisse a mesma atração por ela.

Alex, por sua vez, só conseguia pensar em uma pessoa. Seu coração partia por não ser capaz de corresponder aos sentimentos de uma pessoa tão adorável quanto Rachel. Queria ela ser capaz de confiar seu coração a outra pessoa, confiar seu corpo e alma inteiramente a outro alguém. Mas Alex sabia que, no fundo, ainda não estava preparada para tal feito. E Rachel entenderia isso perfeitamente, como sempre.

Acariciou o rosto de Rachel com a ponta dos dedos, gesto que arrancou um longo suspiro de sua fiel amiga.

— Tem certeza que você não quer voltar e ficar comigo em Los Angeles? — perguntou Rachel, mais uma vez, com intenção de arrancar a resposta desejada.

Alex suspirou, lamentando. Rachel compreendeu o gesto.

— Eu precisava tentar mais uma vez, Vause — sorriram. — Sentirei sua falta.

— Eu também sentirei a sua, você sabe — Alex abraçou o corpo curvilíneo. — Fique bem e faça uma boa viagem. Logo nós estaremos juntas novamente.

— Claro que sim, Vause — sorriu, mais uma vez, e Alex pode notar que gostava do sorriso da amiga. — Preciso que você, sim, fique bem. Qualquer coisa, me ligue.

— O farei com certeza — prometeu, juntando os dedos.

Rachel admirou a figura alta, de pele clara e olhos verde-penetrantes que permanecia parada em sua frente, com um riso triste nos lábios. Admirou, profundamente, o interior daquele corpo bonito. Alex, definitivamente, merecia ser feliz, e Rachel não desistiria assim tão fácil.

Percebendo o olhar curioso da amiga, Alex curvou a cabeça um pouco para o lado.

— O que foi? — questionou. — Por que está me olhando dessa forma?

— Preciso de algo antes de ir — Rachel foi sincera.

E, sem que pudesse dar chances de resposta para Alex, ela curvou-se e beijou os lábios grossos e bem desenhados que jaziam no rosto da morena. Alex não recuou. Pelo contrário, ela segurou firme na cintura da amiga, beijando-a com todo o amor que nutria por ela, por sua pura amizade.

Rachel finalizou o beijo com lágrimas nos olhos.

— Obrigada por isso, Al… — Alex enxugou seu rosto.

— Boa viagem, Rach — sorriu. — Nos encontramos em breve, parceira.

— Pode ter certeza que sim, parceira — Alex virou-se, acenando de longe. — E, quando nos encontrarmos de novo, quero mais um desses — concluiu, referindo-se ao beijo.

Alex apenas sorriu, confirmando com o polegar.

Afinal, por que não?

A caminho do seu destino, Alex lembrou que ainda não sabia o que fazer quando chegasse até o aeroporto de San Diego. Nicole encarregou outra pessoa para realizar uma função que ficou destinada a ela.

Alex amava sua amiga, claro, mas odiava esse seu lado irresponsável. Nicole sempre fora dessa forma, mas pensou que as coisas fossem melhorar depois que ela chegasse até a idade adulta.

Mas Alex estava redondamente enganada.

Nicole atendeu no terceiro toque.

— Hey, Vause! Já está no aeroporto?

— Oi, Nicky. Estou sim — suspirou. — Não tenho muito tempo, liguei apenas para saber quem irá me buscar no aeroporto.

— Relaxe um pouco, Vause, você saberá quando chegar em San Diego, babe — Nicole riu. — Providenciei uma plaquinha especialmente para isso.

Alex bufou da imaturidade da amiga.

— Você continua a mesma criança de sempre, Nicky.

— Certas coisas não mudam, meu amor. Faça uma boa viagem. Nos vemos já.

Nicole desligou antes mesmo que Alex pudesse ter a chance de responder.

— É, Nicky, nos vemos já.

Ales desligou o telefone e caminhou calmamente até a área destinada ao acesso para o avião. Entregou os documentos e a passagem para a moça ruiva de cabelos engraçados e continuou seu destino.

Seu assento ficava entre o meio e a frente do avião. Pela janela, podia observar o clima cinzento que aquela parte do dia reservava para os moradores da cidade. Se ajeitou na poltrona e colocou os fones de ouvido, selecionando as músicas em modo aleatório para que pudesse seguir viagem.

Por um momento, pensou em sua família. Pensou em San Diego. Pensou em seus amigos. Pensou em Piper.

Alex gostaria muito que a amizade das duas fosse como antes, era isso que ela desejava com todo seu coração. Porque, afinal, elas tiveram algo muito intenso antes de serem um casal. A confiança, as aventuras, a lealdade e o amor que nutriam uma pela outra, sempre foram mais fortes do que qualquer outra coisa. E Alex prezava por isso.

Porém, ela sabia que nem tudo poderia ser tão simples como dizer. Ainda existia muitas barreiras que impediam as duas mulheres de serem livres uma como a outra. Piper estava em uma relação séria com uma outra mulher, tinha consciência disso. Mas também estaria disposta a tentar de tudo para, pelo menos, ter a amizade e carinho da sua loira por perto.

“Sua loira”, isso já não fazia mais jus a ela.

Observando os passos de pessoas pelo corredor, avistou uma garotinha que caminhava em sua direção. A garotinha chegou na poltrona ao seu lado e colocou uma mochila no bagageiro e logo se acomodou ao lado de Alex. Uns dez anos seria muito para aquele ser pequeno e determinado que logo preparou suas músicas e retirou um livro de dentro de sua mochila, amarrando o cabelo dourado num coque logo em seguida.

Percebendo o olhar curioso de Alex, a garotinha resolveu analisar a morena. Alex logo desviou o olhar. Não queria ter problemas com uma criança.

— Não precisa ter vergonha de mim, moça — a garota interagiu. — Na verdade, acho importe que nós criemos uma amizade durante esse vôo, já que estamos viajando juntas. As horas são longas até lá.

Alex olhou a garotinha, incrédula, sem acreditar que um ser tão pequeno pudesse interagir tão bem com pessoas desconhecidas.

— A propósito, sou Helena — estendeu a pequena mãozinha em sua direção. Alex a segurou com cuidado. — Tenho onze anos e não sou nenhuma criança chata.

Alex permaneceu imóvel, sem saber muito o que fazer.

— Você não fala, moça? — perguntou, inocentementeç.

— Oh, sim, desculpe-me — Alex se apressou em responder. — Eu sou Alex. E também já tive onze anos, sem ser uma criança chata.

A garotinha achou graça daquilo.

— Eu imagino que sim — sorriu. — Indo viajar ou voltando de viagem?

— Digamos que estou voltando de uma longa viagem, Helena — Alex respondeu e a garotinha concordou, prestando atenção no fluxo de pessoas que seguia pelo corredor. — E você?

— Estou voltando para a casa da minha mãe. Meus pais estão separados — justificou. — Então eu fico de San Diego para o Brasil, do Brasil para San Diego. Isso é um caos! — exclamou, como se estivesse exausta. Alex achou graça daquilo. — Mas meus pais ainda estão apaixonados, só precisam saber disso.

— É um pouco mais complicado que parece, Helena.

— Nada é tão complicado assim, senhorita Alex. Os adultos é que complicam as coisas mais simples — nisso, Helena encaixou os fones em seu ouvido e deu total atenção ao livro aberto em seu colo.

Alex não poderia discordar do que a garotinha disse. Helena estava certa em cada palavra.


XXXX

 

Com os comandos necessários, o avião seguiu viagem. Alex não percebeu a hora passar, mas soube que cochilou durante boa parte da viagem após as duas conexões que fizeram.

Helena permanecia na mesma posição, devorando seu livro e cantarolando, em voz quase inaudível, a música que tocava no seu aparelho.

— Olá, Alex — falou, sem tirar os olhos do livro. — Você dormiu muito, estamos quase chegando em nosso destino.

— Vejo que sim, Helena, já está escurecendo.

— É. Uma admirável paisagem — a garota garantiu, apontando para a janela ao lado de Alex.

— É verdade — concordou. — É realmente muito bonito.

— Alex?

— Sim?

— Não sei quem é Piper, mas você deve gostar muito dela — Alex encarou a garotinha. — Você falou o nome dela o tempo todo enquanto estava dormindo.

Alex suspirou, com um sorriso.

— Eu realmente gosto muito dela, é alguém especial mesmo.

— Pareceu ser.

Alex sorriu. A garotinha estava acompanhada de sua governanta, mas ela dormia pesadamente em uma das poltronas ao lado.

— Qual a primeira coisa que fará quando chegar a San Diego, Alex?

— Hm, eu não sei, na verdade — respondeu, de forma sincera. — Mas acho que vou matar a saudade que estou sentindo de todos meus amigos e familiares.

— Boa ideia! — exclamou. — Minha mãe vai me agarrar, me encher de beijos e dizer que sentiu minha falta. Mas eu quero mesmo é me esbaldar nas praias…

— Eu também adoro as praias. Será minha segunda realização.

A garotinha sorriu, animada.

— Espero que aproveite seus dias de volta, Alex.

E, mais uma vez, Helena colocou os fones no ouvido e fixou os olhos na leitura.


Não demorou muito para que o avião pousasse em San Diego. Alex sabia que, agora, já não tinha mais volta. Teria que encarar sua nova realidade e focar sua mente em seus projetos e realizações.

Esperou que alguns passageiros se encaminhassem para a saída. Alex percebeu que Helena já estava acompanhada da mulher que seguiu viagem com ela. Percebeu também que havia um bilhete no assento destino a ela. Alex pegou o papel com cuidado e o abriu, lendo atentamente.

“Obrigada por seguir a viagem calmamente ao meu lado, senhorita Alex. Fez bem em voltar para San Diego, aqui é ótimo. Espero que você encontre logo sua pessoa especial de nome ‘Piper’ e que seja muito feliz.

Aproveite as praias.

Helena”

Sem acreditar, Alex olhou para a garotinha. Ela lhe lançou um sorriso, uma piscada e um aceno que foram retribuídos no mesmo instante.

Era possível conhecer pessoas maravilhosas durante um vôo.

 

Alex saiu do avião e foi em direção ao local para pegar sua bagagem. Distraída, nem percebeu que Nicky enviara uma mensagem avisando que sua carona já havia chegado no aeroporto. Ótimo, pensou Alex, ela estava exausta.

Após alguns intermináveis minutos, avistou sua bagagem. Com tudo em mãos, foi caminhando distraidamente até o portão mais próximo da saída.

Não demorou muito para que ela desse de cara com o anjo iluminado segurando a plaquinha “Bem-Vinda de volta, Vause Gostosa”. Quando os olhares se encontraram, o choque foi imediato e o coração reagiu, pulsando fortemente após receber aquele sorriso tão seu.

Alex soube, naquele instante, que nada daquilo tinha passado.






Uma pena. Seus dias seriam intermináveis.


Notas Finais


E vamos continuar...


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