História The Past - Capítulo 6


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Palavras 3.253
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá amores, NOTAS FINAIS!!!!

Capítulo 6 - 05. Joe Turner


Fanfic / Fanfiction The Past - Capítulo 6 - 05. Joe Turner

POINT OF VIEW — Debbie Voltter

NY, New York:. 10:25 AM

Abro meus olhos lentamente para tentar me acostumar com a claridade do sol que adentra pelas janelas do quarto. Observo os braços tatuados de Bieber que estão sobre a minha cintura, e me ocorre o por que ele está me abraçando. Não o vi entrar, meu sono estava pesado demais para notar, confesso que foi bom dormir aqui. Levanto o seu braço bem devagar para não acordá-lo e o coloco sobre a cama. Me sento e fico admirando o seu rosto, cada detalhe seu é tão lindo, não posso ser hipócrita em negar a sua beleza, pois isso ele tem de sobra, pena que essa beleza só é possível de se ver por fora, já que é só ele abrir a boca para começar a bostejar asneiras.

O que aconteceu ontem no estacionamento está me intrigando bastante, os tiros começaram assim que saímos de dentro da boate, o que mostra que eles já estavam lá a um tempo, esperando a oportunidade perfeita para começar o tiroteio. E quem são aqueles atiradores misteriosos que acertaram o Bieber? Não consegui ver ninguém, acredito que eles estavam longe o suficiente para não serem vistos. Chego a me questionar se o alvo realmente era o Bieber ou se poderia ser eu, pois ele tinha parado na minha frente para me dizer alguma coisa quando foi atingido, então eu não sei. Vou precisar investigar isso por conta própria para descobrir a verdade.

Me levanto da cama e caminho até o banheiro para jogar uma água no rosto, quem sabe assim eu consiga despertar logo de uma vez. Saio do cômodo, recolho meus sapatos no chão do quarto e me retiro a passos curtos, não posso correr o risco de despertá-lo. Ando em direção à saída da mansão, com a confusão de ontem, acabei deixado a minha bolsa com celular, documentos e dinheiro na boate. A Jô deve estar pirando e imaginando o pior, não consegui nem avisá-la, pois o idiota me deixou presa. Do lado de fora avisto um dos seguranças do Bieber no jardim, era o tal do James que tentou ajudá-lo a sair do carro. Ele está falando com alguém no celular e pelo tom da sua voz não parece ser coisa boa, mantenho uma certa distância, pois não quero parecer uma bisbilhoteira e ficar escutando a sua conversa, apesar de está morrendo de curiosidade. Quando ele termina a ligação, eu me aproximo.

— Olá, bom dia, não quero incomodar o senhor e me desculpe por isso… mas você pode chamar um táxi pra mim? Eu vim para cá seguindo o GPS e não tenho ideia de onde estou, estou realmente precisando ir para casa. — Digo para o homem em minha frente.

— Claro que a senhorita não incomoda, mas vou fazer melhor, vou pedir ao motorista da mansão para te levar até a sua casa, o que acha? — Ele pergunta com um sorriso simpático em seu rosto.

— Ah, tudo bem, te agradeço imensamente. — Ele faz um sinal para que eu o acompanhe até a garagem e assim o faço.

— Isaac, pode levar essa senhorita até a sua casa, por favor? — James fala para o homem de cabelos grisalhos que está sentado em uma cadeira lendo o jornal do dia.

— Posso sim. — Ele se levanta e coloca o jornal na cadeira. — Pode entrar no carro, senhorita. — O homem diz apontando para a SUV’s preta parada na entrada.

— Obrigada. — Entro no automóvel e observo o Isaac tomar seu lugar no banco do motorista.

— Qual o seu endereço, senhorita? — Ele questiona enquanto liga o veículo.

— Atlantic Ave, 38, no Brooklyn, mas será que o senhor poderia passar na boate antes? — Digo um pouco acanhada, não quero abusar da carona. — É que eu deixei minhas coisas no meu ármario e queria poder pegá-las, se não for incomodo, claro. — Explico depois que ele passa com o carro pelos portões.

— Sim, nós passamos lá e depois eu deixo a senhorita em casa. E não se preocupe com isso, você é convidada do Senhor Bieber, é o meu dever levá-la aonde quiser. — Apenas concordo e esboço um sorriso aberto como agradecimento. Não quero enfrentá-lo dizendo que não era nenhuma convidada do Bieber, ele que me obrigou a ficar na casa dele, se fosse por mim, eu já estaria na minha casa a muito tempo. Mas como Isaac é um senhor simpático e educado, mantenho a minha boca fechada. Não preciso ser rude com todo mundo a minha volta.

Depois de seguir um breve caminho em silêncio, ele para o carro no estacionamento da boate. O lugar está calmo demais para o meu gosto, nem parece que aconteceu um tiroteio aqui a poucas horas atrás. Não tem polícia ou repórter, na verdade não há ninguém do lado de fora. O que é muito estranho, a Fire é uma das boates mais badaladas e famosas de Nova York, como que ninguém tomou conhecimento do que houve aqui?  

— Eu volto já, Isaac, só vou pegar minha bolsa. — Ele sorri e eu saio do veículo.

Caminho rapidamente até a entrada da boate e assim que passo pela porta, vejo o grande caos que está aqui dentro. Há muitos seguranças, alguns estão desesperados e apreensivos, bom parece que as coisas estão ruins por aqui. As faxineiras, coitadas, tentam a todo custo organizar e limpar toda a bagunça. Avisto Ryan conversando com um dos seguranças e assim que ele nota a minha presença, ele anda até o meu encontro.

— O que você está fazendo aqui, Debbie? Você não deveria estar com o Justin agora? — Ele exclama surpreso.

— Com a confusão eu acabei esquecendo minha bolsa aqui, vim apenas pegá-la para ir para casa. — Ele sorri e balança a cabeça.

— Tudo bem, pode ir pegá-la, mas se ele souber que você esteve aqui, capaz de me matar. — Ele começa a rir e eu o acompanho.

— O Bieber não precisa saber disso. — Pisco para ele e vou em direção à área dos funcionários para pegar a minha bolsa no meu armário.

A pego e trato de sair rapidamente, pois não quero ter o azar de cruzar com ele aqui, daqui a pouco ele acorda e tenho certeza que virá para cá imediatamente. Vou em direção ao carro e assim que entro, Isaac dá a partida e dirige em direção a minha casa.

— Obrigada por me trazer, Isaac. — Falo para o senhor assim que ele estaciona o carro de frente ao meu prédio.

— Por nada, senhorita, tenha um bom dia. — Sorrio e saio do carro.

Passo pela porta de entrada do prédio e chamo o elevador para ir ao andar do apartamento. O elevador desce, aperto o botão do meu andar e logo ele começa a subir. Assim que ele para no meu andar, eu saio e procuro as chaves dentro da bolsa. Minha bolsa é uma bagunça, é quase uma missão impossível achar algo aqui dentro. Destranco a porta e ao entrar dou de cara com a Jody sentada no sofá com expressão de desespero, coitadinha, ficou preocupada comigo.

— Aonde você estava? Você quer me matar do coração? Achei que tivesse acontecido alguma coisa com você, meu Deus, não faça mais isso. — Ela diz vindo correndo na minha direção para me abraçar.

— Desculpe, não consegui te avisar. — Desfaço nosso abraço. — O importante é que estou bem, mas muito cansada, então posso te contar tudo depois?

— Mas...

— Depois eu te conto, Jô. — Grito indo para o meu quarto. Ao abrir a porta me deparo com a pessoa que eu menos quero ver hoje, na verdade, eu quero poder nunca mais ver a cara desse desgraçado na minha frente outra vez.

— Oi Debs. — Ele diz com um sorriso largo em seus lábios.

— O que você está fazendo aqui, Joseph? — Chamo a Jody no mesmo instante, ela vem correndo e aparece na porta. — Por que o deixou entrar?

— Ele me disse que precisava falar com você urgentemente, me desculpe. — Ela fala rapidamente e se retira, pois sabe que vai acabar sobrando pra ela se continuar aqui. Não acredito que ele veio atrás de mim até Nova York.

— Não culpa a sua amiga, ela só estava tentando nos ajudar. — Coloco minha bolsa na minha cama, cruzo os meus braços abaixo dos meus seios e espero suas explicações.

— Diga logo o que veio fazer aqui, Joe, a minha noite foi longa e não estou com tempo para enrolação. — Me jogo no colchão e fecho os meus olhos, com a esperança de que ele apenas desapareça da minha frente.

— Por que você foi embora sem me dizer nada? — Me sento na cama quase que instantaneamente, e solto uma risada alta e irônica.

— E por algum acaso eu deveria ter te dado satisfações? — Era só o que me faltava.

— Claro que sim, por tudo o que vivemos juntos, não achou que eu merecesse saber que estava deixando a cidade? Nós tivemos uma história, Debbie, você gostando ou não. — Ele diz com firmeza.

— Joe me poupe, tá? — Reviro meus olhos. — Quando foi que você criou respeito pelo que tivemos? Na hora de sair me difamando para toda a cidade você nem ao menos pensou em ter respeito por mim. Agora não venha me cobrar nada. Nós tivemos uma história, TIVEMOS, o verbo está no passado então vê se supera essa. Nós dois não temos mais nada, você deixou isso bem claro pra mim quando terminou comigo, ou por um acaso você se esqueceu de quem acabou o namoro? Pois eu não me esqueci. Para com essa hipocrisia toda. — Grito deixando a raiva consumir todo o meu corpo, já faz bastante tempo que venho guardando isso só para mim e a minha maior vontade agora é de socar o seu lindo rosto.

— Quantas vezes mais terei que me desculpar por isso? Você sabe que eu estava com raiva naquele momento, eu estava com muito ódio de você, por tudo o que aconteceu. Não queria ter feito ou falado aquelas coisas, você sabe que eu não sou aquele tipo de cara. — Ele pronuncia com um tom de voz suave e caminha até a minha cama.  

— Não ouse se aproximar de mim Joe, estou te avisando. — Ele tenta tocar o meu rosto, mas me levanto e tomo distância. — Suas desculpas não são suficientes para mim, você pode tentar implorar o meu perdão por um bilhão de vezes, que ainda assim não será o bastante. Mas estou tentando superar isso agora, só quero poder esquecer essa merda, então saí daqui. Não quero mais continuar tendo essa conversa com você, vai embora, por favor! — Minha voz sai embargada e eu me mantenho firme, não vou me permitir chorar, pelo menos não na frente dele, será ainda mais humilhante para mim.

— Debs...

— Saia logo daqui, Joe! — Solto um grito estridente e ele se retirou fechando a porta atrás de si.

Soco a parede com força e jogo todas as minhas peças de roupas no chão. Começo a chutar tudo o que vejo na minha frente. Eu só quero que essa sensação de vazio passe, não vou chorar, não derramarei mais nenhuma lágrima por ele, pois eu já chorei demais. Só preciso que essa dor suma, quero poder me sentir completamente feliz como eu achava que estava. Mas vê-lo aqui na minha frente, trouxe todo o meu sofrimento de volta. A minha única solução é socar, chutar e gritar, isso de certa forma me ajuda a extravasar.

“Você me deu o mundo, me deu o mundo para jogar tudo fora. Tudo que você me deixou foi o passado e este espaço no meu coração que agora está me corroendo devagar. Estou pegando tudo que aprendi de você, eu vou fazer uma coisa que nunca fiz, não posso ser quem você é. Você me ensinou a partir um coração — Westlife (How To Break A Heart)”

— Preciso de um banho. — Digo a mim mesma a caminho do banheiro.

Retiro minhas roupas rapidamente, entro no box e ligo o registro. Deixo a água percorrer todo meu corpo e eu rezo aos Céus para que todos os meus sentimentos desçam pelo ralo, mas infelizmente não é assim que as coisas funcionam. É surreal imaginar que ele estava bem aqui, minha ficha ainda não caiu. Como um ser humano pode ser tão cara de pau a ponto de viajar quilômetros de distância, apenas para ter o prazer de me ver ainda mais pra baixo? A humilhação que ele me fez passar não foi o bastante? Ele precisava vir até aqui, para terminar de pisar no meu coração.

Como ele descobriu o meu endereço? Será que foi a Jody que disse a ele que eu estava morando com ela? Eu dúvido muito, ela estava presente naquele maldito dia, ela mais do que ninguém sabe como foi horrível passar por tudo aquilo. Talvez tenha sido a Roxie, ela adora se meter, mas será mesmo?

Fecho o chuveiro, pego minha toalha e a envolvo no meu corpo. Saio do banheiro correndo e pego meu celular dentro da minha bolsa, disco o número dela e aguardo ela atender. Nós não costumamos falar muito por telefone, mas isso é importante.

— Graças a Deus você atendeu, cheguei a acreditar que não fosse. — Falo assim que ouço o som da sua respiração do outro lado da linha.  

Me desculpe, eu estava um pouco ocupada. Mas aconteceu algo? Sua voz está tão estranha.

— Foi você que deu o meu endereço para o Joe? Por favor, seja sincera. — Vou logo direto ao ponto, não sou de ficar enrolando.

Por que? — Ela pergunta com receio.

— Ah não… eu já imaginava isso e custo a acreditar que você disse a ele aonde eu estava, porra Roxie. Você vai dizer logo pra ele, é muito difícil vê-lo, chega a doer em mim e você está cansada de saber disso. Me questiono agora se você é realmente minha amiga, porque não é o que parece para mim. Ainda mais agora que está indo tudo bem, ele aparece para confundir tudo. — Meus olhos estão marejados, mas me recuso a deixar essas lágrimas caírem.

Eu acho que vocês precisam conversar e resolver as coisas entre vocês, me desculpa por isso, mas você acha que fugir sempre é a melhor solução para os seus problemas?

— Sim, isso tem resolvido tudo pra mim ultimamente. — Afirmo segura.

Sinto muito, Debs, mas não é desta forma que as coisas funcionam. É necessário ser franca e dizer tudo o que precisa ser dito, sei que você ainda guarda muita mágoa, mas ela só vai embora depois que conversar com ele. Pensa que é a única oportunidade que você tem para colocar todo esse sentimento de dor pra fora. Não fique brava comigo, estou fazendo o melhor pra você. Bote pra fora tudo que te incomoda e permita-se viver intensamente. Ficar guardando todas essas coisas ruins para você, só te fará mal. Experimente falar sobre isso.

— Talvez você tenha razão, acho que conversar com ele será o melhor a se fazer, mas não agora, ainda não estou preparada. E me desculpe a grosseria, eu perco a cabeça quando se trata do Joe.

Isso conversem quando você estiver preparada. Tenho que desligar agora, depois nos falamos, eu amo você!

— Também ruiva, sinto sua falta. — Desligo o telefone por fim.

Para mim é difícil assumir, mas ela tem toda razão. Preciso dizer a ele todo o estrago que me causou e o quanto ele me machucou. Mas esse não é o momento certo, tenho que colocar os meus sentimentos e ideias em ordem antes de qualquer coisa.

Resolvo chamar a Jody, para fazermos compras para o meu quarto.  Pego um vestido listrado que estava jogado no chão, ele bate na metade das minhas coxas e calço um tênis branco. Passo apenas um perfume e decido sair sem maquiagem mesmo, não tenho cabeça para isso agora, eu só preciso me distrair um pouco. Saio do meu quarto e entro no quarto da Jody, a encontro deitada no seu sofá lendo um livro.

— Preciso esfriar a cabeça, que tal ir comigo comprar algumas coisas para o quarto? — Jody dá um salto da cama e calça um par de saltos vermelhos.

— Agora, adoro fazer compras. — Começamos a rir juntas, caminhamos para fora do quarto, pego minha bolsa e saímos rumo às compras.

[...]

O dia foi longo e exaustivo, porém muito divertido. Consegui comprar tudo o que eu queria pro meu quarto, não exatamente tudo, afinal não tenho tanto dinheiro assim, mas com o tempo eu vou o deixar com a minha cara, por enquanto está ótimo. Nós duas decidimos ir a um restaurante para jantar, a boate não vai abrir devido ao incidente então já bolei à noite das garotas perfeita para nós, os filmes já estão alugados, vamos passar a noite rindo e comendo bastante, assim espero.  

Entramos no restaurante e eu peço uma mesa para duas pessoas ao atendente, ele nos leva até o local e nos sentamos. Fazemos os nossos pedidos e eu peço ao garçom para trazer um vinho tinto para acompanhar, já a Jody opta por beber um suco de frutas vermelhas, ela não gosta muito de vinho.

— Me desculpa, Debs. — Jody diz depois de bebericar um pouco do seu suco.

— Não precisa, a Roxie está certa, preciso colocar para fora o que sinto, eu preciso ter uma conversa definitiva com o Joe, só assim poderei seguir em paz comigo mesma.

— Isso vai te ajudar muito, você vai ver. — Ela afirma com um pequeno sorriso em seus lábios.

— Espero que sim...

— Voltter, você por aqui? — Pronto, era realmente o que faltava para o meu dia ficar ainda melhor, esse cara anda me seguindo? Ergo meu olhar em sua direção e o vejo de mãos dadas com uma loira, acho que a mesma loira da foto no quarto dele.

— Acho que tenho o direito de jantar também, Bieber. — Digo rude.

— Você fugiu da minha casa mais cedo, ficou com medo de mim? — Jody me dá um chute por debaixo da mesa, eu me queixo por causa da dor do seu golpe e sussurro dizendo que depois explicava essa história toda, pois com toda a bagunça de tiroteio e ex voltando do além, acabei me esquecendo de contar a ela o que aconteceu.

— Medo de você? — Solto uma risada baixa. — Eu apenas não queria mais ter o desprazer de ficar na sua presença, Senhor Bieber. — Enfatizo o senhor.

— Como assim essa vadia estava na sua casa, Justin? — A loira desconhecida por mim finalmente abre a boca, infelizmente apenas para falar merda.

— Acho que me confundiu com você, querida. — Beberico um pouco do meu vinho.

— Olha aqui... — Bieber a olha intensamente e ela para de tagarelar no mesmo instante, isso é ótimo, não estou num dia bom, ficar aguentando provocações de uma completa estranha não é o jeito certo de fazê-lo melhorar. Se ela me dirigisse mais alguma ofensa gratuita, eu poderia esquecer que estava em um local sofisticado e partiria para cima dela, já estou desde a madrugada procurando alguém para acertar uns bons socos.

— Bom, se vocês dois não perceberam, estamos jantando, queremos um pouco de privacidade.  — Digo olhando diretamente para ele.

— Que coisa feia, Voltter, sou o seu chefe, será que não podemos nos juntar a vocês? — Ele pergunta com um sorriso forçado nos lábios.

— É... podem se sentar. — Jody diz rapidamente, sem ao menos me informar da sua escolha. Ela me olha com aquele olhar de cachorrinho que acabou de cair da mudança, e eu já sei o que aquilo significava, ótimo. Agora vou ter que aguentar a presença do meu querido chefe durante todo o jantar. Já prevejo uma indigestão.


Notas Finais


Me desculpe por esse capítulo, confesso que poderia ter sido melhor, mas já fazia tanto tempo que não postava para vocês. Bom se vocês leram meu aviso, viram que agora eu estou oficialmente de férias, ou seja, mais tempo para postar, amém? KKKKKKKKKK. Vou tentar atualizar uma vez por semana para vocês, dependendo de como esteja meu humor para escrever e até se vocês pedirem muito, eu acho que consigo postar duas vezes por semana, o que acham? Me façam perguntas amores, sinto falta de interagir com vocês. Me digam o que estão achando, suas dúvidas, qualquer coisa, mas falem comigo, por favor!

Beijos e até mais <3


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