História The Past - Capítulo 8


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Categorias Laura Prepon, Orange Is the New Black, Taylor Schilling
Personagens Alex Vause, Personagens Originais, Piper Chapman
Tags Alex Vause, Laylor, Piper Chapman, Vauseman
Visualizações 209
Palavras 1.433
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Orange, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite! Nem eu acredito que estou por aqui.
Nos vemos nas notas finais.
Boa leitura!

Capítulo 8 - Novos Dias


Alex terminou de se arrumar e logo desceu para a cozinha novamente. Seus pais ainda estavam em casa, mas Samuel já se preparava para sair.

O banho serviu como um ótimo lugar para pensar sobre sua nova meta de vida: reconquistar Piper Chapman. Ela sabia que não seria uma tarefa fácil, tampouco algo que viria de mãos beijadas. Ela perdera um pouco da confiança da loira, então teria que lutar por isso com afinco.

— Precisa de carona, filha? — Samuel perguntou, interrompendo os pensamentos de Vause.

— Não, pai. Acompanharei a Piper.

— Certo. Nos vemos já.

Com um beijo estalado na testa de Vause, Samuel saiu.

Diane estava desenhando algo no papel. Alex sobre ficava impressionada com a habilidade da mãe ao desenhar tão facilmente.

Ela não herdou isso da mãe.

Nem do pai.

E, bem, nenhum de seus irmãos herdaram.

— Pronta para colocar seu plano em ação? — Diane perguntou, sem tirar os olhos do papel.

— Bem, vamos começar por partes.

— Boa sorte com isso, filha.

— Agradeço. Preciso ir, mãe.

Alex deu um beijo no topo da cabeça da mulher.

— Boa sorte no trabalho também. Espero que goste. Seu pai está radiante com isso — Alex sorriu. — Teremos um almoço familiar no domingo. Chame Piper.

— Certo. Farei isso. Tenha um bom dia, mãe.

— Obrigada, amor. Tenha um lindo dia também.

Com um ar renovado, Alex saiu de casa. Pegou as chaves do carro no bolso e abriu a garagem antes de entrar no veículo.

Piper já estava na porta assim que Alex estacionou em frente a casa dela.

Toda vez que Alex a via, se sentia como uma adolescente perdida novamente. Tudo nela chamava a atenção da morena. E, bem, só admirá-la de longe começou a ficar cansativo para Alex.

Vause circulou o carro e abriu a porta do passageiro para Piper.

— Vejo que algumas coisas não mudaram, hm? — Piper disse, antes de entrar no carro.

Alex voltou para o lado do motorista e entrou no carro também.

— Algumas coisas nunca mudam, Stra. Chapman.

— Sempre cordial.

— Temos que fazer bonito para as garotas.

— Garotas, é?

Piper encarou Alex sem se importar em demonstrar o ciúme que sentiu ao ouvir a frase dita pela ex namorada. Alex se divertiu com a cena e deu partida no carro.

— Bem, eu estou caidinha por uma certa moça e pretendo conquistá-la, custe o que custar.

— Entendi. Você a conheceu no Brasil?

— Não. Na verdade, ela é daqui mesmo — Piper virou para a frente, focando no caminho. — Nos reencontramos a poucas horas. Já fazia algum tempo que eu não a via.

— Bom, boa sorte com sua paixão então.

Alex queria dizer. Deus sabe o quanto queria! Mas estava sendo muito mais engraçado se divertir com a cena de ciúme que a Piper estava fazendo. Além de só servir como confirmação para suas perguntas.

Alex sentiu o gostinho da esperança vindo claramente em sua boca.

E ela o saboreou como uma fruta doce.


Chegaram na empresa um pouco depois. E Alex ficou muito feliz em ver o tamanho que a empresa tomara. Seu pai, e os Chapman estavam desempenhando um trabalho e tanto. A morena sentiu muito orgulho da família. Sentiu orgulho do seu pai e de tudo aquilo que eles vinham realizando juntos.

Alex seguiu atrás de Piper e a morena sorriu ao ver Suzanne na recepção. A mulher não fez menos que correr em direção a Alex.

— Eu não acredito que você está realmente aqui, garota! — Suzanne disse, abraçando a figura altíssima em sua frente.

— Oh, Suz, que saudade eu senti de você! Você faz muita falta!

Suzanne sorriu ainda mais. Aquela mulher realmente era de outro mundo.

— Fico feliz que esteja de volta, Alex. Seja muito bem-vinda. Samuel passou por aqui e disse que você vai assumir o cargo do RH. Estou muito contente por trabalhar com você.

Alex sentiu o coração aquecer.

— Sim, Suz, eu estarei bem aqui, trabalhando com vocês.

Suzanne olhou para o lado e Piper esboçava uma feição descontente.

— Bom dia, Piper! Me perdoe, eu me empolguei com a Alex aqui…

— Tudo bem, minha querida — Piper correu para abraçá-la. Não conseguia ficar muito tempo emburrada.

— Bem, então é isso. Preciso voltar ao trabalho. Fico feliz que esteja de volta, Stra. Vause. Tenham um bom dia de trabalho.

Alex e Piper saíram sorrindo enquanto Suzanne se encaminhava para trás do balcão.

Era curioso, para Alex, observar a movimentação ali. Seu trabalho seria simples, nada além do que ela havia estudado. Por ser uma grande empresa, faria testes e entrevistas com novos funcionários e com os funcionários que já estavam ali há um tempo. Pelas contas, em dois meses teria entrevistado todos.

A sala da Alex ficaria ao lado da sala da Piper. Isso seria algo difícil de não acrescentar, principalmente para a morena. Seria um desafio e tanto ter a presença de sua Piper logo ali, tão perto.

— Certo, Vause, essa é sua sala. Tudo o que você precisa, está aqui. Você pode acompanhar o desenvolvimento dos funcionários a partir desses testes que são realizados vez ou outra, a cada três meses. É importante para manter nosso controle. Suzanne separou currículos para avaliação. Assim que preferir começar, pegue com ela.

— Sim, Piper. Muito obrigada.

Piper assentiu e fez menção de sair.

— Qualquer coisa, estou em minha sala. Sabe onde fica.

Alex sabia. E isso seria uma tarefa dura de ser esquecida.


O dia passou de forma tranquila. Já fazia um bom tempo que Alex não trabalhava tão arduamente. Samuel havia passado pela sala da morena e instruído sua filha em alguns aspectos importantes. Alex também precisou de ajuda para conhecer cada parte da empresa. Foi como um passeio de negócios.

No almoço, saiu acompanhada de Piper. A loira precisou sair para fazer uma ligação e Alex sabia para quem era. Não se deixou incomodar com isso. Aproveitou para ligar para Rachel. Ela estava curtindo cada momento com a família e Alex ficou feliz por isso. Finalizaram a ligação assim que Alex avistou Piper voltando para a mesa. Fora o almoço mais tranquilo em meses, e ela ficou feliz por aquilo.

Ter Piper ao seu lado, era como um caminho de felicidade sem tamanho.

No fim da tarde, já havia entrevistado alguns funcionários. Ela queria manter um ritmo bom para terminar o quanto antes. Sua mente trabalhava sem parar em novas atividades para os funcionários da empresa, isso a deixava animada.

Alex queria ocupar a mente para liberar o coração. O que seria um tanto quanto complicado. Mas precisava manter a sanidade se quisesse reconquistar o amor de Piper.


Às 16h, Alex estava prestes a sair de sua sala quando escutou duas batidas em sua porta.

— Entre.

Era Piper. Com o semblante cansado e seu típico risinho no rosto.

— Ei, Al. Você já está de saída?

Alex sorriu. Por que ela tinha de ser tão linda?

— Sim, eu estou. Vamos?

— Por favor. Eu só preciso de um banho para relaxar.

— Parece uma ideia um tanto quanto tentadora.

Alex pegou suas coisas e foi em direção a Piper.

As duas se despediram de Suzanne assim que passaram pela recepção. Alex prometeu um almoço com a mulher na próxima semana e ela ficou muito contente.

— Suz é ótima. Eu tenho um carinho muito grande por ela.

Alex confessou. Não havia como sentir o contrário.

Piper concordou de prontidão. Sentia a mesma coisa em relação a Suzanne. Era, de fato, uma mulher especial.

As duas não trocaram muitas palavras no decorrer do caminho. O clima permanecia quente, no estilo San Diego. A música que tocava na rádio era calma e favorável para o momento.

Não demoraram a chegar na casa da loira.

— Obrigada pela carona, Vause! — Piper disse, já saindo do carro.

— Não precisa agradecer.

— Nos vemos, sim?

Alex assentiu.

— Ei, Pipes!

— Sim?

— Minha mãe fará um almoço em família no domingo. Venha. Sua presença será importante.

Piper pareceu pensar um pouco sobre. O que serviu para deixar o coração de Alex na mão.

— Não sei se devo… Não terá uma de suas garotas por lá?

Alex achou a cena mais adorável do mundo.

Com um sorriso de lado, respondeu.

— Eu espero que a minha garota esteja lá. Por isso fiz o convite a você. Portanto, se você for, sim, minha garota estará por lá.

Piper sorriu. Como não sorria há um tempo. Saboreou cada sentimento exposto naquelas palavras.

— Estarei lá.

Com essa afirmação, a loira seguiu em direção a sua casa.

De repente “estarei lá” tornou-se uma frase e tanto para Vause. E ela permaneceu ali, estática, em frente a casa dos Chapman.

A frase lhe atingiu em cheio junto com aquele sorriso.

Ela deu partida e seguiu para sua casa.


Notas Finais


A vida é meio confusa, isso nós sabemos. Quando envolve faculdade, trabalho e um término, fica ainda mais confusa rs. Meu coração estava todinho com vocês, só pensando que eu deveria voltar logo.
Bem, eu voltei.
Obrigada por toda paciência, meus amores, vocês são especiais demais! Obrigada por não desistirem. Escrever é muito importante para mim e vocês fazem parte disso tudo.
Ainda temos nosso grupo no whats e é bem legal. Se alguém quiser participar, só mandar o número com ddd e o nome por mensagem.
É isso!
Obrigada!
Até logo ❤


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