História The Perfect Babysitter. (Ruggarol) - Capítulo 13


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Categorias Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Karol Sevilla, Luna Valente, Matteo Balsano, Michael Ronda Escobosa, Personagens Originais, Ruggero Pasquarelli, Simón, Valentina Zenere
Tags Amizade, Amor Proibido, Karol Sevilla, Lutteo, Michael Ronda, Michaentina, Micharol, Ruggarol, Ruggentina, Ruggero Pasquarelli, Simbar, Valentina Zenere
Visualizações 112
Palavras 3.086
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus bombons, tudo bem? (espero que siim!)
Me desculpem pelo o atraso da postagem. O capítulo já estava pronto, mas eu precisava fazer algumas correções antes de postá-lo.
Não sei se está tá tão bom como deveria, me esforcei ao máximo mesmo não estando em um momento bom ao escrevê-lo.
Aproveitem ao máximo e não me deixem please! ♥🙈

Chega de mi-mi-mi e vamos de capítulo!
(Vão me odiar pelo o que vem por aí ksksksksks)
Aguardo vocês nas notas finais!

Boa Leitura! 💗

Capítulo 13 - What Did You Come Here To Do?


Fanfic / Fanfiction The Perfect Babysitter. (Ruggarol) - Capítulo 13 - What Did You Come Here To Do?

Pior que a dor de uma magoa é magoar a pessoa amada, assistir seu sofrimento e não poder mudar o passado. - Rafael Romulo Cardoso. 


Karol Sevilla.

É uma loucura pensar que isso poderia estar acontecendo, sou uma pessoa que não aceita a traição em nenhuma circunstância, e hoje sou quem pratica tal ato imperdoável. Pra mim esse tipo de coisa não tem perdão, me vejo como um caso perdido no pecado, uma abominação! Sou aquilo que eu mais sentia nojo, uma destruidora de lares! Meus Parabéns Senhorita Sevilla!

Não sei como consigo me olhar no espelho depois de várias séries de beijos com Ruggero. Coloco minha cabeça no travesseiro e durmo normalmente pensando nos momentos incríveis que tenho ao lado do mesmo, eu só posso ter um problema muito sério de cabeça!

Valentina não merece o que está acontecendo, por mais que tenha seus defeitos ninguém merece carregar um “par de chifres” na cabeça. Às vezes me pego pensando em como isso será um desgosto eterno pra ela. Sua melhor amiga, a quem deu um teto para dormir, um emprego para ajudar a sustentar sua família, aquela que ajudou a construir o caminho para realização de seu sonho, é a mesma que destruirá sua felicidade... É Karol você merece o prêmio de pior amiga do mundo! Uma mal agradecida!

Me sinto no fundo do poço, não sei como encará-la quando aparecer em minha frente. Não conseguirei olhar em seus olhos como antes sem ter um peso enorme na consciência. Estou apunhalando ela pelas costas! Estou retribuindo a sua ajuda da pior forma possível, lhe roubando seu marido e o carinho de sua filha que insisti em me chamar de Mamãe.

Claro que não permito que Megan me chame assim, pois sou apenas sua babá e nada além que isso. Não posso tirar o direito de Valentina que é a sua mãe de sangue e bagunçar a cabecinha da pequena ao ponto de colocá-la contra sua própria origem. Esse monstro eu não sou!

Que culpa eu tenho Deus? Eu não queria o senhor sabe! Eu resisti até onde pude, mas foi sendo maior que eu! Quando vi já estava perdidamente apaixonada por ele e não tinha como fugir mais desse sentimento! Tentei empurrar a portar e trancar esse amor a sete chaves para que não me invadisse, mas foi em vão, fui uma fraca, e cá estou prestes a acabar com uma família inteira! Que tipo de ser humano eu sou? Se é que me posso chamar assim!

Mas o jeito que ele me olha é diferente, o seu toque me faz perder o equilíbrio, e ah... O seu beijo me deixa totalmente entregue em suas mãos, era indiscutível o controle que ele tinha sobre mim.

Jamais imaginei que isso fosse acontecer comigo, sempre fui tão tosca para sentimentos amorosos tanto que evitava a me apegar, só curtir era o suficiente pra mim. Eu via o sofrimento das minhas amigas após se apaixonarem, e deixava claro pra mim mesma que eu não deixaria isso acontecer comigo de nenhuma maneira, e olha onde estou hoje, suspirando pelos cantos que nem uma idiota. Chiara diria que estou pagando a língua já que eu mencionava que isso não iria acontecer. Um belo tapa na cara que a vida me deu. Obrigada por isso vida!

Dias intensos se passarão, eu e Ruggero nos aproximamos ainda mais, apaixonados a cada dia. Ele é o homem dos meus sonhos sem dúvida nenhuma, todas as suas ações mostrava como esse sentimento era vivo e verdadeiro, me pergunto por que ele tinha que ser assim? Mesmo sendo dono de uma beleza inacreditável, seu caráter era nítido. Um bom homem, e particularmente um excelente pai. Nem acredito que isso seja tudo meu! Quer dizer... É quase meu!

Tem se tornado complicado resistir as  suas provocações já que sou tentada a todo momento por uma mão boba sendo surpreendida muitas vezes com beijos de tirar o fôlego, mas eu tinha um resquício de juízo, não poderia entregar meu corpo assim tão facilmente vai que isso não seja apenas uma atração carnal e depois ele me dispensa como uma qualquer? Não posso negar que ele tem agido apaixonadamente, mas vai saber o que se passa por aquele cérebro pecaminoso? Já que seu corpo reage de imediato quando o toco ou quando estamos muitos próximos. Confiar cegamente? Ainda não! Tem apenas um pouco mais de um mês que isso vem acontecendo, eu preciso de muitas provas ainda para que eu feche meus olhos e me deixe ser guiada as escuras por esse amor. Amando sim, mas boba não! 

Atrasada mais do que o prometido, Valentina passou do dia que havia dito que voltaria. Acordei e já encontrei uma mensagem sua dizendo que chegaria no voo das 19h, pois havia ocorrido alguns imprevistos e não houve uma forma de voltar antes desse horário.

Mas intensa que o normal passei a manhã inteira preocupada com sua chegada. Sinceramente, não me sentia bem com tudo isso, eu só queria sumir para não ter que vê-la fingindo que nada acontece e abraçá-la esfaqueando-a ainda mais por trás, por ser cínica e não dizer a verdade. Não era meu feitio esconder algo e menos ainda, mentir.

Por sorte hoje eu não teria que ir ao curso de confeitaria, a minha cabeça não estava no lugar. Consegui uns dias para testar algumas novas receitas para a prova experimental da próxima semana que me fará passar de fase. Se concentrar nisso vai ser um pouco difícil, já que não consigo parar de pensar no que vim fazendo durante todo esse tempo.

Ruggero ainda dormia já que hoje entraria mais tarde na empresa. Sua frequência de ficar em casa agora era constante por ser amigo agora ter se tornado seu novo sócio, então a maioria das vezes eu tinha que aguentar suas piadas engraçadinhas que resultava em vassouradas, que vinham acompanhadas de vários amassos de brinde. Só dizia coisas indevidas assim não dá, ele é completamente um pervertido não tenho dúvidas disso!

Pesquisei algumas receitas no livro que uma colega do curso me indicou e optei pelo Fraisier Cake, um bolo de origem francesa feito de pão-de-ló, morangos, crème pâtissière e marzipan. Uma mistura incrível que causa boas sensações ao paladar, estava mais que na hora de testar coisas novas.

Meu celular começou a tocar, atendi mesmo estando um pouquinho ocupada. 

Call Answered:

- Oi Mamãe! – digo sorridente mesmo sabendo que ela não poderia ver.

- Olá meu amor, como você está? Mamãe está morrendo de saudades! – ela dizia emotiva.

- Ah mamãe, por favor, não chora! Eu estou bem. – me preocupei.

- Estamos a tanto tempo sem se ver não há como reagir de outra maneira. – ela diz triste.

- Eu sei, mas prometo visitar vocês em breve. Só preciso me organizar direitinho aqui para ir. – coloco o açúcar, o suco de limão e a água em uma panela, levando até o fogão para fazer a calda para molhar as camadas do bolo – Mas me conte como as coisas estão ai?

- Ah querida nada bem! Seu pai tem se envolvido novamente com apostas em jogos e as dívidas estão altíssimas! – ela suspirou – Eu não sei mais o que fazer, consegui alguns dias de trabalhos aleatórios, mas mesmo assim não está dando para sanar as dívidas. Me desculpe por lhe importunar com isso filha você não...

- Ei mamãe está tudo bem. – a interrompo – Você pode sempre me procurar quando precisar, eu disse que ajudaria vocês no que eu pudesse.

- Mas você já nos enviou dinheiro esse mês querida, você tem seus assuntos, não se preocupe daremos um jeito por aqui. – ela diz para me tranquilizar.

- Eu vou ver o que posso fazer aqui. Mas mamãe essa situação está insuportável, quando o papai vai entender que isso está destruindo a família inteira? – exaltei um pouco minha voz – Eu vou dar um jeito de tirar vocês daí, ele não pode te explorar dessa forma, você não pode se esforçar muito.

- Não posso deixá-lo aqui sozinho meu amor, como ele vai sobreviver? – ela diz ainda chateada com a situação.

- Ele não pensa em vocês mamãe, pra ele só o que importa é a ganância em enriquecer. – digo mexendo a panela – Vou arrumar uma maneira de trazer vocês para cá, eu prometo! Vou ver se consigo pedir meu salário adiantado para enviar a vocês.

- Mas filha... – ela tenta dizer e eu interrompo.

- Mamãe vai ficar tudo bem, sim? – suspiro pesadamente – Eu amo você!

- A mamãe também ama você! – sinto as mãos de Ruggero em minha cintura me roubando um sorriso assim que ele começa a beijar meu pescoço.

- Diga a todos que estou com muitas saudades! Diga a Justin que teremos um conversa bem séria sobre aquele assunto. – Ruggero me encara feio e eu começo a rir.

- Querida não vá brigar com ele, sua intenção era apenas ajudar. – ela diz intercedendo pelo garoto.

- Eu sei mamãe, mas mesmo assim preciso conversar com ele. Agora vou ter que desligar – ele tinha se afastado e estava de braços cruzados me encarando – Beijos, se cuidem! Qualquer coisa me ligue!

Call ended. 

Desligo o celular e o olhar de Ruggero continuava a me engolir. Era muito fofa a sua reação quando cito o nome de alguém que ele desconhece, o seu ciúme aparece nos extremos.

- Já pode falar senhor ciúmes, o que quer saber? – digo rindo desligando o fogo e voltando a mesa para cortar o bolo já assado em duas camadas.

- A pergunta já é muito óbvia, só explique. – ele diz sério.

- Sabe que eu amo quando você reage assim? É tão sexy... – mordo os lábios indo em sua direção.

- Não enrola Karol fala logo, não queira me ver descontrolado... – ele realmente estava enfurecido e eu não me importei nem um pouco continuei a provocá-lo.

- E o que vai acontecer em? – sussurrei em seu ouvido voltando a encarar seus lábios que rapidamente vieram para me roubar um beijo, só que me afastei lhe fazendo beijar o vento.

Eu fui muito má eu sei, mas é bom fazer isso às vezes, é divertido vai. Ele ficou totalmente frustrado andando de um lado para o outro enquanto bagunçava os cabelos, e eu ? Ria a toa quase concluindo o preparo.

- Ah Karol você ainda vai me pagar muito caro por essas ações incompletas. Acho que você não tem noção do perigo! – ele se aproxima enquanto eu o observava – No momento em que eu tiver o seu corpo em minhas mãos, ah meu amor... Nem Deus vai te acudir! Não terei piedade de você, anote isso! – ele sorriu se sentando a mesa.

Se eu estou com medo? Talvez... Mas o lado perigoso de alguém sempre é bom, e a intensidade me atraí, então está tudo certo por aqui. Estou preparada para toda e qualquer situação!

Com o Fraisier já pronto coloquei o mesmo na geladeira e me sentei a mesa para acompanhá-lo no café da manhã. Não tínhamos nenhum risco a correr, visto que pedi a Suzi que levasse Megan até a escolinha antes de ir fazer compras para manter o estoque de alimentos cheio para o próximo mês.

Ruggero ainda estava distante, evitava me olhar nos olhos e menos ainda a me dirigir uma simples palavra. Ele estava mais sério que o normal e isso me preocupou, passei de todos os limites será?

- Justin é apenas meu irmão, não precisa se preocupar com isso. – beberiquei um pouco do café.

Ele continuou calado nem se quer reagiu a minha fala, foi como se eu nem existisse ali. Eu fiz o mesmo, terminei meu café da manhã, lavei a louça e subi direto para o quarto o ignorando totalmente como ele está fazendo comigo. Se a intenção dele é que eu implore atenção, vai morrer esperando para que um dia isso aconteça.

O relógio já marcava 11h da manhã faltava apenas uma hora para Meg sair da escolinha. Tomei um banho relaxante e me vesti confortavelmente. Depois de ter me perfumado, fiz um coque mais solto e uma maquiagem bem leve. Já pronta pra sair do cômodo meu celular começou a tocar desesperadamente. E quem mais poderia ser.

Call Answered:

- Quem é viva sempre aparece não é? – digo pegando minha bolsa pra sair dali.

- Olha quem fala, a garota que veio pra nossa cidade e nem se quer nos procurou! – ela rebateu enquanto eu caminhava pelo corredor. 

- Como eu ia saber que vocês estavam morando aqui? – digo voltando para o quarto para pegar as chaves que esqueci.

- Da última vez que nos falamos eu disse que viria pra cá, em que planeta você estava quando eu disse? – ela fala brava me roubando um sorriso. 

- Na lua talvez. – começo a rir colocando as chaves na bolsa.

- Muito engraçadinha hahaha – ela forçou uma risada – Quero que você venha aqui em casa hoje, precisamos da noite das meninas! Quanto tempo não fazemos isso não é?

- Então Chia... – ela me interrompe e eu paro no meio da sala ao ver Ruggero sentado na poltrona distraído com o notebook.

- Eu não quero nem saber, você vai vir nem que seja arrastada! - ela gritou em meus ouvidos.

- Já te disseram que você é petulante? – pergunto a ela.

- Você me ama que eu sei, então apareça aqui depois das 19h da noite. – ela diz animada – Estamos morrendo de saudades senhorita distraída!

- Também estou com saudades meu amor! – digo sorrindo para provocar Ruggero que rapidamente tirou sua atenção do aparelho e fitou os olhos em mim.

- Meu amor? Tem um cara na jogada e ele está olhando pra você agora, tenho certeza! – ela diz e eu sorrio ainda mais – Quero saber de tudo em detalhes! – ela grita no fundo pela ansiedade da curiosidade.

- Pode deixar que não vai escapar nada! – ela riu alto.

- Estou adorando fingir ser o homem da linha, ele deve tá puto te olhando – ela ri – Se resolva ai e nos vemos mais tarde, beijos. – ela desliga e eu guardo o celular na bolsa.

Call ended. 

Os olhos de Ruggero observavam todo o meu corpo até parar em meus olhos e encará-los de maneira fria e raivosa. Não dei a mínima importância para sua reação sobre mim, peguei as chaves da casa e caminhei para sair fora dali sem lhe dirigir uma palavra.

- Não vai me dizer com quem estava falando e aonde pretende ir assim dessa maneira? – ele pergunta um pouco irritado e eu paro no meio do caminho.

- Ah agora decidiu parar de me ignorar? – me viro e o encaro com uma das sombracelhas arqueadas – Acho que não cabe a você saber o que eu faço ou deixo de fazer. Não sou sua propriedade! Apenas continue a me ignorar.

- Karol... – ele tenta dizer se aproximando e eu saio dali batendo a porta.

Quem ele está pensando que é pra me tratar com frieza? E pior, para querer controlar meus passos? Ele tem que aprender que não sou um objeto que ele tem posse, como também a controlar o seu ciúme que parece ser doentio. Agora ele que aguente ser ignorado também!

Estaciono o carro no estacionamento da escola, faltavam alguns minutos para Meg sair, então aguardei ali na pracinha da frente. O dia estava lindo o sol havia dado as caras, era um dia excelente para um passeio ao ar livre, a pequena vai adorar a ideia.

Meu celular tocava e eu apenas ignorava as chamadas insistentes de Ruggero. Ele realmente não sabe dar um tempo! Aquilo já estava me irritando muito. Desliguei o celular e respirei fundo enquanto observava as crianças brincando dentro do parquinho da escolinha.

- Vê-las assim acalma não é mesmo? – ouço uma voz sob meus ombros é uma voz familiar... Mas não pode ser!

- Michael o que você está fazendo aqui? – o observo incrédula com a sua presença.

- O certo seria... “Ah que saudades que eu estava de você!” – ele ri ficando em minha frente – Não vai me dar um abraço?

Ainda sem acreditar que ele realmente estivesse ali, o abracei mas nada demorado. Seu sorriso estava um pouco fraco e sem brilho, o que me preocupou muito. Algo de muito grave poderia estar acontecendo, pois seus olhos tinham resquícios de lágrimas.

- O que está acontecendo Mike? – pergunto segurando uma de suas mãos e as lágrimas surgem novamente em seu rosto.

- A vovó está muito mal Karol, trouxemos ela para que tivesse um tratamento melhor. – ele suspirou ainda em lágrimas – Meu irmão nos disse de um excelente hospital daqui para o tratamento de pessoas como ela, mas ela não está nada bem, quase não fala e nem se alimenta, os médicos já nos disseram para nos preparar.

- Nossa eu sinto muito... – ele não sentia vergonha de fraquejar em lágrimas na minha frente, eu apenas o amparei novamente em um abraço.

Senhora Kim é uma pessoa muito importante pra mim, sempre me ajudou e me estendeu a mão quando ninguém mais havia o feito, sou eternamente grata por tudo o que fez por mim. Me apeguei muito a ela, uma senhora boa e carinhosa que sempre se preocupava comigo, meu coração se parte ao meio com toda essa situação.

Durante um tempo abraçados me afasto por ele já estar mais calmo. Seus olhos ainda estava nublados em lágrimas e de maneira carinhosa limpei-as, lhe arrancando um sorriso. Claro que fiz isso sem nenhuma intenção maliciosa, foi somente para confortá-lo, mas não foi assim que ele viu minha atitude.

Sem saber como isso foi acontecer, Mike grudou seus lábios nos meus em um selar enquanto adentrou seus dedos em meus cabelos para dar uma melhor posição para o beijo. Quando me afastei vi Ruggero parado no portão da escola com um buquê de flores nas mãos, observando toda aquela cena embaraçosa.

- Por que você fez isso? – lhe questionei por aquela atitude.

- Eu achei que você queria... – ele justificou.

- Já te disse inúmeras vezes que não quero mais nada com você! Então não se aproxime de mim novamente. – grito com ele e atravesso a rua rapidamente para alcançar Ruggero que já entrava em seu carro.

- Ruggero espera! – o chamei, mas novamente fui ignorada como mais cedo. Ele deu partida e seguiu em alta velocidade para longe dali.

Olhei para o lixo que estava ao lado e o buquê estava jogado ali. Meu coração se partiu aos mil pedaços, e as lágrimas jorravam por meu rosto me causando uma dor sem medida por dentro.

Por que as coisas tinham que dar erradas assim?


Notas Finais


Não me odeiem!🙈
Eu sei que destruir Ruggarol dói, mas dar a intensidade na história é sempre bom!

Tadinho do Ruggero, meu coração ficou aos pedaços 💔
Mas e agora? O que vocês acham que vai acontecer?
Ruggero vai acreditar em Karol? Ela vai ter a chance de se explicar?
Claro que ela não teve culpa, mas o que fazer se alguém te beija do nada? Ainda mais na hora errada! 😑

Esse mal entendido vai causar muitas consequências e principalmente, haverá muitas descobertas... Preparados para o próximo capítulo??
Eu já tô me preparando ksksksksks pq vai ser bombástico💥!
Me aguardem!

Eita eu já ia me esquecendo...
Tenho um amigo que também é escritor, só que de histórias originais. Então peço humildemente a você que me acompanha aqui que dê uma olhada em seu projeto que é incrível!

https://www.spiritfanfiction.com/historia/guerra-nas-trevas--o-surgimento-de-um-amor-17809149

O enredo é ótimo, sem contar que ele é excelente na escrita.
Para nós que escrevemos é importantíssimo ter o apoio de vocês ao longo dos capítulos, é motivante cada comentário sendo de felicitação ou de crítica, tudo é construtivo para melhorarmos!
Então é isso...
Essa foi uma das minhas maiores notas finais kkkkkkkkk
Vou falar menos, sorry😅❤

Até o próximo capítulo, bjoos amores <3


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