História The Perfect Babysitter. (Ruggarol) - Capítulo 17


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Categorias Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Karol Sevilla, Luna Valente, Matteo Balsano, Michael Ronda Escobosa, Personagens Originais, Ruggero Pasquarelli, Simón, Valentina Zenere
Tags Amizade, Amor Proibido, Karol Sevilla, Lutteo, Michael Ronda, Michaentina, Micharol, Ruggarol, Ruggentina, Ruggero Pasquarelli, Simbar, Valentina Zenere
Visualizações 83
Palavras 2.821
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus amores 💗 oh quem voltou rapidinho??
Agradecida pelos mais de 80 favoritos presenteio vocês com esse capítulo de imediato! 💕
Muito obrigada meus amores por todo esse carinho, vocês não sabem como fico feliz em agradar a cada um de vocês ♥
Espero continuar conquistando a cada um de vocês.
O apoio de vocês me fazem ser escritora melhor, grata meus bombonzinhos 😍❤

Vamos de capítulo agr?
Preparem o coração ♥

Boa Leitura ^^

Capítulo 17 - I Would Give My Life For You To Live...


Fanfic / Fanfiction The Perfect Babysitter. (Ruggarol) - Capítulo 17 - I Would Give My Life For You To Live...

O verdadeiro amor é um calafrio doce, um susto sem perigos. - Guimarães Rosa. 


Ruggero Pasquarelli.

Estava na hora de parar de ser um idiota e ir atrás da mulher que eu amo, meu coração dizia para ouvir o que ela tem a dizer e é isso que vou fazer.

Valentina já iria começar outra discussão a respeito de sua suspeita de minha "suposta traição" depois que pediu a Suzi para levar Megan para o quarto e colocá-la para dormir.

- Chega Valentina! Já estou cansado desses seus ataques, pra mim já deu! - pego as chaves do carro depois de alterar minha voz com ela.

- Ainda não acabamos Ruggero aonde pensa que vai? - ela diz irritada.

- Para qualquer lugar desde que seja bem longe de você! - saio fechando a porta da entrada com tudo.

Minha cabeça rodava um pouco pela questão do álcool ainda estar em meu sangue, mas isso jamais iria me impedir de ir atrás de Karol.

Chegando a portaria pergunto ao porteiro com quem possivelmente Karol havia saído.

- Vamos o senhor precisa se lembrar! - digo andando de um lado para o outro. 

- Desculpe Senhor Pasquarelli, a velhice não me ajuda nessas horas. - ele disse tentando se esforçar para se lembrar, até que... - Senhor eu a vi sair com uma mulher de cabelos médios e negros. - ele disse depois de lembrar. Me toquei só poder ser... Malena? 

- Muito obrigado! - dei um abraço apertado depois de saber que tinha chance de encontrá-la.

- Ei Garoto! Aperta menos. - o velho riu - Boa sorte!

Sai correndo para o estacionamento. Já no trajeto de um caminho que eu não sabia pra onde seguir liguei para Agustín. Ele deveria saber aonde a tal de Malena morava já que é cheio de contatos.

Call Answered:

- Agustín você sabe onde a Malena mora? - pergunto assim que ele atende.

- Poxa Mano! Me atrapalhou pra saber onde essa garota metida mora? - ele reclama.

- Ué já tentou algo com ela? - pergunto curioso.

- Já sim, e levei um belo de um bolo e fora que ainda quase fui linchado pelo celular assim que ela descobriu que eu estava pegando a amiga dela. - acabei rindo - Tá rindo do que idiota?

- Eu? - ri baixinho me fazendo de desentendido - De nada não. Vai me falar ou não?

- Vou. - ele passou o endereço e eu coloquei no GPS - Tomara que ela te quebre no meio - ele riu. 

- Não adianta me colocar medo que não me assusto, que tipo de homem eu seria se tivesse medo de mulher? - digo assim que dobro a esquina seguinte.

- Só te desejo uma boa sorte! Quando estiver no quarto de hospital pede para que alguém me avise, até mais! - ele ri.

Call ended.

Minutos depois chego ao condomínio onde Malena mora. Com muita insistência o porteiro me deixa entrar.

Toquei a campanhia da casa e aguardei até que fosse recebido. A porta se abriu mostrando a garota de cabelos negros me encarando com uma cara péssima.

- Que poha faz aqui na minha casa! - ela grita e eu arregalo os olhos.

- Se acalme eu só preciso conversar com a Karol sei que ela está aí... - ela me interrompe.

- Não, você não irá vê-la! Você a destruiu como pode machucá-la desse jeito? Você é um galinha! Não se aproxime mais dela! - ela empurrou a porta na minha cara só que fui rápido e coloquei o pé entre ela que impossibilitou de ser fechada.

- Fora daqui! Ela não quer te ver seu traste! - ela praticamente rosnou pra mim.

Agora acredito que ela realmente é uma fera. Puta que pariu que mulher brava do Caralho! Só falta Karol agir da mesma maneira, ai tô é fundido, saio daqui com uma mão na frente e outra atrás! 

Segundos depois Karol aparece na sala com o rosto ainda inchado e avermelhado devido o tanto de lágrimas derramadas ali. Assim que seus olhos se encontraram aos meus vi a tristeza e a decepção ali acumuladas. Meu peito se apertou, causando uma dor horrível, permiti que as lágrimas escorressem pelos meus olhos mostrando o quanto ver o seu sofrimento me machucava.

Implorei para que ela me ouvisse, entretanto seus olhos me mostravam o medo de me permitir chegar perto e isso me fez sentir um lixo.

Tentei novamente pedir que ela reconsiderasse até que o cara que se atende por "Mike", aquele que a beijou, apareceu também ali a chamando de "Anjo". Como é? Quem ele pensa que é? 

O babaca jogou na minha cara a história que ele diz ter com Karol e se isso me incomodou? CLARO QUE INCOMODOU! Só de saber que ele a beijou e possivelmente, a teve em seus braços já que ele deu a entender isso, fez meu sangue ferver! Mas eu precisava ouvir isso dos lábios de Karol, se ela realmente o amar e se essa história ainda  tem continuidade, saberei respeitar mesmo que isso acabe comigo por dentro.

Invadi a casa jogando Malena para os braços do idiota exibido e fui até Karol que me olhava um pouquinho receosa. Peguei em seus braços e pedi que me dissesse se o amava, ela me olhou nos olhos por alguns segundos e quando estava preste a dizer algo percebi seus lábios começarem a perder a cor e o seu corpo perder o equilíbrio, a segurei antes que pudesse ir ao chão.

O suor de seu rosto era frio, ela estava apagada já que eu lhe chamava e não obtia respostas.

- Karol não faz isso comigo! Eu amo você! - beijei seu rosto suado enquanto minhas lágrimas escorriam.

Malena correu até onde estávamos junto com Mike que tentava de alguma forma tirá-la de meus braços.

- Saía daqui deixe que eu cuido dela! Isso tudo é culpa sua babaca! - ele disse rude.

- Não vou sair do lado dela, mas você vai nem que eu... - digo enraivecido até Malena nos interromper.

- Dá pra vocês dois pararem de ser dois merdas? Ela tá mal e precisa de um hospital e vocês agem que nem crianças do jardim de infância. Ela não é um prêmio seus idiotas! - ela gritou com nós dois nos fazendo arregalar os olhos, e eu engoli seco. 

E claro que ela tinha razão, Karol precisava de mim e perder meu tempo com o idiota não iria dar em nada. Peguei ela nos braços e corri até o carro com Malena nos acompanhando rapidamente. Coloquei ela no banco de trás junto com a amiga que estava desesperada.

Sai em alta velocidade para o hospital mais próximo dali.

Chegando lá Malena desceu rapidamente atrás de uma maca enquanto eu a tirava rapidamente do carro.

- Meu amor vai ficar tudo bem! - beijei sua testa antes de ela ser levada correndo lá pra dentro.

Malena e eu ficamos na sala de espera inquietos com a espera de notícias de Karol. Meu coração batia aceleradamente por saber que ela podia estar muito mal e a culpa ainda ser toda minha. Naquele momento eu pedi ao Deus que existe, aquele que é o centro de todas as coisas, que me desse mais uma chance de concertar o meu erro e a amasse da maneira correta.

Malena foi até a lanchonete do hospital e me trouxe um café.

- Obrigado! - digo agradecido.

- Não pense que somos amigos, porque não somos, você continua sendo um babaca! - ela diz sem me olhar apenas observando a correria dos enfermeiros de um lado para o outro.

- Realmente sou um babaca, você tem razão! - fechei meus pulsos pela raiva que sentia de mim mesmo até uma lágrima cair.

- Sempre tenho! - revirei os olhos - Mas de uma coisa eu sei seu idiota, ela ama você. E se você realmente a ama está na hora de fazer as coisas direito, porque se não... - ela se virou e eu a acompanhei vendo o tal de Mike chegar ali - Você pode perdê-la! - ela piscou.

Michael se aproximou e se dirigiu a Malena para saber de Karol.

- Não sabemos nada ainda, estamos aguardando o médico. - ela disse preocupada pela demora.

A espera já estava me matando, saber que a pessoa que você mais ama está lá dentro e ainda pior, sem saber em que estado me deixava a ponto de enlouquecer.

Uma mulher loira se aproximou, suponho que seja uma médica já que usava jaleco e um estetoscópio no pescoço.

- O que houve Mah? - ela perguntou a Malena curiosa pareciam ser amigas pelo tratar entre elas. 

- Karol está aí dentro, desmaiou e não sabemos como está. - Malena começou a chorar pela preocupação e principalmente, por não saber como ela está. 

- Vou ver quem está atendendo ela e já volto! - a loira se preocupou muito em saber de quem se tratava, seu rosto até tomou uma posição triste e saiu correndo lá pra dentro. Deveria ser amiga também de Karol.

Cada minuto já me consumia, meu celular tocava o tempo todo mostrando o rosto de Valentina na tela, ignorei todas as vezes que tocou, pra mim o que importava agora era somente Karol, ela que se dane!

A loira e um outro só que moreno veio até nós e rapidamente me coloquei a frente deles para saber notícias junto com Malena e o "talzinho lá". 

- Como ela está? - pergunto rapidamente esperando uma resposta imediata.

- Ela está estável. Só foi uma queda de pressão, porém não queremos descartar qualquer outra possibilidade, por isso ela fará alguns exames. - o médico disse calmamente.

- Nós podemos vê-la? - Malena pergunta ansiosa.

- Sim, um de cada vez apenas. - a loira diz.

- Irei primeiro. - Mike se intromete. Quem esse babaca pensa que é? Esse cara já está passando dos limites! 

- Quem disse que você vai entrar lá? - digo arqueando uma das sombracelhas.

- Por acaso você manda em alguma coisa aqui? Tenho certeza que Karol prefere me ver do que a você, já que ela está aqui por culpa sua. - ele diz rude e eu fervi, mas que aquilo doeu, doeu viu! Era a mais pura verdade! 

- A faça mil favor... Karol te despreza, ela não quer nada com você. Então tire o seu burrinho do caminho, porque se não passo por cima de você! - digo alterado. 

- Lembrando que aqui é um hospital e não um ringue de boxe - a loira diz educadamente.

- Calados! Quem vai entrar sou! Alguém vai querer me encarar? - Malena diz em tom um pouquinho elevado. E eu? Fiquei calado! Eu é que não vou arriscar minha vida e me instalar em algum quarto ali - Ótimo! Vamos Chiara, me leve até lá!

Ficamos ali sem ao menos olhar para cara um do outro. Ficar no mesmo ambiente que aquele inseto era tóxico, eu queria dedetizá-lo, porém não podia. Precisava respeitar o lugar, e também as pessoas que estavam ali com alguém lá dentro em um caso crítico.

Malena parecia que não iria sair mais, ter que esperar novamente não estava me deixando calmo e no controle. A porta se abriu e ela saiu vindo em nossa direção.

- Ela está bem! Só um pouquinho fraca, acham que ela está com uma intoxicação alimentar. - ela diz mais tranquila.

- Agora vou entrar lá preciso vê-la! - Mike se apressou, só que Malena segurou em seu braço.

- Na verdade ela pediu pra ver Ruggero, então quem vai é ele e não você! - ele arregala os olhos e eu fico sem reação por um segundo. Meu coração se acelera pela a emoção de ela pedir pra me ver! 

- Ela... Ela quer me ver? - gaguejei sentindo a adrenalina pulsar.

- Sim, vai logo ela está esperando! - ela sorri me dando carta branca.

Saio dali mostrando um sorriso vitorioso para o idiota do Michael. CHUPA BABACA!

Orientada por uma enfermeira chego ao quarto em que Karol estava. Caminho devagar até chegar a cama, onde ela estava com um de seus braços conectado ao soro. Seus olhos estavam fechados devido a sonolência que aquilo lhe causava, e também a fraqueza. Toco o seu rosto delicadamente deixando as lágrimas caírem sem medo algum. Me sentia muito mal vendo ela naquela situação, meu coração doía em ver aqueles fios todos em seu corpo. 

- Eu sei que não te mereço Karol! Jamais queria ter feito você passar por tudo isso, eu faço tudo errado mesmo, sou um completo idiota! - as lágrimas pesaram ainda mais - Eu deveria ter pelo menos esperado para ouvir o que você tinha a dizer sobre aquele beijo, mas acabei bebendo, ela apareceu... E... Eu acabei agindo como um babaca. - me sentia trêmulo - Sei que é difícil de acreditar pelas muitas coisas que já fiz na vida na qual me arrependo muito. - peguei em uma de suas mãos - Mas de uma coisa você nunca duvide, eu te amo muito e eu daria minha vida se necessário, para você viver! Sou capaz de qualquer coisa por você! - me sentei na poltrona e chorei em sua barriga enquanto ainda segurava em suas mãos.

Senti que sua mão apertou a minha, e o monitor cardíaco pareceu acelerar. Levantei meus olhos e vi que seu rosto estava inundados em lágrimas. Sorri ao vê-la me olhar limpando as lágrimas que escorriam de seus olhos.

- Você... Me ouviu? - perguntei cuidadoso.

- Sim... A cada palavra. - ela diz baixinho.

- Karol eu... - estava dizendo e ela me calou com um de seus dedos.

- Está tudo bem. - ela sorriu tocando meu rosto - Eu amo você! - ouvir aquilo confortou meu coração de uma forma que foi sem explicação.

Fui até seus lábios e os selei demoradamente. Sua mão acariciou meus cabelos enquanto seu sorriso era estampado no rosto assim que nos afastamos. Meus olhos ainda estavam nos seus que agora emitiam todo o amor que eu sabia que existia.

- Sabe? - acariciei sua mão carinhosamente - Dessa vez prometo não estragar tudo! - digo beijando sua mão.

- O que está pretendendo fazer? - ela pergunta curiosa tentando se ajeitar na cama.

- O que eu devia ter feito desde o primeiro momento que meu coração disse que era você, a quem eu deveria amar! - digo apoiando o travesseiro em suas costas selando sua testa. 

- Ruggero você não... - ela ia dizendo e eu não a deixei terminar a fala e calei seus lábios com um beijo. 

- Amor vai ficar tudo bem! Não se preocupe! Só confia em mim, sim? - toquei  delicadamente seu rosto que ainda estava abatido. 

Aquele momento era muito bom, ficamos trocando carícias, olhares e claro que diversos beijinhos carinhosos, óbvio que eu queria aprofundar um pouco mais os beijos, mas não seria muito bom se um médico chegasse ali ou uma enfermeira, sendo que poderia me botar pra fora ao ver que estava roubando o ar de Karol e principalmente acelerando seu coração, já que esse monitor chato fica apitando o tempo inteiro e aumenta ainda mais quando se há uma reação emotiva, melhor não arriscar e ser expulsado do lado dela.

Depois que a enfermeira lhe aplicou um remédio na veia nos deixou a sós novamente, respirei aliviado já que parecia que não ia sair, lerda que só. 

- Achei que ela não fosse sair mais. - digo indo até a porta pra ver se ela tinha ido mesmo.

- Ela só está cumprindo o dever dela que é cuidar de mim. - Karol diz pedindo para que eu voltasse para ali.

- Ah mas eu sou o suficiente pra cuidar de você! Pra que ela? - digo fazendo bico.

- Aff como você é teimoso! - ela revira os olhos.

- Um teimoso que você ama, não adianta negar. - me aproximo.

- Convencido quase nada. - ela diz e eu lhe roubo um beijinho rápido.

- Desde que eu seja o seu Convencido não me importo de ser chamado assim. - acaricio os seus cabelos.

- Mas é bobo viu! - ela ri.

A porta é aberta enquanto ainda ríamos do momento mostrando Valentina com Megan agarrada a sua mão. Ela se aproxima junto com a pequena até onde estávamos nos observando em cada detalhe. Senti a mão de Karol tremer já que estava por cima da minha, o monitor cardíaco deu uma aceleradinha indicando quão enrascados estamos. 

- Ruggero, o que está fazendo aqui? - ela pergunta surpresa sem entender o motivo de eu estar ali. 

Karol e eu nos olhamos, o medo nos olhos dela eram gritantes e implorantes para que eu me calasse e não dissesse nada. 


Pqp agora eu me fodi! Como ela foi aparecer aqui?


Notas Finais


Será que agora vem oficialmente Ruggarol? 💗
Lembrando que os comentários de vocês são SUPER importantes😘💕

Até o próximo, bjos <3


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