História The Perfect Babysitter. (Ruggarol) - Capítulo 23


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Notas do Autor


Ooh quem voltou rapidinho? 😅💗
Já aviso que esse capítulo é bomba
💣💣💣💣💣💣💥💥💥💥
Preparem-se!

Não vou falar muito kkkkk (só nas notas finais mesmo)
Então vamos de capítulo!

Boa leitura! 💕
(nos vemos nas notas finais 😙)

Capítulo 23 - Giving a Full Stop!


Fanfic / Fanfiction The Perfect Babysitter. (Ruggarol) - Capítulo 23 - Giving a Full Stop!

Ou se aprende a lidar com a ingratidão alheia ou ela domina você. Pessoas serão ingratas, mas o que importa é fazer algo por se sentir bem, não para esperar reconhecimento, ou algo mais... Consciência tranquila, sentimento de fazer o certo, isso ninguém jamais poderá te tirar. - Dona Geo. 


Karol Sevilla.

Além de toda a situação do dia irritante que tive na empresa do meu namorado, Senhor Manoel se mostrou um pai preocupado diante de todos ali. Aquela sua maneira de agir me subiu um fogo pelas orelhas que acabei sendo grossa nas palavras. Poxa! Ele nunca agiu como um pai preocupado sempre só se preocupou em encher o rabo de bebida (desculpa a expressão mas é a verdade), eu que ralava pra sustentar a casa enquanto o mais velho apostava o que não tinha em bebida.

Sofri muitos anos com isso, era terrível ver o semblante cansado da minha mãe, pois ela também ajudava a arcar com os custos da casa. Meu coração era partido ao meio quando eu a observava escondida deixando as lágrimas escorrer pelos seus olhos. Dói só em lembrar de todas as vezes que peguei ela assim. 

Não foi fácil pra mim encarar toda aquela situação, e hoje luto para continuar a dar o melhor pra ela, aos meus avós, e aos meus irmãos. Esse homem que diz ser meu pai pouco se fudeu pra gente, e agora quer ser um pai de verdade? Ah faça mil favor!

Tá certo que quando vim pra Madrid ele me deixou até emocionada ao me tratar daquela maneira carinhosa ao se despedir, mas no decorrer desses meses que estou aqui minha mãe tem me informado da situação que está indo de mal a pior, e isso já está passando de todos os limites.

Se eu durmo ou não com Ruggero o problema não é dele, além de ser maior de idade e dona das minhas próprias decisões, ele não é ninguém pra exigir nada, só seria digno disso se fosse o homem da casa aquele que zela pela família, coisa que ele nunca fez.

Os olhos de Ruggero se encheram de lágrimas assim que minha avó o abraçou, me senti tão bem com aquilo que foi sem explicação, isso foi uma forma de minha avó mostrar que ele é bem-vindo a nossa família. Um sorriso acolhedor brotou em meus lábios assim que os dois se separaram e ela piscou pra mim com um sorriso de canto. Limpei os olhos de Ruggero e o acolhi em um abraço.

Não posso negar que estou curiosa com essa "revelação" que a minha avó tem a fazer. Ela sempre foi muito misteriosa, e isso inclui o meu avô também, havia algo que não sabíamos isso dava pra sentir no ar. Porém nunca insistimos com isso, se eles quiserem contar estaremos aqui para ouvir e se não, iremos respeitar os mais velhos.

- Estamos aqui para ouvir vocês, quando quiserem podem dizer. - digo segurando a mão da mais velha lhe dando um sorriso seguro e ela apertou minha mão com um sorriso também e a soltou em seguida. 

Ruggero ainda permanecia ao meu lado observando curioso como todos ali, meu pai parecia inquieto, ele explodiria a qualquer momento dava pra ver. Minha mãe o cutucava e sussurrava algo que não era possível entender, Justin estava ao lado de Malena com um sorriso torto ao olhá-la de lado, só me faltava esse moleque dar em cima dela! Jin? Eu nem sei onde está, deve estar emburrado por aí, coisa que uns bons beliscões resolveriam.

- Sei que todos estão ansiosos para saber do que se trata. - todos concordaram com a sua fala - Mas acredite, não é fácil para mim e para Robert dizer isso depois de anos - meu avô foi ao lado dela e segurou a sua mão direita pedindo que prosseguisse - Bom, há muitos anos atrás antes de Manoel nascer eu trabalhava em uma editora de livros. Robert também trabalhava lá e a gente se apaixonou a primeira vista. - meu avô sorriu e beijou a bochecha da mais velha, aquilo arrancou suspiro dos lábios de Malena que sorriu com aquela ação - Eu era uma escritora, sempre dediquei minha adolescência a escrever coisas que o mundo necessitava ouvir nem que fosse através dos pensamentos ao ler os meus livros. Me esforcei ao máximo para entregar o melhor à aqueles que precisavam ouvir algo bom diante de tantas desgraças que estavam acontecendo naquela época. - sua voz era chorosa e eu estava perplexa com a revelação - Mas diante de todos os obstáculos de toda aquela geração consegui entregar o que eu queria aos meus leitores. Todos liam e aquilo virou um sucesso total. Por onde eu passava era parabenizada pelo trabalho concluído. Aquela sensação foi tão boa, sentir que você conseguiu e todos reconheciam isso, sabe? Mas nem tudo foi como planejei em minha mente. - meu pai a interrompe.

- Então espera mamãe, a senhora foi um escritora famosa? - o senhor curioso perguntou a encarando e ela acenou positivamente - Como pôde ter escondido isso a tanto tempo?

- Meu filho foi necessário, não questione sua mãe dessa maneira. - meu avô se pronunciou pela primeira vez.

- Como não irei questionar papai? Vocês esconderam algo importante, que poderia ter mudado nossas vidas! - meu pai dizia num tom mais elevado fazendo meus avós se encolherem pela agressividade do tom. 

- Para de falar assim com eles, tenha pelo menos um pingo de respeito com aqueles que te deram a vida! - digo no mesmo tom que ele - Eles podem nos dar uma boa explicação, não é? - olhei para os mais velhos que concordaram - Deixe eles falarem primeiro. - ele revirou os olhos e bufou - Podem continuar. - digo e eles prosseguem.

- Como eu disse não saiu tudo como o planejado. O sucesso foi muito grande e isso nos impediu de ser pessoas normais. Para onde íamos tinham câmeras, a situação era incômoda, não tínhamos mais a privacidade de sair sozinhos para um lugar para se divertir. - ela menciona e respira fundo - Foi muito ruim para mim e Robert não ter a tranquilidade de antes. Eu só gostaria que todos conhecessem meu trabalho, não que minha vida virasse uma novela onde meu marido e eu fôssemos perseguidos até a esquina pelos fotógrafos e os repórteres.

- Entendemos senhora Lívia, não deve ter sido fácil para vocês. - minha mãe se aproximou e segurou a mão da mais velha.

- Não foi mesmo minha querida. - ela tocou o rosto da minha mãe com carinho - Por isso nós fugimos e criamos uma nova identidade. Mudamos radicalmente o que dava pra mudar para não sermos reconhecidos e voltássemos a ter uma vida normal, dando uma vida tranquila para o nosso bebê que estava vindo. - ela sorriu para meu pai que não gostou nenhum pouco do que estava sendo dito.

- Desculpa me intrometer sei que não deveria, por que não sou da família de vocês nem nada. - Ruggero fala e todos os encaram.

- Se sabe porque está se intrometendo mesmo assim? - meu pai diz sendo um mal educado e eu bufo de raiva.

- Não fala assim com meu namorado Manoel! - digo quase aos gritos fazendo todos arregalarem os olhos inclusive Ruggero, que me segurou para que eu não fosse até o senhor meu pai - Ele pode falar o que quiser, ele é meu namorado o que já o torna da família!

- Karol tem razão, o menino Ruggero é parte da família agora e ele pode falar o que quiser. - minha avó disse e acariciou o rosto de Ruggero em seguida - Pode perguntar meu querido.

Claro que Ruggero ficou desconfortável com aquela situação, até eu ficaria se sua mãe falasse comigo dessa maneira, mas eu não admitiria que meu pai o tratasse daquela forma. Velho ignorante e insuportável! 

- A senhora mencionou que era uma escritora muito famosa, mas como foi acrescentado vocês mudaram de identidade e tudo mais. Então como se chamavam antes? - Ruggero pergunta observando os mais velhos.

Meu avô se aproximou dele e sorriu. E todos como sempre super atentos para saber de quem realmente os dois se tratavam de ser no mundo do sucesso. Meu estômago embrulhou pelo nervosismo, quem será que eles são?

- Eu sou Magnos De La Fontaine. - Ruggero arregalou os olhos como todos ali. Pqp!!! Não é possível!

- E eu sou Sofia Leontierre. - ela sorriu ao se aproximar do marido que a abraçou de lado.

Alguém me segura que eu vou desmaiar! Não pode ser! Eles são os escritores mais procurados de todas as décadas. Pqp!!! Meus avós são famosíssimos! Meu coração não vai aguentar isso!

- Eu estou chocada!!! - Malena diz toda trêmula - Meu Deus do céu! Vocês são incríveis! Nunca gostei de ler nada na minha vida, até que uma amiga minha da faculdade me apresentou a coleção de livros de vocês, pra mim é uma honra ter vocês na minha humilde casa! - ela sorri indo até os dois quase tropeçando fazendo todos rirem baixinho do seu nervosismo - Eu posso? - ela perguntou antes de abraçá-los.

- Claro que sim! - minha avó abriu os braços e ela a abraçou fortemente.

- Karol você tem uma vozona que é dona da POHA toda e nem sabia disso? - ela dizia ainda abraçada a minha avó me roubando risadas - Sem contar com esse vozão aqui! - ela solta minha avó e vai em direção ao meu avô - Vovô? Posso te chamar assim? - ele concordou rindo - Ah meu Deus vou morrer! - ela deitou pra trás e Justin a segurou após ela fingir um desmaio, os dois se olharam por um segundo e logo um sorriso brotou em ambos. Só me faltava essa! 

Meu pai caiu no chão chamando a atenção de todos para sua direção. Pronto agora o velho vai dar o piripaque! Minha mãe o abanava para ver se ele voltava do desmaio.

- Manoel! Manoel! - minha avó caminhou até lá com a ajuda do meu avô.

- Ele não aguentou saber que não tem o nome do sucesso. - Justin diz rindo baixo e eu dou um tapa no braço dele pedindo para que parasse, pois não era o momento. Entretanto isso não me impediu de dar um riso baixo e disfarçado, quer dizer, não totalmente já que Ruggero me cutucou repreendendo meu ato. 

- Perai que já sei o que fazer. - Malena correu até a gaveta de uma mesinha que tinha ali pegando um vidro de álcool e um algodão - Isso vai fazê-lo acordar. - ela coloca um pouco do líquido no algodão e aproxima do nariz do meu pai que vai voltando aos poucos.

- Eu morri? - ele pergunta com certa dificuldade.

- Não. - Justin diz - Infelizmente! - fala num sussurro e eu o belisco lhe fazendo gemer reprovando a dor ali. 

- Filho você está bem? - meu avô pergunta preocupado.

- Sim, eu estou. Tive um sonho muito bom, parecia até real. - ele diz colocando a mão na cabeça onde parecia doer.

- Não foi um sonho, foi bem real. - minha mãe diz o ajudando a se levantar.

- É impossível! Como meus pais poderiam ter me deixado viver na miséria sendo que são montados na grana? - ele dizia incrédulo.

- Filho entenda... Até pensamos que você poderia usufruir um pouco dos bens que são seus, mas ao longo do tempo observamos como você se comporta e achamos melhor não te falar nada, pois você ficaria pior do que já é! - minha avó diz com cautela fazendo meu pai se irritar muitíssimo.

- Ah então sou eu o culpado de tudo? - ele dizia irritado - Vocês poderiam ter me dado uma vida digna e não essa vida medíocre! Me deixaram viver na merda!

- Você não saberia lhe dar com a riqueza meu filho, não saberia se controlar é muito egoísta! - meu avô diz tocando na ferida do mais velho que grita fazendo os mais velhos se encolherem.

- CALEM A BOCA! NÃO FALEM MAIS NADA! - ele continua a gritar fazendo meus avós se derramarem em lágrimas.

Vê-lo agir daquela maneira foi o fim pra mim, ele não poderia falar assim com mais velhos, cadê o respeito? Pelo visto ele desconhece.

- Manoel... - minha mãe tentou acalmá-lo e ele a empurrou com toda a força possível, se Ruggero não tivesse pensado rápido ao correr até lá, ela teria dado com as costas no chão. 

Encarei minha mãe que chorava ao estar nos braços de Ruggero, meu sangue fervia e minha cabeça latejava em fúria, não havia controle em mim. Olhei para o lado vi meus avós em lágrimas acolhidos pelos braços de Malena que fazia de tudo para os consolarem, minha mãe continuava sendo segurada por Ruggero que pedia para que ela se acalmasse. Justin me olhou com a mesma fúria, foi como se a gente tivesse ligado nos pensamentos e o ódio percorresse a nossa estrutura sanguínea.

Meus olhos foram em direção ao ser humano que estava a minha frente que tinha raiva no olhar.

- O que você acha que é pra tratar eles assim? - digo irada.

- Sou o pilar dessa família, não aceito ter sido enganado dessa forma. - ele solta o veneno.

- Desde quando você é isso? - digo rindo em seguida.

- Você nunca se preocupou em ser o homem da casa. - Justin entra na conversa - Mamãe e Karol tem dado o sangue por essa família enquanto você é um hipócrita!

- Como ousa falar assim com seu pai moleque mal criado? - ele diz ríspido tentando se aproximar.

- Você não tem o direito de exigir que eu te respeite! - Justin diz extremamente irritado, o que me assustou um pouco nunca o vi assim - Você não é poha nenhuma! Não irei admitir que faça mal a minha família, se você não foi um homem pra cuidar dela, eu serei! 

Aquelas palavras foi como facadas dadas no tórax de Manoel. Seu semblante se escureceu, ele estava carregando o dobro da irritação. Seus punhos se fecharam pelo o ódio e entrei em sua frente impedindo que ele vá para cima de Justin.

- Não se atreva a tocar no meu irmão! Você é sujo! Não se cansa de destruir nossa família? - digo com os olhos queimando pela raiva acumulada ali - Porque não vai embora das nossas vidas e viva essa merda que você tem como vida longe daqui?

Passei todo o meu rancor com aquele olhar que saía faíscas. As lágrimas insistiram em descer pela raiva e a dor que aquele momento estava me proporcionando.

Ele ergueu a mão para me bater, coisa que nunca havia feito, meu coração parecia querer pular para fora do peito, minhas pernas queriam fraquejar e ir de encontro ao chão. Seus olhos estavam nublados pela dor que aquelas palavras lhe causaram e eu não me movi do lugar, mesmo que eu quisesse não consegui. Fechei os olhos a espera dos cincos dedos em meu rosto e a ardência dobrada que seria ali, pois sua mão vinha com muita vontade em minha direção. 

- Não se atreva a bater nela! - abri os olhos e vi que não tinha acontecido nada e meu rosto estava intacto. Ergui meus olhos e vejo Ruggero segurando o braço de Manoel que murmurava xingamentos para o meu herói.

- Não se meta seu merda! - Manoel dizia tentando tirar seu braço da mão de Ruggero.

- Irei sempre me meter quando se tratar de Karol. - Ruggero diz estressado - Nunca mais ouse erguer essa mão suja para ela e nem para a senhora Elen. Está ouvindo? - Ruggero disse num rosnado rude - Vaza daqui agora! - ele empurrava o velho rabugento até a porta com a ajuda de Justin.

- Vocês vão se arrepender por terem me tratado assim! - o velho diz antes de ter a porta batida na sua cara.

Ruggero correu até mim e me abraçou fortemente. Eu não conseguia fazer nada além de chorar em seus ombros. Estava doendo, não dava pra negar! Sei que ele é um merda, um idiota, aproveitador, hipócrita, mas é meu pai! O sangue dele corre nas minhas veias! Ter tirado ele dessa forma dá minha vida foi como ter rasgado em pedaços a minha pele, porém eu não deixaria que ele continuasse a fazer mal à aqueles que mais amo. Essa ferida teria que cicatrizar.

As mãos do mais alto acariciava os meus cabelos com muito carinho onde eu recebia alguns selares.

- Amor eu estou aqui não deixarei que nada te aconteça, prometo! - ele dizia me apertando ainda mais no abraço.

- Obrigada, eu te amo! - digo o soltando para olhar em seus olhos.

Ele me encarou limpando as lágrimas do meu rosto com zelo, meu sorriso foi fraco e tristonho. Seus lábios vieram em direção aos meus com um selar demorado e carinhoso, onde Ruggero me passou todo o conforto possível.

- Eu te amo! - ele diz num sussurro ao separar os nossos lábios.



Notas Finais


Eitaaaaah Kah é podre de ricaaaa!
Choraaaaaaa sociedade 💕💕💕😅
O que será que ela vai aprontar com esse grande saldo bancário? (Nem dá pra adivinhar kkkkkkkk).

E A relação fofa que Ruggero e a avó de Karol estão construindo? Muito Cutteeee aff 💕💕💕
Esses dois vão aprontar tanto que vocês não tem noção!
Eu precisava deixar Ruggero com uma avozinha parecida com a que ele tinha, e porq não a Senhora Sofia? 💗

Apoiam #Juslena♥? Karol não ksksksksksksksksksksksksksksksks. Mas que pintou um clima, pintou!
(eitaaaa que vai ser sucesso 💣💕)

Outra coisa: o pai dela!😒
Acha que ele vai deixar barato essa história? Principalmente deixar essa fortuna toda pra trás? Só acredito vendo kkkkkkkkkkk o que não vou ver e nem vocês kkkkkkkkkkk

AAAAAA e o Rugge 💗💗💗
Salvou nossa bebê das garras do velho insuportável!😅
Esse homem, é o homem dos sonhos mesmo! (Queria um desse 💔)
RUGGAROL é um casalsão deusolivre 💗💗💗💗💗💗💗💗💗
A promessa de sempre protegê-la, vai se cumprir??? (Eu faço essa pergunta e mesmo me interrogo depois kkkkkkkkk)


Espero que tenham gostado! ♥
(Deixe seu favorito e comentário aí)

Volto na semana que vem, mil beijos <3


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