História The Perfect Éden - Interativa - Capítulo 1


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, FemmeSlash, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


é isto nao sei o que dizer espero que gostem???

Capítulo 1 - .the start


 

Maldita hora que ela aceitou voar com seu irmão; já era certo que iria enjoar como sempre, mas ver a cidade do alto era o contrário das expectativas.

Era pavoroso.

As torres eram tão altas e tão complexas; exibiam sempre um diferente formato, as pilastras se entrelaçando e se erguendo gloriosamente abaixo de sua cabeça... E depois mudava. Não era mais uma torre cruzada e sim, um arranha-céu totalmente de vidro, era apenas ela piscar que se tornava algo totalmente distinto.

Ela nunca iria se acostumar e ver aquilo de perto a deixava tonta e com diversas ânsias. Mas ela era assim, e Sunghyun lhe assegurou que seria divertido.

Era a trigésima quinta vez que não, não foi divertido.

Os telões ficavam suspensos no ar, era algo magnífico de se ver se você não tinha medo de altura. Anúncios breves do governo, aquele projetor era a atenção da maioria das pessoas que olhavam com certa curiosidade e de cima, pareciam pontinhos reluzentes.

Tolos, todos tolos. Era como se Seoyeon pudesse ouvi-la sussurrando, e não podia concordar mais.

Ah... Ela. Sempre ela, o centro de tudo mesmo depois de morta.

— Vamos descer, se segure firme... — ia continuar, mas após ver a expressão apavorada barra irada da menina soltou uma risada de escárnio. Seoyeon estava de barriga para cima, tentando á todo custo manter os órgãos digestivos dentro de seus respectivos lugares sem parecer deselegante. — Ou não se segure, não tem como mesmo. — e antes que a mais nova pudesse contra-atacar, a altitude foi ficando menor com rapidez e se Seoyeon não gritou, acredite, é porque não deu tempo.

Aquele rompante a tirou o fôlego e se debateu contra o ar, parecendo um peixe fora d'água enquanto Sun bailava graciosamente com o vento, indo ao chão com uma delicadeza absurda.

Já Seoyeon caiu ajoelhada; e agradeceu, afinal, da última vez ela caiu em cima de uma garota que brincava com seu planador e ganhou de brinde um hematoma.

Cinéticos eram um nojo, e olha que seu irmão era um deles.

— Essa foi a última vez, eu te juro. — recompondo-se levantou, tirando restos de poeira dos seus joelhos doloridos. O garoto dispensou a falsa promessa com um aceno, Seo nunca diria não para um atalho; se havia algo que ela odiava mais que voar com Sunghyun, era aqueles taxistas que trocavam a pista subterrânea pela aérea e isso acontecia com muita frequência.

— Sei, sei. Vamos logo, Yejun vai ser um dos primeiros. — Yeon revirou os olhos, colocando uma mecha de seus cabelos pra trás da orelha orgulhosamente. Nem a ventania bagunçou seus fios, aquele aplicativo era incrível mesmo. O filho da sua tia mais próxima havia completado sete anos, duas semanas atrás, justo no mês do festival.

Franziu o cenho, observando as bochechas e orelhas coradas do próprio irmão. Concentrou-se mais um pouco e logo riu mais alto, tomando a atenção do mesmo.

— Você quer vê-lo. — o tom era acusatório mas o sorriso era debochado, como vingança. Sunghyun odiava quando Seoyeon usava seus poderes com ele, logo se tentou se abster de uma resposta venenosa e adiantou os passos a deixando para trás, junto com os telões suspensos.

Era incrível como uma simples guerra mudou o mundo.

Ao longe, a tecnologia avançou incrivelmente após a quarta guerra mundial. Tailândia venceu os Estados Unidos, ninguém imaginaria que cérebro também ganharia a força em um campo de batalha.

Protótipos de toxinas malignas eram compartilhadas e exportado para todo mundo; o que deveria ser uma droga ou um veneno, acabou sendo um dos milagres. Quem experimentava aquele novo método se curava de qualquer doença parcial e crônica, ganhava força e habilidades que a ciência demorou anos para explicar.

Depois disso, o XKYUNG57 era o usado em qualquer instalação; já que além de mutador de DNA, também era um grande material orgânico e resistente. 

Vendo que as pessoas estava se aproveitando daquele material, o governo resolveu banir esse protótipo e usar somente para uma evolução para sociedade. E isto funcionou, não haviam mais crimes impunes, pessoas não eram vítimas inocentes.

E com isso começou as revoluções. O motivo da Eun-kyung ter morrido.

— Isso é tão... Injusto. — murmurou para si mesma, os dedos procurando o pequeno colar em formato de morango que havia ganhado da pessoa que mais amou. — Você se foi e mesmo assim eu te vejo em qualquer lugar. — riu sem humor, vendo Sunghyun andar na frente. Balançou a cabeça, parando de procurá-la, já que ela nunca estaria ali.

Faziam três anos, mas ainda doía. Fora ali que elas se encontraram pela primeira vez e pela última, foi uma despedida tão indigna.

Em seu íntimo, mesmo sabendo da personalidade excêntrica da garota e os inimigos que a mesma fez ao longo dos anos, ela sentia falta de Eun-kyung. Da sua rebelde, da sua anarquista.

Não chore... — o sussurro foi levado pelos ventos, parecia que era ela, a consolando. Por um momento pensou que estava enlouquecendo mas viu Sun congelar e automaticamente olhando ela. Como se ele reconhecesse aquela voz.

Olhou em volta e lá estava ela, com sua adorada maçã vermelha e lábios rubros. Era adorável a forma que seus fios caíam ao lado de seu rosto, o sorriso que rasgava sua face chegava a ser assustador.

Sunghyun parecia petrificado, e ao seu lado, outro garoto também parecia horrorizado, como se ambos tivessem visto um fantasma.

Ela usava um vestido branco, o mesmo que usou ao ir para o festival a três anos atrás, a última vez que foi vista. Era um modelo simples que a dava uma aparência tão jovial e pura, mas havia aquela fruta maldita.

Era o símbolo, o seu símbolo. Aquele arco que enfeitava suas madeixas haviam penas de cisne, e Seoyeon sabia disso.

Cisne-negros tinham o significado de morte, mau presságio, mas aquele Cisne-branco significava mudança, revolta e...

Éden. O seu Éden.

E de repente, uma multidão passou na frente dela e como uma miragem, como se nunca tivesse existido ela sumiu. Enquanto Sunghyun tentava ir em direção a irmã, que estava quase cedendo ao chão, a mesma olhou com intensidade para o menino que estava ao lado de Sunghyun e quase como mágica, ouviu a voz harmoniosa do mesmo.

"Será que ela viu o mesmo que eu... Eun-kyung está viva?"

Quase em lágrimas, ela confirmou sua dúvida. Eun estava viva, e havia voltado para si.

 


Notas Finais


jornal explicando tudinho: https://www.spiritfanfiction.com/jornais/search-the-eden-13878823
polyvore: rsrs brincadeira

é só, eu acho <33


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