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História The Phantoms of Future - Capítulo 7


Escrita por:


Notas do Autor


Retorno em plena quarentena pra lembrar os queridos de que ficar em casa é o que há.
Espero ajudar, com esse capítulo novo ❤️
Bjão amores, e forças pra todos nós


O novo visual da Piperzinha aí pra vcs

Capítulo 7 - Mudanças


Fanfic / Fanfiction The Phantoms of Future - Capítulo 7 - Mudanças

- Tem certeza? – Alyssa perguntou pela décima vez atrás de si, e Piper assentiu decidida para o reflexo da morena que se exibia no enorme espelho à sua frente. – Piper, pense bem... – alertou preocupada.

- Ora, Lyssa, apenas corte! – Chelsea revirou os olhos em pressa. – Ou eu mesma corto. – ela estava com um humor terrível desde a reunião daquela manhã.

A Lahiffe fitou a loira do lado com uma expressão de exaustão, depois suspirou longamente e levou a tesoura para perto dos longos e sedosos cabelos de Piper Agreste. O barulho da lâmina contra os fios fez a garotinha de 14 anos arfar, e então a morena de tranças engoliu em seco.

- Pode continuar. – disse a mais nova em encorajamento.

- O que estão fazendo? – uma nova voz as fez parar todo e qualquer movimento.

Alyssa tinha a tesoura bem aberta dentre os dedos, no meio do caminho para outro corte. Chelsea tinha os dedos entrelaçados em ânsia pelo resultado final. E Piper, bom, ela apenas abria os olhos diante do timbre diferente que invadia aquele quarto.

Ella Césaire tinha um ombro encostado no portal da porta, os braços cruzados sobre os seios e uma sobrancelha erguida. Ela seria uma perfeita cópia mais jovem de Alya, se não fossem pelos olhos desnudos e o corpo consideravelmente mais esguio e com curvas menos acentuadas, apesar de presentes. E agora, a pupila de Marinette encarava as três adolescentes como se as tivesse flagrado em alguma travessura.

- Cortando o cabelo, dãh. – Chelsea tinha o mesmo tom insolente e óbvio que Chlóe, aquilo era inegável.

- Isso é evidente. – a mais velha retrucou em um revirar de olhos, passando a adentrar o quarto que Gabriel determinara para Piper naquela mansão.

A loira ergueu uma sobrancelha clara. – Então por que perguntou?

- Chelsea. – Piper repreendeu mansa, quase em um pedido, ao que a Bourgeois bufou impaciente.

Ella soltou uma risadinha divertida, sabia muito bem como lidar com Chloé, e aquela versão adolescente da Queen Bee não lhe faria perder neurônios de paciência. Alyssa ignorava aquela interação toda, enquanto tratava de rasgar mais e mais fios de cabelo azul.

- Você já fez isso antes? – a Césaire indagou calma para a outra morena.

Lyssa deu de ombros, guardando um sorriso para si mesma, concentrada naquela função. – Algumas vezes.

Ella assentiu neutra, vendo o modo como a mais nova usava o movimento do pulso para alcançar melhores ângulos do corte, e o modo como os dedos magros selecionaram as mechas a serem recortadas. Não eram ações aleatórias, havia técnica ali.

- Também costumo cortar os cabelos das meninas. Principalmente da minha irmã Etta. – comentou atenta à forma nova que o cabelo da pequena Piper assumia.

Alyssa não segurou a breve risada nasal. – Eu sei. – murmurou, depois encarou, através do espelho, a tia atrás de si. – Foi você quem me ensinou. – balançou a tesoura entre os dedos, segurando-a por um dos arcos, e então sorriu quase em um agradecimento.

A mais velha tomou um susto no primeiro momento, os olhos arregalados e a boca entreaberta em choque, fitando as costas da então sobrinha. Aos poucos, seus ombros relaxaram e a respiração recuperou fluxo. Ainda estava se acostumando com toda aquela história de futuro e... Sobrinhos. Foi quase sem querer o pequeno sorriso que brotou em si, com um calor de orgulho a acolhendo enquanto via os trejeitos agora bastante familiares nos dedos e nas mãos de Alyssa em seu trabalho.

- Por que decidiu cortar seu cabelo? – indagou para Piper, ao que a mocinha doce repuxou uma ponta da boca com certa amargura.

- Os meus pais nunca foram muito envolvidos com os miraculous. – começou temerosa. – E, bom, não quero que aconteça a mesma coisa que aconteceu com a Chelsea. – fitou brevemente a amiga, receosa de gerar alguma reação indesejada na loirinha.

A Bourgeois abraçou os próprios cotovelos e fitou o chão, sua mágoa ainda era notável. Alyssa, ao perceber aquele desconforto, se apressou em falar. – Piper é como um pequeno clone da tia Bridgette, como pode perceber.

Ella assentiu minimamente, não querendo dar mais ibope para o assunto que claramente ainda estava frescamente desconfortável para Chelsea. Piper, por sua vez, suspirou.

- Pensei que, talvez, se eu deixa-los curtos, eu não pareça tanto ela. Não sei se eles teriam estrutura para saber... Disso tudo.

A mais velha sorriu pequeno, uma respiração pesada a fazendo parecer tranquila para as garotas. – Não se preocupe com isso, okay? Deixe que os adultos se entendam. Tenho certeza de que Marinette já está cuidando de tudo. – guardou as mãos nos bolsos da calça para transparecer calma. – Bom, tenho que ir. Vejo vocês mais tarde, meninas. – passou a se encaminhar para a saída. – Ah, e Piper. – chamou, ao que a mocinha a encarou pelo espelho. – Alyssa fez um bom trabalho, está ótimo. – elogiou com um pequeno sorriso, recebendo um agradecimento cheio de dentes da jovenzinha.

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Adrien ainda tinha um vinco fundo no meio da testa enquanto caminhava lentamente ao lado da garota magra, alta e loira. Riu sem perceber, notando como a testa dela era redondinha como a de Marinette, e como ela mordia os lábios nervosamente durante aquela conversa, exatamente como sua esposa fazia quando tensa.

- O quê? – ela se mostrou desconcertada, guardando uma mecha do cabelo loiro atrás da orelha, fitando-o com aqueles redondos olhos verdes.

- Hum, nada. – o homem repuxou a boca enquanto guardava mais uma risadinha nostálgica. – Só estou... Um pouco admirado ainda.

Emma deu de ombros, fitando a fonte no meio do enorme jardim dos fundos da mansão. Lembrava de brincar ali e empurrar propositalmente Hugo na água do chafariz de seu avô apenas pelo prazer de vê-lo irritado e com os cabelos azuis molhados. Aquilo a fez suspirar alto.

- Eu sou um pai... Você sabe... Legal? – e então aquela pergunta provocou uma risadinha na garota, e o coração de Adrien chegou a falhar uma batida por notar que ela praticamente reproduziu o som e timbre de sua própria risada de instantes atrás.

- É com isso que está preocupado? – a garota indagou de volta, ela era bastante provocativa e sarcástica, de certa forma se assemelhava um pouco a Plagg, o que era realmente intrigante. O movimento de ombros do rapaz de fios dourados a fez sorrir com os olhos verdes cintilantes. – Você é um ótimo pai, papai. – fez questão de salientar a última palavra. – Você só... – aquela ressalva o fez pausar o suspiro aliviado que ele começava a soltar. – É superprotetor demais. Mas nada que umas boas discussões não resolvam.

Um tanto quanto constrangido, Adrien sorriu pequeno, fitando a calçadinha pela qual caminhavam. – Não vejo como um problema.

- E lá vamos nós. – Emma brincou, revirando os olhos com bom humor, suas mãos guardadas nos bolsos da fina blusinha xadrez aberta que vestia por sobre a camiseta de panda. – De qualquer forma, não é comigo que você deve se preocupar quanto a isso. – comentou tranquila, depois virou o rosto para encara-lo. – Já com Louis, não posso dizer o mesmo.

Adrien engoliu em seco, sentindo um bolo desconfortável na garganta. – Ele se mostrou fugaz quando tentei conversar. – confessou nervoso, buscando explicações com a garota, embora não conseguisse fita-la.

- Ele não te odeia, se é o que teme. – a loirinha suspirou um tanto quanto cuidadosa com as palavras, o que por si só o deixou nervoso em virtude daquela Emma sensível e calma. – Ele não admite, mas... – derreou a cabeça um pouco, ponderativa. – Acho que se sente culpado. Por... Toda essa bagunça. – jogou apenas os olhos para o lado, vendo o pai confuso.

- Mas...

- Bom, pai, o senhor sempre o incumbiu com a responsabilidade de ser o mais velho. – articulou em um sopro, agora se mostrando como a Emma que conhecera. – Acho que ele vê você como... Bom, nosso pai. – balançou os ombros, incerta. – Como se temesse que o senhor o culpasse como ele está se culpando.

Adrien deglutiu o vazio daquela angústia, levou a costa de uma das mãos para fungar o nariz, observando os jardins diante de si. – Bom, você o conhece melhor que eu, não? – retoricou triste com a realidade. – Devo insistir em uma conversa ou esperar que ele perceba?

Emma negou com a cabeça. – Sinceramente, acho que nenhuma dessas coisas vai adiantar. – murmurou baixa, respirando fundo. – Louis sempre escutou melhor a mamãe.

- Não quero envolver Marinette nisso.

A garota riu-se novamente, a cabeça em movimentos negatórios de incredulidade. – 20 anos, e vocês continuam iguaizinhos. – o mais velho franziu o cenho, finalmente a encarando novamente. – Mamãe já é automaticamente envolvida, papai. Acredite, aquele retardado teimoso só dá ouvidos à ela e à Brielle.

- Não fale assim do seu irmão. – repreendeu sério, fazendo-a bufar. – E não bufe para mim, mocinha. Posso ser jovem, mas serei seu pai.

Emma abriu a boca para retrucar alguma coisa, como sempre fazia, mas aquela simples bronca a fez rir com certa felicidade. Era como ter um cobertor envolvendo o coração que há um bom tempo vinha assustado e angustiado. Simplesmente inacreditável ter seu pai ali de novo, a repreendendo com aquele mesmo traço de tensão entre as sobrancelhas claras, depois de tê-lo perdido bem diante dos olhos.

Adrien arfou assustado quando foi impactado pelo corpo da garota em um abraço súbito e urgente, depois sorriu derretido, envolvendo-a protetoramente de volta e esfregando uma mão acalentadora nas costas estreitas dela. Foi natural, como se fizesse aquilo todos os dias, como se aquele cheiro e aquela sensação de instinto protetivo sempre estivessem ali. E ali ele soube. Faria qualquer coisa para protege-la de qualquer coisa. Ela era sua menininha afinal.

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- Vamos conseguir. – Jericho tinha certo pânico no rosto quando murmurou aquilo. – Certo? – estavam apenas os dois no quarto que seria de Louis durante o tempo em que ficariam em missão.

Louis se apoiava na balaústra da enorme janela que dava para os jardins, ele estava pensativo ao ponto de estar calado por bons minutos. – Temos que conseguir. – respondeu rouco, perdido na paisagem urbana da cidade. – Tio Thonie deve estar vagando por alguma esquina nesse minuto. Não deve ser difícil encontra-lo.

- Já será um começo. – Jerry concordou. – Encontrar os Primes vai ser a parte fácil. – brincou amargurado, ainda deitado na cama do amigo, esfregando os olhos por baixo das lentes.

O Agreste foi obrigado a concordar. – Uma coisa de cada vez. Mamãe e meu avô conseguirão organiza-los depois de reunirmos todos.

Jericho suspirou alto enquanto encarava o teto, os braços abertos em uma pose relaxada e cansada que não combinava com seus pensamentos conturbados. Já Louis, parecia bastante interessado na vista de sua janela, com os ombros caídos e moles em sua postura debruçada.

- Como você acha que está o pessoal da Resistência? – a pergunta do moreno atraiu a atenção do outro, que o fitou demoradamente por cima de um dos ombros. – Digo, acha que estão vivos?

- Eu... Eu espero que sim. – gaguejou repentinamente embargado, depois suspirou voltando a olhar para os gramados.

- Ringo deve estar cuidando de tudo por lá. – comentou nostálgico, desejando que aquilo fosse realmente o que estaria acontecendo, mas se deparou com um olhar petrificado do outro rapaz para si. – Brielle também, certamente. – apressou-se em acrescentar. – Os dois com certeza estão tomando conta dos sobreviventes.

Louis suspirou, balançando a cabeça lentamente. – Ou sendo torturados. – sussurrou sombrio, expondo-se pela primeira vez.

Jerry engoliu em seco, sentia-se impotente diante daquela possibilidade, em virtude do infeliz fato de aquilo poder ter acontecido. – Você contou para Emma?

O de cabelos azuis puxou o ar pelo nariz, erguendo uma sobrancelha. – Sobre Zara? Não tive coragem.

O moreno coçou inutilmente os fios ralos. – Ela merece saber, Lou.

- Você me contaria se fosse Brielle?

- Você me perdoaria se eu não contasse? – Jerry devolveu no mesmo tom. – Além disso, você e Brielle namoram até... Bom, não sei se é correto usar a expressão ‘até hoje’, mas você me entendeu.

- Emma e Zara não são tão diferentes assim. Só porque as duas terminaram no ano... Passado? Ah, você entendeu! Não significa que Emma deixou de amá-la.

Jericho suspirou. – E como exatamente você vê isso como uma desculpa para ela não saber que Zara foi morta?

- Vamos salvar todos eles. – declarou convicto, determinado a encerrar o assunto desconfortável.

Jerry engoliu em seco, mordendo a língua para engolir novamente para si toda a responsabilidade das inúmeras mortes sobre as quais tinha consciência. – Reze para que Emma nunca leia nossas mentes enquanto estivermos aqui. – murmurou apenas isso antes de se levantar para sair do quarto.

Louis respirou lentamente, ainda concentrado nos jardins. – Fique tranquilo, ela anda mais interessada em outras coisas. – falou aquilo em alto e bom som, fitando as duas cabeleiras douradas que zanzavam lado a lado pelos gramados da Mansão Agreste.

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Gabriel Agreste ajustou os óculos na raiz do nariz enquanto encarava a tela diante de si, o som da impressora do outro lado do escritório imprimindo os escritos selecionados nos arquivos. O homem tinha dois dedos calculistas sobre o queixo, alguns pelos da nuca arrepiados diante das possibilidades daqueles achados antigos, e o velho coração nervoso tremendo com o que poderia estar prestes a acontecer diante das interpretações que estava tendo.

- Não gostei nada dessa cara. – uma voz mansa o fez desviar o foco da visão para a porta.

- Vejo que está melhor. – falou gentil para a nora, que assentiu levemente. – Ficamos realmente preocupados. – comentou tranquilo, vendo-a sentar na cadeira diante da mesa.

- Já passei por sufocos piores. – respondeu sem muito interesse naquele assunto. – O que andou lendo nas escrituras?

O mais velho suspirou exausto, passando a massagear o alto do nariz. – Será melhor que eu explique na reunião de amanhã.

- Mas...

- Você precisa descansar, Marinette. – o sogro a cortou em tom afável. – Além disso, sua menina dos olhos já está no Centro de Treinamento novamente, provavelmente fuçando os mesmos escritos. Ela anda bastante inquieta com tudo isso que está acontecendo.

A Guardiã Mestra gemeu em um muxoxo. – Senhor Agreste...

- Não vou falar nada sobre isso até amanhã. Você claramente está tendo alguma brecha mental no meio dessa dobra temporal, a última coisa que precisamos é a sua exaustão. – falou decidido e invariável, provocando um revirar de olhos na moça. – Agora, vá para casa. Adrien está em algum lugar da casa com sua filha, ele não sairá daqui sem você, precisa saber que você acordou.

Marinette viu o sogro voltar a manipular o computador, então suspirou cansada de insistir. Levantou-se devagar e saiu propensa a encontrar o marido para irem embora, afinal era evidente que o anoitecer se aproximava. Perambulou pela casa em busca de algum sinal dele ou de Emma, e só foi encontra-los quando os ouviu entrando pela porta dos fundos.

Seu sorriso silencioso foi quase instantâneo quando os viu abraçados, Adrien a guardava debaixo da asa ao contorna-la pelos ombros, enquanto a garotinha o segurava pelo tronco como se temesse ser arrancada daquele acolhimento a qualquer momento. A Senhora Agreste precisou guardar um suspiro admirado ao notar o quão alta era Emma, ela tinha quase a mesma altura de Adrien, mesmo com seus 16 anos, e o estilo de suas roupas folgadas aliado ao corte charmosamente bagunçado do cabelo evidenciava o quanto a moça era autêntica.

- Ah, você acordou. – os olhos verdes de Adrien se iluminaram ao nota-la no outro extremo da cozinha.

- Está melhor? – a adolescente indagou enquanto ambos se aproximavam ainda sem se largarem.

Marinette sorriu diante do rostinho preocupado da loirinha. – Estou sim. – declarou terna, as mãos atrevidas se erguendo para tocar a garota. – Não tivemos tempo para conversar direito, Emma. – lamentou perpassando os dedos pelos cabelos dela.

Emma alargou os lábios minimamente, aproveitando o breve cafuné. – Podemos fazer isso amanhã. – sugeriu tranquila, ter seus pais daquele jeito tão próximos de si a deixava serena de uma forma que há muito tempo não conseguia ficar.

- Então, acho que devemos ir. – Adrien comentou levando uma mão ao pescoço da esposa para massageá-la na nuca e consequentemente trazê-la para mais perto de si.

Com muito custo, Emma se soltou lentamente do corpo do pai, não sem antes receber dele um beijinho, ainda que rápido, no alto da cabeça. Fez questão de leva-los até a porta, e se despediu com um silencioso aceno.

- Diga para Louis que deixei um beijo. – disse a moça mais velha, ao que a loira assentiu antes de finalmente fechar a porta.

O casal andou calmamente até o carro de Adrien, com o rapaz fazendo questão de não largar a mão da esposa até que a embarcasse no banco carona, e então saíram lentamente do estacionamento da mansão. Já tomavam as ruas de Paris quando o loiro se fez ouvir.

- Quem diria...

Marinette, que ainda se mostrava anestesiada, assentiu. – Nossos filhos. – saboreou aquelas sílabas, ainda um tanto incrédula. – Eles são bonitos, não é? – não era capaz de esconder a pontada de orgulho ao proferir aquela conclusão.

Adrien riu de olho no trânsito. – São. – murmurou também bobo. – São nossos filhos, como poderiam sair sem beleza?

E a mulher soltou uma deliciosa risada. – Céus, Adrien. – balbuciou com os dedos tateando a boca. – Nós teremos filhos. E serão bebês lindos.

- E nós vamos ajuda-los. – declarou confiante, esticando a mão direita para estendê-la sobre a perna da mulher.

Marinette sorriu carinhosa, pegando os dedos do esposo e guardando-os entre as próprias mãos. – Vamos sim.


Notas Finais


Alguém ainda tripulando esta nave cheia de teias de aranha?


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