História A Pianista - Capítulo 1


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Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Criminal, Drama, Romance
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Palavras 2.905
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, LGBT, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - O Plano



PRÓLOGO

 

– Os Beadles estão chegando Bieber, – Klaus Vlader, mais conhecido como chefe da máfia Canadense e possível defunto daqui umas horas, chamou Drew com desgosto - nada que não fosse devidamente recíproco – suponho que já tenha tudo preparado para a estadia dos nossos queridos inimigos. – Ele se referia a Christian e Caitlin Beadles os possíveis herdeiros da máfia americana e chilena.

– Tudo pronto. – Respondeu com certa relutância, ninguém mais do que ele mesmo sabia o quanto detestava sua posição quanto aquela máfia, receber ordens era tudo e mais um pouco do que ele mais odiava.

Eles se encontravam no escritório velho e empoeirado de uma boate qualquer discutindo o plano que ocupavam suas cabeças desde que um acordo foi selado. O acordo que, para eles não deveria ter acontecido - para eles, para Bieber era apenas mais um ponto e mais uma carta que ele estivera apostando - e agora um piso em falso e o saco preto com seus restos já estariam preparados para virar cinzas.

TRÊS MESES ATRÁS

Petersburg, Virginia, City in Virginia.

– Vocês realmente acharam que poderiam vir no meu território, roubar meus pontos de venda sem que eu percebesse? – Beadles mais velho sorriu em deboche para os cinco trastes a sua frente. – A cada dia eu me impressiono mais em como o ser humano não usa a racionalidade a seu favor.

– Me poupe de suas baboseiras Beadles, e me diz logo o que você quer de nós. – Drew tomou a posse da palavra visando que Klaus, McCavi, Burt, Tyre, e Alycie eram frouxos demais para aguentar o tranco, para ele não era novidade que estivessem perdendo o controle do tráfico canadense.

– Então Bieber está no comando agora? – Caitlin ignorou Justin e saiu do canto no qual estava camuflada, com suas típicas botas de salto quinze e duas calibres 22 em mãos. – Engraçado você ter feito o que Jeremy mandou Vlader, pois pelo o que me lembro de você foi o primeiro a virar uma arma em sua cabeça quando possível.

– O que eu fiz ou deixei de fazer não lhe diz respeito, – Klaus que até então estava calado se pronunciou – cabe a eu decidir se Justin está pronto ou não para tomar a máfia. – Sorriu venenoso em direção a Caitlin que limpava uma de suas armas na calça nem um pouco interessada no que saia de sua boca.

– Vamos logo ao que interessa Beadles, porque se fosse para nos matar já teria feito a muito tempo. – Alyce revirou os olhos já cansada de estar em uma posição claramente inferior ao inimigo.

– Engraçado você pensar que pode prever meus atos querida Bummer. – Então Christian pegou sua Glock 380 g28 pressionou o gatilho e Chaz já providenciará o saco para alojar mais um corpo. – Não gosto que me desafiem, é uma pena, pois ela não precisava morrer, pelo menos não agora – Beadles deu de ombros mais interessado no resto que pareciam um tanto quanto entediados, pelo visto uma Alyce a mais ou a menos não faria diferença. – Então... Depois da incrível falha que vocês tiveram tentando executar a invasão no meu território, eu resolvi ser bondoso e propor um acordo. – Christian agora andava pelo galpão satisfeito pela execução do segundo passo de seu plano. – Visando que no momento temos um inimigo em comum, decidi propor o famoso Ribbentrop-Molotov, conhece? Óbvio que não, creio eu que nunca estudou sobre a segunda guerra mundial, – Klaus direcionou um sorriso cínico a Beadles que havia finalmente parado de andar em círculos se sentando em uma cadeira na frente do mesmo. – Enfim, aqui vai uma pequena aula de história, durante a Segunda Guerra Hitler e Stalin assinaram um tratado de não agressão, ou seja, Ribbentrop-Molotov, que tinha a intenção de estreitar os laços econômicos e comerciais e ajuda mútua, compreende o que eu quero dizer?

Chaz já havia voltado para o galpão, dessa vez sem nenhum saco preto por perto, Caitlin se encontrava aterrorizando Burt, Ryan esperava o momento certo com os papéis em mãos e Nolan segurava um gato preto, Sirius, que obviamente não pertencia a ele, Charlotte o colocou sob sua supervisão enquanto fazia uma viagem de negócios na Rússia, enquanto Justin... é ele só apreciava o momento relaxando em sua cadeira devidamente amarrado, e esperava que eles aproveitassem o momento, pois não o veríamos amarrado de novo tão cedo.

– Agora cabe a você aceitar ou não, se bem que na sua posição você certamente não tem esse direito, ou você assina ou você morre. – Caitlin disse como se fosse um simples "bom dia", andou em direção ao mesmo e apontou uma arma para sua cabeça. – Então o que vai ser?

– O que te garante que eu não prefira morrer a ter que viver em parceria com vocês dois? – Vlader desafiou, ele havia mordido a isca.

– Simples, você tem medo da morte. – Chaz se pronunciou trazendo um banco de madeira colocando entre Christian e Klaus.

– Tem preferência na cor? Caneta azul? Preta? Vermelha? – Ryan debochou chegando com o tal acordo em mãos o apoiando no banco.

– Azul, realça meus olhos. – Vlader ironiza.

– É uma pena que não possamos te fazer assinar o tratado em seu corpo. – Nolan se aproxima e corta uma corda que prendia seu braço esquerdo.

– Posso sentar no seu colo? – Caitlin perguntou irônica a Drew que apenas revirou os olhos, acabou se sentando assim mesmo. Justin estava tão calado e tão estranho.

– O que te faz ter a certeza que sou canhoto? – Klaus perguntou sarcástico.

– Ah não, eu sei que você não é canhoto, só achei que seria bem mais divertido vê-lo tentando assinar corretamente esse papel com a mão esquerda. – Nolan deu um sorriso de lado e depois franziu as sobrancelhas ainda com Sirius no colo – O que você está esperando? Você tem um minuto para assinar isso aí com a caligrafia perfeita.

AGORA

– Justin preciso de você na entrada, não confio nos seguranças. – Certamente não deveria confiar em Bieber, mas se confiava Justin não tinha o que reclamar, mais um ponto para o adversário.

– Se você não confia na própria equipe, por que contratou? – É claro que Bieber não manteria a matraca fechada, Klaus lhe colocando em uma posição muito abaixo o irritava de uma forma absurda, ele não foi contratado como segurança, então não trabalhará como.

Vlader respirou fundo contando até dez para não meter uma bala no crânio de Justin, o que seria de fato uma coisa muito boa, adiantaria o processo já que é óbvio que Drew desviaria, afinal ele não era tão burro assim.

– McCavi você fica na entrada e Justin, – Klaus deu uma pausa o fuzilando com os olhos – siga os convidados para onde quer que eles forem. Burt você aciona a bomba, Tyre você fica nas câmeras, se algo de errado acontecer, qualquer deslize possível, você imediatamente dá um sinal, hoje não é uma simulação, muito menos uma brincadeira e se qualquer um de vocês saírem da linha, o tiro é certeiro. – Vlader terminou seu discurso nem um pouco intimidante, que fez Bieber dar de ombros e ir se arrumar, afinal festa é festa.

Seguiu para seu quarto já tirando a camisa jogando em qualquer canto não se importando nem um pouco com a bagunça, entrou no banheiro já tirando o resto de suas roupas e finalmente deixou que a água jorrasse e caísse em seu corpo (bem bonito por sinal), levando todo o estresse, ansiedade e frustração junto com a mesma, essa era umas das partes favoritas do seu dia, quanto podia finalmente ficar sozinho, pois ele sabia que Klaus o monitorava a todo momento, havia descoberto câmeras no seu quarto no primeiro dia que chegara ali. Mas quando desejava mandava Chris apagar as gravações, o que era quase raro, ele calculava muito bem seus atos, estratégia em primeiro lugar.
Enrolou uma toalha na cintura com outra em mãos secando seus cabelos, colocou seu terno branco e uma gravata borboleta preta, secou o cabelo e aquele homem sabia o quanto ficava bonito de terno, e adorava isso.

Quando viu já se passara duas horas e em menos de vinte minutos Caitlin, Chris, Lottie e Sirius, Chaz, Nolan e Ryan chegariam, tinha tudo para o plano ocorrer como planejado só teria que continuar com seu papel por poucas horas. Respirou fundo ajeitando o relógio de ouro maciço no braço, uma corrente simples por baixo da roupa - que significava mais do que aparentava -, saiu de casa indo para limousine logo chegando no tão esperado salão.

Já estava cheio de pessoas vagando pelo local, uma pianista com vestido de cetim branco com cabelos enormes castanhos caindo como cascata nas costas era a atração do local, até mesmo Bieber estava intrigado com a beleza da mulher.

Mas sua atenção foi tomada por Charlotte entrando no salão, com um vestido vermelho colado no corpo completamente arrumada, e, obviamente com seu gato Sirius preto no colo, Caitlin estava de preto um vestido rodado com um decote um tanto quanto extravagante na região dos seios, Chaz, Ryan, Nolan, e Chris estavam de terno ambos pretos, Bieber andou em direção dos mesmos desligando a escuta em seu ouvido.

– Eai Bieber. – Lottie o cumprimentou entusiasmada demais para um disfarce.

– Mantenha as aparências Charlotte – Justin revirou os olhos.

– Você que manda chefe, mas bonita não? A pianista. – Arqueou as sobrancelhas acenando com a cabeça para o palco, ainda acariciando Sirius no colo.

– Bieber se tu não pegar eu pego. – Chaz se intromete comendo a menina com os olhos.

– Tira o cavalinho da chuva Sommers, afinal ela já deixou bem claro que não quer nada contigo trouxa. – Ryan chegou por trás de Chaz lhe dando tapinhas nas costas.

– Vocês já conhecem a morena? – Drew franziu o cenho.

– Aham, nova integrante da equipe. – Caitlin chegou ao seu lado com um copo de caipirinha em mãos.

– Que equipe Beadles? Teu clube do livro? Pois que eu saiba eu não permiti a entrada de ninguém em momento algum.

– Se fecha Justin, estamos fazendo nosso trabalho e a garota é boa cara. – Christian revira os olhos.

– É Bieber baixa tua bola que enquanto tu se infiltrava, cuidamos de todos os negócios possíveis e ainda livramos tua barra. – Caitlin falou tudo de uma vez e Justin contou até dez para não perder a paciência.

–Conversamos sobre isso depois, – Bieber varreu os olhos pelo local, tentando ver se alguém os espionava –, coloquem as máscaras, vai ser mais difícil reconhecê los assim – cada um colocou a sua inclusive Drew – Caitlin tu vai pegar o McCavi. Christian, as câmeras, Tyre está lá, acaba com ele o mais rápido possível. Chaz e Ryan seguranças, Nolan tu vai atrás do Burt ele está em algum lugar dessa porra tentando acionar uma bomba. Charlotte e esse gato inútil, – Charlotte arqueou as sobrancelhas desafiando Justin falar de Sirius novamente –, enfim, fuga, esperem a porra do sinal, e se lembrem qualquer passo em falso e todos nós morremos, estamos em território inimigo.

– Quanto ao sinal já resolvemos isso, mas e você? Vai fazer o que? – Nolan lerdo como sempre.

– O que você acha? – Justin foi sarcástico – Qual o sinal?

– Reneesme vai tocar Sweet Dreams. – Caitlin sorriu, e Chaz revirou os olhos por provavelmente algo entre eles.

– Que seria?

– Depois eu sou lerdo Drew, – Nolan revirou os olhos, – a pianista, idiota.

_ Meia-Noite. - Drew já se mandava para o balcão de bebidas.

POV's Justin Drew Bieber

Meia noite no relógio e sweet dreams começou a tocar. A tal da Ramona até que é razoável no piano, mas voltando ao ponto, basta uma olhada pelo salão e percebi que Christian já estava á ativa.

Charlotte a única que não estava no salão, deveria estar na van, só esperando nossa deixa para vazarmos daquele lugar.

– Christian? – Chamei na escuta.

– Liberado. – Beadles respondeu.

– Caitlin é com você agora. – Chaz a chamou.

– Se vocês ao menos prestassem atenção perceberiam que eu já fiz meu serviço. – Caitlin respondeu.

Procurei McCavi pelo lugar e o vi caído em uma poça de sangue no quintal da casa, agora se o sangue era dele ou não, pouco me importava.

– Boa Cait. – Uma voz desconhecida falou na escuta.

– Você não deveria estar cantando ou algo do tipo? – Nolan lerdo como sempre.

– Não era para você estar desativando uma bomba ou algo do tipo? – A mesma voz respondeu novamente.

Ouvi risadas pela escuta.

– Foco, Chaz e Ryan, seguranças.

Então olhei ao redor e os seguranças sumiram, deduzi então que já estavam em seu pequeno encontro com Lúcifer. Se a bomba estava ativada ou não, eu não fazia ideia.

A área estava limpa e a música ainda soava no ambiente, nenhum dos convidados duvidavam ou suspeitavam de algo.

Um trabalho limpo, mesmo sujo.

Subi a escadaria até o terceiro andar, e sinceramente, até um motel de quinta era mais moderno.

Fui até a única porta no fim do corredor e finalmente comecei minha parte.

– Bieber? – Klaus ainda sentado em sua cadeira de couro perguntou desconfiado. – Que diabos você está fazendo aqui? Não lhe dei a ordem de vigiar nossos inimigos?

– Seus inimigos, você quer dizer. – Me sentei no divã ridículo que tinha na pequena sala.

– O-o-que, você quer dizer com isso?

– Puta merda, eu ainda me pergunto como você pode ser tão burro.

– Me respeita seu embuste, que tudo o que você tem é por minha causa.

– Você quer dizer, tudo o que eu NÃO tenho. Até quando você acha que eu iria deixar você ficar com o império que foi destinado à mim?

Vi ele tentando pegar a arma de baixo da mesa.

– Não ouse. – Destravei a minha e mirei em sua cara.

Me acomodei no sofá, mas o jumento tentou mexer na arma de novo, e eu perdi minha paciência dando um tiro no seu estômago.

– Eu falei para você não mexer na porra da arma caralho. Me respeita que eu estou falando. – Bufei e me levantei andando até parar ao seu lado. – Seguinte, eu só vim buscar o que é meu por direito, e olha que legal, nem o contrato você vai precisar assinar, e você sabe o porquê, não sabe? – Ele me olhou confuso ainda tentando estancar o sangue da barriga. – Claro que não, a ignorância te domina. – Revirei os olhos, e joguei um papel na sua frente. – Leia. – Ele se assustou com o que via, pois é, não posso fazer nada se a pessoa tem uma cabeça de anta, se bem que até uma anta tem mais inteligência que ele. – Em voz alta caralho. – Destravei a arma.

– Contrato de entrega de bens.

– Muito bem, ele aprendeu a ler. – Me fingi de orgulhoso.

– Anda logo caralho. – Nolan gritou na escuta.

– Tô indo porra.

– Enfim, já estou atrasado, – Peguei minha glock e o tiro foi certeiro. – Já vai tarde otário.

Peguei o papel na mesa e percebi que meu paletó estava todo sujo de sangue, puta que o pariu, era o meu preferido. Tirei aquela merda e a blusa de baixo também.

– Porra Bieber, é para hoje. – A morena do piano abre a porta da sala com duas adagas na mão.

– Te conheço? – Franzi as sobrancelhas.

– Reneesme, prazer. – Ela revirou os olhos, e caralho, esse povo está muito abusado.

– Não revira a porra dos olhos para mim cacete. – Ela franziu o cenho.

– Ok Bieber, você pode começar esse seu teatrinho de quem manda depois, agora a gente tem que sair daqui que essa porra vai explodir. – Ela me puxou pelo braço e saiu correndo comigo pelas escadas, e se eu estava sem a camisa ou não, ela cagou.

– Como é que é? O filho da puta do Nolan não desativou aquela merda?

– Mudança de planos – Rene-alguma-coisa deu um sorriso malicioso.

Estávamos correndo quando percebi uma bagunça no salão, caralho, a parte de serem discretos foi para puta que o pariu. Reneesme parou e ficou olhando para o nada. Perdi minha paciência e a joguei em cima do ombro saindo correndo para a merda da van.

– Bieber caralho, eu sei andar. – Bateu nas minhas costas.

– Não me bate porra, deveria me agradecer por ter tirado você de lá.

– Agradecer o cacete, se não fosse por mim, você ainda estaria fazendo drama naquele escritório.

A coloquei no chão quando chegamos perto da van.

– Drama? – Respirei fundo para não meter minha mão na cara daquela garota.

– Drama, Bieber, você é surdo ou só se faz?

– Olha aqui projeto de puta...

– Opa opa, chega né Justin. – Nolan me puxou para longe.

– Chega o caralho, quem essa vagabunda pensa que é? – Tentei me soltar, mas Chaz foi mais rápido ajudando Nolan.

– Tem Alzheimer só pode, já devo ter me apresentado umas três vezes só hoje.

– Me larga que eu vou dar na cara dessa filha da puta!

– Pelo menos uma coisa você acertou hoje. – Essa desgraça estava me irritando.

– Ah você vai morrer é hoje. – Dei um jeito de me soltar de Chaz e Nolan e peguei minha arma apontando para a mesma.

– Vá em frente. – Ela encostou a cabeça no cano da arma, me encarando.

– PAROU A BRINCADEIRA GALERA. – Charlotte chegou gritando no lugar e tomou a arma da minha mão. – TEM A PORRA DE UMA BOMBA ACIONADA E VOCÊS ESTÃO DISCUTINDO, QUE PORRA HEIN, OS DOIS PARA DENTRO DA CARALHA DA VAN AGORA. – A morena continuou onde estava.

– Nees, vem logo porra. – Chris gritou para a mesma que me deu dedo e saiu andando como se o mundo esperasse por ela para dentro daquela van.

– Eu tô avisando Charlotte, eu vou matar sua amiguinha. – Entrei no banco do passageiro e fechei a porta com tudo.


Notas Finais


O que acharam? bom? Tomara!!!
Se estiverem interessadas na minha outra fanfic eu vou deixar o link aqui ->
Lost Stars: https://www.spiritfanfiction.com/historia/-lost-stars-8422882


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