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História The pink eyes - Capítulo 7


Escrita por: e Mlrian


Notas do Autor


Bem estamos no fim da jornada, pelo menos nesse primeiro livro.
Nesse capitulo um dos personagens escritos nele pertencem a minha cara mirian dona da fanfic que eu coautoro as novas crystal gems, se quiser uma historia interessante enquanto esperam a continuação dessa é só dar uma passada la

https://www.spiritfanfiction.com/historia/as-novas-crystal-gems-the-unstoppable-gems-interativa-18191227

Capítulo 7 - Capitulo 7


1

Falhas, falhas e mais falhas, todo dia Steven acordava ia trabalhar e em segredo estudava o mistério que trouxe de volta lars, e sempre voltando sem resultados, não estava certo, ele voltava cada vez com mais culpa um novo gato ou cão que desapareceu por causa dele.

Hoje era mais um dia de trabalho que ele não se deixava trabalhar, observando seu sucesso em forma de crianças que sorriam com suas famílias brincando entre si ou assistindo o espetáculo que os animatronics colocavam, a cena trazia um sorriso ao seu rosto, gems e humanos juntos, era como se todos seus sonhos fossem postos em sua frente, sua alma exposta para todos verem, os poucos momentos que o alegravam.

Não levou minutos antes de sua espinha gelar, a sensação de olhos perfurando sua pele, lentamente ele moveu o olhar para a fonte, um boneco sentado em sua caixa, ele entregava presentes a crianças, mas seu olhar, dor e ódio que o transbordavam era focados nele, steven logo se retirou para sua sala rapidamente batendo a porta com tanta força que arrancou a maçaneta, suspirando a largou ao chão caminhando até sua mesa.

Abrindo uma das gavetas ele puxou uma garrafa de vinho e com dois longos goles se afogou de novo em papéis e anotações, livros e mais livros sobre biologia ele os folheava pelo que devia ser a terceira vez, e pela terceira vez não houve resposta, não havia motivos para não funcionar, ele tentou de tudo, matá-los dentro da roupa, mata-los fora e os colocar dentro, quantidades diferentes de saliva, lágrimas, mas toda vez que ele tentava os animaizinhos nem perto chegavam de ressuscitar dentro dos animatronics, ele havia tentado todos os cenários, todos.

Os olhos de steven se iluminaram, “exceto um” steven pensou e um sorriso cruel apareceu, mas logo a ideia começou a dar desgosto, humanos, um sacrifício humano era o que ele precisava, seu coração apertou com o quão isso soava como fala de cultista para ele. Ele não faria isso, nunca.

Sem o que pensar ele se levantou da cadeira e rapidamente se retirou pelos fundos, precisava de ar fresco. descendo as escadas até o estacionamento e a passos largos moveu-se até seu carro.

Ele podia não ser o mais atentivo a pequenos detalhes mas tinha certeza que “vadias estavam nesse carro” nunca esteve escrito nos vidros, ainda mais em batom os dentes de steven ruiam e logo seu temperamento foi às alturas ao ver o garoto que pichava seu carro ainda estava em operações rindo para si enquanto desenhava imagens obscenas na porta, sua pele se tornando rosa e em um piscar de olhos o garoto de cabelo branco estava com suas costas pressionadas contra a porta.

— Desculpa! Dizia ele com olhos em lágrimas. 

Os olhos de steven tremiam um pouco — Ok garoto me dá o nome dos seus pais pra eu ligar para eles — 

— Eu não tenho pais….. Sou órfã. O garoto diz com o rosto um pouco melancólico.

—… você tem alguém que cuida de você, ou algo — steven perguntou.

— Bem…. Tem o orfanato porém eles nem se importam. Ele diz aumentando sua melancolia.

“Ninguém se importaria se ele desaparecesse” a maldita voz ecoou no fundo de sua cabeça — qual é seu nome — steven perguntou em uma tentativa de se distrair dos chamados macabros que ecoavam sua mente.

— Cron, Cron Alon. O garoto diz com orgulho, como se o nome dele fosse de pessoas importantes.

“Ninguém vai se importar” a mão de steven lentamente escorregou até sua garganta — desculpa — e começou a apertar

O garoto começa a ter a lógica falta de ar, tentando soltar as mãos de Steven.

Steven o encarou nos olhos até que finalmente a luz desapareceu de seus olhos, soltando ele o cadáver caiu no chão, rapidamente ele abriu a porta e o arremessou no banco do passageiro, entrando no banco do motorista e dirigindo.

2

    Cron abriu seus olhos para um mundo de pura escuridão, confuso ele tentou abrir os olhos, sem sucesso, ele tentou se mover, sem sucesso ele tentou gritar, sem sucesso.

Então subitamente ele foi dominado por milhares de sensações ao mesmo tempo, dor era a principal, dor o consumia, e logo sua visão se clareou ele via um armazém, caixas e mais caixas, era escuro mais não tanto quanto a escuridão de antes. mas entre tudo havia um brilho, nas sombras escondido, um olhar brilhando em rosa e um sorriso macabro cujo rosto estava praticamente encoberto.

— Funciona — a voz murmurou em descrença antes de dar uma longa e gostosa risada — Funciona! — ele grita antes de se aproximar muito rápido para seus sensores captarem agarrando nos lados de sua cabeça as mantendo focados ao seus olhos rosas — Estive esperando você acordar por muito tempo — Cron tentou lutar contra as mãos que agarravam seu rosto mas seu corpo não o obedecia. — Durma — ele murmurou movendo a mão para trás de sua cabeça e a escuridão retornou.

Quando seus olhos se abriram de novo, ele via feixes de luz atravessando um pano, confuso ele tentou olhar ao redor mas sem sucesso, seu corpo se pós de pé sem seu comando, e o pano ao seu redor se abriu como de um teatro, seus pés fora de seu controle correram a um palco onde estava cercado por pequenas crianças, e uma estranha voz saiu de sua boca

— Yargh crianças, está na hora de ouvirem uma história do mar do seu amigo foxy — a voz não era dele não eram suas palavras, mas o que o assustou foi algo que viu no reflexo da janela, não um adolescente de cabelos brancos, não o coelho que assombra seus pesadelos, sim ele via uma raposa, uma raposa de olhos rosas.

Fim

 



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